Postagens populares

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Meditação Diária
Ter, 27 – Semana XXXIV do Tempo Comum
Ap 14, 14-19 / Slm 95 (96), 10-13 / Lc 21, 5-11
O Senhor vem julgar a terra. (Salmo)

Interpretemos o refrão desta maneira: «O Amor vem julgar a terra», pois que em Deus não há senão amor. O nosso julgamento vai ser sobre o quanto amámos. É o que nos diz S. João da Cruz. Hoje, vamos ver como amamos na realização de tarefas. Quanto é o amor que pomos na realização de tarefas, porque se há tarefas que executamos com mais alegria, também há aquelas tarefas que são muito enfadonhas, muito cansativas. E essas também merecem o nosso amor. 

Oferecimento das Obras do Dia
Ofereço-Vos, ó meu Deus,
em união com o santíssimo Coração de Jesus
e por meio do Coração Imaculado de Maria,
as orações, os trabalhos, as alegrias e os sofrimentos deste dia,
em reparação de todas as ofensas e por todas as intenções
pelas quais o mesmo divino Coração está continuamente intercedendo
e sacrificando-se nos nossos altares.
Eu Vo-los ofereço, de modo particular,
pelas intenções do Apostolado da Oração neste mês e neste dia.
 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/372

sábado, 24 de novembro de 2018

Bíblia online - Editora Ave Maria

Ezequiel - Capítulo 3

1Filho do homem, falou-me, come o rolo que aqui está, e, em seguida, vai falar à casa de Israel.2Abri a boca, e ele mo fez engolir.3Filho do homem, falou-me, nutre o teu corpo, enche o teu estômago com o rolo que te dou. Então o comi, e era doce na boca, como o mel.4Em seguida, acrescentou: Filho do homem, vai até a casa de Israel para lhe transmitir as minhas palavras.5Não é a um povo de linguagem incompreensível, de linguagem bárbara que te envio, e sim aos israelitas;6não é a populações inumeráveis, de idioma incompreensível, de linguajar selvagem, cuja língua não compreenderias: eles te ouviriam, se eu te enviasse a eles;7mas a casa de Israel recusará escutar-te, porque eles não querem atender a mim! Pois, toda a casa de Israel nada mais é do que gente teimosa, de coração insensível.8Pois bem!, tornarei o teu semblante tão endurecido quanto o deles;9vou dar a teu rosto a rigidez do diamante, que é mais resistente que a rocha. Não os temas, pois, e não te deixes amedrontrar por causa deles, pois são uma raça de recalcitrantes.10Filho do homem, ajuntou ele, acolhe em teu coração, escuta com toda a atenção tudo quanto eu te disser.11Depois dirigir-te-ás a teus compatriotas exilados, para lhes falar. Dir-lhes-ás: oráculo do Senhor Javé - quer te escutem ou não.12Então o espírito se apoderou de mim e ouvi atrás de mim um vozerio de violento rumor. Bendita seja a glória do Senhor, onde ela repousar!13Ouvi o rumor do bater das asas dos seres vivos e o ruído de suas rodas ao lado deles, um barulho portentoso.14O espírito, a seguir, me transportou e me levou. Eu ia, com o coração repleto de amargura e furor, desde que a mão do Senhor havia pesado sobre mim.15Cheguei a Tel Abib, junto dos deportados que se haviam instalado às margens do Cobar, e ali fiquei sete dias no meio deles, em sombria estupefação.16Passados esses sete dias, a palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos:17filho do homem, estabeleço-te como sentinela na casa de Israel. Logo que escutares um oráculo saindo de minha boca, tu lho transmitirás de minha parte.18Se digo ao malévolo que ele vai morrer, e tu não o prevines e não lhe falas para pô-lo de sobreaviso devido ao seu péssimo proceder, de modo que ele possa viver, ele há de perecer por causa de seu delito, mas é a ti que pedirei conta do seu sangue.19Contudo, se depois de advertido por ti, não se corrigir da malícia e perversidade, ele perecerá por causa de seu pecado, enquanto tu hás de salvar a tua vida.20E, quando um justo abandonar a sua justiça para praticar o mal, e eu permitir diante dele algum tropeço, ele perecerá. Se não o advertires, ele morrerá por causa do seu delito, sem que sejam tomadas em conta as boas obras que anteriormente praticou, e é a ti que pedirei conta do seu sangue.21Ao contrário, se advertires ao justo que se abstenha do pecado, e ele não pecar, então ele viverá, graças à tua advertência, e tu, assim, terás salvo a tua vida.22A mão do Senhor veio ali sobre mim. Vamos, disse-me ele, vai à planície, onde te vou falar.23Pus-me então a caminho para a planície; e eis que a glória do Senhor lá estava, tal qual eu a havia contemplado às margens do Cobar. E caí com a face em terra.24Mas o espírito do Senhor entrou em mim para me pôr em pé, enquanto me falava o Senhor: Vai encerrar-te em tua casa.25Filho do homem, vão amarrar-te com cordas para que não possas mais ir ao meio deles.26Prenderei tua língua a teu paladar, de modo que o teu mutismo te impeça de repreendê-los, pois é uma raça de recalcitrantes.27Quando eu, porém, te falar, abrir-te-ei a boca, e lhes dirás: oráculo do Senhor Javé. Que escute então aquele que quiser escutar, e que não escute aquele que não o quiser, pois é uma raça de recalcitrantes.

Ezequiel - Capítulo 4

1Filho do homem, toma um tijolo, põe-no diante de ti, e desenha nele a cidade de Jerusalém.2Farás contra ela trabalhos de assédio, contra ela construirás terraços e trincheiras, estabelecerás campos e prepararás aríetes.3Tomarás em seguida uma frigideira de ferro, e a colocarás como uma muralha de ferro entre ti e a cidade. Em seguida voltarás contra ela a tua face; ela será atacada e farás então o assédio. Será isto um símbolo para a casa de Israel.4Deita-te sobre o lado esquerdo e toma sobre ti a iniqüidade da casa de Israel; todo o tempo em que ficares assim deitado levarás sua iniqüidade.5E eu fixo o número dos anos do seu pecado, segundo o número de dias que te concedo, trezentos e noventa dias, durante os quais carregarás a iniqüidade da casa de Israel.6Quando esse período estiver terminado, tu te deitarás sobre o lado direito, para de novo levar a iniqüidade da casa de Judá durante quarenta dias; cada dia que te concedo corresponde a um ano.7Voltarás a tua face e estenderás o teu braço nu para Jerusalém sitiada, profetizando contra ela.8Ligar-te-ei com cordas, para que não possas volver-te de um lado para o outro, até que tenhas chegado ao termo dos dias de tua reclusão.9Tomarás trigo, cevada, favas, lentilhas, milho e aveia, que guardarás num mesmo recipiente para fazeres o teu pão. É isso que comerás durante todo o tempo que estiveres deitado, ou seja, por trezentos e noventa dias.10O peso desse alimento que comerás por dia de vinte e quatro horas será de vinte siclos.11A ração de água que irás beber será reduzida a um sexto de hin por vinte e quatro horas.12Tomarás esse alimento sob a forma de torta de cevada, cozida em fogo de excrementos humanos, e à sua vista.13É assim, falou-me o Senhor, que comerão os israelitas os alimentos impuros por entre as nações onde eu os dispersar.14Ah! Senhor Javé, respondi, nunca estive manchado. Desde minha infância até hoje, jamais comi animal morto ou despedaçado; nenhuma carne impura entrou em minha boca.15Pois bem, me disse, eu te permito trocar os excrementos humanos por esterco de vaca, sobre o qual farás cozer o teu pão.16Em seguida ajuntou: Filho do homem, vou desesperar Jerusalém de fome. Aí se comerá, na angústia, um pão rigorosamente pesado, beber-se-á, no meio do assombro, uma água racionada,17e, na penúria de pão e água, virão a esmorecer uns e outros e perecerão por causa da sua iniqüidade.
http://www.claret.org.br/biblia

domingo, 18 de novembro de 2018

DOM, 18 – DOMINGO XXXIII DO TEMPO COMUM – ANO B
Dia Mundial dos Pobres / Último Dia da Semana dos Seminários
Dan 12, 1-3 / Slm 15 (16), 5.8-11 / Hebr 10, 11-14.18 / Mc 13, 24-32
O Evangelho deste domingo é parte do «discurso escatológico» que S. Mateus nos apresenta no capítulo 13 do seu Evangelho. Depois de falar dos sinais que antecederão o fim dos tempos, Jesus recorda-nos que virão perseguições para os seus discípulos, que Jerusalém será destruída e que virão falsos messias afirmando vir em nome de Deus. Depois destas coisas, vem a grande promessa de Jesus: «Então, hão de ver o Filho do homem vir sobre as nuvens». É para este grande encontro que toda a humanidade está a ser conduzida. Todos e cada um de nós somos pacientemente conduzidos pelo Pai para o encontro final e definitivo com o Filho. Toda a criação avança em direção à revelação de Cristo, o Filho do Homem, no qual todos estamos em comunhão uns com os outros e, juntos, com o Pai.
Esta é uma grande certeza que Cristo nos deixa: no fim não está o vazio, mas o Amor. No fim da nossa vida não está a escuridão, mas a luz, não está a solidão, mas a comunhão. Às vezes, pensamos no fim do mundo como uma coisa terrível e temível, mas o fim do mundo, a sua finalidade última é ser o lugar onde cada um de nós encontra em Deus o seu Pai e em cada pessoa um irmão ou uma irmã. O fim do mundo é o amor; é a revelação plena e definitiva de Deus como Pai; não é um evento do qual devemos ter medo, mas algo que todos somos convidados a desejar. Por isso, S. Paulo e a comunidade cristã primitiva nos desafiam a rezar sempre dizendo: «Maraná thá; vem, Senhor Jesus».
Não vale a pena estarmos preocupados com o fim dos tempos, isto é, o fim do mundo no sentido cósmico: não sabemos nem o dia nem a hora e não nos devemos deixar enganar pelos falsos profetas da desgraça. Jesus previne-nos disto mesmo. Para nós, o que é de facto importante é sabermos que Cristo realiza na Cruz a sua glória. Que é na Cruz que se manifesta o poder, a glória e o juízo de Deus. É a Cruz a chave de leitura de toda a história; é a Cruz a chave de leitura da nossa vida. A primeira vinda do Senhor revela-nos o mistério do Amor manifestado na sua paixão, morte e ressurreição. Agora sabemos que O podemos encontrar vivo e operante em cada um dos nossos irmãos. Sabemos que Ele vem para manifestar a sua glória e o seu poder aparecendo sobre as nuvens. Jesus, o Filho do Homem, é o verdadeiro Juiz de toda a história, o juiz da nossa vida: é na Cruz que se revela e manifesta o Juízo do Pai, que é o juízo do Filho que Se faz nosso irmão, que dá a vida por todos nós, pecadores, para nos salvar. Este é o poder pleno da glória divina. O Poder divino é o poder do Amor, é o poder do perdão e da misericórdia. É este o futuro do cosmos: a revelação do poder de Cristo.
Nós, como discípulos de Cristo, conhecemos o nosso justo Juiz e sabemos qual é o seu justo juízo! Somos, assim, chamados a viver com confiança e esperança a própria vida do Filho, tendo como critério o Amor do Filho pelo Pai e por cada um de nós, seus irmãos. 
OFERECIMENTO DAS OBRAS DO DIA
Ofereço-Vos, ó meu Deus,
em união com o santíssimo Coração de Jesus
e por meio do Coração Imaculado de Maria,
as orações, os trabalhos, as alegrias e os sofrimentos deste dia,
em reparação de todas as ofensas e por todas as intenções
pelas quais o mesmo divino Coração está continuamente intercedendo
e sacrificando-se nos nossos altares.
Eu Vo-los ofereço, de modo particular,
pelas intenções do Apostolado da Oração neste mês e neste dia.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

O mundo da cegueira e a cegueira do mundo
1. Como em tudo na vida há quem veja, há quem não veja, há quem queira ver e há quem não precise de ver porque está convencido que já vê. Muito deambulou Cristo no seu ministério público pelo mundo dos pobres, dos coxos e aleijados e, como não podia deixar de ser, pelo mundo da cegueira, a começar pela dos fariseus a quem se atreveu a chamar “Cegos a conduzir outros cegos” que viam ao longe, mas não viam ao perto. Viam os argueiros no olho dos outros e não viam a trave no seu. Muita miopia e dupla imagem, conforme se veem a si ou veem os outros. Estamos no campo dos fanatismos, alguns a raiar a “cegueira” do ódio, e das miopias que o tempo chuvoso e nebulado de inverno agrava ainda mais.
2. Os tempos que correm (está na moda) são de ataques torpes à Igreja, de notícias desonestamente lançadas, de generalizações intencionais a partir de casos concretos, para não falar da linguagem “baixa” e insultuosa em meios de comunicação social, nomeadamente nas redes sociais onde abundam, para o efeito, bloguistas cobertos pelo anonimato. Sinto-me revoltado com tanta desonestidade intelectual e com o tom inquisitorial dos proclamados defensores do laicismo, os mesmos que não se coíbem de constantemente condenar a Igreja com a lembrança da Inquisição.
3. Seja como for, é neste mundo e neste tempo que temos de viver como seguidores de Jesus em que a missão de curar “cegueiras” me parece pertinente, a começar pelas nossas. Penso no cego Bartimeu (Mc 10, 46-52), sentado “à beira do caminho” onde Jesus ia a passar; aquele grito (“Começou a gritar”) mostra bem o desejo de querer ver e viu mesmo; ele queria entrar no caminho onde caminha a multidão e não continuar “um excluído” a pedir esmola de mão estendida e “por favor”. E, por isso, “saltou” para esse caminho ao ser curado por Jesus. Agora é mais “um incluído” no meio daquela multidão a seguir com os seus concidadãos para a celebração da Festa da Páscoa em Jerusalém. Bartimeu não estava apenas sem vista, estava também perto, embora (“à beira”), sem o caminho onde andam os homens e onde andava e anda Aquele que dissera “Eu sou o Caminho”. E começou a segui-Lo rumo à cidade onde a vida acontece e a esperança de vida nova o chama. Vai novo “homem”, seguindo Jesus a caminho do homem “novo”. E no caminho dos homens encontrou o seu caminho e o de Deus.
4. Temos ainda o relato da cura de outro cego (este sem nome) que também merece reflexão. Aqui é uma cura feita a dois tempos: primeiro começou a ver os homens como “árvores ambulantes”, sendo precisa uma segunda intervenção do Senhor para que começasse a ver realmente “pessoas” e não “objetos”. Estou em crer que o mundo dos fanatismos e divisões entre esquerdas e direitas, ditaduras e democracias, capitalismos e socialismos, elites e povo, ricos e pobres, poderiam pelo menos ser atenuados. Bastava para isso que nos víssemos como pessoas e não como objetos, com os mesmos direitos e deveres, com as mesmas necessidades e oportunidades de realização pessoal e vida em comum. E se nos conseguíssemos ver como “irmãos” dum mesmo Pai que espera por todos nós, tanto melhor. Seria “ouro sobre azul” numa paisagem mais serena e pacífica, e certamente mais justa.
A. da Costa Silva, s.j.
 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/blog/192

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

 Isaías - Capítulo 32
7As intrigas do trapaceiro são desleais, ele maquina desígnios criminosos para perder os humildes com mentiras, o pobre que faz valer seu direito; 8o fidalgo, porém, tem pensamentos dignos, e um procedimento nobre.9Mulheres descuidadas, escutei minha voz. Jovens confiantes demais, ouvi minhas palavras.10Dentro de um ano e alguns dias, tremereis, indolentes, porque a vindima estará perdida e a colheita, frustrada.11Fremi, descuidadas, tremei, confiantes. Despi-vos até estardes nuas. Cingi os vossos rins,12batei nos vossos peitos, (chorando) sobre a sorte dos campos férteis e das vinhas fecundas,13sobre as terras de meu povo, onde só crescem sarças, sobre todas as casas de prazer da cidade alegre.14O palácio está deserto, a cidade barulhenta está abandonada. Ofel e a torre de guarda serão para sempre planaltos desnudos, onde vagueiam os asnos selvagens e pastam os rebanhos.15Até que sobre nós se derrame o espírito do alto, então o deserto se mudará em vergel, e o vergel tomará o aspecto de uma floresta;16no deserto reinará o direito, e a justiça residirá no vergel.17A justiça produzirá a paz e o direito assegurará a tranqüilidade;18meu povo habitará em mansão serena, em moradas seguras, em abrigos tranqüilos.19(A floresta será abatida e a cidade, humilhada).20Bem-aventurados sereis por semear à margem de todos os cursos de água, e por deixar o boi e o asno se

Isaías - Capítulo 33

1Ai de ti, devastador que ainda não foste devastado, salteador que ainda não foste saqueado! Quando acabares de devastar, serás devastado, quando acabares de saquear, serás saqueado.2Senhor, tende piedade de nós, pois esperamos em vós. Sede nosso auxílio em cada manhã e nosso socorro no tempo da tribulação.3Ao fragor de vosso trovão, os povos fogem; quando vós vos ergueis, as nações se dispersam.4Recolherão o despojo como se amontoam os gafanhotos, saltam por cima assim como se atiram os gafanhotos.5O Senhor é grande, porque reina no alto; ele enche Sião de retidão e de justiça.6Teus dias estarão em segurança. A sabedoria e o conhecimento garantem a salvação, e o temor do Senhor será o seu tesouro.7Eis que a gente de Ariel lamenta nas ruas, os mensageiros de paz choram amargamente.8Os caminhos estão desertos, não há mais transeuntes nas veredas; o inimigo violou o tratado, desprezou as testemunhas, e não teve consideração para com ninguém.9A terra está enlutada e abatida, o Líbano, desonrado e ressequido, Saron assemelha-se a uma estepe, Basã e o Carmelo perdem sua folhagem.10Agora eu me erguerei, diz o Senhor, agora eu me manifestarei em toda a minha sublimidade.11Vós concebestes feno e gerareis palha; meu sopro, como um fogo, vos consumirá.12Os povos serão calcinados como espinhos cortados que se queimam.13Vós, que estais longe, ouvi o que eu fiz; vós, que estais perto, conhecei o meu poder.14Em Sião os pecadores serão aterrados, o medo apoderar-se-á dos ímpios. Quem de nós poderá permanecer perto deste fogo devorador? Quem de nós poderá permanecer perto das chamas eternas?15Aquele que procede bem e diz a verdade, que não quer um benefício extorquido, que não quer tocar um presente corruptor, que fecha os ouvidos aos propósitos sanguinários e cerra os olhos para não ver o mal.16Semelhante homem habitará nas alturas, e terá por asilo os rochedos fortificados; seu pão lhe é dado e a água lhe é assegurada.17Teus olhos verão o rei no seu esplendor, e contemplarão um grande território.18Teu coração recordará os terrores passados: Que foi feito do cobrador? Que foi feito do fiscal? Onde está aquele que inspecionava as fortificações?19Tu não verás mais aquele povo insolente, aquele povo de linguagem ininteligível, de língua bárbara que ninguém compreende.20Olha para Sião, a cidade de nossas festas; teus olhos verão Jerusalém, habitação tranqüila, tenda bem fixada, cujas estacas jamais serão arrancadas, nem as cordas rompidas.21Lá, na verdade, temos o arroio do Senhor, que nos serve de rios com largos canais; aí não passa embarcação a remo e nenhum navio imponente o sulca.22Porque o Senhor é nosso juiz, o Senhor é nosso legislador; o Senhor é nosso rei que nos salvará.23(Teus cordames afrouxaram, não sustentam mais o mastro e não estendem mais a vela.) Então o próprio cego apoderar-se-á da sua parte de um grande despojo, e os próprios coxos se entregarão ao saque;24ninguém mais (em Jerusalém) se dirá doente: o povo dessa cidade terá seus pecados perdoados.
 http://www.claret.org.br/biblia

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Ao serviço da paz – O Vídeo do Papa 11 – Novembro 2018

Liturgia Das Horas
no domingo
Acautelem-se os homens de julgar suficiente a confiança nas tentativas de alguns, sem cuidar da própria mentalidade. Pois os chefes de Estado, fiadores que são do bem comum da própria nação e igualmente promotores do bem comum mundial, dependem muitíssimo da opinião e da mentalidade das multidões. Nada lhes aproveita insistir na construção da paz, enquanto sentimentos de hostilidade, desprezo ou desconfiança, ódios raciais e ideologias obstinadas dividem os homens em campos opostos.
[Gaudium et spes]

domingo, 4 de novembro de 2018

Intenções do Papa para os desafios da Humanidade

  • Universal: Ao serviço da paz Para que a linguagem do coração e do diálogo prevaleça sempre sobre a linguagem das armas.
    Oração de oferecimentoPai de bondade, eu sei que estás comigo.
    Aqui estou neste dia.
    Coloca mais uma vez o meu coração
    junto ao Coração do teu Filho Jesus,
    que Se entrega por mim e que vem a mim na Eucaristia.
    Que o teu Espírito Santo
    me faça seu amigo e apóstolo, disponível para a sua missão.
    Coloco nas tuas mãos
    as minhas alegrias e esperanças,
    os meus trabalhos e sofrimentos,
    tudo o que sou e tenho,
    em comunhão com meus irmãos e irmãs desta rede mundial de oração.
    Com Maria, ofereço-Te o meu dia
    pela missão da Igreja
    e pelas intenções de oração do Papa para este mês.
    Propostas para o mês
    • Quais são as pessoas e situações que precisam de reconciliação no meu coração? Ter palavras e gestos concretos de perdão.
    • Perante situações de desavença e conflito, nos ambientes em que vivo, vou procurar ser agente de reconciliação, estabelecer pontes e favorecer o diálogo e a compreensão mútua.
    • Organizar um momento de oração na comunidade para ajudar a não deixar o coração indiferente às realidades de guerra, conflito e violência a que assistimos, longe ou perto de nós.
    •  https://clicktopray.org/pt/pope_prayers

quinta-feira, 1 de novembro de 2018


Leitura breve                 Gl 5,13-14
Irmãos, fostes chamados para a liberdade. Porém, não façais dessa liberdade um pretexto para servirdes à carne. Pelo contrário, fazei-vos escravos uns dos outros, pela caridade. Com efeito, toda a Lei se resume neste único mandamento: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

V. De vossos mandamentos corro a estrada,
R. Porque vós me dilatais o coração.
Oração
Senhor nosso Deus, que nesta hora enviastes o Espírito Santo aos Apóstolos em oração, concedei-nos participar do mesmo Dom. Por Cristo, nosso Senhor.

V. Bendigamos ao Senhor.
R. Graças a Deus.