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sábado, 29 de fevereiro de 2020

Intenciones del Papa para los desafios
de la humanidad y de la mision de la Iglesia

marzo 1, 2020
28 han rezado
Oremos para que la Iglesia en China persevere en la fidelidad al Evangelio y crezca en unidad

Oración Leer menos

Señor Jesucristo,
que enviaste a sus discípulos
para llevar por todo el mundo la Buena Noticia,
inspira a nuestros hermanos y hermanas que te siguen
en este gran país, China.
Que tu Espíritu conduzca a los responsables de la Iglesia
a tener en su corazón el deseo de diálogo, apertura,
paz y reconciliación.
Este mes, nos comprometemos a estar más unidos
a nuestros hermanos y hermanas en China que,
a través de muchas dificultades,
creen en Ti y profesan tu Nombre.
Que tu Amor sea para cada uno de ellos su fuerza y su gozo.
Padrenuestro…

Oración de ofrecimiento

Padre Bueno, sé que estás conmigo. Aquí estoy en este nuevo día. Pon una vez más mi corazón junto con el Corazón de tu Hijo Jesús, que se entrega a mí y que viene a mí en la Eucaristía, que tu Espíritu Santo me haga su amigo y su apóstol, disponible a su misión de compasión. Pongo en tus manos mis alegrías y esperanzas, mis trabajos y sufrimientos, todo lo que soy y tengo, en comunión con mis hermanos y hermanas de esta Red Mundial de Oración. Con María, te ofrezco mi jornada por la misión de la Iglesia y por las intenciones de oración del Papa y de mi Obispo para este mes. Amén.

Ant. 1 A árvore da vida, ó Senhor, é a vossa cruz.
Salmo 1
Os dois caminhos do homem
Felizes aqueles que, pondo toda a sua esperança na Cruz, desceram até a água do batismo (Autor do séc. II).
1 Feliz é todo aquele que não anda *
conforme os conselhos dos perversos;

– que não entra no caminho dos malvados, *
nem junto aos zombadores vai sentar-se;

2
mas encontra seu prazer na lei de Deus *
e a medita, dia e noite, sem cessar.

3 Eis que ele é semelhante a uma árvore *
que à beira da torrente está plantada;

= ela sempre dá seus frutos a seu tempo, †
e jamais as suas folhas vão murchar. *
Eis que tudo o que ele faz vai prosperar,

=4 mas bem outra é a sorte dos perversos. †
Ao contrário, são iguais à palha seca *
espalhada e dispersada pelo vento.

5 Por isso os ímpios não resistem no juízo *
nem os perversos, na assembléia dos fiéis.

6
Pois Deus vigia o caminho dos eleitos, *
mas a estrada dos malvados leva à morte.

Ant. A árvore da vida, ó Senhor, é a vossa cruz.
Ant. 2 Fui eu mesmo que escolhi este meu Rei,
e em Sião, meu monte santo, o consagrei.

Salmo 2
O Messias, rei e vencedor
Uniram-se contra Jesus, teu santo servo, a quem ungiste (At 4,27).
1 Por que os povos agitados se revoltam? *
por que tramam as nações projetos vãos?

=2
Por que os reis de toda a terra se reúnem, †
e conspiram os governos todos juntos *
contra o Deus onipotente e o seu Ungido?

3 “Vamos quebrar suas correntes”, dizem eles, *
“e lançar longe de nós o seu domínio!”

4 Ri-se deles o que mora lá nos céus; *
zomba deles o Senhor onipotente.

5
Ele, então, em sua ira os ameaça, *
e em seu furor os faz tremer, quando lhes diz:

6 “Fui eu mesmo que escolhi este meu Rei, *
e em Sião, meu monte santo, o consagrei!”

=7
O decreto do Senhor promulgarei, †
foi assim que me falou o Senhor Deus: *
“Tu és meu Filho, e eu hoje te gerei!

=8 Podes pedir-me, e em resposta eu te darei †
por tua herança os povos todos e as nações, *
e há de ser a terra inteira o teu domínio.

9
Com cetro férreo haverás de dominá-los, *
e quebrá-los como um vaso de argila!”

10 E agora, poderosos, entendei; *
soberanos, aprendei esta lição:

11
Com temor servi a Deus, rendei-lhe glória *
e prestai-lhe homenagem com respeito!

12 Se o irritais, perecereis pelo caminho, *
pois depressa se acende a sua ira!

– Felizes hão de ser todos aqueles *
que põem sua esperança no Senhor!

Ant. Fui eu mesmo que escolhi este meu Rei,
e em Sião, meu monte santo, o consagrei.

Ant. 3 Sois vós o meu escudo protetor,
a minha glória que levanta minha cabeça.

Salmo 3
O Senhor é o meu protetor
Jesus adormeceu e ergueu-se do sono da morte, porque o Senhor era o seu protetor (Sto. Irineu).
2 Quão numerosos, ó Senhor, os que me atacam; *
quanta gente se levanta contra mim!

3
Muitos dizem, comentando a meu respeito: *
“Ele não acha a salvação junto de Deus!”

4 Mas sois vós o meu escudo protetor, *
a minha glória que levanta minha cabeça!

5
Quando eu chamei em alta voz pelo Senhor, *
do Monte santo ele me ouviu e respondeu.

6 Eu me deito e adormeço bem tranqüilo; *
acordo em paz, pois o Senhor é meu sustento.

7
Não terei medo de milhares que me cerquem *
e furiosos se levantem contra mim.

= Levantai-vos, ó Senhor, vinde salvar-me! †
8 Vós que feristes em seu rosto os que me atacam, *
e quebrastes aos malvados os seus dentes.
9
Em vós, Senhor, nós encontramos salvação; *
e repouse a vossa bênção sobre o povo!

Ant. Sois vós o meu escudo protetor,
a minha glória que levanta minha cabeça.

V. O homem não vive somente de pão,
R. Mas de toda a palavra da boca de Deus.
Primeira leitura
Do Livro do Êxodo                 Ex 5,1–6,1
Opressão do povo de Deus
Naqueles dias, 5,1Moisés e Aarão apresentaram-se ao Faraó e lhe disseram: “Assim disse o Senhor Deus de Israel: ‘Deixa o meu povo partir, para me oferecer sacrifícios no deserto!’”. 2Ele, porém, respondeu: “Quem é o Senhor, para que eu ouça a sua voz e deixe ir Israel? Não conheço o Senhor e não deixarei Israel partir”. 3Eles disseram: “O Deus dos hebreus veio ao nosso encontro. Deixa-nos ir a três dias de marcha no deserto, para oferecermos sacrifícios ao Senhor nosso Deus. Do contrário, a peste e a espada virão sobre vós”.4O rei do Egito respondeu-lhes: “Moisés e Aarão, por que distraís o povo de seus trabalhos? Ide para as vossas tarefas!” 5E o Faraó acrescentou: “A população do país é muito numerosa; vós vedes que a população aumentou, e quereis agora fazer com que interrompam suas tarefas?”
6Naquele mesmo dia o Faraó ordenou aos inspetores do povo e aos capatazes, dizendo: 7“Não forneçais mais palha ao povo para fazer tijolos, como fazíeis antes: que eles mesmos juntem a palha necessária. 8Exigi, porém, a mesma quantidade de tijolos que antes, sem diminuir nada. Pois são uns preguiçosos e por isso gritam, dizendo: ‘Vamos oferecer sacrifícios ao nosso Deus’. 9Carregai esses homens com mais trabalho, e que realizem suas tarefas; e não deis ouvidos a palavras mentirosas”.
10Os inspetores do povo e seus capatazes foram, pois, dizer ao povo: “Assim disse o Faraó: Não vos dou mais palha; 11ide e juntai-a vós mesmos onde a puderdes encontrar. E, nem por isso, se diminuirá em nada o vosso trabalho”. 12O povo, então, se dispersou por toda a terra do Egito em busca de palha. 13Mas os inspetores de obras os pressionavam, dizendo: “Completai a tarefa marcada para cada dia, como fazíeis quando vos davam palha”. 14E os inspetores do Faraó açoitaram os capatazes dos filhos de Israel, que eles haviam nomeado, alegando: “Por que não completastes nem ontem nem hoje a mesma quantidade de tijolos que fazíeis antes?”
15Então os capatazes dos filhos de Israel foram se queixar ao Faraó, e clamaram: “Por que tratas assim os teus servos? 16Não nos fornecem palha, e exigem a mesma quantidade de tijolos; nós, os teus servos, somos açoitados, mas o culpado é o teu povo”. 17O Faraó respondeu: “Sois uns preguiçosos e por isso dizeis: ‘Vamos oferecer sacrifícios ao Senhor’. 18E, agora, ide trabalhar! Não vos será dada a palha, mas deveis produzir a mesma quantidade de tijolos”.
19Os capatazes dos filhos de Israel viram-se em má situação, porque lhes diziam: “Nada se diminuirá do número de tijolos que haveis de fornecer cada dia”.20Quando saíram da presença do Faraó, encontraram Moisés e Aarão, que estavam à espera deles, 21e lhes disseram: “Que o Senhor vos examine e vos julgue, pois nos tornastes odiosos aos olhos do Faraó e de seus servos, e lhes pusestes na mão a espada para nos matar”. 22Então Moisés voltou-se para o Senhor e disse: “Senhor, por que afligiste este povo? Por que me enviaste? 23Pois, desde que me apresentei ao Faraó para lhe falar em teu nome, ele tem atormentado o teu povo e tu de modo algum o libertaste”.
6,1E o Senhor disse a Moisés: “Agora verás o que eu vou fazer ao Faraó. Por mão forte deixará partir os filhos de Israel, e será mesmo coagido a expulsá-los da sua terra”.
Responsório             Cf. Ex 5,1.3
R. Moisés dirigiu-se ao Faraó e lhe disse:
* Deixa ir o meu povo para que, no deserto,
 me faça uma festa.
V. O Deus dos hebreus mandou-me dizer-te: * Deixa ir.
Segunda leitura
Dos Comentários sobre os Salmos, de Santo Agostinho, bispo
(Ps 60, 2-3:CCL39,766)            (Séc.V)
No Cristo fomos tentados e nele vencemos o demônio
Ouvi, ó Deus, a minha súplica, atendei a minha oração (Sl 60,2). Quem é que fala assim? Parece ser um só: Dos confins da terra a vós eu clamo, e em mim o coração já desfalece (Sl 60,3). Então já não é um só, e contudo é somente um, porque o Cristo, de quem todos somos membros, é um só. Como pode um único homem clamar dos confins da terra? Quem clama dos confins da terra é aquela herança a respeito da qual foi dito ao próprio Filho: Pede-me e te darei as nações como herança e os confins da terra por domínio (Sl 2,8).
Portanto, é esse domínio de Cristo, essa herança de Cristo, esse corpo de Cristo, essa Igreja de Cristo, essa unidade que somos nós, que clama dos confins da terra. E o que clama? O que eu disse acima: Ouvi, ó Deus, a minha súplica, atendei a minha oração; dos confins da terra a vós eu clamo. Sim, clamei a vós dos confins da terra, isto é, de toda parte.
Mas por que clamei? Porque em mim o coração já desfalece. Revela com estas palavras que ele está presente a todos os povos no mundo inteiro, não rodeado de grande glória mas no meio de grandes tentações. Com efeito, nossa vida,enquanto somos peregrinos neste mundo, não pode estar livre de tentações, pois é através delas que se realiza nosso progresso e ninguém pode conhecer-se a si mesmo sem ter sido tentado. Ninguém pode vencer sem ter combatido, nem pode combater se não tiver inimigo e tentações.
Aquele que clama dos confins da terra está angustiado, mas não está abandonado. Porque foi a nós mesmos, que somos o seu corpo, que o Senhor quis prefigurar em seu próprio corpo, no qual já morreu, ressuscitou e subiu ao céu, para que os membros tenham a certeza de chegar também aonde a cabeça os precedeu.
Portanto, o Senhor nos representou em sua pessoa quando quis ser tentado por Satanás. Líamos há pouco no Evangelho que nosso Senhor Jesus Cristo foi tentado pelo demônio no deserto. De fato, Cristo foi tentado pelo demônio. Mas em Cristo também tu eras tentado, porque ele assumiu a tua condição humana, para te dar a sua salvação; assumiu a tua morte, para te dar a sua vida; assumiu os teus ultrajes, para te dar a sua glória; por conseguinte, assumiu as tuas tentações, para te dar a sua vitória.
Se nele fomos tentados, nele também vencemos o demônio. Consideras que o Cristo foi tentado e não consideras que ele venceu? Reconhece-te nele em sua tentação, reconhece-te nele em sua vitória. O Senhor poderia impedir o demônio de aproximar-se dele; mas, se não fosse tentado, não te daria o exemplo de como vencer na tentação.
Responsório             Cf. Jr 1,19; 39,18
R. Farão guerra contra ti, mas não te vencerão.
* Porque eu, diz o Senhor, contigo estarei
 e eu hei de te livrar.
V. Da espada escaparás e tua vida salvarás.
* Porque eu, diz o Senhor, contigo estarei
e eu hei de te livrar.

Oração  
Concedei-nos, ó Deus onipotente, que, ao longo desta Quaresma, possamos progredir no conhecimento de Jesus Cristo e corresponder ao seu amor por uma vida santa. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.   

Conclusão da Hora
V. Bendigamos ao Senhor.
R. Graças a Deus.
 http://liturgiadashoras.online/quaresma/1domingo

Meditação Diária
Dom, 1 – Domingo I da Quaresma – Ano A
Gn 2, 7-9; 3, 1-7 / Slm 50 (51), 3-6a.12-14.17 / Rom 5, 12-19 / Mt 4, 1-11
A palavra de Deus apresenta-nos neste domingo o tema da tentação. Esta consta sempre de uma atração por um bem aparente, que procura enganar-nos, seduzindo-nos para o mal. No Pai-Nosso, a oração que Jesus nos ensinou, pedimos esta graça: «não nos deixeis cair na tentação». Isso significa que é algo comum sermos tentados e que precisamos da força de Deus para não cairmos.
A leitura do livro do Génesis não nos apresenta uma crónica histórica. Trata-se de uma reflexão sapiencial sobre a nossa condição humana, frágil até ao ponto de nos deixarmos enganar pelas artimanhas de uma tentação. Adão e Eva representam a cada um de nós, que somos seduzidos para contradizermos a lei de Deus e nos arvorarmos em senhores que decidem o que é bem e o que é mal, segundo as próprias conveniências.
A serpente diabólica da tentação seduz-nos para destronarmos a Deus, promovendo a nossa vontade a lei suprema. É a rampa deslizante da idolatria do nosso «Eu», que acaba por nos fazer sentir «nus» como Adão e Eva, envergonhados com a nossa liberdade, que acabou por nos escravizar. Só no amor fiel a Deus amor podemos experimentar a verdadeira liberdade.
S. Paulo faz-nos cair na conta de que Adão, ao pretender ser senhor do bem e do mal, acabou por ter como resultado a morte. Cristo, pelo contrário, foi sempre obediente ao Pai e assim alcançou ser senhor da vida, ressuscitando glorioso. A cada um de nós é dado escolher entre seguir Adão ou Jesus Cristo, nosso salvador.
O Evangelho segundo S. Mateus apresenta-nos Jesus a ser tentado pelo diabo, repetidamente, pretendendo suplantar a Deus. As três tentações representam o modo errado de uma pessoa se relacionar com as coisas, com Deus e com as pessoas.
A primeira tentação refere-se à avidez da comida, à gula, que é das tentações mais comuns do ser humano: «Diz a estas pedras que se transformem em pão». Sem pão não se vive. Aliás, o «pão nosso de cada dia» é um pedido que fazemos na oração fundamental do cristão. «Comer» é dos verbos que aparece mais vezes na Bíblia, concretamente 910 vezes no Antigo Testamento. Cristo, pedagogicamente, trava esta avidez de acumular coisas para Si próprio, pois a felicidade está em dar com generosidade, e responde com palavras da Escritura: «Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus» (cf. Dt 8, 3).
A segunda tentação é um pôr à prova a confiança de Jesus em Deus, desafiando-O a lançar-Se abaixo do pináculo do templo, pois «Deus mandará os seus anjos, que Te recebam nas suas mãos». Perante a tentação de exigirmos provas a Deus do seu amor por nós, temos de responder como Cristo: «Não tentarás o Senhor, teu Deus». Como Cristo, que foi provado até à morte de cruz, também nós podemos ser provados, mas seremos sempre acompanhados do amor eternamente fiel de Deus por cada um de nós.
Na terceira tentação, o diabo desafia Jesus a ostentar o seu poder sobre as pessoas: «Tudo isto Te darei se prostrado me adorares». Mas toda a vida de Jesus confirmou que não veio ao mundo para dominar, mas para servir: «Eu estou no meio de vós como quem serve». A verdadeira autoridade serve. O poder é diabólico, serve-se daqueles sobre os quais tem autoridade.
Iluminados pelo exemplo de Cristo, peçamos a Deus a graça de que «não nos deixe cair em tentação».

Oferecimento das Obras do Dia
Ofereço-Vos, ó meu Deus,
em união com o santíssimo Coração de Jesus
e por meio do Coração Imaculado de Maria,
as orações, os trabalhos, as alegrias e os sofrimentos deste dia,
em reparação de todas as ofensas e por todas as intenções
pelas quais o mesmo divino Coração está continuamente intercedendo
e sacrificando-se nos nossos altares.
Eu Vo-los ofereço, de modo particular,
pelas intenções do Apostolado da Oração neste mês e neste dia.
https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/850

Postagens:01/03/2020 às 00:27 e às 00:33

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Papa: na Igreja, o maior é quem serve, não quem tem mais títulos

Congresso sobre inteligência artificial, no Vaticano

O Papa: novas tecnologias, um dom de Deus, mas é necessária a “algor-ética”

Francisco não recebeu os participantes do congresso por causa de uma “leve indisposição” que, desde quinta-feira (27/02), o levou a mudar sua agenda de compromissos. A mensagem do Pontífice foi lida pelo presidente da Pontifícia Academia para a Vida, dom Vincenzo Paglia.
Mariangela Jaguraba - Cidade do Vaticano
“A “galáxia digital” e a “inteligência artificial” estão no centro da mudança de época que estamos vivendo. A inovação digital diz respeito a todos os aspectos da vida seja pessoal seja social.”
É o que afirma o Papa Francisco em sua mensagem aos participantes da plenária da Pontifícia Academia para a Vida, divulgada nesta sexta-feira (28/02), lida pelo presidente do organismo vaticano, dom Vincenzo Paglia.
O Papa não recebeu os participantes por causa de uma “leve indisposição” que, desde quinta-feira (27/02), o levou a mudar sua agenda de compromissos.  De fato, o pontífice não saudou pessoalmente as personalidades presentes esta manhã, no Vaticano, como o presidente do Parlamento europeu, o diretor-geral do Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), demais autoridades e personalidades do campo da tecnologia informática que participaram do encontro “O bom algoritmo? Inteligência artificial: ética, direito e saúde”.
Ouça a reportagem
Segundo o Papa, a inovação digital “incide em nossa maneira de entender o mundo e também a nós mesmos. Está cada vez mais presente nas atividades e decisões humanas, e está mudando o nosso modo de pensar e agir. As decisões, mesmo as mais importantes, como as das áreas médica, econômica ou social, são hoje o resultado da vontade humana e de uma série de contribuições algorítmicas. O ato pessoal chega ao ponto de convergência entre a contribuição propriamente humana e o cálculo automático, de modo que é cada vez mais complexo entender seu objeto, prever seus efeitos, definir suas responsabilidades”.    

Tecnologias digitais e democracia

“No plano pessoal, a época digital muda a percepção do espaço, tempo e corpo. Infunde um sentido de expansão de si que parece não ter mais limites e a homologação se afirma como critério predominante de agregação: reconhecer e apreciar a diferença se torna cada vez mais difícil. No âmbito socioeconômico, os usuários são reduzidos a consumidores, escravos de interesses privados concentrados nas mãos de poucos”, frisa o Pontífice.
Para Francisco, “dos canais digitais disseminados na internet, os algoritmos extraem dados que permitem controlar hábitos mentais e relacionais, para fins comerciais ou políticos, geralmente sem o nosso conhecimento. Essa assimetria, na qual poucos sabem tudo sobre nós, enquanto nós nada sabemos sobre eles, entorpece o pensamento crítico e o exercício consciente da liberdade".
“As desigualdades se ampliam demasiadamente, o conhecimento e a riqueza se acumulam nas mãos de poucos, com sérios riscos para as sociedades democráticas. Esses perigos não devem esconder o grande potencial que as novas tecnologias nos oferecem. Estamos diante de um dom de Deus, ou seja, um recurso que pode dar frutos para o bem.”
O Papa reconhece que as ciências biológicas se beneficiam da  “inteligência artificial”. “Esse desenvolvimento induz mudanças profundas na maneira de interpretar e gerir os seres vivos e as características da vida humana, que é nosso compromisso proteger e promover, não apenas em sua dimensão biológica constitutiva, mas também em sua qualidade biográfica irredutível.”

Ação educacional mais ampla

Francisco afirma na mensagem, “que não basta educar simplesmente ao uso correto das novas tecnologias: não são instrumentos neutros, pois plasmam o mundo e comprometem as consciências no plano dos valores. É necessária uma ação educacional mais ampla e amadurecer motivações fortes a fim de perseverar na busca do bem comum”.
Segundo o Pontífice, existe uma “dimensão política na produção e uso da inteligência artificial que não é apenas distribuir seus benefícios individuais e abstratamente funcionais. Em outras palavras: não basta simplesmente nos confiar à sensibilidade moral de quem faz pesquisa e projeta dispositivos e algoritmos. É preciso criar órgãos sociais intermediários que representem a sensibilidade ética de usuários e educadores.”

Princípios da Doutrina Social da Igreja

“Na busca comum por esses objetivos”, sublinha o Papa, “os princípios da Doutrina Social da Igreja oferecem uma contribuição decisiva: dignidade da pessoa, justiça, subsidiariedade e solidariedade. Expressam seu compromisso de se colocar a serviço de cada pessoa em sua totalidade e de todas as pessoas, sem discriminação ou exclusão. Mas a complexidade do mundo tecnológico exige uma elaboração ética mais articulada, para tornar esse compromisso verdadeiramente incisivo”.
Francisco concluiu o texto, ressaltando que “a “algor-ética”, ética algorítmica, “pode ser uma ponte para garantir que os princípios sejam inscritos nas tecnologias digitais, através de um diálogo transdisciplinar eficaz. Além disso, no encontro entre diferentes visões de mundo, os direitos humanos são um importante ponto de convergência para a busca de um terreno comum”.
28 fevereiro 2020, 16:10

  • ANTIGO TESTAMENTO
    • LIVROS PROFÉTICOS
      • ISAÍAS
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57
A idolatria se alastra -* 3 Venham aqui vocês, filhos de feiticeira, descendência de adúltera e de prostituta. 4 De quem vocês estão zombando, fazendo careta e mostrando a língua? Vocês não são filhos ilegítimos, prole bastarda? 5 Não são vocês que buscam a ardência do sexo ao dos carvalhos ou debaixo de qualquer árvore frondosa? Vocês sacrificam crianças à beira dos córregos e na fenda das rochas. 6 As pedras lisas do córrego serão a herança de vocês; serão elas a parte que lhes toca: em honra delas você derramava vinho em libação, e nelas você oferecia sacrifícios. 7 Você ajeitava a sua cama na colina alta e elevada, e aí subia para oferecer sacrifícios. E você ainda acha que me agrada com essas coisas? 8 Atrás da porta e do portal você colocava seu emblema; não me levando em conta, você se despia, subia no leito e o alargava para os adúlteros; tirava partido dos seus amantes com os quais você gostava de ter relações; e olhando a nudez deles você fornicava sem parar. 9 Você procurava Moloc com óleo, multiplicando seus perfumes; enviava seus mensageiros para longe, até as profundidades do sepulcro. 10 Cansada de tanto andar, você nunca dizia: «Chega!» Ao contrário, achava sempre um jeito de reanimar as forças, e não se entregava. 11 De quem tinha medo você, quem é que lhe impunha tanto respeito, para você mentir assim? De mim, você nem se lembrava, e nem se preocupava comigo. O fato é que eu me calava e disfarçava; por isso você não me temia. 12 Mas eu denunciarei a sua tal justiça e as suas obras. Seus ídolos de nada valerão, 13 e nem servirão quando você pedir socorro. O vento levará todos, um simples sopro os carregará, mas aquele que busca a minha proteção terá como herança a terra e possuirá o meu monte santo.


* 57,3-13: O grande pecado é a idolatria, que consiste em colocar o objetivo de nossa vida nas instituições, pessoas ou coisas, a tal ponto que estas acabam dominando a nossa vida toda (v. 11). A idolatria é descrita pelo profeta em termos de prostituição (v. 8). Quem teme e respeita como absoluto algo que é simples meio para ajudar o homem a viver melhor a vida, ao invés de encontrar segurança, corre ao encontro da morte (v. 9), perdendo o sentido da própria vida (vv. 12-13). O único Absoluto, no qual devemos depositar a nossa segurança, é Javé.

* 14-21: A auto-suficiência torna o homem arrogante e o leva a se fechar para o outro e a oprimir o mais fraco. Deus, ao contrário, é o verdadeiro Transcendente: ao invés de se distanciar do homem, ele se torna solidário do mais fraco e toma partido em favor do oprimido. Os fortes e opressores (ímpios, v. 21) terão esperança de vida somente quando se converterem a Javé, solidarizando-se com os fracos e oprimidos.




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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020


  • ANTIGO TESTAMENTO
    • LIVROS PROFÉTICOS
      • EZEQUIEL
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30
O dia do Egito -* 1 Recebi de Javé a seguinte mensagem: 2 «Criatura humana, profetize: Assim diz o Senhor Javé: Gritem para este dia de desgraça! 3 Porque o dia está chegando, está chegando o dia de Javé; o tempo das nações será dia de nuvens escuras. 4 A espada chegará ao Egito. A agitação estará em Cuch, quando multidões de feridos começarem a tombar no Egito, quando carregarem a riqueza dele, e os alicerces do Egito ficarem arrasados. 5 Cuch, Fut, Lud, a Arábia inteira, Lub e os filhos do país da aliança cairão com eles pela espada. 6 Assim diz Javé: Os aliados do Egito cairão, e sua força presunçosa ruirá por terra. Desde Magdol até Siene, todos morrerão pela espada - oráculo do Senhor Javé. 7 O Egito será um deserto entre terras devastadas, e suas cidades estarão entre cidades desoladas. 8 Então eles ficarão sabendo que eu sou Javé, quando eu incendiar o Egito, e quando todos os seus ajudantes forem estraçalhados. 9 Nesse dia, alguns mensageiros, enviados por mim, irão de navio, para perturbar a tranqüilidade de Cuch. Eles tremerão no dia do Egito, porque o dia está chegando. 10 Assim diz o Senhor Javé: Pela mão de Nabucodonosor, o rei da Babilônia, eu vou acabar com a opulência do Egito. 11 Ele com seu exército, o povo mais violento que existe, estão chegando para arrasar o país. Puxarão da espada contra o Egito, e deixarão o país coalhado de mortos. 12 Transformarei o rio Nilo em deserto. Venderei o país a criminosos. Pelas mãos de estrangeiros arrasarei a terra e seus produtos. Fui eu, Javé, fui eu que falei. 13 Assim diz o Senhor Javé: Derrubarei os ídolos imundos e acabarei com os deuses de Mênfis, e nunca mais existirão chefes na terra do Egito. Espalharei o terror, 14 arrasarei Patros, incendiarei Tânis e farei justiça contra Tebas. 15 Derramarei meu furor sobre Sin, a fortaleza do Egito, e acabarei com a multidão de Tebas. 16 Incendiarei o Egito: Sin se torcerá de dor, Tebas será arrombada e Mênfis será inundada. 17 Os jovens de Heliópolis e Bubaste morrerão pela espada, e a população dessas cidades irá para o exílio. 18 Em Táfnis haverá trevas ao meio-dia, quando eu quebrar a opressão do Egito. Acabarei com o orgulho da sua força: a capital será coberta por uma nuvem, e as cidades do interior serão levadas para o exílio. 19 Ao executar a minha sentença contra o Egito, eles ficarão sabendo que eu sou Javé».


* 30,1-26: Enumerando as principais cidades do Egito, Ezequiel aponta o sentido que terá o dia do julgamento: destruindo o Egito, Babilônia estará realizando a justiça de Deus.



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      • MALAQUIAS
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2
Vocês profanam a Aliança -* 10 Por acaso, não temos todos nós um único Pai? Por acaso, não foi um só o Deus que nos criou? Então, por que enganamos uns aos outros, profanando assim a Aliança de nossos pais?
17 Vocês cansam a Javé com palavras. E depois dizem: «Como é que nós o cansamos?» É quando vocês dizem coisas assim: «Quem pratica o mal é que é bom aos olhos de Javé. É desses que ele gosta». Ou ainda: «Onde é que está o Deus que faz justiça


* 6-14: Numa época em que os judeus já não podem ter outros meios que os identifiquem como povo de Deus, o culto torna-se a carteira de identidade. É no culto que Israel exprime, de forma visível, o afeto e o respeito na sua relação com Deus. Malaquias critica os sacerdotes por relaxarem o culto, além de considerarem tedioso o serviço sacerdotal. Desse modo, os sacerdotes não valorizam aquilo que, no momento, é para o povo a única forma de manter a própria identidade. E o que dizer quando Deus é mais respeitado fora do que dentro do seu povo? * 2,1-9: Aos sacerdotes cabiam duas funções: ministrar o culto e ensinar conforme as normas da Aliança. O profeta já havia criticado os abusos cultuais, agora denuncia a perversão do ensinamento com que os sacerdotes afastam o povo das normas da Aliança. * 10-12: Uma das tentativas para manter a identidade religiosa do povo no tempo de Malaquias era a proibição do casamento com mulheres estrangeiras (cf. Esd 9-10; Ne 10,29-31; 13,23-29). A razão não é o matrimônio em si, mas o risco da idolatria que poderia contaminar a comunidade: esta deve pertencer total e exclusivamente a Javé. Bem diferente é a perspectiva do livro de Rute (cf. o livro de Rute). * 13-16: Conforme Dt 24,1-4, em Israel se admitia que um marido se divorciasse da mulher. Malaquias é mais exigente: para ele, o matrimônio é uma união sagrada que ninguém pode desfazer sem ir contra o projeto original do Criador (cf. Gn 2,24). Podemos já reconhecer aqui o ideal que mais tarde será proposto por Jesus (cf. Mc 10,1-12).
      • MALAQUIAS
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3
O mensageiro da Aliança -* 1 Vejam! Estou mandando o meu mensageiro para preparar o caminho à minha frente. De repente, vai chegar ao seu Templo o Senhor que vocês procuram, o mensageiro da Aliança que vocês desejam. Olhem! Ele vem! - diz Javé dos exércitos. 2 Quem poderá suportar o dia de sua vinda? Quem poderá ficar em quando ele aparecer? Pois ele é como o fogo do fundidor, é como o sabão das lavadeiras. 3 Ele vai sentar-se como aquele que refina a prata: vai refinar e purificar os filhos de Levi, como ouro e prata, para que possam apresentar a Javé uma oferta que seja de acordo com a justiça. 4 Então, como nos tempos antigos, como nos anos passados, a oferta de Judá e Jerusalém será agradável a Javé. 5 Eu virei até vocês para fazer um julgamento: serei uma testemunha atenta contra os feiticeiros e contra os adúlteros, contra todos os que juram falso, que roubam o salário do operário, contra os opressores da viúva e do órfão e contra os que violam o direito do estrangeiro. Esses não me temem! - diz Javé dos exércitos.



Elias vai voltar -* 22 Lembrem-se da Lei do meu servo Moisés, que eu mesmo lhe dei no monte Horeb, estatutos e normas para todo o Israel. 23 Vejam! Eu mandarei a vocês o profeta Elias, antes que venha o grandioso e terrível Dia de Javé. 24 Ele de fazer que o coração dos pais voltem para os filhos e o coração dos filhos para os pais; e assim, quando eu vier, não condenarei o país à destruição total.

 * 2,17-3,5: Um dos grandes escândalos para o povo fiel é ver que os opressores e exploradores, mesmo prejudicando outros, levam sempre a melhor, e ainda são respeitados. Malaquias responde a esse escândalo, mostrando que Deus intervirá, produzindo uma nova ordem, na qual a justiça será feita e o direito será restabelecido para todos. Então, sim, Javé aceitará o culto. O misterioso mensageiro (3,1) era então uma personagem esperada para os últimos tempos. Jesus aplicará o texto a João Batista (cf. Mc 1,2).

* 3,6-12: Oferecer o dízimo para Javé era um modo de reconhecê-lo Senhor da terra, prestando-lhe homenagem e atraindo sua bênção sobre as colheitas ameaçadas pela seca e pelas pragas. * 13-21: De maneira mais dramática, volta o tema já desenvolvido em 2,17-3,5. A resposta é a mesma: Deus fará justiça. O importante é que os justos permaneçam fiéis, porque é através deles que Deus vencerá a injustiça (vv. 20-21). * 22-24: Esta passagem é um acréscimo posterior e destina-se a fortalecer o povo num tempo ainda mais difícil. Lucas aplica o texto a João Batista (cf. Lc 1,17): João é o profeta Elias que prepara o dia da justiça de Javé, realizada em Jesus (cf. nota em Lc 1,5-25).

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  • ANTIGO TESTAMENTO
    • LIVROS PROFÉTICOS
      • ISAÍAS
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1

I. CORRUPÇÃO DE UM POVO
Quase tudo perdido! -* 2 Escutem, céus; ouça, ó terra! Javé é quem fala: Eu criei e eduquei filhos, mas eles se revoltaram contra mim. 3 O boi conhece o seu proprietário, e o burro a cocheira do seu dono, mas Israel não conhece nada, o meu povo não entende.
O retorno da justiça -* 21 Como se transformou em prostituta a cidade fiel! Antes era cheia de direito, e nela morava a justiça; agora, está cheia de criminosos! 22 A sua prata se tornou lixo, o seu vinho ficou aguado. 23 Os seus chefes são bandidos, cúmplices de ladrões: todos eles gostam de suborno, correm atrás de presentes; não fazem justiça ao órfão, e a causa da viúva nem chega até eles.
24 Pois bem! Ai de vocês! - oráculo do Senhor Javé dos exércitos, o Poderoso de Israel. Eu me vingarei dos meus inimigos e pedirei satisfação aos meus adversários. 25 Voltarei a minha mão contra você, para limpá-la da sujeira com soda e tirar a impureza. 26 Darei a você juízes como os de antes e conselheiros como os de antigamente. Então você se chamará cidade da justiça, cidade fiel.


* 1-5: Para compreender estes cinco capítulos, é importante ter presente o contexto histórico (cf., na Introdução ao Primeiro Isaías, a parte referente ao primeiro período da atividade do profeta). Isaías reage de forma enérgica à disparidade social que ele constata dentro do seu país, e critica violentamente a falsa piedade e as práticas religiosas que escondem opressão. Mostra como a prosperidade não baseada na fraternidade é falsa e provoca um orgulho idólatra, que leva ao esquecimento de Javé, o único Absoluto, o único Santo.
1,1: Estas referências valem apenas para Is 1-39. O nome Isaías significa Javé salva.
* 2-9: É, provavelmente, um dos últimos oráculos de Isaías. Foi colocado aqui pelo redator do livro como uma espécie de texto programático de toda a mensagem do profeta: a corrupção do país provocou a invasão do inimigo; salva-se apenas um resto.

* 10-20: Isaías condena a hipocrisia de uma sociedade que se contenta com exterioridades cultuais, sem conseqüência para a vida prática. Deus detesta o culto realizado por uma sociedade que se estrutura sobre a injustiça. O que Deus quer, em primeiro lugar, é uma vida social que defenda os fracos (órfão e viúva) e liberte os oprimidos. E Deus não obriga; ele convida o homem a se decidir: a conversão e a vida ou a teimosia e a morte.

* 21-31: Na cidade de Jerusalém impera a injustiça porque os chefes se corromperam, tornando-se inimigos dos oprimidos e, portanto, do próprio Deus. O profeta vê que a justiça voltará à cidade somente quando os chefes corruptos forem substituídos por governantes e juízes como os de antigamente. Os vv. 27-31 provavelmente são um acréscimo que não se enquadra bem no estilo e pensamento global da primeira parte do livro.



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Ant. Por minha vida, diz o Senhor,
não quero a
morte do pecador,
mas que ele
volte e tenha vida.

Leitura breve             Zc 1,3b-4b
Voltai-vos para mim, diz o Senhor dos exércitos, e eu me voltarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos. Não sejais como os vossos pais, aos quais os antigos profetas gritavam: Assim fala o Senhor dos Exércitos: Abandonai vossos maus caminhos e vossos maus pensamentos; mas não me ouviram.
V. Desviai o vosso olhar dos meus pecados.
R.
E apagai todas as minhas transgressões!
Oração
Inspirai, ó Deus, as nossas ações, e ajudai-nos a realizá-las, para que em vós comece e termine tudo aquilo que fizermos. Por Cristo, nosso Senhor.
Conclusão da Hora
V.Bendigamos ao Senhor.
R. Graças a Deus.



Postagem às 13he45min - 27/02/2020