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terça-feira, 24 de março de 2020

#PrayForTheWorld - O Video do Papa PFTW - Março 2020




“À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita.”
Papa Francisco – Março 2020
Rezemos todos juntos pelos doentes, pelas pessoas que sofrem.
À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita.
Agradeço a todos os cristãos, a todos os homens e mulheres de boa vontade que rezam por este momento, todos unidos, qualquer que seja a confissão religiosa a que pertençam.

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PRESS RELEASE

O Vídeo especial do Papa Francisco para rezar pelo fim da pandemia
#PrayForTheWorld

Numa Edição especial de O Vídeo do Papa, o Santo Padre pede para rezar pelos doentes e os que sofrem, ao mesmo tempo que agradece àqueles que, sem distinção de tradições religiosas ou convicções, rezam pelos infetados.
(Cidade do Vaticano, 24 de março de 2020) – O Santo Padre Francisco quis partilhar uma mensagem de oração particular, numa edição especial de O Vídeo do Papa, numa iniciativa da Rede Mundial de Oração do Papa. Num contexto marcado pela pandemia de COVID-19, o Papa pronunciou-se na passada quarta-feira, 11 de março, agradecendo a todos os que rezam nestes momentos difíceis, sem distinção de tradições religiosas. Fazendo uma referência especial aos doentes e aos que mais sofrem, pediu que juntos rezemos à Virgem Maria a oração “À vossa proteção”, implorando a sua proteção:
“À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus.
Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades;
mas livrai-nos sempre de todos os perigos,
ó Virgem gloriosa e bendita.”
Desde que surgiu, em finais de 2019, o COVID-19 propagou-se a 162 países e territórios, contagiou mais de 290 mil pessoas em todo o mundo e provocou, até ao momento, mais de 12 mil mortes. Por esse motivo, a Organização Mundial de Saúde declarou, a 11 de março de 2020, que a doença é considerada uma pandemia.
O Papa Francisco vive estes momentos difíceis para a Itália e o mundo com fé e oração. No terceiro domingo da Quaresma, dia 15 de março, rezou diante do ícone Salus Populi Romani, enfatizando a sua proximidade aos que sofrem e implorando a proteção especial da Santíssima Virgem. Em seguida, numa peregrinação ao local onde se encontra o crucifixo que, em 1522, foi levado em procissão pedindo o fim da peste em Roma, rezou pelo fim da pandemia que assola o mundo. Nestes dias, também rezou pela cura de tantos doentes, recordou as muitas vítimas destes dias e rezou para que os seus familiares e amigos encontrem consolação e alívio.
Por seu lado, o P. Frédéric Fornos SJ, Diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa (inclui o MEJ – Movimento Eucarístico Juvenil), recordou que o Papa Francisco, além de rezar diariamente pelo fim da pandemia, convida com este Vídeo do Papa especial, de terça-feira, 24 de março, as pessoas a mobilizarem-se, particularmente durante esta semana, “com a oração, a compaixão e a ternura”. Na quarta-feira, dia 25, em que recordamos a anunciação do nascimento do Senhor à Virgem Maria, convida também “todos os líderes das Igrejas, os responsáveis de todas as comunidades cristãs e todos os cristãos das diferentes confissões a invocar o Altíssimo e Deus omnipotente” e a rezar o Pai-Nosso ao meio dia. Por fim, o Santo Padre anunciou, para a sexta-feira, dia 27, um tempo de oração e adoração do Santíssimo Sacramento, no fim do qual dará “a bênção Urbi et Orbi“, com a “possibilidade de se ganhar a indulgência plenária”.
Nesta mensagem especial e universal, que partilhou por meio de O Vídeo do Papa, Francisco agradece também a “todos os homens e mulheres de boa vontade que rezam por este momento, todos unidos, sem distinção da tradição religiosa a que pertençam”.
O convite à oração pode ser seguido através do hashtag #PrayForTheWorld. Para rezar com o Papa Francisco, pode aceder-se ao seu perfil oficial de oração na plataforma Click To Pray (site web, app e redes sociais). Que nestes dias o Senhor nos ajude a encarnar a compaixão nos gestos quotidianos, na proximidade às pessoas em solidão e exaustas, com os nossos gestos e através dos meios de comunicação que temos à nossa disposição.

sábado, 21 de março de 2020

Ponte que leva ao Castel Sant'Angelo, no alto do castelo a estátua de São Miguel Arcanjo

São Miguel Arcanjo e o fim da peste em Roma

Com o poder da oração, o Papa São Gregório Magno conseguiu deter a peste que atingira Roma. O arcanjo Miguel desceu sobre o Castel Sant’Angelo renunciando ao uso da espada. Por isso, hoje pode-se ver a grande estátua de bronze do arcanjo sobre o Mausoléu de Adriano e explica-se o novo nome do monumento
Maria Milvia Morciano – Cidade do Vaticano
A vista panorâmica de Roma se caracteriza por figuras aladas: pode-se ver em vários monumentos clássicos da cidade, são Nikai, Vitórias Aladas, símbolo da República, semelhantes às da antiga Roma. Mas também por figuras angélicas, como as que estão ao longo da ponte que leva ao Castel Sant’Angelo.
Ouça a reportagem

A estátua de São Miguel sobre o Castel Sant’Angelo

Porém com um particular: uma grande estátua de São Miguel Arcanjo. A iconografia é profundamente diferente da canônica. A colocação do corpo é estática, não exprime a energia dinâmica que estamos acostumados, como por exemplo nas pinturas de Rafael ou Guido Reni. O anjo não está agindo, mas está parado antes de agir. Chegou há pouco e aos seus pés não há o maligno contraído e vencido. São Miguel tem o braço levantado, instantes antes de voltar a colocar a espada na cintura. Um gesto de paz e de misericórdia.

A peste de 590 em Roma e São Gregório Magno

Gregório Magno sucedeu Pelágio II em setembro do ano 590, que morrera devido à terrível pestilência vinda do Egito no ano anterior. A chamada lues inguinaria que causou inúmeras mortes e parecia não cessar.
Então o Papa decidiu organizar uma ladainha septiforme, isto é, uma procissão dividida em sete cortejos aos quais participaram todas as ordens do clero e toda a população de Roma. Eles atravessaram as ruas da cidade, para levar até a Basílica de São Pedro a imagem de Maria Salus Populi Romani, conservada na Basílica de Santa Maria Maior e pintada pelo evangelista Lucas.
Sim, exatamente o ícone tão amado pelo Papa Francisco, que ele visita todas as vezes que deve viajar. Recordemos que também a visitou no domingo passado (15), durante a sua primeira etapa de peregrinação para invocar o fim da pandemia.
Gregorio de Tours no Historiae Francorum (liber X, 1) e Iacopo de Varazze, na Legenda Aurea, narram o memorável prodígio de modo premente e fervoroso. Durante a procissão, em apenas uma hora morreram oitenta pessoas, mas Papa Gregório não deixava de encorajar e ir adiante com fé. À medida que o cortejo se aproximava da Basílica de São Pedro, o ar tornava-se mais leve e salubre. Ao chegarem na ponte que ligava a cidade ao Mausoléu de Adriano, na época chamado Castellum Crescentii, de improviso desceram do céu fileiras de anjos que cantavam orações que depois se tornariam o Regina Caeli, a antífona que no tempo pascal substitui o Angelus: “Regina Coeli, laetare, Alleluja – Quia quemmeruisti portare, Alleluja – Resurrexit sicut dixit, Alleluja!”.
São Gregório respondeu: “Ora pro nobis rogamus, Alleluja!”. Os anjos pairavam mais baixo quase sobre a cabeça dos presentes e por fim circundaram a pintura de Maria. Gregório olhou para cima e viu sobre o cume do castelo a grande figura armada do arcanjo enquanto enxugava o sangue da espada e a recolocava na cintura. A peste tinha acabado.

Para recordar o milagre uma grande estátua do Arcanjo Miguel

A estátua que hoje podemos admirar no alto do mausoléu é obra do escultor flamingo Peter Anton Verschaffelt, que venceu o concurso convocado pelo Papa Bento XIV Lambertini por ocasião do Jubileu de 1750. Inaugurada em 1752, a grande estátua (4,70m x 5,40 m) tem uma planta mais convencional, formada por 35 peças de bronze sustentadas por uma armação interna, substituída em 1986 por uma de aço e titânio.

Uma profunda diferença entre as figuras aladas e o Arcanjo Miguel

As vitórias aladas parecem tomar impulso para se lançar em voo, para sair da terra, para atravessar o céu com seus símbolos terrenos. São Miguel, ao contrário, chega e põe seus pés no chão, a ponto de deixar pegadas, marcadas em uma pedra conservada no museu do Castelo, ensinando-nos que ele está presente, aqui conosco, e pronto a interceder se lhe pedirmos com fé.
20 março 2020, 17:21 
 https://www.vaticannews.va/pt/mundo/news/2020-03/arcanjo-miguel-peste-castel-santangelo.html


S. Nicolau de Flüe, padroeiro da Suíça

S. Nicolau de Flüe,'Bruder Klaus' Museum S. Nicolau de Flüe, 'Bruder Klaus' Museum 
“Meu Senhor e meu Deus, afastai de mim tudo o que me distancia de vós! Meu Senhor e meu Deus, concedei-me tudo o que possa me aproximar de vós! Meu Senhor e meu Deus, livrai-me de mim mesmo e permiti-me de viver sempre na vossa presença!”.
Nicolau nasceu em uma família de camponeses, na cidadezinha de Flüe, na região de Obwalden, então Confederação dos oito Cantões da Suíça central. Apesar de permanecer analfabeto por toda a vida, foi considerado um dos maiores místicos da Igreja católica. Sua vocação brotou logo em seu coração, mas, entre 1440 e 1444, teve que partir como soldado, e depois como oficial, nas guerras que os confederados declararam aos Habsburgos; por fim, voltou para casa e se casou com Doroteia, com quem teve dez filhos.

No deserto, em meio ao seu povo

Passaram-se 20 anos, mas, em Nicolau, a voz de Deus jamais se apagou, muito pelo contrário. Ele a chamava "lima que aperfeiçoa e aguilhão que estimula".
Enfim, o Senhor lhe concedeu as três graças que ele queria: o consentimento de sua esposa e filhos para partir; a ausência de tentação de voltar e a possibilidade de viver sem beber e sem comer. Embora seu último filho fosse recém-nascido, Nicolau partiu, finalmente, com o objetivo de se retirar e entrar para a vida monacal das comunidades da Alsácia, com as quais estava em contato.
Transcorria o ano de 1467, um período delicado para a Confederação Helvética, encruzilhada para o comércio Europeu; aquele ano marcou o fim do Cisma Ocidental.
No entanto, Nicolau não foi muito além de Liestal, no Cantão da Basileia, para não ficar muito longe de casa. Assim, estabeleceu-se em um lugar íngreme, chamado Ranft, onde construiu uma cela de tábuas, que, depois, se tornou capela pelos habitantes da localidade. Ali, viveu por 20 anos, vestido com roupas rudes, descalço, com o terço na mão, alimentando-se apenas de Jesus na Eucaristia. Mas não viveu sempre sozinho.

"Se eu tiver humildade e fé, não posso errar a estrada"

Esta sua escolha despertou a curiosidade dos habitantes da região. Muitos o procuravam para conversar com ele, pedir conselhos, explicações sobre coisas religiosas e até espiá-lo. Eles o chamavam Bruder Klaus, Irmão Klaus, que falava com simplicidade, sem comparações eruditas, porque seu conhecimento sobre Deus vinha do coração.
Não obstante sua sede de solidão, ele recebia todos e transmitia sua mensagem de paz, que provinha do Evangelho: "Em todas as coisas, a misericórdia é maior que a justiça", dizia. Nicolau não deixava sempre seu refúgio e, se o fazia, era por uma boa causa. Por exemplo, em 1481, pediram para ele impedir uma guerra fratricida no país. Devido à sua intervenção junto à Assembleia de Stans, hoje o santo é recordado como "Pai da Pátria".
Em 1482, ele foi novamente requisitado para resolver uma questão entre Constança e a Confederação sobre o exercício do direito em Thurgau. Na ocasião, ele também foi capaz de restabelecer a paz.
Nicolau de Flüe faleceu em sua cela, em 1487, no dia em que completava 70 anos de idade. Foi canonizado por Pio XII, em 1947.
 https://www.vaticannews.va/pt/santo-do-dia/03/21/s--nicolau-de-fluee--padroeiro-da-suica.html
Meditação Diária
21 mar
Sáb, 21 – Semana III da Quaresma
Os 6, 1-6 / Slm 50 (51), 3-4.18-21 / Lc 18, 9-14
Pela vossa bondade, tratai Sião com benevolência (…) [e] então Vos agradareis dos sacrifícios devidos. (Salmo)
O leitor repare que o salmista pede que Deus trate a cidade de Sião, pecadora, com benevolência. O salmista já intuiu alguma coisa da parábola do filho pródigo: que o pecador tratado com benevolência é mais dócil no arrependimento. E, nessa altura, os sacrifícios oferecidos serão agradáveis a Deus. O leitor sente a benevolência do perdão de Deus? Se não sente, peça esse sentir, porque é suposto sentir.

Oferecimento das Obras do Dia
Ofereço-Vos, ó meu Deus,
em união com o santíssimo Coração de Jesus
e por meio do Coração Imaculado de Maria,
as orações, os trabalhos, as alegrias e os sofrimentos deste dia,
em reparação de todas as ofensas e por todas as intenções
pelas quais o mesmo divino Coração está continuamente intercedendo
e sacrificando-se nos nossos altares.
Eu Vo-los ofereço, de modo particular,
pelas intenções do Apostolado da Oração neste mês e neste dia.
 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/871

  • ANTIGO TESTAMENTO
    • LIVROS SAPIENCIAIS
      • SALMOS
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SALMO 145 (144) *

Deus merece o louvor
1*       Louvor. De Davi.
Eu te exalto, meu Deus, meu Rei, e bendigo o teu nome para sempre e eternamente.
2         Vou te bendizer todos os dias e louvar o teu nome para sempre e eternamente.
3*       Grande é Javé! Ele merece todo o louvor. É incalculável a sua grandeza.
4         Uma geração apregoa tuas obras para a outra, proclamando as tuas façanhas.
5         Tua fama é esplendor de glória: eu cantarei o relato das tuas maravilhas.
6         Falarão do poder dos teus terrores, e eu cantarei a tua grandeza.
7         Difundirão a lembrança da tua bondade imensa, e aclamarão a tua justiça.
8*       Javé é piedade e compaixão, lento para a cólera e cheio de amor.
9         Javé é bom para todos, compassivo com todas as suas obras.
10        Que tuas obras todas te agradeçam, Javé, e teus fiéis te bendigam.
11        Proclamem a glória do teu reino e falem das tuas façanhas,
12        para anunciar tuas façanhas aos homens, e a majestade gloriosa do teu reino.
13*     Teu reino é reino para os séculos todos, e teu governo para gerações e gerações.
Javé é fiel às suas palavras, amoroso em todas as suas obras.
14        Javé ampara todos os que caem, e endireita todos os encurvados.
15        Em ti esperam os olhos de todos, e no tempo certo tu lhes dás o alimento.
16        Abres a mão, e sacias à vontade todo ser vivo.
17        Javé é justo em seus caminhos todos, e fiel em todas as suas obras.
18        Ele está perto de todos aqueles que o invocam, de todos os que o invocam sinceramente.
19        Ele realiza o desejo dos que o temem, ouve o grito deles e os salva.
20        Javé guarda todos os que o amam, mas vai destruir todos os injustos.
21*     Minha boca pronuncie o louvor de Javé, e todo ser vivo bendiga seu nome santo, para sempre e eternamente!



* Sl 145: Hino de louvor ao Nome e ao amor de Deus, testemunhados na história. * 1-2: O louvor ao Nome, revelado no momento da grande libertação, recorda que o Deus vivo é o libertador. * 3-7: O louvor é um reconhecimento das obras que Deus realiza na história. Transmitido de geração em geração, esse louvor mantém a fé que constrói a história segundo o projeto de Deus. * 8-13a: O centro desse projeto é o amor de Deus criando liberdade e vida. O reino de Deus é o amor partilhado entre todos os homens, para eliminar as divisões e desigualdades. * 13b-20: O amor de Deus, porém, age de forma partidária, assumindo a causa dos oprimidos que o invocam e colocando-se contra os opressores. * 21: Termina com o convite para que todos reconheçam a santidade do Deus libertador.



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Postado às 14he14min - 21032020
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Sábado da 3ª Semana da Quaresma  III Semana do Saltério

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Oração das doze horas
 

V. Vinde, ó Deus, em meu aulio.
R. Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Esrito Santo.
Como era no prinpio, agora e sempre. Amém
Hino
Na mesma hora em que Jesus, o Cristo,
sofreu a sede, sobre a cruz pregado,
conceda a sede de justiça e graça
a quem celebra o seu louvor sagrado.
Ao mesmo tempo ele nos seja a fome
e o Pão divino que a Si mesmo dá;
seja o pecado para nós fastio,
só no bem possa o nosso gozo estar.
A unção viva do divino Espírito
impregne a mente dos que cantam salmos;
toda frieza do seu peito afaste,
no coração ponha desejos calmos,
Ao Pai e ao Cristo suplicamos graça,
com seu Espírito, eterno Bem;
Trindade Santa, protegei o orante,
guardai o povo em caridade. Amém.
Salmodia
Ant. Por minha vida, diz o Senhor,
não quero a
morte do pecador,
mas que ele
volte e tenha vida.
 

domingo, 15 de março de 2020


Ant. Por minha vida, diz o Senhor,
não quero a
morte do pecador,
mas que ele
volte e tenha vida.

Leitura breve             Is 30,15.18 Eis o que diz o Senhor Deus, o Santo de Israel: “Sereis salvos, se buscardes a salvação e a paz; no silêncio e na esperança estará a vossa força”. Por isso o Senhor está pronto a compadecer-se de vós, e, perdoando-vos, será glorificado na medida em que o Senhor é um Deus de justiça: felizes todos aqueles que esperam nele.

V. Desviai o vosso olhar dos meus pecados.
R. E apagai todas as minhas transgressões!

Oração
Ó Deus, fonte de toda misericórdia e de toda bondade, vós nos indicastes o jejum, a esmola e a oração como remédio contra o pecado. Acolhei esta confissão da nossa fraqueza para que, humilhados pela consciência de nossas faltas, sejamos confortados pela vossa misericórdia. Por Cristo, nosso Senhor.
Conclusão da Hora
V.Bendigamos ao Senhor.
R. Graças a Deus.

Postagem:13he21min
 http://liturgiadashoras.online/quaresma/3domingo

Meditação Diária
15 mar
Dom, 15 – Domingo III da Quaresma – Ano A
 
Ex 17, 3-7 / Slm 94 (95), 1-2.6-9 / Rom 5, 1-2.5-8 / Jo 4, 5-42
Na leitura do livro do Êxodo, encontramos o povo de Israel em pleno deserto, onde as temperaturas são altas e a água é bem escassa. O entusiasmo da libertação de serem escravos no Egito degrada-se até às lamentações e a revolta perante Moisés, guia do povo. Mas recorrendo a Deus, Moisés fez brotar água abundante, batendo com a vara no rochedo. Tudo isto aconteceu em Massa e Meriba, nomes que em hebraico significam tentação e discussão.
Deus, mais uma vez, mostrou a sua misericórdia, não castigando o povo pelo suas murmurações e revoltas, compreendendo a forte provação por que passavam, devido à falta de água. Este mesmo Deus nos acompanha hoje, quando atravessamos algum “deserto” de problemas e dificuldades, parecendo que a esperança e a alegria nos fogem. De algum rochedo, com a vara da oração e da confiança em Deus, faremos brotar a água viva do entusiasmo e da consolação.
S. Paulo, escrevendo à comunidade cristã de Roma, faz notar que a nossa esperança é sólida e não engana, porque não se baseia nos nossos méritos e qualidades, mas no amor gratuito de Deus, derramado pelo Espírito Santo nos nossos corações. Deus ama-nos sempre, sem limites nem condições, mesmo quando não seríamos amáveis, pela qualidade das nossas obras e estilo de vida. Esta atitude fundamental de Deus desafia-nos a oferecermos um amor gratuito e generoso a todos os nossos próximos.
No Evangelho, S. João dá-nos a conhecer um encontro maravilhoso de Jesus, a santidade em Pessoa, com o pecado encarnado, a mulher samaritana. Dá-se este encontro no poço de Jacob, poço que ainda hoje existe, dando água boa e fresca. Jesus, violando a norma severa de não falar com uma mulher que está só, quebra o gelo aproximando as naturais distâncias: judeu com samaritana, homem com mulher, crente com herege, justo com pecadora profissional. Jesus nunca discrimina, nunca Se afasta de quem é diferente e tem sobre si a carga de má fama e de pior proveito.
A sede de felicidade da samaritana era saciada com a água poluída da sua coleção de maridos: «Disseste bem que não tens marido, pois tiveste cinco e aquele que tens agora não é teu marido». Mas o coração aberto de Jesus ofereceu-lhe a água viva da recuperação de um projeto amoroso de vida. Em vez de humilhar a samaritana, abriu-lhe o coração à esperança de uma vida nova, limpa e feliz e tornou-a numa missionária de Jesus: «A mulher deixou a bilha, correu à cidade e falou a todos: Vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz. Não será Ele o Messias?». Precisamos de aprender de Jesus a forma de encararmos as pessoas que não andam por bons caminhos, evitando julgamentos e condenações e oferecendo acolhimento, compreensão e esperança.

Oferecimento das Obras do Dia
Ofereço-Vos, ó meu Deus,
em união com o santíssimo Coração de Jesus
e por meio do Coração Imaculado de Maria,
as orações, os trabalhos, as alegrias e os sofrimentos deste dia,
em reparação de todas as ofensas e por todas as intenções
pelas quais o mesmo divino Coração está continuamente intercedendo
e sacrificando-se nos nossos altares.
Eu Vo-los ofereço, de modo particular,
pelas intenções do Apostolado da Oração neste mês e neste dia.

https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/865 


Com Jesus à Tarde
“Para que nossa oração seja ouvida não depende da quantidade de palavras, mas do fervor de nossas almas” (São João Maria Vianney). Rezar com o coração. Não permitir que a soberba e a autoconfiança me ceguem e me ensurdeçam, não permitindo que a vontade do Senhor chegue ao meu conhecimento. A minha oração deve ser um diálogo com Deus. Mas, às vezes, somente um olhar e o silêncio bastam. Senhor, peço que as minhas palavras cheguem aos teus ouvidos. E quando eu souber oferecer apenas o meu silêncio, que ele chegue até ao teu coração misericordioso e encontre nele o repouso.

quinta-feira, 12 de março de 2020



  • ANTIGO TESTAMENTO
    • LIVROS PROFÉTICOS
      • ISAÍAS
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55
Javé oferece a vida -
Procurem Javé - 
8 Os meus projetos não são os projetos de vocês, e os caminhos de vocês não são os meus caminhos - oráculo de Javé. 9 Tanto quanto o céu está acima da terra, assim os meus caminhos estão acima dos caminhos de vocês, e os meus projetos estão acima dos seus projetos. 10 Da mesma forma como a chuva e a neve, que caem do céu e para lá não voltam sem antes molhar a terra, tornando-a fecunda e fazendo-a germinar, a fim de produzir semente para o semeador e alimento para quem precisa comer, 11 assim acontece com a minha palavra que sai de minha boca: ela não volta para mim sem efeito, sem ter realizado o que eu quero e sem ter cumprido com sucesso a missão para a qual eu a mandei.



* 55,1-5: Numa sociedade dominada pelo ídolo dinheiro, o povo gasta tudo o que tem e acaba na sede e fome. O profeta o convida a uma nova aliança com Deus que coloca a vida humana como supremo valor, transformando todas as relações sociais e assegurando a todos alimento e dignidade. A realização desse projeto atrairá os povos, porque verão que esse é o verdadeiro projeto para a vida.

* 6-11: Javé tem um projeto de verdadeira realização para a história: liberdade e vida para todos. Esse projeto é revelado aos homens através da Palavra que, gerando acontecimentos, concretiza o projeto de Deus. A sabedoria do homem consiste em procurar Javé, isto é, converter-se para ele, ouvir a sua palavra e tornar-se aliado seu na luta em prol de liberdade e vida para todos.

* 12-13: O livro começou com uma consolação para os exilados e termina afirmando a certeza da libertação. A natureza toda participará da vida nova de um povo livre (cf. Rm 8,18-23).



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POSTAGEM EM  12032020
 

Quinta-feira da 2ª Semana da Quaresma  II Semana do Saltério

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V. Vinde, ó Deus, em meu aulio.
R. Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Esrito Santo.
Como era no prinpio, agora e sempre. Amém
 
Hino

A abstinência quaresmal
vós consagrastes, ó Jesus;
pelo jejum e pela prece,
nos conduzis.da treva à luz.
Ficai presente agora à Igreja,
ficai presente à penitência,
pela qual vos suplicamos
para os pecados indulgência.
Por vossa graça, perdoai
as nossas culpas do passado;
contra as futuras protegei-nos,
manso Jesus, Pastor amado,
Para que nós, purificados
por esses ritos anuais,
nos preparemos, reverentes,
para gozar os dons pascais.
Todo o universo vos adore,
Trindade Santa, Sumo Bem.
Novos, por graça, vos cantemos
um canto novo e belo. Amém.
Salmodia
Ant. 1 Fiz de ti uma luz para as nações:
levarás a salvação a toda a terra.

Salmo 71(72)
O poder régio do Messias
Abriram seus cofres e ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra (Mt 2,11).
I
1 Dai ao Rei vossos poderes, Senhor Deus, *
vossa justiça ao descendente da realeza!

2
Com justiça ele governe o vosso povo, *
com eqüidade ele julgue os vossos pobres.

3 Das montanhas venha a paz a todo o povo, *
e desça das colinas a justiça!

=4
Este Rei defenderá os que são pobres, †
os filhos dos humildes salvará, *
e por terra abaterá os opressores!

5 Tanto tempo quanto o sol há de viver, *
quanto a lua através das gerações!

6
Virá do alto, como o orvalho sobre a relva, *
como a chuva que irriga toda a terra.

7 Nos seus dias a justiça florirá *
e grande paz, até que a lua perca o brilho!

8
De mar a mar estenderá o seu domínio, *
e desde o rio até os confins de toda a terra!

9 Seus inimigos vão curvar-se diante dele, *
vão lamber o pó da terra os seus rivais.

10
Os reis de Társis e das ilhas hão de vir *
e oferecer-lhes seus presentes e seus dons;

– e também os reis de Seba e de Sabá *
hão de trazer-lhe oferendas e tributos.

11
Os reis de toda a terra hão de adorá-lo, *
e todas as nações hão de servi-lo.

Ant. Fiz de ti uma luz para as nações:
levarás a salvação a toda a terra.

Ant. 2 O Senhor fará justiça para os pobres
e os salva da violência e opressão.

II
12 Liberta o indigente que suplica, *
e o pobre ao qual ninguém quer ajudar.

13
Terá pena do indigente e do infeliz, *
e a vida dos humildes salvará.

14 Há de livrá-los da violência e opressão, *
pois vale muito o sangue deles a seus olhos!

=15
Que ele viva e tenha o ouro de Sabá! †
Hão de rezar também por ele sem cessar, *
bendi-lo e honrá-lo cada dia.

16 Have grande fartura sobre a terra, *
até mesmo no mais alto das montanhas;

– as colheitas florirão como no Líbano, *
tão abundantes como a erva pelos campos!

17 Seja bendito o seu nome para sempre! *
E que dure como o sol sua memória!

– Todos os povos serão nele abençoados, *
todas as gentes cantarão o seu louvor!

18 Bendito seja o Senhor Deus de Israel, *
porque só ele realiza maravilhas!

19
Bendito seja o seu nome glorioso! *
Bendito seja eternamente! Amém, amém!

Ant. O Senhor fará justiça para os pobres
e os salva da violência e opressão.

Ant. 3 Chegou agora a salvação e o reino do Senhor.
Cântico Ap 11,17-18; 12,10b-12a
O julgamento de Deus
11,17 Graças vos damos, Senhor Deus onipotente, *
a Vós que sois, a Vós que éreis e sereis,

– porque assumistes o poder que vos pertence, *
e enfim tomastes posse como rei!
(R. Nós vos damos graças, nosso Deus!)
= 18 As nações se enfureceram revoltadas, †
mas chegou a vossa ira contra elas *
e o tempo de julgar vivos e mortos,

= e de dar a recompensa aos vossos servos, †
aos profetas e aos que temem vosso nome, *
aos santos, aos pequenos e aos grandes.

(R.)
=12,10 Chegou agora a salvação e o poder †
a realeza do Senhor e nosso Deus, *
e o donio de seu Cristo, seu Ungido.

– Pois foi expulso o delator que acusava *
nossos irmãos, dia e noite, junto a Deus.

(R.)
= 11 Mas o venceram pelo sangue do Cordeiro †
e o testemunho que eles deram da Palavra, *
pois desprezaram sua vida até à morte.

12
Por isso, ó céus, cantai alegres e exultai *
e vós todos os que neles habitais!

(R.)
Ant. Chegou agora a salvação e o reino do Senhor.
Leitura breve             Tg 4,7-8.10
Obedecei a Deus, mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Aproximai-vos de Deus, e ele se aproximará de vós. Purificai as mãos, ó pecadores, e santificai os corações, homens dúbios. Humilhai-vos diante do Senhor, e ele vos exaltará.

Responsório breve
R.
Senhor, atendei minha prece,
* Meu clamor chegue a vós! R. Senhor.
V. Escutai-me, no dia em que chamo. * Meu clamor.
Glória ao Pai. R. Senhor.

Cântico evangélico, ant.
O rico em seus tormentos implorou uma gota d’água,
ele que a Lázaro negara as migalhas do seu pão.

A alegria da alma no Senhor
46 A minha alma engrandece ao Senhor 47 e se alegrou o meu esrito em Deus, meu Salvador;
48 pois ele viu a pequenez de sua serva, *
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita. 
49 O Poderoso fez por mim maravilhas *
e Santo é o seu nome!
50 Seu amor, de geração em geração, *
chega a todos que o respeitam; 
51 demonstrou o poder de seu braço, *
dispersou os orgulhosos;
52 derrubou os poderosos de seus tronos *
e os humildes exaltou;
53 De bens saciou os famintos, *
e despediu, sem nada, os ricos.
54 Acolheu Israel, seu servidor, *
fiel ao seu amor
55 como havia prometido aos nossos pais, *
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre. 
= Demos glória a Deus Pai onipotente
e a seu Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso, †
e ao Esrito que habita em nosso peito, *
pelos culos dos culos. Amém.
Ant. O rico em seus tormentos implorou uma gota d’água,
ele que a Lázaro negara as migalhas do seu pão.
Preces
Proclamemos a misericórdia de Deus, que nos ilumina com a graça do Espírito Santo, para que resplandeçam em nossas obras a justiça e a santidade; e supliquemos:

R. Dai a vida, Senhor, ao povo que Cristo redimiu!

Senhor, fonte e autor de toda santidade, fortalecei os bispos, os sacerdotes e os diáconos em sua união com Cristo por meio do mistério eucarístico, para que se renove sempre mais a graça que receberam pela imposição das mãos. R.

Ensinai os vossos fiéis a participarem de modo mais digno e ativo na mesa da Palavra e do Corpo de Cristo, para que mantenham na vida e nos costumes o que receberam pela fé e pelos sacramentos. R.

Ensinai-nos a reconhecer a dignidade de cada pessoa humana, redimida pelo Sangue de vosso Filho, e a respeitarmos a liberdade e a consciência de nossos irmãos e irmãs. R.

Fazei que todos os seres humanos saibam moderar seus desejos de bens temporais,
e atendam às necessidades do próximo. R.

(intenções livres)
Tende piedade dos fiéis que hoje chamastes desta vida para vós, e concedei-lhes o dom da eterna bem-aventurança.  
R.Pai nosso.

Oração

Ó Deus, que amais e restaurais a inocência, orientai para vós os corações dos vossos filhos e filhas para que, renovados pelo vosso Espírito, sejamos firmes na fé e eficientes nas obras. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Conclusão da Hora
O Senhor nos abençoe,
nos livre de todo o mal
e nos conduza à vida eterna. Amém.