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sábado, 29 de junho de 2024

 Intenções
20242025
JFMAMJJASOND



Intenção Mês Julho/2024

PELA PASTORAL DOS ENFERMOS


Rezemos para que o sacramento da unção dos doentes dê àqueles que o recebem e aos que lhes são mais próximos a força do Senhor, e se torne cada vez mais para todos um sinal visível de compaixão e esperança.

Reflexão

Na intenção deste mês, o Papa exorta-nos a valorizar o sacramento da unção dos doentes, para dar àqueles que o recebem, e aos que lhes são mais próximos, a força do Senhor, e para que se torne cada vez mais, para todos, um sinal visível de compaixão e esperança.
    
A unção dos doentes não é o sacramento dos que já perderam a consciência, um sacramento apenas para quem está prestes a morrer; pelo contrário, é um passo fundamental para dar paz e alívio aos doente e coragem a quem cuida deles. Deve, portanto, ser restaurado o seu valor original, isto é, como meio de cura e apoio para os cristãos por ocasião de uma doença grave.

Portanto, o sacramento da Unção dos Enfermos administra-se àqueles que estão gravemente doentes, a quem vai ser submetido a uma intervenção cirúrgica de maior risco, bem como aos idosos cuja saúde se vai degradando. Deixou de ser considerado apenas como uma preparação para a morte, mas também como um sacramento que proporciona consolação aos doentes e aos seus entes queridos e, se Deus assim o quiser, também a cura física.


Também hodiernamente a Igreja dá ênfase ao caráter comunitário e relacional do sacramento, com o sacerdote e os membros da comunidade de fé a rodearem o doente com orações e apoio.

Esta dimensão comunitária é um aspeto essencial do sacramento e tem por objetivo mostrar aos doentes e os seus entes queridos que não estão sozinhos no seu sofrimento. Não há sacramento sem comunidade e sem relação.

Como diz o Papa Francisco, «é muito importante a visita dos sacerdotes aos doentes, pois através deste sacramento é o próprio Jesus que chega para aliviar o doente, para lhe dar força, para lhe dar esperança, para o ajudar; também para lhe perdoar os pecados. E isto é muito bonito!»

Oração

Pai de misericórdia,
que grande mistério a fragilidade do corpo,
a doença que nos enfraquece.
Quantas vezes queremos escapar desta dor,
porque não queremos sofrer nem ver sofrer.
Sabemos que nada tem sentido sem ti
e que, contigo, tudo pode ser ocasião de graça.
Por isso, Senhor, queremos ser sinais de compaixão
no meio da doença,
dando força aos nossos irmãos e irmãs
com a graça da unção dos doentes.
Pedimos-te que o teu Espírito Santo
renove em toda a Igreja e nos nossos corações
o sentido profundo deste sacramento;
para que o acolhamos como dom e tarefa
no cuidado dos que estão doentes,
de modo a alcançarem a paz e a cura
que tu lhes concedes.
Ámen.


Desafios

Unção dos doentes – Lê atentamente a parábola do bom samaritano. Como podes encarná-la neste dia?

Entrar no seu verdadeiro sentido – Como vês este sacramento? Entra na sua profundidade.

Dar a conhecer a sua profundidade – Tu podes ser instrumento para que quem sofre receba este alívio divino. Mostra aos teus irmãos o sentido profundo deste sacramento.

Ser sinal de compaixão e esperança – Quem são os que, à tua volta, necessitam deste serviço de consolação? O Senhor conta contigo para esta missão de compaixão.

Levar força aos outros – «Temos este costume de chamar o sacerdote para que venha aos nossos doentes … e também aos nossos idosos? Façamo-lo!». (Papa Francisco)

 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/rezar-com-o-papa/intencoes/2024/7

quarta-feira, 26 de junho de 2024

 

typePapa Francisco

Dia Mundial Contra a Droga

Rezemos pelos criminosos que dão drogas aos jovens: são criminosos, assassinos! Oremos pela sua conversão! Neste Dia mundial contra a droga, como cristãos e comunidades eclesiais, renovemos o compromisso de rezar e trabalhar contra a droga. 

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PRIMEIRA LEITURA

O rei leu diante do povo o conteúdo do livro
da Aliança que tinha sido achado na casa do Senhor;
e concluiu a aliança diante do Senhor.

Leitura do Segundo Livro dos Reis 22,8-13; 23,1-3

  • ANTIGO TESTAMENTO
    • PRIMEIRO E SEGUNDO REIS
      • SEGUNDO LIVRO DOS REIS
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22

Josias: a reforma e o livro -* 1 Josias tinha oito anos quando subiu ao trono. E reinou trinta e um anos em Jerusalém. Sua mãe se chamava Idida; era filha de Hadaia e natural de Besecat. 2 Josias fez o que Javé aprova e seguiu em tudo o comportamento de seu antepassado Davi, sem se desviar, nem para a direita, nem para a esquerda.

3 No ano dezoito do seu reinado, o rei Josias mandou o secretárioSafã, filho de Aslias, neto de Mesolam, ao Templo de Javé, com esta ordem: 4 « encontrar-se com o sumo sacerdote Helcias, e diga-lhe que deixe preparado o dinheiro oferecido ao Templo de Javé e que os guardas da porta recolhem do povo. 5 Diga-lhe para entregar o dinheiro aos mestres de obras encarregados do Templo de Javé, a fim de que estes o distribuam aos operários que trabalham nas reformas do Templo de Javé: 6 aos carpinteiros, construtores e pedreiros. Que eles usem o dinheiro para comprar madeiras e pedras talhadas para a reforma do Templo. 7 Não será necessário pedir contas do dinheiro entregue a eles, porque são honestos».

O sumo sacerdote Helcias informou o secretário Safã: «Achei o livro da Lei no Templo de JavéEntregou o livro a Safã, que o leu. 9 O secretário Safã foi falar com o rei: «Seus servos juntaram o dinheiro que havia no Templo e o entregaram aos mestres de obras do Templo de Javé». 10 Em seguida, contou ao rei que o sacerdote Helcias lhe havia dado um livro. E Safã leu o livro diante do rei.


14 O sacerdote Helcias, Aicam, Acobor, Safã e Asaías foram encontrar-se com a profetisa Hulda, mulher do guarda dos vestiários, de nome Selum, filho de Tícua e neto de Haraas. Ela morava em Jerusalém, no Bairro Novo. Expuseram para ela o caso, 15 e ela respondeu: «Assim diz Javé, o Deus de Israel. Digam a quem enviou vocês a mim: 16 Assim diz Javé, Deus de Israel: ‘Vou fazer cair uma desgraça sobre este lugar e sobre seus habitantes. Vou enviar todas as maldições que estão nesse livro, que o rei de Judá leu. 17 Eles me abandonaram e queimaram incenso a outros deuses, e me irritaram com toda a obra de suas mãos. Por isso, minha ira se inflamou contra este lugar, e não se apagará’. 18 E ao rei de Judá, que os enviou para consultar Javé, vocês dirão: ‘Assim diz Javé, o Deus de Israel: Porque, ouvindo a leitura do livro, 19 você se comoveu de coração e se humilhou diante de Javé; porque você escutou as palavras que pronunciei contra este lugar e seus habitantes, que serão objeto de espanto e maldição; porque você rasgou a roupa e chorou na minha frente, eu também ouvi você - oráculo de Javé. 20 Por isso eu o reunirei a seus antepassados. Você vai ser enterrado em paz na sua sepultura, e os seus olhos não verão todos os males que vou enviar sobre este lugar’.» Então eles foram levar ao rei a resposta da profetisa.


* 1-10: O tempo de Josias é marcado por um clima de reforma político-religiosa. Aproveitando-se da instabilidade assíria, Josias retoma os ideais de Ezequias, procurando refazer o antigo império de Israel, com todas as tribos reunidas sob um único chefe.

O Livro da lei é certamente o núcleo legislativo do Deuteronômio (Dt 12-26). Esse livro, nascido em meio às tribos do Norte, certamente já fora utilizado na reforma de Ezequias, que foi bruscamente interrompida com a invasão de Senaquerib (701 a.C.). Perdido ou esquecido no Templo, o livro é redescoberto e servirá de estímulo radical para a reforma de Josias.

* 22,11-20: Josias certamente imagina utilizar o livro como razão a mais para a centralização político-religiosa. Contudo, era necessário verificar a autenticidade do livro. A profetisa Hulda não só responde afirmativamente, como também mostra que as maldições contidas no livro se realizarão de modo inevitável.

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Ant. Deus sabe o que pensam os homens:
pois um nada é o seu pensamento.

Ant. 3 Para mim o Senhor, com certeza,
é regio, é abrigo, é rochedo.

II

12 É feliz, ó Senhor, quem formais *
e educais nos caminhos da Lei,
13 para dar-lhe um alívio na angústia, *
quando ao ímpio se abre uma cova.

14 O Senhor não rejeita o seu povo *
e não pode esquecer sua herança:
15 voltarão a juízo as sentenças; *
quem é reto andará na justiça.

16 Quem por mim contra os maus se levanta *
e a meu lado estará contra eles?
17 Se o Senhor não me desse uma ajuda, *
no silêncio da morte estaria!

18 Quando eu penso: “Estou quase caindo!” *
Vosso amor me sustenta, Senhor!
19 Quando o meu coração se angustia, *
consolais e alegrais minha alma.

=20 Pode acaso juntar-se convosco †
o impostor tribunal da injustiça, *
que age mal, tendo a lei por pretexto?
21 Eles podem agir contra o justo, *
condenando o inocente a morrer:

22 Para mim o Senhor, com certeza, *
é regio, é abrigo, é rochedo!
=23 O Senhor, nosso Deus, os arrasa, †
faz voltar contra eles o mal, *
24 sua própria maldade os condena.

Ant. Para mim o Senhor, com certeza,
é regio, é abrigo, é rochedo.

Leitura breve Cl 3,23-24

Tudo o que fizerdes, fazei-o de coração, como para o Senhor e não para os homens. Pois vós bem sabeis que recebereis do Senhor a herança como recompensa. Servi a Cristo, o Senhor!

V. Ó Senhor, sois minha herança e minha taça,
R. Meu destino está seguro em vossas mãos.

Oração

Senhor Jesus Cristo, que para salvar o gênero humano estendestes vossos braços na cruz, concedei que nossas ações vos agradem e manifestem ao mundo vossa obra redentora. Vós que viveis e reinais para sempre.

Conclusão da Hora

V.Bendigamos ao Senhor.
R. Graças a Deus.

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segunda-feira, 17 de junho de 2024

 Meditação Diária
17 jun
Dia 17 | Segunda-Feira – Semana XI do Tempo Comum

1 Rs 21, 1-16 / Slm 5, 2-3.5-7 / Mt 5, 38-42

Se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a esquerda. (Evangelho)

Quando Jesus acolhe a mulher a quem querem apedrejar não a manda ficar quietinha até morrer. Este mandamento de Jesus quer dizer que não nos devemos vingar. Que devemos ser fraternos, mesmo com os que nos fazem mal. Mas não devemos aceitar que nos façam mal. A fraternidade tem muitos graus. Um deles é só ter desejo de rezar por quem nos faz mal. (Se ler Jo 18, 22, verá que Jesus também não deu a outra face.)

 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/2479

  • NOVO TESTAMENTO
      • EVANGELHO SEGUNDO SÃO JOÃO

 22 Quando Jesus falou isso, um dos guardas que estavamdeu uma bofetada em Jesus e disse: «É assim que respondes ao sumo sacerdote23 Jesus respondeu: «Se falei mal, mostre o que de mal. Mas se falei bem, por que você bate em mim?»

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 Segunda-feira, 17 de Junho de 2024
11ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)
Leituras:
1Rs 21,1-16
Sl 5,2-3.5-6.7 (R. 2b)
Mt 5,38-42
PRIMEIRA LEITURA

Nabot foi apedrejado e morto.
Leitura do Primeiro Livro dos Reis 21,1-16


Naquele tempo:
1
Nabot de Jezrael possuía uma vinha em Jezrael,
ao lado do palácio de Acab, rei de Samaria.
2
Acab falou a Nabot:
"Cede-me a tua vinha,
para que eu a transforme numa horta,
pois está perto da minha casa.
Em troca eu te darei uma vinha melhor,
ou, se preferires, pagarei em dinheiro o seu valor".
3
Mas Nabot respondeu a Acab:
"O Senhor me livre de te ceder a herança de meus pais".
4
Acab voltou para casa aborrecido e irritado
por causa desta resposta que lhe deu Nabot de Jezrael:
"Não te cederei a herança de meus pais".
Deitou-se na cama, com o rosto voltado para a parede,
e não quis comer nada.
5
Sua mulher Jezabel aproximou-se dele e disse-lhe:
"Por que estás triste e não queres comer?"
6
Ele respondeu:
"Porque eu conversei com Nabot de Jezrael
e lhe fiz a proposta de me ceder a sua vinha
pelo seu preço em dinheiro,
ou, se preferisse, eu lhe daria em troca outra vinha.
Mas ele respondeu que não me cede a vinha".
7
Então sua mulher Jezabel disse-lhe:
"Bela figura de rei de Israel estás fazendo!
Levanta-te, toma alimento e fica de bom humor,
pois eu te darei a vinha de Nabot de Jezrael".
8
Ela escreveu então cartas em nome de Acab,
selou-as com o selo real,
e enviou-as aos anciãos e nobres da cidade de Nabot.
9
Nas cartas estava escrito o seguinte:
"Proclamai um jejum
e fazei Nabot sentar-se entre os primeiros do povo,
10
e subornai dois homens perversos contra ele,
que deem este testemunho:
'Tu amaldiçoaste a Deus e ao rei!'
Levai-o depois para fora
e apedrejai-o até que morra".
11
Os homens da cidade,
anciãos e nobres concidadãos de Nabot,
fizeram conforme a ordem recebida de Jezabel,
como estava escrito nas cartas
que lhes tinha enviado.
12
Proclamaram um jejum
e fizeram Nabot sentar-se entre os primeiros do povo.
13
Chegaram os dois homens perversos,
sentaram-se diante dele
e testemunharam contra Nabot
diante de toda a assembleia, dizendo:
"Nabot amaldiçoou a Deus e ao rei".
Em virtude disto, levaram-no para fora da cidade
e mataram-no a pedradas.
14
Depois mandaram a notícia a Jezabel:
"Nabot foi apedrejado e morto".
15
Ao saber que Nabot tinha sido apedrejado
e estava morto, Jezabel disse a Acab:
"Levanta-te e toma posse da vinha
que Nabot de Jezrael não te quis ceder
por seu preço em dinheiro;
pois Nabot já não vive; está morto".
16
Quando Acab soube que Nabot estava morto,
levantou-se para descer até a vinha de Nabot de Jezrael
e dela tomar posse.
Palavra do Senhor.

Salmo responsorial
Sl 5,2-3.5-6.7 (R. 2b)

R. Atendei o meu gemido, ó Senhor!

2
Escutai, ó Senhor Deus, minhas palavras, *
atendei o meu gemido!
3
Ficai atento ao clamor da minha prece, *
ó meu Rei e meu Senhor! R.

5
Não sois um Deus a quem agrade a iniquidade, *
não pode o mau morar convosco;
6
nem os ímpios poderão permanecer *
perante os vossos olhos. R.

7
Detestais o que pratica a iniquidade *
e destruís o mentiroso.
Ó Senhor, abominais o sanguinário, *
o perverso e enganador. R.

Aclamação ao Evangelho
Sl 118(119),105

R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
V. Vossa palavra é uma luz para os meus passos,
    e uma lâmpada luzente em meu caminho.

EVANGELHO

Eu vos digo: não enfrenteis quem é malvado.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,38-42



Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
38
"Ouvistes o que foi dito:
'Olho por olho e dente por dente!'
39
Eu, porém, vos digo:
Não enfrenteis quem é malvado!
Pelo contrário,
se alguém te dá um tapa na face direita,
oferece-lhe também a esquerda!
40
Se alguém quiser abrir um processo
para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto!
41
Se alguém te forçar a andar um quilômetro,
caminha dois com ele!
42
Dá a quem te pedir
e não vires as costas a quem te pede emprestado".
Palavra da Salvação.
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
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"OS FINS JAMAIS PODEM OU PODERÃO JUSTIFICAR OS MEIOS." 

 17 – SEGUNDA-FEIRA

11ª SEMANA DO TEMPO COMUM

(verde – ofício do dia)

Escutai, Senhor, a voz do meu apelo. Sede meu amparo; não me rejeiteis nem me abandoneis, ó Deus, meu salvador (Sl 26,7.9).

Jesus reafirma que seu caminho é o do amor, e para segui-lo é necessário assumir nova mentalidade. Pagar o ódio com ódio agrava os conflitos, não os soluciona. É o que nos ensina o Mestre, ao recomendar que não enfrentemos o malvado. Em vez disso, o que nos cabe enfrentar e combater é nosso egoísmo e agressividade. Rezemos para que se encerrem os ciclos de morte, rancor e violência em nossa sociedade.

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quinta-feira, 13 de junho de 2024

 

ANTIGO TESTAMENTO
LIVROS PROFÉTICOS
ISAÍAS

35

Deus dá vida ao seu povo -* 1 Alegrem-se o deserto e a terra seca, o campo floresça de alegria; 2 como o narciso, cubra-se de flores transbordando de contentamento e alegria, pois lhe será dado o esplendor do Líbano, a beleza do Carmelo e do Saron. Todos verão a glória de Javé, a beleza do nosso Deus. 3 Fortaleçam as mãos cansadas, firmem os joelhos cambaleantes; 4 digam aos corações desanimados: «Sejam fortes! Não tenham medo! Vejam o Deus de vocês: ele vem para vingar, ele traz um prêmio divino, ele vem para salvar vocês». 5 Então, os olhos dos cegos vão se abrir, e se abrirão também os ouvidos dos surdos; 6 os aleijados saltarão como cervo, e a língua do mudo cantará, porque jorrarão águas no deserto e rios na terra seca. 7 A terra seca se mudará em vargens, e o chão seco se encherá de fontes. E onde viviam os lobos, a erva se transformará em taboa e junco. 8 Haverá aí uma estrada, um caminho, que chamarão de caminho santo. Impuro nenhum passará por ele, e os bobos não vão errar o caminho. 9 Aí não haverá leão, nenhum animal selvagem poderá alcançar esse caminho. Por ele só andarão os que foram redimidos 10 e os que foram resgatados por Javé. Cantando, irão voltar e chegar até Sião: carregarão uma alegria sem fim e serão acompanhados de prazer e alegria; a tristeza e o pranto fugirão.

* 35,1-10: O contraste entre este capítulo e o anterior é evidente: enquanto as potências dominadoras são arrasadas, ao povo de Deus se reservam libertação, alegria e vida em abundância.

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segunda-feira, 10 de junho de 2024

PAPA FRANCISCO ABRE  UMA PORTA SANTA EM UMA PRISÃO

https://youtube.com/shorts/S9ldRNKLk0Y?si=OKjzbBQqot8d_Q1Z

O EVANGELHO É FORÇA DE DEUS QUE SALVA

Tema geral -* 16 Não me envergonho do Evangelho, pois ele é força de Deus para a salvação de todo aquele que acredita, do judeu em primeiro lugar, mas também do grego. 17 De fato, no Evangelho a justiça se revela única e exclusivamente através da , conforme diz a Escritura: «o justo vive pela

A condição dos pagãos -* 18 A ira de Deus se manifesta do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens, que com a injustiça sufocam a verdade. 19 Pois aquilo que é possível conhecer de Deus foi manifestado aos homens; e foi o próprio Deus quem o manifestou. 20 De fato, desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, tais como o seu poder eterno e sua divindade, podem ser contempladas, através da inteligência, nas obras que ele realizou. Os homens, portanto, não têm desculpa, 21 porque, embora conhecendo a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças. Pelo contrário, perderam-se em raciocínios vazios, e sua mente ficou obscurecida. 22 Pretendendo ser sábios, tornaram-se tolos, 23 trocando a glória do Deus imortal por estátuas de homem mortal, de pássaros, animais e répteis.

24 Foi por isso que Deus os entregou, conforme os desejos do coração deles, à impureza com que desonram seus próprios corpos. 25 Eles trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. 26 Por isso, Deus entregou os homens a paixões vergonhosas: suas mulheres mudaram a relação natural em relação contra a natureza. 27 Os homens fizeram o mesmo: deixaram a relação natural com a mulher e arderam de paixão uns com os outros, cometendo atos torpes entre si, recebendo dessa maneira em si próprios a paga pela sua aberração.



* 1,1-7: Paulo ainda não conhece os cristãos de Roma. Por isso, apresenta-se com todos os seus títulos: servo, apóstolo e escolhido. Sua missão é anunciar o Evangelho, isto é, a Boa Notícia que Deus revela ao mundo, enviando Jesus Cristo para libertar os homens e instaurar o seu Reino. O centro desse Evangelho é, portanto, a pessoa de Jesus na sua vida terrena, morte e ressurreição, que o constituem Senhor do mundo e da história. A originalidade da missão de Paulo é conduzir os pagãos à obediência da fé, ou seja, a uma submissão livre, que os faz viver de acordo com a vontade de Deus, manifestada em Jesus Cristo.

* 8-15: A intenção de Paulo é ir a Roma para trocar idéias e experiências sobre o Evangelho, compartilhando assim a fé comum. Deseja também «recolher algum fruto», isto é, talvez fazer uma coleta em favor dos cristãos necessitados de Jerusalém (15,26-27).

* 16-17: Paulo enuncia o tema central da carta, que será desenvolvido até 8,39, e que constitui o resumo de toda a sua pregação: o Evangelho é a força de Deus que salva. Condição única para isso é o homem entregar-se a Deus mediante a fé. Pois o homem não tem outro meio para se libertar da condição de pecador: nem a Lei de Moisés, nem ritos, nem sistemas filosóficos, nem poderes cósmicos ou humanos. A fé, porém, não é atitude passiva; é a certeza firme e contínua de que o projeto de Deus se realizou em Jesus Cristo e continua realizando-se no meio dos homens. A fé leva o fiel a viver uma nova dinâmica de vida; o homem deixa de ser receptor passivo e se torna, junto com Deus, agente ativo de salvação dentro da história.

* 18-32: Paulo analisa o sistema de vida dos pagãos. Deus se manifesta a todos os homens; estes, porém, se tornam cegos e surdos, para viverem de acordo com seus próprios instintos egoístas: «sufocam a verdade com a injustiça» (vv. 18-20). O alicerce de uma sociedade pagã é a idolatria: a absolutização de coisas, pessoas e valores (dinheiro, poder, idéias), colocando-os no lugar do Deus verdadeiro (vv. 21-23.25). A idolatria gera a perversão das relações pessoais (vv. 24.26-27) e sociais (vv. 28-31). Numa sociedade idólatra, a injustiça se transforma em bem, a mentira ocupa o lugar da verdade, e o erro é louvado como virtude (v. 32).

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