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terça-feira, 31 de dezembro de 2019
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
26 de Dezembro - SANTO ESTÊVÃO, O PRIMEIRO MÁRTIR
26 de Dezembro - SANTO ESTÊVÃO, O PRIMEIRO MÁRTIR: A Liturgia das Horas é alimento da oração pessoal (SC 90)
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
Happy Birthday Jesus Christ

Prayer

Father of Goodness,
the birth of your Son Jesus opens a new time to the world,
a time of hope and peace.
We pray for children and adolescents,
especially those who live discouraged by their difficulties and sufferings,
who do not find opportunities to develop, feel enthusiasm for the future,
nor the support they need to have a decent life.
Help us to give them a bright future,
embracing with love the children and adolescents of today,
so they can transform the world that you have created
in a space of life and fraternity among all.
Our Father…
the birth of your Son Jesus opens a new time to the world,
a time of hope and peace.
We pray for children and adolescents,
especially those who live discouraged by their difficulties and sufferings,
who do not find opportunities to develop, feel enthusiasm for the future,
nor the support they need to have a decent life.
Help us to give them a bright future,
embracing with love the children and adolescents of today,
so they can transform the world that you have created
in a space of life and fraternity among all.
Our Father…
Offering Prayer
Father of Goodness, I know you’re with me.
Here I am on this new day.
Place my heart once more
next to the Heart of your Son Jesus,
that is given for me and that comes to me in the Eucharist.
May your Holy Spirit
make me your friend and apostle, available to your mission.
I put in your hands
my joys and hopes,
my works and sufferings,
everything that I am and have,
in communion with my brothers and sisters of this worldwide prayer network.
With Mary I offer you my journey for the mission of the Church
and for the intentions of the Pope’s Worldwide Prayer Network for this month. Amen.
Here I am on this new day.
Place my heart once more
next to the Heart of your Son Jesus,
that is given for me and that comes to me in the Eucharist.
May your Holy Spirit
make me your friend and apostle, available to your mission.
I put in your hands
my joys and hopes,
my works and sufferings,
everything that I am and have,
in communion with my brothers and sisters of this worldwide prayer network.
With Mary I offer you my journey for the mission of the Church
and for the intentions of the Pope’s Worldwide Prayer Network for this month. Amen.
terça-feira, 17 de dezembro de 2019
Artigo de Dom Walmor

Presunção e água benta
Os
ditados populares são sabedorias inscritas na vida do povo, fonte
incontestável de referências e têm a força pedagógica necessária para
importantes correções. Por isso mesmo, é oportuno lembrar, aqui, um
ditado popular recitado, em muitas oportunidades, por velha amiga com
longa experiência de vida, o que lhe confere autoridade: “presunção e
água benta, cada um pode ter o quanto quiser”. Lembrando que a escolha
equivocada é um risco. Certamente, além de afronta à civilidade, agir
com presunção pode trazer prejuízos a diferentes processos, com perdas
sociais e institucionais. É preciso, pois, buscar o remédio para esse
mal e a receita vem dos evangelhos, nos muitos ensinamentos de Jesus.
Se
a presunção não for tratada, ela se agrava e torna-se soberba, a grande
responsável pelas indiferenças, que enjaulam o ser humano na
incompetência para se relacionar. Distancia-o da sensibilidade
indispensável para o exercício da solidariedade. Deve-se buscar a
humildade, virtude que é o grande antídoto para curar presunções. Por
ser virtude, requer dinâmicas existenciais e espirituais para
desenvolvê-la. A referência a húmus, na etimologia do vocábulo
humildade, remete ao sentido de “pés no chão”, à vida em parâmetros de
simplicidade. Para se orientar a partir desses parâmetros, torna-se
oportuno cada pessoa reconhecer a sua condição frágil e mortal que é
própria de todo ser humano. Assim se encontram razões para atitudes e
hábitos simples, reconhecendo-se humilde servidor.
Desconsiderar a
humildade, nas dinâmicas espirituais e existenciais diárias, é um
risco. Pode provocar o desvirtuamento de identidades, da personalidade
e, consequentemente, desfigurar o caráter, sustentáculo para o exercício
da cidadania e da vivência autêntica da fé cristã. Há de se ter
presente que a presunção tem força de perversão. Enfraquece o
relacionamento humano, indispensável para o desenvolvimento das
iniciativas necessárias ao bem de todos. Esse mal distancia e alimenta
perigosa pretensão: se achar melhor, muitas vezes, a partir da
desvalorização do outro. Na esfera religiosa, há de se calcular o
prejuízo terrível da presunção, causa de práticas tortas, que se dizem
ligadas à fé cristã. Presunção é o habitat do orgulho e da ganância.
Manifesta-se em disputas por privilégios, na busca egoísta completamente
oposta à verdade do Evangelho, que tem por princípio fundamental a
igualdade, o sentido de pertencimento e a solidariedade.
A
presunção propicia a manipulação das razões e sentimentos religiosos,
desfigurando a autenticidade evangélica. É um mal que induz as pessoas a
buscarem somente arrebanhar mais, conquistar mais seguidores, arrecadar
mais. Os resultados são nefastos pelo desvirtuamento da genuinidade do
cristianismo, com a consequente perda de seu valor profético e
profundamente transformador de mentes e de dinâmicas culturais. No
horizonte da religiosidade, a presunção também impõe atrasos, gera
entendimentos rígidos, retrógrados, que buscam alimentar certo domínio
das aparências, servindo apenas para camuflar interesses contrários à fé
cristã e ao nobre sentido da religiosidade. Esses entendimentos
equivocados dão origem às idolatrias que alimentam perspectivas
patológicas. E não se pode considerar normal, especialmente no contexto
religioso, a idolatria a pessoas.
No mundo político não é
diferente. A presunção também alimenta a inconsciência a respeito dos
próprios limites, o que leva à lamentável perda do sentido de realidade.
Gera, assim, incapacidade para solucionar, com a necessária urgência,
os graves problemas da atualidade. A representatividade no mundo da
política, contaminada pelo veneno da presunção, limita-se a agir em
favor de oligarquias e na busca por privilégios. A presunção cega a
indispensável e saudável capacidade para a autocrítica. Em vez desse
necessário exercício, grupos e segmentos se pautam por pretensões
inconsistentes, completamente desconectadas da realidade. Contexto que
favorece a projeção de ídolos políticos revestidos de feições
religiosas. Indivíduos que fazem da política o que ela não deveria ser,
com atrasos na promoção da participação cidadã, inviabilizando,
inclusive, a renovação dos nomes no exercício da representatividade e a
rapidez na solução dos muitos problemas sociais.
Vale avançar no
horizonte deste ditado popular – “presunção e água benta, cada um pode
ter o quanto quiser”- para se reconhecer patologias que levam a atrasos
civilizatórios, com a incapacidade para se enxergar novos rumos e nomes,
novas práticas e respostas para as demandas da sociedade. Quem precisa
sair de cena não sai, por não reconhecer que é necessário fechar um
ciclo para a abertura de um novo. Alimentar a presunção é permanecer no
parâmetro da mediocridade, escondida por muitas roupagens que apenas
enganam para não ter que mudar o que precisa sofrer rápidas e urgentes
intervenções. Tudo se justifica pela deliberada falta de consciência
clarividente e de autocrítica, porque “presunção e água benta, cada um
pode ter o quanto quiser”.
Dom Walmor Oliveira de AzevedoArcebispo metropolitano de Belo Horizonte
Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

Ilustração: Jornal Estado de Minas
http://arquidiocesebh.org.br/para-sua-fe/espiritualidade/artigo-de-dom-walmor/presuncao-e-agua-benta/
sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
Meditação Diária
Dom, 1 – Domingo I do Advento – Ano A

Is 2, 1-5 / Slm 121 (122), 1-2.4-9 / Rm 13, 11-14 / Mt 24, 37-44
Começamos um novo ano litúrgico, em que seremos acompanhados pela palavra de Deus que nos apresenta o evangelista S. Mateus.
Estamos no 1.º domingo do Advento. Esta palavra «advento» foi tirada da linguagem comum, referindo a vinda de uma pessoa importante, como o imperador. A liturgia tomou este vocábulo para indicar a preparação da chegada do Rei dos reis, a vinda do Salvador do mundo, Jesus Cristo.
O profeta Isaías, falando em nome de Deus, anima o povo eleito, recordando que o Messias há de vir, sendo juiz e árbitro de paz e concórdia. Haverá mesmo uma revolução que transformará as armas de guerra em instrumentos que geram pão e progresso: «Converterão as espadas em relhas de arado e as lanças em foices. Não levantará a espada nação contra nação, nem mais se hão de preparar para a guerra».
Nos dias de hoje, seremos sinal da vinda de Cristo se as nossas qualidades, forças e autoridade servirem para criar pontes de diálogo e concórdia e para abater muros de separação e conflito. O Papa Francisco tem-nos exortado a ultrapassar toda a espécie de maledicência (intrigas, bisbilhotices, mexericos) que qualifica de «terrorismo». Usar bem a língua é uma excelente preparação do Natal de Cristo.
S. Paulo recorda-nos que seguir Jesus, viver como batizados é abandonar as obras das trevas e caminhar na luz da paz e do bem. Quem anda nas trevas maquina guerras e deixa-se arrastar por vícios que envenenam o coração humano e provocam desastres ambientais ao nosso redor: excessos antiecológicos de libertinagem de ódios e invejas, de vaidades e ciúmes agressivos. Um outro nome para falar do batismo é «iluminação», porque se fica revestido de Cristo que é a luz do mundo. O testemunho da nossa vida deve dissipar as trevas do egoísmo e iluminar a todos com a luz do amor de Cristo.
Jesus, no Evangelho, serve-Se do género apocalítico, muito comum no seu tempo, não para nos meter medo e criar ansiedade perante o que irá acontecer no futuro. Se assim fosse não se tratava da «boa nova» do Evangelho do Salvador. Perante a curiosidade de saber os imprevistos do futuro, Cristo vai ao essencial: aconteça o que acontecer, há que estar preparados. E apresenta o exemplo dos tempos que precederam o dilúvio: muitos viviam para comer, beber e divertir-se e ficaram submersos nos seus vícios. Mas alguns estavam vigilantes, com uma vida digna, e estes salvaram-se. Cristo dá ainda o exemplo dos que, na vida quotidiana, vivem no desleixo e na negligência, distraídos do que lhes compete fazer. Serão surpreendidos por qualquer ladrão que imprevistamente os assalta. Mas os que cumprem os seus deveres estão preparados para encarar o que possa acontecer de imprevisto. Viver na vigilância evangélica que Cristo nos recomenda é viver na paz da confiança.
Começamos um novo ano litúrgico, em que seremos acompanhados pela palavra de Deus que nos apresenta o evangelista S. Mateus.
Estamos no 1.º domingo do Advento. Esta palavra «advento» foi tirada da linguagem comum, referindo a vinda de uma pessoa importante, como o imperador. A liturgia tomou este vocábulo para indicar a preparação da chegada do Rei dos reis, a vinda do Salvador do mundo, Jesus Cristo.
O profeta Isaías, falando em nome de Deus, anima o povo eleito, recordando que o Messias há de vir, sendo juiz e árbitro de paz e concórdia. Haverá mesmo uma revolução que transformará as armas de guerra em instrumentos que geram pão e progresso: «Converterão as espadas em relhas de arado e as lanças em foices. Não levantará a espada nação contra nação, nem mais se hão de preparar para a guerra».
Nos dias de hoje, seremos sinal da vinda de Cristo se as nossas qualidades, forças e autoridade servirem para criar pontes de diálogo e concórdia e para abater muros de separação e conflito. O Papa Francisco tem-nos exortado a ultrapassar toda a espécie de maledicência (intrigas, bisbilhotices, mexericos) que qualifica de «terrorismo». Usar bem a língua é uma excelente preparação do Natal de Cristo.
S. Paulo recorda-nos que seguir Jesus, viver como batizados é abandonar as obras das trevas e caminhar na luz da paz e do bem. Quem anda nas trevas maquina guerras e deixa-se arrastar por vícios que envenenam o coração humano e provocam desastres ambientais ao nosso redor: excessos antiecológicos de libertinagem de ódios e invejas, de vaidades e ciúmes agressivos. Um outro nome para falar do batismo é «iluminação», porque se fica revestido de Cristo que é a luz do mundo. O testemunho da nossa vida deve dissipar as trevas do egoísmo e iluminar a todos com a luz do amor de Cristo.
Jesus, no Evangelho, serve-Se do género apocalítico, muito comum no seu tempo, não para nos meter medo e criar ansiedade perante o que irá acontecer no futuro. Se assim fosse não se tratava da «boa nova» do Evangelho do Salvador. Perante a curiosidade de saber os imprevistos do futuro, Cristo vai ao essencial: aconteça o que acontecer, há que estar preparados. E apresenta o exemplo dos tempos que precederam o dilúvio: muitos viviam para comer, beber e divertir-se e ficaram submersos nos seus vícios. Mas alguns estavam vigilantes, com uma vida digna, e estes salvaram-se. Cristo dá ainda o exemplo dos que, na vida quotidiana, vivem no desleixo e na negligência, distraídos do que lhes compete fazer. Serão surpreendidos por qualquer ladrão que imprevistamente os assalta. Mas os que cumprem os seus deveres estão preparados para encarar o que possa acontecer de imprevisto. Viver na vigilância evangélica que Cristo nos recomenda é viver na paz da confiança.
Oferecimento das Obras do Dia
Ofereço-Vos, ó meu Deus,em união com o santíssimo Coração de Jesus
e por meio do Coração Imaculado de Maria,
as orações, os trabalhos, as alegrias e os sofrimentos deste dia,
em reparação de todas as ofensas e por todas as intenções
pelas quais o mesmo divino Coração está continuamente intercedendo
e sacrificando-se nos nossos altares.
Eu Vo-los ofereço, de modo particular,
pelas intenções do Apostolado da Oração neste mês e neste dia.
https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/752
domingo, 1 de dezembro de 2019
Intenções 2019/2020

Intenção
O FUTURO DOS MAIS JOVENS (Universal)
Para que cada país tome as medidas necessárias para fazer do futuro dos mais jovens uma prioridade, sobretudo daqueles que estão a sofrer.
Reflexão
Neste mês de dezembro, o Papa Francisco tem como intenção a promoção do futuro dos mais jovens. No mês do Natal, em que celebramos o nascimento de Jesus, o ambiente em que nos movemos abre-nos ao futuro e à esperança. Cada ser humano, na sua dignidade de filho de Deus, tem direito a condições dignas para crescer, construir o seu projeto de vida, contribuir para uma sociedade mais justa.
O futuro da humanidade está nas mãos das novas gerações e é a elas que devem ser proporcionados os meios para que desempenhem a sua função no mundo e na sociedade, através da educação, cuidados de saúde, promoção de condições dignas de trabalho, que possibilitem a estabilidade das suas famílias.
É urgente que as instâncias políticas e económicas assegurem o futuro, através de medidas que privilegiem os mais jovens. Neste mês, somos convidados a rezar por aqueles que têm a capacidade e a responsabilidade de assegurar o futuro, abrindo aos jovens caminhos que não
sejam constituídos por obstáculos. Os jovens, hoje, sofrem por causa da falta de sentido, da precariedade económica, do desânimo diante do futuro, pois assistem, muitas vezes impotentes, à manutenção cega de sistemas que põem os interesses do presente à frente das necessidades e desafios do futuro.
Para isso, é importante que os jovens também se sintam implicados nas decisões que tocam o seu futuro. Neste sentido, requer-se um exercício exigente de motivação e participação, ajudando os jovens a sair de uma certa apatia que caracteriza a cultura de hoje e os faça protagonistas da História. Este exercício começa em casa, nas comunidades paroquiais, nas escolas... Como educadores, que acompanhamos os jovens no seu crescimento humano e espiritual, que estamos a fazer para os motivar a tomar nas mãos a responsabilidade do seu futuro?
Oração
Pai de Bondade,
o Natal do teu Filho Jesus
abre ao mundo um tempo novo,
tempo de esperança e de paz.
Nós Te pedimos pelos jovens,
especialmente os que vivem desanimados
nas suas dificuldades e sofrimentos,
que não encontram entusiasmo no futuro,
nem o apoio que necessitam para terem
uma vida digna.
Ajuda-nos a apostar no futuro,
abraçando com amor os jovens de hoje,
para que possam transformar o mundo
que criaste
num espaço de vida e fraternidade
entre todos.
Pai Nosso...
Desafios
- Promover, na própria comunidade, um tempo de reflexão sobre os desafios que hoje os jovens enfrentam diante do futuro, a nível social, económico, de educação, etc.
- Implicar os jovens nas decisões que afetam as suas vidas, a começar em casa, nas comunidades paroquiais, na organização da vida social e política. Que espaços de participação podem ser criados e como os tornar efetivos?
- - - Promover um tempo de oração, organizado pelos jovens, em que eles mesmos sensibilizem a comunidade para os apoiar nas suas dificuldades e motivar nos seus desejos de um futuro melhor.https://redemundialdeoracaodopapa.pt/rezar-com-o-papa/intencoes/2019/12
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