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domingo, 26 de maio de 2019

Bíblia online - Editora Ave Maria

    Baruc - Capítulo 3

    1Senhor, todo-poderoso, Deus de Israel, é uma alma angustiada e um coração atormentado que clama a vós:2Escutai, Senhor! Tende piedade! Porque pecamos contra vós.3Estais sentado sobre um trono eterno, e nós caminhamos para um definitivo aniquilamento.4Senhor, todo-poderoso, Deus de Israel, escutai a prece dos mortos de Israel, dos filhos daqueles que pecaram contra vós, que não atenderam à voz do Senhor, seu Deus, e por isso foram levados à desgraça.5Não mais tomeis em conta os crimes de nossos pais; lembrai-vos, apenas, nesta hora, do poder de vosso nome.6Sois o Senhor nosso Deus, e nós queremos louvar-vos, Senhor.7Por esse motivo é que nos inspirastes o temor a vós e a necessidade de vos invocar. Agora, em nosso exílio, vos louvamos, já que o nosso coração renunciou às iniqüidades de nossos pais, que contra vós pecaram.8Olhai! Aqui vivemos em um exílio, para onde nos dispersastes, a fim de sermos objeto de opróbrio, de insultos e maldições, e para carregarmos o peso das culpas de nossos pais, que haviam abandonado o Senhor, nosso Deus.9Escuta, Israel, os mandamentos de vida; medita, a fim de que aprendas a prudência.10Donde vem, Israel, donde vem, que te encontras em terra inimiga, que definhas em solo estranho, passas por imundo, qual cadáver,11e és contado entre os ocupantes dos túmulos?12Negligenciaste a fonte da sabedoria.13Se houvesses caminhado pelas sendas de Deus, poderias habitar para sempre na paz.14Aprende onde se acha a prudência, a força e a inteligência, a fim de que saibas, ao mesmo tempo, onde se encontram a vida longa e a felicidade, o fulgor dos olhos e a paz.15Quem jamais encontrou sua morada, e penetrou em seus domínios?16Onde estão os chefes das nações que domavam os animais da terra,17e brincavam com as aves do céu, que entesouravam prata e ouro, em quem os homens confiavam, e cujos bens são inesgotáveis?18Onde estão aqueles que trabalham a prata com dificuldade? Nada resta de suas obras.19Desapareceram, desceram à habitação dos mortos, e outros subiram ao lugar deles;20os mais jovens viram o dia e habitaram a terra; não descobriram, porém, o caminho da sabedoria,21nem conheceram a senda que a ela conduz. Também seus filhos não a alcançaram e longe permaneceram de seu caminho.22Dela não se ouviu falar em Canaã nem foi vista em Temã.23Mesmo os filhos de Agar, à procura de prudência terrestre, e os negociantes de Madiã e Temã, os amigos de provérbios e os desejosos de prudência, não puderam conhecer o caminho da sabedoria, nem dela obter informações sobre sua pista.24Ó Israel!, quão imensa é a casa de Deus; como é vasta a extensão de seus domínios!25Sim, é vasta, imensa, ampla, ilimitada.26Lá nasceram os famosos gigantes antigos, de estatura imensa e alma de guerreiros.27Não os escolheu Deus, nem lhes mostrou o caminho da sabedoria.28E por falta de sagacidade pereceram, vítimas da própria estultícia.29Quem escalou o céu a fim de procurar a sabedoria, e a trouxe para baixo das nuvens?30Quem atravessou o mar para encontrá-la, e a adquiriu, ao preço do ouro mais puro?31Ninguém conhece o caminho que a ela conduz, nem sabe a pista que lá o possa levar.32Somente aquele que tudo sabe a conhece, e por efeito de sua prudência a descobre; aquele que criou a terra para tempos que não findam; aquele que de animais a povoou;33aquele que lança o relâmpago e o faz brilhar, que o chama e ele, bramindo, obedece.34Brilham em seus postos as estrelas e se alegram;35e as chama, e respondem: Aqui estamos. E jubilosas refulgem para o seu criador.36É ele o nosso Deus, com ele nenhum outro se compara.37Conhece a fundo os caminhos que conduzem à sabedoria, galardoando com ela Jacó, seu servo, e Israel, seu favorecido.38Foi então que ela apareceu sobre a terra, onde permanece entre os homens.

    Bíblia online - Editora Ave Maria

    Salmos - Capítulos 136 e 137

     Salmos - Capítulo 136

    1Às margens dos rios de Babilônia, nos assentávamos chorando, lembrando-nos de Sião.2Nos salgueiros daquela terra, pendurávamos, então, as nossas harpas,3porque aqueles que nos tinham deportado pediam-nos um cântico. Nossos opressores exigiam de nós um hino de alegria: Cantai-nos um dos cânticos de Sião.4Como poderíamos nós cantar um cântico do Senhor em terra estranha?5Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que minha mão direita se paralise!6Que minha língua se me apegue ao paladar, se eu não me lembrar de ti, se não puser Jerusalém acima de todas as minhas alegrias.7Contra os filhos de Edom, lembrai-vos, Senhor, do dia da queda de Jerusalém, quando eles gritavam: Arrasai-a, arrasai-a até os seus alicerces!8Ó filha de Babilônia, a devastadora, feliz aquele que te retribuir o mal que nos fizeste!9Feliz aquele que se apoderar de teus filhinhos, para os esmagar contra o rochedo!

     Salmos - Capítulo 137

    1De Davi. Eu vos louvarei de todo o coração, Senhor, porque ouvistes as minhas palavras. Na presença dos anjos eu vos cantarei.2Ante vosso santo templo prostrar-me-ei, e louvarei o vosso nome, pela vossa bondade e fidelidade, porque acima de todas as coisas, exaltastes o vosso nome e a vossa promessa.3Quando vos invoquei, vós me respondestes; fizestes crescer a força de minha alma.4Hão de vos louvar, Senhor, todos os reis da terra, ao ouvirem as palavras de vossa boca.5E celebrarão os desígnios do Senhor: Verdadeiramente, grande é a glória do Senhor.6Sim, excelso é o Senhor, mas olha os pequeninos, enquanto seu olhar perscruta os soberbos.7Em meio à adversidade vós me conservais a vida, estendeis a mão contra a cólera de meus inimigos; salva-me a vossa mão.8O Senhor completará o que em meu auxílio começou. Senhor, eterna é a vossa bondade: não abandoneis a obra de vossas mãos.

    quinta-feira, 23 de maio de 2019

    Bíblia online - Editora Ave Maria

    Isaías - Capítulo 17

    1Oráculo contra Damasco. Damasco vai ser suprimida do número das cidades, e será reduzida a ruínas abandonadas para sempre.2Suas cidades serão abandonadas aos rebanhos que virão repousar aí sem que ninguém os enxote.3Foi tirado o baluarte de Efraim, foi tirada a realeza de Damasco; os restos de Aarão perecerão, passarão como a glória de Israel. Oráculo do Senhor dos exércitos.4Naquele dia a glória de Jacó declinará, e sua gordura reduzir-se-á em magreza,5como quando o ceifador já colheu o trigo e seu braço cortou as espigas, alguém rebusca as searas no vale de Rafaim;6aí não haverá para respigar, como quando já se varejou as oliveiras, senão dois ou três bagos no mais alto topo. Oráculo do Senhor, Deus de Israel.7Naquele dia o homem voltará seus olhares para o seu Criador, seus olhos verão o Santo de Israel;8e ele não olhará mais aquilo que seus dedos fizeram (as estacas sagradas e as estelas ao sol).9Naquele dia, tuas cidades serão abandonadas como as cidades despovoadas dos amorreus e dos heveus, abandonadas no tempo da invasão dos israelitas. Elas ficarão desabitadas,10porque esqueceste o Deus que te salva, e não te lembraste de tua fortaleza! Esforçar-te-ás em vão para plantar jardins de Adônis, e neles semear plantas exóticas;11no dia em que plantares, vê-los-ás crescer, e numa bela manhã tua planta dará flores; porém a colheita será nula no dia do infortúnio, e o mal, irremediável.12Oh! Esse barulho de povo numeroso, esse rumor semelhante ao do mar! Esse tumulto de nações poderosas, semelhante ao brilhar de águas impetuosas!13Ele as ameaça e elas fogem para longe como, nas alturas, a palha levada pelo vento, como a poeira levantada pela tempestade.14Quando veio a noite, houve terror, e antes da manhã, nada mais restava deles. Esta será a sorte daqueles que nos saqueiam, tal será o quinhão daqueles que nos despojam.

    Salmos - Capítulo 33

    1De Davi. Quando simulou alienação na presença de Abimelec e, despedido por ele, partiu.2Bendirei continuamente ao Senhor, seu louvor não deixará meus lábios.3Glorie-se a minha alma no Senhor; ouçam-me os humildes, e se alegrem.4Glorificai comigo ao Senhor, juntos exaltemos o seu nome.5Procurei o Senhor e ele me atendeu, livrou-me de todos os temores.6Olhai para ele a fim de vos alegrardes, e não se cobrir de vergonha o vosso rosto.7Vede, este miserável clamou e o Senhor o ouviu, de todas as angústias o livrou.8O anjo do Senhor acampa em redor dos que o temem, e os salva.9Provai e vede como o Senhor é bom, feliz o homem que se refugia junto dele.10Reverenciai o Senhor, vós, seus fiéis, porque nada falta àqueles que o temem.11Os poderosos empobrecem e passam fome, mas aos que buscam o Senhor nada lhes falta.12Vinde, meus filhos, ouvi-me: eu vos ensinarei o temor do Senhor.13Qual é o homem que ama a vida, e deseja longos dias para gozar de felicidade?14Guarda tua língua do mal, e teus lábios das palavras enganosas.15Aparta-te do mal e faze o bem, busca a paz e vai ao seu encalço.16Os olhos do Senhor estão voltados para os justos, e seus ouvidos atentos aos seus clamores.17O Senhor volta a sua face irritada contra os que fazem o mal, para apagar da terra a lembrança deles.18Apenas clamaram os justos, o Senhor os atendeu e os livrou de todas as suas angústias.19O Senhor está perto dos contritos de coração, e salva os que têm o espírito abatido.20São numerosas as tribulações do justo, mas de todas o livra o Senhor.21Ele protege cada um de seus ossos, nem um só deles será quebrado.22A malícia do ímpio o leva à morte, e os que odeiam o justo serão castigados.23O Senhor livra a alma de seus servos; não será punido quem a ele se acolhe.

    Salmos - Capítulo 136

    1Às margens dos rios de Babilônia, nos assentávamos chorando, lembrando-nos de Sião.2Nos salgueiros daquela terra, pendurávamos, então, as nossas harpas,3porque aqueles que nos tinham deportado pediam-nos um cântico. Nossos opressores exigiam de nós um hino de alegria: Cantai-nos um dos cânticos de Sião.4Como poderíamos nós cantar um cântico do Senhor em terra estranha?5Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que minha mão direita se paralise!6Que minha língua se me apegue ao paladar, se eu não me lembrar de ti, se não puser Jerusalém acima de todas as minhas alegrias.7Contra os filhos de Edom, lembrai-vos, Senhor, do dia da queda de Jerusalém, quando eles gritavam: Arrasai-a, arrasai-a até os seus alicerces!8Ó filha de Babilônia, a devastadora, feliz aquele que te retribuir o mal que nos fizeste!9Feliz aquele que se apoderar de teus filhinhos, para os e

    Salmos - Capítulo 137

    1De Davi. Eu vos louvarei de todo o coração, Senhor, porque ouvistes as minhas palavras. Na presença dos anjos eu vos cantarei.2Ante vosso santo templo prostrar-me-ei, e louvarei o vosso nome, pela vossa bondade e fidelidade, porque acima de todas as coisas, exaltastes o vosso nome e a vossa promessa.3Quando vos invoquei, vós me respondestes; fizestes crescer a força de minha alma.4Hão de vos louvar, Senhor, todos os reis da terra, ao ouvirem as palavras de vossa boca.5E celebrarão os desígnios do Senhor: Verdadeiramente, grande é a glória do Senhor.6Sim, excelso é o Senhor, mas olha os pequeninos, enquanto seu olhar perscruta os soberbos.7Em meio à adversidade vós me conservais a vida, estendeis a mão contra a cólera de meus inimigos; salva-me a vossa mão.8O Senhor completará o que em meu auxílio começou. Senhor, eterna é a vossa bondade: não abandoneis a obra de vossas mãos.
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    quarta-feira, 22 de maio de 2019

    Bíblia online - Editora Ave Maria

    Salmos - Capítulo 78

    1Salmo de Asaf. Senhor, povos infiéis invadiram a vossa herança, profanaram o vosso santo templo. De Jerusalém fizeram um montão de ruínas.2Os corpos de vossos servos expuseram como pasto às aves, e os de vossos fiéis às feras da terra.3Rios de sangue fizeram correr em torno de Jerusalém, e nem sequer havia quem os sepultasse.4Tornamo-nos, para nossos vizinhos, objetos de desprezo, de escárnio e zombaria para os povos que nos cercam.5Até quando, Senhor?... Será eterna vossa cólera? Será como um braseiro ardente o vosso zelo?6Desferi, antes, vossa ira sobre as nações que não vos conhecem, e sobre os reinos que não invocam o vosso nome,7pois Jacó foi por eles devorado e devastaram a sua habitação.8De nossos antepassados esqueçais as culpas; vossa misericórdia venha logo ao nosso encontro, porque estamos reduzidos a extrema miséria.9Ajudai-nos, ó Deus salvador, pela glória de vosso nome; livrai-nos e perdoai-nos os nossos pecados pelo amor de vosso nome.10Por que hão de dizer as nações pagãs: Onde está o seu Deus? Mostrai-lhes, a esses pagãos, diante de nossos olhos, que pedireis conta do sangue de vossos fiéis, por eles derramado.11Cheguem até vós os gemidos dos cativos: livrai, por vosso braço, os condenados à pena de morte.12Sobre as cabeças dos nossos vizinhos recaiam, sete vezes, as injúrias com que vos ultrajaram, Senhor.13Quanto a nós, vosso povo e ovelhas de vosso rebanho, glorificaremos a vós perpetuamente; de geração em geração cantaremos os vossos louvores.

    sábado, 18 de maio de 2019

    Bíblia online - Editora Ave Maria


    Salmos - Capítulo 101
    1Prece de um aflito que desabafa sua angústia diante do Senhor.2Senhor, ouvi a minha oração, e chegue até vós o meu clamor.3Não oculteis de mim a vossa face no dia de minha angústia. Inclinai para mim o vosso ouvido. Quando vos invocar, acudi-me prontamente,4porque meus dias se dissipam como a fumaça, e como um tição consomem-se os meus ossos.5Queimando como erva, meu coração murcha, até me esqueço de comer meu pão.6A violência de meus gemidos faz com que se me peguem à pele os ossos.7Assemelho-me ao pelicano do deserto, sou como a coruja nas ruínas.8Perdi o sono e gemo, como pássaro solitário no telhado.9Insultam-me continuamente os inimigos, em seu furor me atiram imprecações.10Como cinza do mesmo modo que pão, lágrimas se misturam à minha bebida,11devido à vossa cólera indignada, pois me tomastes para me lançar ao longe.12Os meus dias se esvaecem como a sombra da noite e me vou murchando como a relva.13Vós, porém, Senhor, sois eterno, e vosso nome subsiste em todas as gerações.14Levantai-vos, pois, e sede propício a Sião; é tempo de compadecer-vos dela, chegou a hora...15porque vossos servos têm amor aos seus escombros e se condoem de suas ruínas.16E as nações pagãs reverenciarão o vosso nome, Senhor, e os reis da terra prestarão homenagens à vossa glória.17Quando o Senhor tiver reconstruído Sião, e aparecido em sua glória,18quando ele aceitar a oração dos desvalidos e não mais rejeitar as suas súplicas,19escrevam-se estes fatos para a geração futura, e louve o Senhor o povo que há de vir,20porque o Senhor olhou do alto de seu santuário, do céu ele contemplou a terra;21para escutar os gemidos dos cativos, para livrar da morte os condenados;22para que seja aclamado em Sião o nome do Senhor, e em Jerusalém o seu louvor,23no dia em que se hão de reunir os povos, e os reinos para servir o Senhor.24Deus esgotou-me as forças no meio do caminho, abreviou-me os dias.25Meu Deus, peço, não me leveis no meio da minha vida, vós cujos anos são eternos.26No começo criastes a terra, e o céu é obra de vossas mãos.27Um e outro passarão, enquanto vós ficareis. Tudo se acaba pelo uso como um traje. Como uma veste, vós os substituís e eles hão de sumir.28Mas vós permaneceis o mesmo e vossos anos não têm fim.29Os filhos de vossos servos habitarão seguros, e sua posteridade se perpetuar-á diante de vós.

    Salmos - Capítulo 105

    1Aleluia. Louvai o Senhor porque ele é bom, porque a sua misericórdia é eterna.2Quem contará os poderosos feitos do Senhor? Quem poderá apregoar os seus louvores?3Felizes aqueles que observam os preceitos, aqueles que, em todo o tempo, fazem o que é reto.4Lembrai-vos de mim, Senhor, pela benevolência que tendes com o vosso povo. Assisti-me com o vosso socorro,5para que eu prove a felicidade de vossos eleitos, compartilhe do júbilo de vosso povo e me glorie com os que constituem vossa herança.6Como nossos pais, nós também pecamos, cometemos a iniqüidade, praticamos o mal.7Nossos pais, no Egito, não prezaram os vossos milagres, esqueceram a multidão de vossos benefícios e se revoltaram contra o Altíssimo no mar Vermelho.8Mas ele os poupou para a honra de seu nome, para tornar patente o seu poder.9Ameaçou o mar e ele se tornou seco, e os conduziu por entre as ondas como através de um deserto.10Livrou-os das mãos daquele que os odiava, e os salvou do poder inimigo.11As águas recobriram seus adversários, nenhum deles escapou.12Então acreditaram em sua palavra, e cantaram os seus louvores.13Depressa, porém, esqueceram suas obras, e não confiaram em seus desígnios.14Entregaram-se à concupiscência no deserto, e tentaram a Deus na solidão.15Ele lhes concedeu o que pediam, mas os feriu de um mal mortal.16Em seus acampamentos invejaram Moisés e Aarão, o eleito do Senhor.17Abriu-se a terra e tragou Datã, e sepultou os sequazes de Abiron.18Um fogo devassou as suas tropas e as chamas consumiram os ímpios.19Fabricaram um bezerro de ouro no sopé do Horeb, e adoraram um ídolo de ouro fundido.20Eles trocaram a sua glória pela estátua de um touro que come feno.21Esqueceram a Deus que os salvara, que obrara prodígios no Egito,22maravilhas na terra de Cam, estupendos feitos no mar Vermelho.23Já cogitava em exterminá-los se Moisés, seu eleito, não intercedesse junto dele para impedir que sua cólera os destruísse.24Depois, eles desprezaram uma terra de delícias, desconfiados de sua palavra.25Em suas tendas se puseram a murmurar, e desobedeceram ao Senhor.26Então, com a mão alçada, ele jurou que havia de prostrá-los no deserto27e dispersar sua descendência entre as nações pagãs, disseminando-os por toda a terra.28Aderiram também ao Baal de Fegor, comeram vítimas oferecidas a deuses sem vida.29E, provocando-o com seus crimes, uma peste irrompeu entre eles.30Mas levantou-se Finéias para fazer justiça; cessou a peste.31Seu zelo lhe foi imputado como mérito, de geração em geração, para sempre.32Em seguida, irritaram a Deus nas águas de Meribá, e adveio o mal a Moisés por causa deles.33Porque o provocaram tanto, palavras temerárias saíram-lhe dos lábios.34Não exterminaram os povos, como o Senhor lhes havia ordenado,35mas se misturaram com as nações pagãs e aprenderam seus costumes.36Prestaram culto aos seus ídolos, que se tornaram um laço para eles.37Imolaram os seus filhos e suas filhas aos demônios.38Derramaram o sangue inocente: o sangue de seus filhos e de suas filhas, que aos ídolos de Canaã sacrificaram; seu país ficou manchado com esse sangue.39Eles se contaminaram com homicídios, e se prostituíram com seus crimes.40Então se inflamou contra seu povo a cólera divina, e Deus teve aversão de sua herança.41Ele os entregou nas mãos das nações pagãs, e foram dominados pelos que os odiavam.42Oprimiram-nos os seus inimigos, foram submetidos ao seu jugo.43Muitas vezes ele os libertou; mas sua conduta o exasperou, de tal modo que foram abatidos por causa de suas iniqüidades.44Entretanto, vendo a sua aflição, ouviu-lhes as orações.45Em favor deles lembrou-se de sua aliança, e por sua misericórdia deles se apiedou.46E fez com que encontrassem a clemência junto aos que os tinham aprisionado.47Salvai-nos, Senhor, nosso Deus, e recolhei-nos de entre as nações, para que possamos celebrar o vosso santo nome e ter a satisfação de vos louvar.48Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, pelos séculos dos séculos! E que todo o povo diga: Amém!

    Isaías - Capítulo 60

    1Levanta-te, sê radiosa, eis a tua luz! A glória do Senhor se levanta sobre ti.2Vê, a noite cobre a terra e a escuridão, os povos, mas sobre ti levanta-se o Senhor, e sua glória te ilumina.3As nações se encaminharão à tua luz, e os reis, ao brilho de tua aurora.4Levanta os olhos e olha à tua volta: todos se reúnem para vir a ti; teus filhos chegam de longe, e tuas filhas são transportadas à garupa.5Essa visão tornar-te-á radiante; teu coração palpitará e se dilatará, porque para ti afluirão as riquezas do mar, e a ti virão os tesouros das nações.6Serás invadida por uma multidão de camelos, pelos dromedários de Madiã e de Efá; virão todos de Sabá, trazendo ouro e incenso, e publicando os louvores do Senhor.7Todo o gado menor de Cedar se reunirá junto a ti, os carneiros de Nabaiot ficarão à tua disposição; fá-los-ão subir sobre meu altar para minha satisfação, e para a honra de meu templo glorioso.8Quem é que voa assim como as nuvens, ou como as pombas volvendo ao pombal?9Sim, as frotas convergem para mim, e os navios de Társis abrem a marcha, para trazer de longe teus filhos, bem como sua prata e seu ouro, para honrar o nome do Senhor teu Deus, o Santo de Israel, que te cobriu de glória.10Estrangeiros reerguerão tuas muralhas, e seus reis te servirão, pois, se te castiguei na minha cólera, na minha bondade tenho piedade de ti.11Tuas portas ficarão abertas permanentemente, nem de dia nem de noite serão fechadas, a fim de deixar afluir as riquezas das nações sob a custódia de seus reis.12(Porque a nação ou o reino que recusar servir-te perecerá, e sua terra será devastada).13A glória do Líbano virá a ti, e todos juntos, o cipreste, a faia e o buxo, para ornamentar meu lugar santo e honrar o lugar onde pousam meus pés.14Os próprios filhos de teus opressores a ti virão humilhados; a teus pés se prostrarão todos aqueles que te desprezavam; chamar-te-ão a cidade do Senhor, a Sião do Santo de Israel.15De abandonada e amaldiçoada, sem ninguém para te socorrer, farei de ti um objeto de admiração para sempre, um motivo de alegria para as gerações futuras.16Sugarás o leite das nações, e mamarás ao peito dos reis: saberás que eu, o Senhor, sou teu salvador, que teu redentor é o Poderoso de Jacó.17Em vez de bronze, farei vir ouro; em lugar de ferro, farei vir prata; (em vez de madeira, bronze; em vez de pedras, ferro), farei reinar sobre ti a paz, e governar a justiça.18Não se ouvirá mais falar de violência em tua terra, nem de devastações e de ruínas em teu território. Chamarás tuas muralhas Salvação, tuas portas, Glória.19Não terás mais necessidade de sol para te alumiar, nem de lua para te iluminar: permanentemente terás por luz o Senhor, e teu Deus por resplendor.20Teu sol não mais se deitará, e tua lua não terá mais declínio, porque terás constantemente o Senhor por luz, e teus dias de luto estarão acabados.21Teu povo será um povo de justos que possuirá a terra para sempre; será uma planta cultivada pelo Senhor, obra de suas mãos destinada à sua glória.22Do menor nascerá toda uma tribo, e do mínimo, uma nação poderosa, sou eu, o Senhor, que em tempo oportuno realizarei essas coisas.

    Meditação Diária
    Dom, 19 – Domingo V da Páscoa – Ano C
    At 14, 21-27 / Slm 144, 8-13ab / Ap 21, 1-5a / Jo 13, 31-35
    Nos Atos dos Apóstolos encontramos Paulo e Barnabé organizando e fortalecendo as comunidades cristãs que fundavam. Só como membros de uma comunidade é que somos a Igreja de Cristo e não cada um pelo seu lado, num piedoso individualismo. Como afirma S. Cipriano de Cartago, já no século III, «um cristão só não é cristão». Uma fé individualista é infiel a Cristo que fundou a Igreja para vivermos inseridos numa comunidade.
    Os apóstolos, com realismo, assim exortavam os cristãos: «Temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no reino de Deus». O caminho de sentido único do cristão é assumir a própria cruz, de abnegação e serviço, como instrumento de salvação. As pessoas não são felizes por terem uma vida fácil. São verdadeiramente felizes quando vivem a dar-se, talvez com grande sacrifício, por amor.
    O apóstolo João, no Apocalipse, apresenta uma mensagem de alegria e esperança aos cristãos, em tempo de perseguição, para que não se deixem desanimar pelo triunfo do mal aparentemente imparável. Só Deus é o Senhor do mundo e da história que, a seu tempo, fará desaparecer a dor, as lágrimas e o luto.
    S. João aponta-nos na direção de «um novo céu e uma nova terra», que estão para chegar. O termo «novo» aparece muitas vezes na Bíblia: 347 vezes no Antigo Testamento e 44 no Novo Testamento. Quer isto dizer que a intervenção de Deus na história humana é algo de surpreendente e inimaginável, exigindo uma mudança radical: passarmos a ser de Deus, parte do seu povo, com um coração e um espírito novo.
    No discurso da última ceia, Jesus, em jeito de testamento, oferece uma lembrança aos seus seguidores. Não se trata de ouro nem prata, ou o poder de fazer milagres. Dá-nos o mandamento do amor, que faz outro tipo de milagres, que são de bondade, misericórdia e ajuda.
    «Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros». Mandamento não significa imposição drástica, mas uma recomendação amiga para nosso bem. Tal como o médico diz, com estima, ao doente que não fume ou que faça certo tipo de dieta, pensando no seu maior bem e não na própria autoridade de doutor.
    A originalidade do mandamento novo de Cristo consiste no modo como devemos amar: «Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros». Fica claro que não nos é pedido que amemos de um modo qualquer, por mais boa vontade que tenhamos. O verbo amar tem de ser conjugado ao modo de Jesus. Em qualquer situação, devo perguntar-me: é deste modo que Jesus, no meu lugar, amaria?  

    Oferecimento das Obras do Dia
    Ofereço-Vos, ó meu Deus,
    em união com o santíssimo Coração de Jesus
    e por meio do Coração Imaculado de Maria,
    as orações, os trabalhos, as alegrias e os sofrimentos deste dia,
    em reparação de todas as ofensas e por todas as intenções
    pelas quais o mesmo divino Coração está continuamente intercedendo
    e sacrificando-se nos nossos altares.
    Eu Vo-los ofereço, de modo particular,
    pelas intenções do Apostolado da Oração neste mês e neste dia.
     https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/547

    quarta-feira, 15 de maio de 2019

    Dia da Mãe, Dia do Pai e Dia da Família
    Ao ler as principais notícias do dia, num destes dias, chamou-me a atenção um artigo da revista “Visão” que dava conta de que há escolas que decidiram não celebrar o “Dia do Pai” e o “Dia da Mãe” para não ferirem a suscetibilidade de algumas crianças que moram só com a mãe ou só com o pai, as que têm dois pais ou duas mães ou as que vivem com os avós ou em instituições. Estas escolas, dada a diversidade de realidades familiares, optaram por comemorar o “Dia da Família”.
    E as crianças que vivem com os pais e que representam a larga maioria? E as crianças que não vivem com os pais mas têm uma boa relação com eles? E as crianças que encontraram nos avós e nas instituições figuras de referência que, nestes dias, podem ser agraciados como pais ou mães? E se estas escolas, em vez de iludirem a realidade, contribuíssem para a construção de melhores laços e relações entre famílias desavindas?
    A primeira família é o pai e a mãe e é nesta primeira instância da família que se deve apostar, tendo sempre como objetivo principal o bem e a vontade da criança. Todas as crianças têm um pai e uma mãe e não há nada que mude isso. Tem é de se compreender a realidade de cada criança, de cada família e ajudá-las a ultrapassar as dificuldades, a ser e a crescer em família (ou sem ela). As crianças privadas da presença e, em muitos casos, do amor do pai e/ou da mãe vivem essa triste realidade todos os dias do ano, não apenas em dias específicos. E isso sim deve preocupar a escola e muitas outras instituições com responsabilidades acrescidas nesta matéria.
    Esta notícia remeteu-me para uma outra do jornal “Liberation” sobre a polémica legislação aprovada, no início deste mês, em França, e que prevê que as escolas francesas substituam a denominação “pai” e “mãe” por “responsável 1” e “responsável 2”. A ideia é substituir os termos “tradicionais” por termos “neutros”, uma vez que os formulários administrativos atuais não aceitam famílias do mesmo sexo. Neste contexto, a deputada Valérie Petit, do partido REM, explicava que “há famílias que não querem estar presas a modelos sociais e familiares bastante antiquados” e, por isso, a necessidade de se criar uma “medida de igualdade social, que deve ancorar a diversidade da família na lei”.
    Haverá melhor testemunho contra os conceitos básicos de família? Onde está a igualdade quando se apagam conceitos e até direitos de uma maioria (aquela maioria, se não totalidade, que sustenta há séculos toda a sociedade) para afirmar as “generalidades” de uma minoria? É desta forma que se caminha para a desumanização da parentalidade, da família, da sociedade em geral.
    Na exortação apostólica “A Alegria do Amor”, o Papa Francisco refere que “ambos, homem e mulher, pai e mãe (…) juntos ensinam o valor da reciprocidade, do encontro entre seres diferentes, onde cada um contribui com a sua própria identidade e sabe também receber do outro. Se, por alguma razão inevitável, falta um dos dois, é importante procurar alguma maneira de o compensar, para favorecer o adequado amadurecimento do filho”.
    Hoje é Dia Internacional da Família. Se pensarmos na quantidade de pessoas que não tem família, que vive longe da família ou sem ligações à família, sobretudo os idosos que vivem sós, seguindo a lógica do “não ferir suscetibilidades”, temos também de abolir o Dia Internacional da Família.
    Em nome do bom senso, do respeito por todos, da dita “igualdade na diversidade”, do equilíbrio pessoal, familiar e social, comemore-se sempre o Dia do Pai, da Mãe e da Família e que, em todos os outros dias das nossas vidas, sejamos capazes de nos afirmar como pais, mães e famílias. Feliz Dia da Família! 
    Elisabete Carvalho 
     https://redemundialdeoracaodopapa.pt/blog/224

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    SALMO 141 (140) *

    A tentação do justo

    1*       Salmo. De Davi.
    Javé, eu te chamo, socorre-me depressa! Ouve a minha voz quando eu clamo para ti!
    2         Suba a minha prece como incenso à tua presença, minhas mãos erguidas como oferta vespertina!
    3*       Javé, coloca em minha boca uma guarda, uma sentinela à porta dos meus lábios.
    4         Impede meu coração de se inclinar para o mal, de cometer crimes junto com os malfeitores. Não vou participar de seus banquetes!
    5         Que o justo me bata, que o bom me corrija. Que o óleo do injusto não me perfume a cabeça, pois eu iria me comprometer com suas maldades.
    6         Seus chefes caíram, despencando-se, embora ouvissem as minhas palavras amáveis.
    7         Como pedra de moinho, rebentada por terra, nossos ossos estão espalhados junto à boca do túmulo.
    8*       Para ti, Javé, eu elevo os meus olhos, eu me refugio em ti, não me deixes indefeso.
    9         Guarda-me das armadilhas que prepararam para mim, e das ciladas dos malfeitores.
    10        Caiam os injustos em suas próprias redes, enquanto eu escapo, em liberdade!


    * Sl 141: Súplica contra a tentação de se deixar seduzir pelos injustos.

    * 1-2: Tarde e noite são os momentos propícios para a súplica.

    * 3-7: A grande tentação para o justo é ver a insolência e prosperidade dos injustos, que parecem ficar sempre impunes. O texto original é bastante corrompido e difícil.

    * 8-10: Súplica final: só Deus pode proteger o justo para que este não caia na tentação.
    http://www.paulus.com.br/biblia-pastoral/_INDEX.HTM

    Bíblia online - Editora Ave Maria

    Isaías

    Isaías - Capítulo 17

    1Oráculo contra Damasco. 
     Damasco vai ser suprimida do número das cidades, e será reduzida a ruínas abandonadas para sempre.2Suas cidades serão abandonadas aos rebanhos que virão repousar aí sem que ninguém os enxote.3Foi tirado o baluarte de Efraim, foi tirada a realeza de Damasco; os restos de Aarão perecerão, passarão como a glória de Israel. Oráculo do Senhor dos exércitos.4Naquele dia a glória de Jacó declinará, e sua gordura reduzir-se-á em magreza,5como quando o ceifador já colheu o trigo e seu braço cortou as espigas, alguém rebusca as searas no vale de Rafaim;6aí não haverá para respigar, como quando já se varejou as oliveiras, senão dois ou três bagos no mais alto topo. Oráculo do Senhor, Deus de Israel.7Naquele dia o homem voltará seus olhares para o seu Criador, seus olhos verão o Santo de Israel;8e ele não olhará mais aquilo que seus dedos fizeram (as estacas sagradas e as estelas ao sol).9Naquele dia, tuas cidades serão abandonadas como as cidades despovoadas dos amorreus e dos heveus, abandonadas no tempo da invasão dos israelitas. Elas ficarão desabitadas,10porque esqueceste o Deus que te salva, e não te lembraste de tua fortaleza! Esforçar-te-ás em vão para plantar jardins de Adônis, e neles semear plantas exóticas;11no dia em que plantares, vê-los-ás crescer, e numa bela manhã tua planta dará flores; porém a colheita será nula no dia do infortúnio, e o mal, irremediável.12Oh! Esse barulho de povo numeroso, esse rumor semelhante ao do mar! Esse tumulto de nações poderosas, semelhante ao brilhar de águas impetuosas!13Ele as ameaça e elas fogem para longe como, nas alturas, a palha levada pelo vento, como a poeira levantada pela tempestade.14Quando veio a noite, houve terror, e antes da manhã, nada mais restava deles. Esta será a sorte daqueles que nos saqueiam, tal será o quinhão daqueles que nos despojam.

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    8
    15 Eu, Daniel, estava olhando e procurando entender a visão, quando de repente apareceu de diante de mim a figura de um homem. 16 Então, vinda do rio Ulai, ouvi uma voz que gritava: «Gabriel, explica a visão para ele». 17 Ele se dirigiu para o lugar onde eu estava. Quando se aproximou, eu me assustei e caí de bruços por terra. Ele disse: «Homem, entenda que a visão se refere ao tempo final». 18 Ele falava comigo e eu, desmaiado, continuava de bruços no chão. Tocou em mim e me fez ficar de como estava antes. 19 Depois continuou: «Eu explicarei a você o que acontecerá no tempo final da ira, porque é do tempo final que se trata. 20 O carneiro de dois chifres que você viu é o reino dos medos e dos persas. 21 O bode é o rei da Grécia, e o chifre enorme que tinha entre os olhos é o primeiro rei. 22 Quebrado este, os quatro chifres que cresceram no seu lugar são os quatro reis que substituirão o primeiro, mas não com o mesmo poder. 23 E, no final dos seus reinados, depois de se completarem os seus crimes, surgirá um rei ousado e esperto nas intrigas, 24 de força indomável, prodigiosamente destruidor e bem sucedido em tudo o que faz. Destruirá poderosos e também o povo dos santos. 25 Com a sua astúcia, fará triunfar a fraude em suas ações. Ele se engrandecerá a seus próprios olhos, tranqüilamente destruindo muita gente. Até contra o Chefe dos chefes ele se colocará; mas, sem ninguém fazer nada, ele será destruído. 26 A visão das tardes e manhãs é verdadeira; você, porém, guardará em segredo a visão, porque ela é coisa para daqui a muito tempo».


    * 8,1-27: Mais uma vez o autor se refere a Antíoco IV, agora para lhe predizer o fim. Quando Alexandre Magno (bode) morreu, seu império foi disputado por quatro grupos (quatro chifres). O rei ousado (v. 23) é Antíoco IV, que tomará Jerusalém, suprimirá os sacrifícios no Templo e aí colocará um altar a Júpiter, um dos deuses gregos. Mas os dias do perseguidor estão contados (vv. 14.26). A finalidade da visão é manter e estimular o ânimo da comunidade, para que resista até o fim.




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