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terça-feira, 30 de junho de 2026

 

Julho 2026 – Intenção do Papa

Rezemos pelo respeito e pela proteção da vida humana em todas as suas etapas, reconhecendo-a como um dom de Deus.

ORAÇÃO

Senhor da vida,
Tu criaste-nos por amor
e chamaste-nos a viver em plenitude.
Cada pessoa é um dom sagrado que reflete o teu rosto,
desde o primeiro instante da sua existência
até ao último suspiro do seu caminho na terra.

Hoje pedimos-te a graça de reconhecer e cuidar
do valor único e irrepetível de cada ser humano.
Ensina-nos a acolher a vida sem condições,
a cuidar a fragilidade com ternura,
a acompanhar cada etapa com respeito
e a defender com coragem quem não tem voz.

Perdoa-nos, Senhor,
quando caímos na indiferença
ou na cultura do descarte,
quando deixamos de ver no outro
um ser digno de amor.
Dá-nos um coração novo,
capaz de escolher sempre a vida,
e mãos generosas que a protejam
com gestos concretos.

Faz da tua Igreja um testemunho vivo
do Evangelho da vida,
uma casa aberta onde toda a existência
seja celebrada, onde ninguém se sinta a mais
e onde a dignidade seja sempre respeitada
e cuidada.

Senhor Jesus,
que amemos a vida como Tu a amas:
com ternura, fidelidade e entrega total
de nós mesmos.
Que saibamos proclamar, com palavras e gestos,
que cada vida humana vale a doação total.

Ámen.

Num mundo de grandes contrastes, em que se corre o perigo de relativizar a dignidade da vida humana, o Papa Leão XIV pede-nos para rezarmos para que cada vida, como dom de Deus, seja cuidada e preservada.

A vida humana é, acima de tudo, um dom de Deus, o Autor da vida. Desde o momento em que somos concebidos até à nossa morte natural, cada um de nós tem um valor intrínseco que vai para além dos nossos méritos ou circunstâncias. Respeitar-nos mutuamente e proteger este dom é uma missão que brota de uma conversão do coração e nos leva a comprometer-nos com os outros nas diversas
etapas da vida.

Promover a dignidade e o desenvolvimento de toda a vida humana, especialmente daqueles que a veem mais ameaçada, é um imperativo ético e um apelo a compartilhar a missão de Jesus, que teve compaixão de todos, apostando numa «cultura da vida» em oposição à «cultura do descarte» dominante na nossa sociedade contemporânea.

Atitude de coração: cuidar da vida com amor. Não basta não fazer mal. Respeitar a vida significa também cuidar ativamente dela: apoiar quem sofre, defender quem não pode falar e acompanhar quem está sozinho. Proteger a vida com amor é viver o Evangelho de coração aberto e com as mãos estendidas (cf. 'O Caminho do Coração' – Passo 3: «Escolher a Vida. Humanizar os ambientes»).

Senhor da vida, Tu criaste-nos por amor e chamaste-nos a viver em plenitude. Cada pessoa é um dom sagrado que reflete o teu rosto, desde o primeiro instante da sua existência até ao último suspiro do seu caminho na terra.

ATITUDES

Reconhecer a vida como dom
Cada dia é um presente: a tua vida e a dos outros. Agradece a tua vida e a vida dos que te rodeiam.

Cuidar com ternura de quem está em situação de fragilidade
Crianças, idosos, doentes, pessoas com deficiência: são rostos vivos de Jesus.

Escolher palavras e gestos que promovem a vida
Cuida a tua linguagem. Evita julgamentos e críticas destrutivas. Usa palavras que animem e construam.

Comprometer-se com causas que promovem a dignidade da vida
Move-te pela justiça social. Participa em iniciativas que defendem a vida desde o seu início até ao seu fim natural.

Educar para o valor da vida, em casa e na comunidade
As crianças aprendem observando. Ensina-lhes a valorizar toda a vida humana e a respeitar a diversidade.

https://redemundialdeoracaodopapa.pt/intencoes_mensais/julho-2026-intencao-do-papa/


 




domingo, 28 de junho de 2026

Dia 28 | Domingo

Meditação diária

Domingo XIII do Tempo Comum – Ano A

Deus concebeu para nós uma vida maior do que aquela que conseguiríamos seguindo o nosso próprio querer. Com Deus, vivemos mais. Mas é um viver que implica um morrer: «morremos com Cristo», acreditando que «também com Ele viveremos». Tem de haver uma morte: consideramo-nos «mortos para o pecado», com Cristo que «morreu para o pecado». Acedemos à vida nova: consideramo-nos «vivos para Deus, em Cristo Jesus», já que «a sua vida é uma vida para Deus». Trata-se dum dinamismo que – diga-se – é componente normal da vida cristã. Tem que ver com o batismo que inaugura a vida cristã. Efetivamente, no batismo há um morrer e um renascer: somos sepultados com Cristo, «para que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos… também nós vivamos uma vida nova» (Carta aos Romanos).

Na vida cristã é precisamente da vida que se trata. É que viver tem de ser mais do que existir. Tem de ser um viver que valha a pena. A vida ou se a aproveita ou se a desperdiça; ou tem norte ou anda desfocada; ou tem horizonte ou fica encolhida; ou é de coração cheio ou tem sabor medíocre. Disto trata o nosso relacionamento com Jesus. É com isto que tem que ver o ser discípulo de Jesus Cristo. Daí que Ele nos fale de perder a vida ou ganhá-la; e nos fale, consequentemente, daquilo que é preciso para a ganhar.

Antes de mais, temos de nos desprender de nós mesmos. Guardar-se para si próprio leva a viver menos: «quem encontrar a sua vida há de perdê-la». Em contrapartida, largar-se para Deus leva a viver mais: «quem perder a sua vida por minha causa, há de encontrá-la». Depois, o amor a Deus tem de ser mais forte do que os outros amores: «quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim, não é digno de mim». Por fim, deve-se estar disposto a suportar o que o amor a Deus venha a implicar: «quem não toma a sua cruz para me seguir, não é digno de mim». É uma entrega que resulta em ganho vindo de Deus. O amor que se centra em Deus e que em nome d’Ele se difunde «não perderá a sua recompensa» (São Mateus). O profeta Eliseu ficou a pensar da senhora que o acolheu: «que podemos fazer por esta senhora?» (2.º Livro dos Reis).

2 Rs 4, 8-11.14-16a / Slm 88 (89), 2-3.16-17.18-19 / Rom 6, 3-4.8-11 / Mt 10, 37-42

https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao_diaria/dia-28-junho-2026/ 

 São Pedro e São Paulo Apóstolos - Imagens, fotos, ícones, pinturas, vitrais

 Tu és Pedro e sobre esta pedra / eu irei construir minha Igreja; / e as portas do inferno / não irão derrotá-la (Mt 16,18). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

– Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” 14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros, ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. 15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” 16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Depois de ter sido acompanhado pelos seus discípulos, Jesus deseja saber o que pensam dele. Segundo o povo, Jesus é um dos antigos profetas que teria ressuscitado. A visão dos seus seguidores é dada por Pedro, representante do grupo: “Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo”. Jesus o elogia pela resposta revelada pelo Pai e lhe entrega as chaves do Reino do Céu. As chaves significam serviço em prol do Reino. A missão de Pedro e de todos os discípulos de Jesus é uma missão desafiadora, que exige coragem e discernimento, pois encontrará muitos desafios e obstáculos. A Igreja celebra o martírio de Pedro e Paulo na mesma data, pois são considerados as duas principais colunas da Igreja, apóstolos fiéis e comprometidos até a morte. Fica a pergunta para nós: quem é Jesus para mim?

(Dia a dia com o Evangelho 2026)
https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/dia-28-domingo-15/


domingo, 14 de junho de 2026

 

 Rede Mundial de Oração do Papa

Meditação Diária

Dia-14 de junho de 2026 

Domingo XI do Tempo Comum – Ano A

«Recebestes de graça, dai de graça»: lê-se no Evangelho de São Mateus. É-nos feito um pedido no presente (dar de graça), com base em algo que aconteceu no passado (recebemos de graça). O sentido da pertinência do pedido requer, então, viva consciência do benefício recebido no passado. Deus diz: «Vistes o que Eu fiz ao Egito, como vos transportei sobre asas de águia e vos trouxe até mim» (Êxodo). É um benefício que legitima a expectativa que Deus tem a respeito daqueles a quem ele foi concedido. Por isso, Deus exprime-a: «Se ouvirdes a minha voz, se guardardes a minha aliança…». Deus espera que o povo, que foi libertado, o escute e lhe seja fiel. Atribui ao povo um estatuto diferenciador: «sereis minha propriedade especial entre todos os povos». Mas é um estatuto que comporta uma responsabilidade: ser perante os outros aquilo que Deus quer que se seja.

Na verdade, Deus espera poder contar connosco na sequência do que já investiu em nós: «Cristo morreu por nós»; «fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho» (Carta aos Romanos). E conta connosco em virtude do que sente pelas pessoas que tem à sua frente. «Jesus, ao ver as multidões, encheu - se de compaixão, porque andavam fatigadas e abatidas» (São Mateus).

São precisos trabalhadores para a seara que é grande. São precisos mãos e pés, inteligência e coração, ganas e músculos, para o muito que há para fazer. Tem de se enfrentar o que apoquenta e desgasta as pessoas: «proclamai que está perto o reino dos Céus». Tem de se acompanhá-las oferecendo cuidado e orientação: ser «pastor». É uma palavra que adquire especial significado no contexto atual de confusão de valores e escassez de razões de viver. Ser pastor implica abrir perspetivas, apontar caminhos, dar alento. Jesus iniciou isso. Depois, vieram os doze apóstolos. Agora, é a nossa vez.

Ex 19, 2-6a / Slm 99 (100), 2.3.5 / Rom 5, 6-11 / Mt 9, 36 – 10, 8

  https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao_diaria/dia-14-junho-2026/

“O Senhor é o refúgio do pobre”. Os pobres dos nossos dias são os esquecidos e os marginalizados. 
“O Senhor é o refúgio do pobre”. Os pobres dos nossos dias são os esquecidos e 
os marginalizados."

Dia Mundial dos Pobres, Leão XIV: oferecer a solidariedade que os poderosos negam

“O Senhor é o refúgio do pobre”. Os pobres dos nossos dias são os esquecidos e os marginalizados: privados de uma palavra e de um rosto, e não só do pão, escreve o Papa. 
 
Publicada a mensagem do Papa Leão XIV para o Dia Mundial dos Pobres.

Silvonei José – Vatican News

“O Senhor é o refúgio do pobre”. As palavras do salmista sugerem o caminho que somos chamados a percorrer na perspectiva do X Dia Mundial dos Pobres. Assim tem início a mensagem do Papa leão XIV para este dia que será celebrado em 15 de novembro próximo, 33º Domingo do Tempo Comum.

Ouça e compartilhe

Mais uma vez, - destaca o Papa no seu texto - é necessário recorrer à Palavra de Deus para compreender a importância que os pobres têm na vida da Igreja.

Num momento histórico dramático como foi a destruição do templo de Jerusalém, o povo sentiu-se privado da presença de Deus e experimentou uma miséria material e moral sem precedentes. De geração em geração, esta Palavra revela-se em toda a sua atualidade. Desde o início, ela mostra a contradição na qual ainda hoje se cai frequentemente.

Com efeito, - sublinha o Papa - a primeira constatação é esta: «O insensato diz em seu coração: “Não há Deus!”. Corruptas e abomináveis são as suas ações; não há quem faça o bem».

Nota-se, infelizmente, como também nos nossos dias é difundida uma injustiça social que brota duma corrupção arrogante, tão deplorável quanto discriminatória. A perda do sentido de transcendência na vida quotidiana já não é tanto uma negação teórica da existência de Deus; antes, manifesta-se em não considerar a sua bondade e misericórdia na construção da justiça pessoal e social.

O Santo Padre destaca então na sua mensagem que os primeiros a sofrer as consequências são os pobres, cujo número, não por acaso, está a aumentar em muitas sociedades.

O Papa constata então que a ausência de Deus faz com que as pessoas já não se coloquem umas ao lado das outras, num clima de respeito mútuo, mas sim umas acima das outras, num clima de domínio e opressão. Assim, é exibida uma lógica mundana de abuso de poder e descarte, que marginaliza e humilha.

Nesta condição – escreve o Santo Padre -, encontram-se não só pessoas individualmente, mas populações inteiras.

Leão XIV evidencia que o clamor dos pobres por justiça é hoje abafado por múltiplas técnicas, cada vez mais dissimuladas, a ponto de silenciar todos os seus esforços para fazer ouvir as suas reivindicações.

O olhar do Papa vai então para o ambiente digital que radicaliza o preconceito contra eles e aumenta a cortina de indiferença que envolve as suas causas. Ao pobre não resta senão clamar por Deus e fazer chegar até Ele o seu lamento, com a certeza de ser ouvido, porque Deus é fiel e rico em misericórdia. Os oprimidos, humilhados e indefesos crescem também hoje na certeza de que devem entregar-se a Deus, cheios de confiança e expectativa.

Nesta entrega total, renasce o sentido da própria dignidade, reconhecem-se irmãs e irmãos com quem organizar os próprios sonhos, a esperança torna-se silenciosamente realidade. Refugiar-se em Deus equivale a encontrar a proteção verdadeira e segura, aquela que os poderosos não podem garantir e preferem negar.

O Santo Padre afirma então que o pobre, porém, sabe reconhecer melhor do que os outros o essencial, porque vive do essencial. Semelhante a Cristo mais do que qualquer outro, reconhece Deus como seu refúgio, mesmo quando as circunstâncias parecem contradizê-lo, e está cheio de esperança na justiça divina, que não tardará a manifestar-se.

Ser refúgio não é apenas uma promessa – afirma o Papa -, mas torna-se realidade na pessoa de Jesus Cristo. Jesus Cristo é verdadeiramente o refúgio de Deus para os pobres.

Então Leão evidencia que os pobres dos nossos dias são os esquecidos e os marginalizados: privados de uma palavra e de um rosto, e não só do pão.

Para todos aqueles que carecem de casa, trabalho, instrução, alimento e saúde, abre-se um novo caminho: a partilha como expressão do Reino de Deus. À obsessão daqueles que acumulam riquezas apenas para si opõe-se a obstinação de Deus que, no testemunho de pessoas de carne e osso, abre o coração e acolhe no seu amor.

Em Cristo, portanto, também nós somos chamados a tornarmo-nos pobres e a sermos refúgio para os pobres, afirma o Santo Padre, acrescentando quem a comunidade cristã não pode permanecer insensível perante tantos que hoje se encontram à porta e permanecem invisíveis para aqueles que estão fechados entre as suas próprias paredes.

A Igreja, pela sua própria natureza, é chamada a ser pobre e refúgio para os pobres.

O Santo Padre destaca ainda que surgem inevitavelmente algumas perguntas que, neste X Dia Mundial dos Pobres, precisamos urgentemente fazer ressoar na nossa mente e no nosso coração.

Somos sinal de um Deus que é refúgio para os pobres? Temos consciência da nossa pobreza e preferimo-la à riqueza injusta? Chegamos onde se encontram os pobres, experimentando a sua marginalidade? Ouvimos os seus pensamentos e partilhamos as suas expectativas? Pronunciamos os seus nomes com ternura divina? A nossa caridade reaviva e sustenta neles o desejo de justiça e redenção? Estas e muitas outras questões obrigam-nos a um sério exame de consciência, para verificar o quanto ainda somos chamados a ser em favor dos pobres e da sua libertação.

Então veremos que os pobres se tornam, eles próprios, refúgio para os outros. A experiência da pobreza faz-nos particularmente sensíveis a uma solidariedade renovada perante os desafios.

O Santo Padre recorda em seguida que o oitavo centenário da morte de São Francisco de Assis convida-nos a recordar como, ao chegar a Roma em peregrinação ao túmulo do apóstolo Pedro, ele se compadeceu dos mendigos. Para compreender e experimentar o seu sofrimento, tirou as próprias vestes e trocou-as pelas roupas esfarrapadas de um deles, sentando-se a pedir esmola e passando o dia inteiro no meio dos pobres com alegria de espírito.

Queremos testemunhar que é possível, também hoje, experimentar a mesma alegria ao colocar-se no lugar dos pobres e ao ouvi-los, em vez de apenas falar sobre eles.

Quem tem Deus como refúgio é livre para fazer escolhas proféticas, que testemunham como tudo pode ser repensado a partir de baixo, na humildade e na fraternidade que, por si sós, curam um mundo ferido pela prepotência.

O Papa confia então que este X Dia Mundial dos Pobres possa constituir uma etapa significativa na redescoberta do rosto de tantos irmãos e irmãs que procuram refúgio em Deus e desejam sentir-se em casa nas nossas comunidades. Mantenhamos viva a obediência à Palavra de Deus, que nos convida à conversão do coração.

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Maria Rainha da paz

Peçamos a Maria, Rainha da paz, que nos ensine a renunciar às palavras ofensivas, ao julgamento apressado, às maledicências e às calúnias. E que aprendamos a proteger e a cultivar o amor na família, entre amigos, no local de trabalho, nas redes sociais, nas discussões políticas e nas comunidades cristãs, para que o "ódio" deixe lugar à esperança e à paz. 

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quarta-feira, 10 de junho de 2026

 En la semana en la que celebramos el Corazón de Jesús, me uno a la oración formulada por el Papa Francisco: «Le pido a Jesús, el Señor, que de su Corazón santísimo broten para todos nosotros torrentes de agua viva, para sanar las heridas que nos causamos a nosotros mismos, para fortalecer nuestra capacidad de amar y servir, para impulsarnos a aprender a trabajar juntos por un mundo justo, solidario y fraterno». (Dilexit nos 220)

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"Sagrado Coração de Jesus. que tanto nos amais, fazei com que vos amemos cada dia, cada vez mais..." SSS -  10/06/2026

Ah, nosso bom Deus, que tanto nos quer bem, ajudai-nos a  querer somente a vós também, que sois o sumo bem. Pedimos-vos, de coração: ficai sempre junto de nós, dos nossos e de todo o mundo por todos os séculos dos séculos, agora e para todo o sempre! Amém, amém, amém. SSS -  10/06/2026

 typePope Leo XIV

Mary Queen of Peace

Let us ask Mary, Queen of Peace, to teach us to renounce hurtful words, hasty judgment, gossip, and slander. May we learn to cherish and nurture love within our families, among friends, in the workplace, on social media, in political debates, and in Christian communities, so that hatred may give way to hope and peace.

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 Ant. 2 Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção,e sua face resplandeça sobre nós! †

Salmo 66(67)

Todos os povos celebram o Senhor

Sabei que esta salvação de Deus já foi comunicada aos pagãos (At 28,28).

–2 Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção, *
e sua face resplandeça sobre nós!
–3 † Que na terra se conheça o seu caminho *
e a sua salvação por entre os povos.

–4 Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, *
que todas as nações vos glorifiquem!

–5 Exulte de alegria a terra inteira, *
pois julgais o universo com justiça;
– os povos governais com retidão, *
e guiais, em toda a terra, as nações.

–6 Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, *
que todas as nações vos glorifiquem!

–7 A terra produziu sua colheita: *
o Senhor e nosso Deus nos abençoa.
–8 Que o Senhor e nosso Deus nos abençoe, *
e o respeitem os confins de toda a terra!

Ant. Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção,e sua face resplandeça sobre nós!

 https://liturgiadashoras.online/vesperas-quarta-feira-da-10a-semana-do-tempo-comum/ 

segunda-feira, 1 de junho de 2026

 Louvores ao Sagrado Coração de Jesus 

Vós sois Senhor, Aquele que em seu povo acreditou, derramou e continua a derramar  seu amor em todos e para todos.

De geração em geração move o seu povo, coloca - o junto ao vosso sacratíssimo coração, tão manso, humilde, cheio de compaixão.

Destes e dais por pura bondade a vida a todas as criaturas.

Não por imposição, mas por livre e misericordiosa opção.

Não desprezais o que se arrepende e busca o seu perdão e a intima união com vosso amantíssimo e sacratíssimo coração.

 Bom puro e agradável, tal como o cheiro do alecrim, não vos cansastes, nem nunca vos cansará de nenhuma de vossas criaturas,pois vosso suave perfume e amor deixastes em cada ser vivente.  

Promessa cumprida de que de tudo e de todos cuidarias e que até ao final dos tempos ficarias.

Estais em todos os tempos, espaços, céus e terra.

Jamais distanciastes do vosso povo, dele cuidando e lhe dando a verdadeira alegria: a de sempre poder estar convosco, dia e noite, noite e dia...

 Promessa de aqui viria e que em todos os dias com seu povo estaria para todo o sempre, dando o vosso coração amoroso e bondoso para a plena salvação.

 Vós sois Senhor, o grande Deus de Amor: Grandioso, Poderoso Salvador e Redentor...

Para sempre serás e sereis por todos amado, e de geração em geração, vos serão dados o que de vós a cada criatura foi por vós doado em vossa imensa e suprema bondade: todo o Amor, toda Honra, Glória, Graças, todo Poder e a eternidade...

Por todos os séculos dos séculos.

Amém. Amém. Amém.

SSS

1º/06/2026