Postagens populares

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

O Papa aos juízes: uma sentença justa é uma poesia que repara, redime e ...

domingo, 27 de dezembro de 2020

Libera - O Holy Night (Legendado em Português) (Solo: Ralph Skan)

Orthodox Christian Chant - In the Dark Night

Meditação Diária
Dom, 27–Sagrada Família de Jesus, Maria e José (Festa)–Ano B

Sir 3, 3-7.14-17a / Slm 127 (128), 1-5 / Col 3, 12-21 / Lc 2, 22-40

No domingo a seguir ao Natal, celebramos a melhor família de sempre, tão maravilhosamente divina quanto perfeitamente humana: a sagrada Família de Jesus, Maria e José. Perante este admirável modelo, celebramos o tesouro da nossa família que, apesar dos seus defeitos e limitações, é um «porto seguro» e, segundo palavras do Papa Francisco, é «o hospital mais próximo».

Uma boa parte do livro da autoria de Ben Sira, um sábio mestre que viveu cerca de 200 anos antes de Cristo, é dedicada à vida familiar. Honrar o pai e a mãe é muito mais do que uma gentileza, pois tem o mérito de perdoar pecados e de fazer que a nossa oração seja atendida por Deus. Contra a «cultura do descarte» dos doentes e idosos – a expressão é do Papa Francisco – Ben Sira recorda que tratá-los com caridade é algo de que Deus sempre se lembrará e reverterá em desconto dos próprios pecados.

São Paulo, escrevendo aos cristãos de Colossos, dá-nos indicações de grande atualidade para uma vida familiar sã e feliz. Precisamos de cultivar cada dia: «sentimentos de misericórdia, de bondade, humildade, mansidão e paciência». Pede-nos para usarmos um hábito especial, extremamente belo e útil: «Acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição». Mais do que indagarmos os aspetos em que a nossa família nos deverá ajudar, vejamos quais são as dimensões em que a família necessita da nossa ajuda.

O Evangelho descreve-nos a família de Jesus como cumpridora dos seus deveres religiosos, consagrando ao Senhor o seu filho primogénito e fazendo a oferta correspondente. É um dever de cada família cristã fazer crescer os filhos na fé, inculcando neles convicções profundas, que se manifestem em atitudes de culto a Deus e de caridade para com o próximo.

Simeão dá-nos uma lição de como envelhecer, sendo um «homem justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel e o Espírito Santo estava nele». Igualmente Ana, que «não se afastava do templo, servindo a Deus noite e dia, com jejuns e orações». A nossa ligação a Deus dá qualidade ao nosso viver humano. Dando tempo e espaço à vida cristã, as nossas famílias serão beneficiadas.

 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/1164

 Angelus com o Papa na Biblioteca Apostólica

 No Angelus, Papa anuncia Ano “Família Amoris laetitia”

A intenção do Pontífice ao anunciar este Ano especial é “prosseguir o percurso sinodal” que levou à publicação do documento. Com efeito, Amoris laetitia é fruto da XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, realizada de 4-25 de outubro de 2015 sobre o tema “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”.

Jackson Erpen e Bianca Fraccalvieri - Vatican News

  No Angelus deste domingo, 27, dia em que a Igreja celebra a Sagrada Família, o Papa Francisco anunciou a convocação de um “Ano especial dedicado à Família Amoris laetitia”, que será inaugurado em 19 de março de 2021, dia de São José e quinto aniversário de publicação da Exortação Apostólica. O encerramento está marcado para junho de 2022. Será "um ano de reflexão" e uma oportunidade para "aprofundar os conteúdos do documento":

“Essas reflexões serão colocados à disposição das comunidades eclesiais e das famílias para acompanhá-las em seu caminho. Desde agora, convido todos a aderir às iniciativas que serão promovidas ao longo do ano e que serão coordenadas pelo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida. Confiemos à Sagrada Família de Nazaré, em particular à São José, esposo e pai solícito, este caminho com as famílias de todo o mundo.”

 Família de Nazaré, modelo para todas as família do mundo

 O Angelus deste domingo, também foi rezado na Biblioteca do Palácio Apostólico, pois como Francisco havia explicado no Angelus na festa de Santo Estêvão, “devemos fazer assim, para evitar que as pessoas venham para a Praça” e assim colaborar com as disposições dadas pelas Autoridades, “para ajudar a todos nós a escapar desta pandemia.”

 Angelus de 27 de dezembro de 2020

 Dirigindo-se a quem o acompanhava pelos meios de comunicação, o Papa chamou a atenção para o fato de que “o Filho de Deus quis ter necessidade, como todas as crianças, do calor de uma família”, e precisamente por isso, “porque é a família de Jesus, a de Nazaré é a família modelo, em que todas as famílias do mundo podem encontrar o seu ponto de referência seguro e uma inspiração segura. Em Nazaré brotou a primavera da vida humana do Filho de Deus, no momento em que Ele foi concebido pela ação do Espírito Santo no seio virginal de Maria.”

Família evangeliza com exemplo de vida

 Jesus transcorreu sua infância com alegria na Casa de Nazaré, envolvido “pela solicitude maternal de Maria e pela solicitude de José, em quem Jesus pôde ver a ternura de Deus”. 

Ao imitar a Sagrada Família, somos chamados a redescobrir o valor educativo do núcleo familiar: isso requer que seja fundado no amor que sempre regenera as relações, abrindo horizontes de esperança. Em família se poderá experimentar uma comunhão sincera quando ela é casa de oração, quando os afetos são sérios, profundos, puros, quando o perdão prevalece sobre a discórdia, quando a dureza cotidiana do viver é amenizada pela ternura recíproca e pela serena adesão à vontade de Deus. Desta forma, a família se abre à alegria que Deus dá a todos aqueles que sabem dar com alegria. Ao mesmo tempo, encontra energia espiritual para se abrir ao exterior, aos outros, ao serviço dos irmãos, à colaboração para a construção de um mundo sempre novo e melhor; capaz, por isso, de ser portadora de estímulos positivos; a família evangeliza com o exemplo de vida.

“Em família se poderá experimentar uma comunhão sincera quando ela é casa de oração, quando os afetos são profundos e puros, quando o perdão prevalece sobre a discórdia, quando a dureza cotidiana do viver é amenizada pela ternura recíproca e pela serena adesão à vontade de Deus.”

 Com licença, perdão, obrigado

 O Papa recordou que nas famílias existem problemas, que às vezes se briga, “mas somos humanos, somos fracos, e todos temos às vezes este fato que brigamos em família”. Mas a recomendação, já feita em outras oportunidades, é que não se acabe o dia sem fazer as pazes, pois “a guerra fria no dia seguinte é muito perigosa”. E lembrou as três palavras fundamentais para que o ambiente em família seja bom: "com licença", "perdão", "obrigado". “Não ser invasivos”, agradecer sempre, pois “a gratidão é o sangue da alma nobre”, e depois pedir perdão, das três, a palavra mais difícil de dizer.

Famílias, fermento de uma nova humanidade

 E o exemplo de evangelizar com a família, continuou então Francisco, é o chamado que nos é feito pela festa de hoje, que nos repropõe o ideal de amor conjugal e familiar, assim como foi enfatizado na Exortação Apostólica Amoris laetitia

Ao concluir, o Papa pediu à Virgem Maria, que” faça com que as famílias de todo o mundo fiquem cada vez mais fascinadas pelo ideal evangélico da Sagrada Família, para assim se tornar fermento de nova humanidade e de uma nova solidariedade concreta e universal.”

A oração de Francisco pelas famílias marcadas pelas feridas da incompreensão e da divisão

 Após rezar o Angelus, ao saudar as famílias, grupos e fiéis que acompanham pelos meios de comunicação, o Santo Padre dirigiu seu pensamento em particular “às famílias que nos últimos meses perderam um familiar ou foram provadas pelas consequências da pandemia. Penso também nos médicos, enfermeiras e todo o pessoal de saúde cujo grande empenho na linha de frente do combate à propagação do vírus teve repercussões significativas na vida familiar”.

O Papa também confiou ao Senhor “todas as famílias, especialmente as mais provadas pelas dificuldades da vida e pelas feridas da incompreensão e da divisão. O Senhor, nascido em Belém, conceda a todas a serenidade e a força para caminharem unidos no caminho do bem”.

A solidariedade do Papa a quem perdeu familiares na pandemia

27 dezembro 2020, 12:17

  https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-12/papa-francisco-angelus-convoca-ano-familia-amoris-laetitica.html

No dia da Sagrada Família, a solidariedade do Papa a quem perdeu familia...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

     

 684 rezaram

Com Jesus à Tarde

“Nesta noite, foi-nos mostrado o amor de Deus: é Jesus. Em Jesus, o Altíssimo fez-Se pequenino, para ser amado por nós. Em Jesus, Deus fez-Se Menino, para Se deixar abraçar por nós” (Papa Francisco). O grande e poderoso se fez pequeno e frágil numa manjedoura. Deixa-se abraçar por nós, preenche cada casa, cada espaço com alegria, ainda que não seja reconhecido e amado em tantos lugares… Dá-se gratuitamente, coloca uma seiva de encantamento e ternura nos corações. Vem com suas mãozinhas aparentemente vazias, mas tanto bem e tantas graças espalha sobre a terra. Deixemo-nos habitar por essa graça que resplandece no mundo inteiro, mas que deseja tão somente aquecer o nosso coração.

 
Que a Estrela de Belém brilhe para o mundo inteiro e para sempre , amém! Que o menino Deus ilumine toda a terra e todos os corações  e mentes! Feliz Natal ! Foto parque Tanguá, Curitiba.  Dezembro de 2020.
 
Que a Estrela de Belém, que guiou os magos até  o nosso  lindo Jesus,  brilhe nas mentes e corações de toda a humanidade! Amém! Que o menino Deus ilumine e cure a nossa terra ! Feliz Natal ! Foto Monte Fuji, Japão .  Dezembro de 2020.


 

domingo, 13 de dezembro de 2020

Meditação Diária
13 dez
Dom, 13 – Domingo III do Advento – Ano B

Is 61, 1-2a.10-11 / Lc 1, 46-50.53-54 / 1 Tes 5, 16-24 / Jo 1, 6-8.19-28

O profeta Isaías não tem o poder das armas nem dos grandes da política. A sua força vem da missão que Deus lhe dá para «anunciar a boa nova aos pobres... a liberdade aos prisioneiros, e promulgar o ano da graça do Senhor». E assim aconteceu que o rei Ciro, em 538 a.C., entrou triunfante na Babilónia e deu a ordem de libertação aos deportados de Israel. Somos desafiados a alegrarmo-nos com o profeta pela libertação do seu povo: «Exulto de alegria no Senhor, a minha alma rejubila no meu Deus, que me revestiu com as vestes da salvação e me envolveu num manto de justiça». Este é o meu Deus, o Deus de todos nós, no tempo presente que nos cabe viver.

No final da carta aos cristãos de Tessalónica, São Paulo faz diversas exortações para vivermos com qualidade: «Vivei sempre alegres, orai sem cessar, dai graças em todas as circunstâncias... Avaliai tudo, conservando o que for bom». Recorda que o nosso Senhor é «o Deus da Paz», sempre «fiel», aconteça o que acontecer, mesmo que nós não o consigamos ser.

No Evangelho encontramos João Batista, um modelo de viver em advento, esperando o Messias Salvador. Não aceita lisonjas e títulos de honra, negando claramente ser o Messias, Elias ou um outro profeta. Define-se a si mesmo, não pelas suas qualidades e virtudes, mas pela sua missão de «endireitar o caminho do Senhor», a fim de Ele poder vir ao seu povo.

Preparando a celebração da vinda de Jesus Cristo no Natal, é ocasião oportuna para cumprirmos o que nos pede João Batista: que caminho da minha vida devo endireitar para que Jesus possa nascer no meu coração?


 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/1150

 

  • ANTIGO TESTAMENTO
    • LIVROS SAPIENCIAIS
      • SALMOS
Precedente - Sucessivo


SALMO 68 (67) *

História da luta do povo de Deus

1         Do mestre de canto. De Davi. Salmo. Cântico.

2*       Deus se levanta: seus inimigos debandam, seus adversários fogem de sua frente.

3         Tu os dissipas como a fumaça se dissipa; como a cera se derrete diante do fogo, assim perecem os injustos diante de Deus.

4         Os justos ao contrário se alegram, exultam na presença de Deus e dançam de alegria.

5*       Cantem a Deus, toquem ao seu nome, atapetem o caminho daquele que avança pelo deserto. O nome dele é Javé: alegrem-se na presença dele.

6         Pai dos órfãos, protetor das viúvas, assim é Deus em sua morada santa.

7         Deus aos marginalizados uma casa, liberta os cativos e os enriquece. Somente os rebeldes permanecem na terra seca.

8*       Ó Deus, quando saías à frente do teu povo, e avançavas pelo deserto,

9         a terra tremeu, o céu se dissolveu diante de Deus, o Deus do Sinai; diante de Deus, o Deus de Israel.

10        Derramaste sobre tua herança, ó Deus, uma chuva copiosa, aliviando a terra esgotada,

11        e o teu rebanho habitou na terra que tua bondade, ó Deus, preparou para o pobre.

12*     O Senhor deu uma ordem, o anúncio de um exército numeroso:

13        «Reis e exércitos fogem correndo, e as mulheres repartem os despojos.

14        Enquanto vocês repousavam nos apriscos, as pombas batiam suas asas prateadas destilando ouro de suas plumas.

15        Enquanto o Todo-poderoso dispersava os reis, a neve caía sobre o monte Sombrio».

16*     As montanhas de Basã são altíssimas, as montanhas de Basã são escarpadas.

17        Ó montanhas escarpadas, por que vocês invejam a montanha que Deus escolheu para habitar, a moradia perpétua de Javé?

18        Milhares e milhares são os carros de Deus. O Senhor marcha do Sinai para o santuário.

19        Subiste ao topo, levando cativos, e a ti deram homens como tributo,

até mesmo os que resistiam, para que Javé Deus tivesse a sua casa.

20*     Bendito seja o Senhor a cada dia! Deus leva nossas cargas: ele é o nosso salvador!

21        Nosso Deus é um Deus que liberta, ao Senhor Javé pertencem as portas da morte.

22        Sim, Deus esmaga a cabeça de seus inimigos, e o crânio cabeludo do criminoso contumaz.

23        O Senhor disse: «Eu os farei voltar de Basã, eu os farei voltar do fundo do mar.

24        Você banhará seus pés no sangue do inimigo, sangue que os cães lamberão com suas línguas».

25*     O teu cortejo aparece, ó Deus, o cortejo do meu Deus, do meu rei, a caminho do santuário.

26        Na frente marcham os cantores, atrás os tocadores de harpa, no meio as jovens, tocando pandeiros.

27        «Bendigam a Deus nas assembléias, bendigam a Javé na comunidade de Israel».

28        Na frente vai Benjamim, o mais novo; os príncipes de Judá, com seu tropel; os príncipes de Zabulon, os príncipes de Neftali.

29*     Desfralda, ó Deus, o teu poder, o teu poder, ó Deus, que age em nosso favor.

30        Que os reis tragam o seu tributo ao teu Templo, em Jerusalém.

31        Reprime a Fera dos caniços, a tropa dos Touros e os Novilhos dos povos.

Que se rendam a ti com barras de prata. Dispersa os povos que gostam de guerras!

32        Do Egito venham os grandes, e a Etiópia estenda as mãos para Deus.

33*     Cantem a Deus, reis da terra, toquem para o Senhor,

34        que avança pelos céus, os céus antigos.

Ele ergue sua voz, sua voz poderosa:

35        «Reconheçam a força de Deus

Sua majestade resplandece sobre Israel, e por sobre as nuvens o seu poder.

36        Desde o santuário Deus impõe reverência: ele é o Deus de Israel, que força e poder ao seu povo. Bendito seja Deus!




* Sl 68: Oração de agradecimento coletivo, talvez cantado numa procissão que recorda passos da história de Israel.

* 2-4: A intervenção de Deus na história provoca uma divisão fundamental, porque Deus toma partido: ele se alia aos justos para derrotar os injustos.

* 5-7: Deus caminha à frente do seu povo, formado pelos marginalizados da sociedade e da história: órfãos, viúvas, marginalizados e cativos.

* 8-11: Como líder e pastor do seu povo, Javé vai à frente em todas as lutas, abalando a realidade inteira (terra e céu). Para quê? Para dar uma terra fértil aos pobres, que viviam numa terra esgotada pela exploração e opressão.

* 12-15: A história do povo é feita de muitas lutas para vencer os poderosos e seus grandes exércitos. Graças a isso, o povo pode recuperar e repartir as riquezas que, por direito, lhe pertencem (despojos, ouro e prata).

* 16-19: A procissão chega ao Templo no monte Sião. É o momento de uma grande transformação histórica: com a monarquia de Davi e Salomão, Israel torna-se império, correndo o perigo de se tornar um novo opressor.

* 20-24: A certeza de que Deus habita em seu meio traz ao povo a confiança permanente de que Deus o ajudará a levar todas as cargas. Ele o libertará da morte produzida pelos inimigos estrangeiros e pelos injustos que pervertem as relações sociais.

* 25-28: Nova descrição, mais detalhada, da procissão que se dirige para o Templo.

* 29-32: Súplica para que Deus manifeste seu governo poderoso, realizando a justiça. Todas as nações trarão seus tributos, porque o Deus justo saberá repartir a riqueza entre todos.

* 33-36: Convite a que todos os reis reconheçam que Deus é o rei soberano. A história do seu povo e todo o universo são testemunhas de que esse Deus vivo reparte sua força e poder com o seu povo.




Precedente - Sucessivo

Índice | Ajuda | Palavras: Alfabética - Freqüência - Invertidas - Tamanho - Estatísticas | Biblioteca IntraText | Èulogos

IntraText® (V7n) © 1996-2002 Èulogos
 
http://www.paulus.com.br/biblia-pastoral/_PHN.HTMCopyright Èulogos / Paulus © 2002
 
 

December 13 2020

1452 have prayed

With Jesus in the morning

On this Sunday of Advent renew the meaning of this time of preparation and waiting. Take time to pray and be with the Lord. John the Baptist helps us encounter the Lord: “What do you say about yourself? He answered: I am the voice of him who cries out in the desert, make straight the way of the Lord” (John 1:23). Let this question resonate in your heart, and let the Spirit of the Lord give you light. What do you feel called to do or what is the Lord trying to say to you? Offer your day for the intention of the month. Our Father…

 

domingo, 6 de dezembro de 2020

Papa: não há pandemia nem crise que possa apagar a luz de Jesus!

Meditação Diária
Dom, 6 – Domingo II do Advento – Ano B

Is 40, 1-5.9-11 / Slm 84 (85), 9-14 / 2 Pedro 3, 8-14 / Mc 1, 1-8

Na trágica situação do povo de Israel, escravizado na Babilónia, um profeta levanta a voz, em nome de Deus, animando os seus concidadãos. São palavras de consolação que garantem a proteção de Deus, abrindo caminho para a sua libertação: «O Senhor vem com poder... Como um pastor apascentará o seu rebanho... Tomará os cordeiros em seus braços, conduzirá as ovelhas ao seu descanso». Deus está sempre do nosso lado e quer libertar-nos de tudo o que nos prende e nos pesa.

São Pedro, perante as decepções e desânimos dos cristãos, dirige a todos, também a nós hoje, palavras de encorajamento. Gostaríamos que o mundo fosse melhor e as pessoas mais amorosas. Deus está atento a tudo o que se passa e sabe que nos deveríamos converter em melhores pessoas e famílias, numa Igreja mais santa. Mas «usa de paciência para connosco e não quer que ninguém pereça, mas que todos possam arrepender-se». O amor que Deus nos tem manifesta-se especialmente pela sua infinita paciência, sempre esperando e oferecendo-nos novas ocasiões de conversão.

São Marcos, logo no início do seu Evangelho, apresenta-nos o precursor de Cristo, João Batista. Fez do deserto de Judá a sua morada, assumindo o estilo de um asceta, para proclamar a vinda do Messias, de quem se julga indigno de «desatar as correias das suas sandálias». Administrava o batismo ao povo que vinha ter com ele, como rito introdutório do autêntico batismo que Jesus traria ao mundo: «Eu batizo-vos com água, mas Ele batizar-vos-á no Espírito Santo».

O estilo radical de João Batista é um desafio para nós ultrapassarmos uma vida de mediocridades, sem convicção e paixão, e anunciarmos, sobretudo com o testemunho, que Jesus Cristo está presente e quer salvar a todos.


 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/1141

 

723 have prayed

With Jesus during the day

Make time to meet the Lord. The Pope tells us that “faith, as we have seen in Bartimaeus, is a cry; non-faith is to stifle that cry…Faith is a protest against a painful condition for which we do not understand the reason; non-faith is limited to suffering a situation to which we have adapted.” Remember that pain will not be spared us, but the Lord welcomes your protest, your cry and hears your need. He comes to you and becomes a comforting companion on the road. Renew your offering with this confidence.

 https://clicktopray.org/pray-every-day/

 

sábado, 5 de dezembro de 2020


 "Deixa-me acender cem vezes a esperança
que ventos perversos e fortes teimam em apagar.
Que grande e bela profissão: acendedor de esperança". (Dom Helder Câmara)

 Meditação Diária

Sáb, 5 – Santos Martinho de Dume, Frutuoso e Geraldo (Memória) / 1º Sábado

Is 30, 19-21.23-26 / Slm 146 (147), 1-6 / Mt 9, 35 – 10, 1.6-8

O Senhor poderá dar-te a comer o pão da angústia e a beber a água da tribulação. (1ª Leitura)

«Mas aquele que te ensina não se esconderá mais e os teus olhos verão aquele que te ensina». Não sei se os olhos interiores do leitor verão a Deus. Mas a tribulação e a angústia são convites a que nos aproximemos mais de Deus e «vejamos a sua face». Muitas vezes, viramo-nos para Deus nestas situações. Devemos pedir sabedoria e paz. E, se for da vontade de Deus, a solução dos nossos problemas.

 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/1140

 Salmo 118(119),33-40

 

V (He)

 

Meditação sobre a Palavra de Deus na Lei

 

Seja feita a tua vontade assim na terra como nos céus (Mt 6,10).

 

33 Ensinai-me a viver vossos preceitos; *
quero guar-los fielmente até o fim!

34 Dai-me o saber, e cumprirei a vossa lei, *
e de todo o coração a guardarei.

 

35 Guiai meus passos no caminho que traçastes, *
pois só nele encontrarei felicidade.

36 Inclinai meu coração às vossas leis, *
e nunca ao dinheiro e à avareza.

 

37 Desviai o meu olhar das coisas vãs, *
dai-me a vida pelos vossos mandamentos!

38 Cumpri, Senhor, vossa promessa ao vosso servo, *
vossa promessa garantida aos que vos temem.

 

39 Livrai-me do insulto que eu receio, *
porque vossos julgamentos são suaves.

40 Como anseio pelos vossos mandamentos! *
Dai-me a vida, ó Senhor, porque sois justo!  

 http://liturgiadashoras.online/advento/1sabado

 2º Domingo do Advento

6 de Dezembro de 2020

Cor: Roxo

Evangelho - Mc 1,1-8

Endireitai as estradas do Senhor.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 1,1-8
1Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.
2Está escrito no livro do profeta Isaías:
'Eis que envio meu mensageiro à tua frente,
para preparar o teu caminho.
3Esta é a voz daquele que grita no deserto:
'Preparai o caminho do Senhor,
endireitai suas estradas!''
4Foi assim que João Batista apareceu no deserto,
pregando um batismo de conversão
para o perdão dos pecados.
5Toda a região da Judéia e todos os moradores de
Jerusalém iam ao seu encontro.
Confessavam os seus pecados
e João os batizava no rio Jordão.
6João se vestia com uma pele de camelo
e comia gafanhotos e mel do campo.
7E pregava, dizendo:
'Depois de mim virá alguém mais forte do que eu.
Eu nem sou digno de me abaixar
para desamarrar suas sandálias.
8Eu vos batizei com água,
mas ele vos batizará com o Espírito Santo.'
Palavra da Salvação.
 
739 rezaram

Com Jesus à Tarde

“Os mais belos pensamentos nada são sem as obras” (Santa Teresinha do Menino Jesus). O pensamento, a intenção, o desejo são maravilhosos, porém, como disse São Tiago, sem ação estão mortos. Porque cada reta intenção, cada boa inspiração deve me levar à ação. O ideal é eu me planejar para agir, passo a passo, e realizar o que deve ser feito. Assim, todos os bons sentimentos que carrego em mim poderão produzir frutos e transformar a minha realidade e a daqueles que estão ao meu redor. Senhor, que eu tenha empenho e atitude para realizar aquilo que inspiras em meu coração.

https://clicktopray.org/pt-pt/reza-cada-dia/

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Por uma vida de oração - O Vídeo do Papa - Dezembro 2020

Intenções
20202021
JFMAMJJASOND

Intenção

Para uma vida de oração (Pela Evangelização)

Rezemos para que a nossa relação pessoal com Jesus Cristo se alimente da Palavra de Deus e de uma vida de oração.

Reflexão

No último mês deste ano, o Santo Padre conduz o nosso coração para o fundamento da nossa vida cristã: a oração. É na oração que acontece o encontro com o Senhor, a escuta da sua Palavra e daquilo que ecoa dentro de nós quando confrontamos a vida com o sopro do Espírito. A oração alimenta, faz ler os acontecimentos, ilumina e dá forças para continuar o caminho com o Pai, numa atitude de dar a vida como Jesus. 

 Este ano 2020 foi um ano surpreendente, doloroso e ainda estamos a recuperar do que aconteceu e continua a acontecer por causa da pandemia do Coronavírus. Ficam na memória acontecimentos marcantes na nossa vida de fé: a oração do Papa Francisco na Praça de S. Pedro vazia, a 27 de março, a semana santa e a Páscoa celebradas em igrejas vazias. No nosso país, a celebração do 12 e 13 de maio em Fátima sem peregrinos. Os momentos mais icónicos deste tempo, que ficarão para a história, colocam-nos diante do silêncio, do despojamento e remetem-nos apenas para a oração. É em Deus e na sua misericórdia que colocamos a nossa vida e as nossas intenções, por nós, pelo mundo, por todos os que precisam. 

 Este ano de 2020 alertou-nos para a necessidade da confiança e da solidariedade e de como estas nascem e se alimentam da oração. É neste ambiente que se geram as atitudes necessárias, que não fazem cair no desânimo e na incapacidade, mas elevam os olhos e o coração para a missão e para a transformação da realidade naquilo que é querido e sonhado por Deus: o seu reino de paz e de justiça. 

Na celebração dos 175 anos do Apostolado da Oração, em junho de 2019, em Roma, o Santo Padre disse que «O coração da missão da Igreja é a oração». Rezemos para que tenhamos sempre esta frase como um mote para a nossa vida pessoal, das famílias e comunidades. Quando tudo parece faltar, é a oração que nos mostra e confirma que a fidelidade amorosa do Pai nunca nos falta. Neste tempo de Advento, esperando o nascimento de Jesus, esperamos também o nascimento da vida nova e da sua luz, nas noites que atravessamos.

Oração

Senhor Jesus, enquanto esperamos o teu nascimento, 

pedimos-Te a graça de cuidarmos na nossa vida 

o espaço e o tempo da oração. 

Que a oração seja o ambiente onde tudo começa e tudo acaba. 

Na oração recebemos a tua inspiração 

que nos leva a amar e a servir os nossos irmãos.

 Na oração trazemos todos os acontecimentos 

para os agradecer e aprender com eles. 

Pedimos-Te a graça da fidelidade 

e a alegria do encontro contigo no nosso coração. 

Pai-Nosso...

Desafios

- Procurar viver de modo mais intenso este Advento e Natal, na oração pessoal, em família e em comunidade, preparando melhor os momentos de oração e enriquecendo-os com criatividade e profundidade. 

 - Fazer uma releitura orante do ano que está a terminar, do que se retirou de todos os momentos mais difíceis, os momentos mais simbólicos, e deixar que o Senhor fale no nosso coração para encontrar um sentido e uma aprendizagem para tudo. 

 - Procurar conhecer e praticar algumas pedagogias de oração, de modo particular as que são promovidas pela Rede Mundial de Oração do Papa: a plataforma Click To Pray e O Caminho do Coração.

 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/rezar-com-o-papa/intencoes/2020/12

 

https://www.youtube.com/watch?v=Si34LBs_1sw