Postagens populares

sábado, 30 de maio de 2026

 Pray with the Pope: For the value of sports | June 2026

sexta-feira, 29 de maio de 2026

 "A IGNORÂNCIA DE UM ÚNICO ELEITOR EM UMA DEMOCRACIA PREJUDICA A SEGURANÇA DE TODOS."

JOHN F. KENNEDY

 Sexta-feira, 29 de Maio de 2026

8ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)
Leituras:
1Pd 4,7-13
Sl 95(96),10.11-12.13 (R. 13b)
Mc 11,11-26
PRIMEIRA LEITURA

Sede bons administradores da multiforme graça de Deus.

Leitura da Primeira Carta de São Pedro 4,7-13

Caríssimos,
7
o fim de todas as coisas está próximo.
Vivei com inteligência e vigiai, 
dados à oração.
8
Sobretudo, cultivai o amor mútuo, 
com todo o ardor,
porque o amor cobre uma multidão de pecados.
9
Sede hospitaleiros uns com os outros, 
sem reclamações.
10
Como bons administradores 
da multiforme graça de Deus,
cada um coloque à disposição dos outros 
o dom que recebeu.
11
Se alguém tem o dom de falar,
proceda como com palavras de Deus.
Se alguém tem o dom do serviço,
exerça-o como capacidade proporcionada por Deus,
a fim de que, em todas as coisas,
Deus seja glorificado, em virtude de Jesus Cristo,
a quem pertencem a glória e o poder,
pelos séculos dos séculos. Amém.
12
Caríssimos, não estranheis o fogo da provação
que alastra entre vós,
como se alguma coisa de estranho 
vos estivesse acontecendo.
13
Alegrai-vos por participar dos sofrimentos de Cristo,
para que possais também exultar de alegria
na revelação da sua glória.
Palavra do Senhor.

Salmo responsorial  Sl 95(96),10. 11-12. 13 (R. 13b)

R. O Senhor vem julgar nossa terra.

10
Publicai entre as nações: "Reina o Senhor!" †
Ele firmou o universo inabalável, *
e os povos ele julga com justiça. R.

11
O céu se rejubile e exulte a terra, *
aplauda o mar com o que vive em suas águas;
12
os campos com seus frutos rejubilem *
e exultem as florestas e as matas R.

13
na presença do Senhor, pois ele vem, *
porque vem para julgar a terra inteira.
Governará o mundo todo com justiça, *
e os povos julgará com lealdade. R.

Aclamação ao Evangelho  Cf. Jo 15,16
R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
V. Eu vos escolhi a fim de que deis 
    no meio do mundo, um fruto que dure.

EVANGELHO

Minha casa será chamada casa de oração
para todos os povos. Tende fé em Deus.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 11,11-26

Tendo sido aclamado pela multidão,
11
Jesus entrou, no Templo, em Jerusalém, 
e observou tudo.
Mas, como já era tarde, 
saiu para Betânia com os doze.
12
No dia seguinte, quando saíam de Betânia, 
Jesus teve fome.
13
De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas
e foi até lá ver se encontrava algum fruto.
Quando chegou perto, encontrou somente folhas,
pois não era tempo de figos.
14
Então Jesus disse à figueira:
"Que ninguém mais coma de teus frutos".
E os discípulos escutaram o que ele disse.
15
Chegaram a Jerusalém.
Jesus entrou no Templo e começou a expulsar
os que vendiam e os que compravam no Templo.
Derrubou as mesas dos cambistas
e as cadeiras dos vendedores de pombas.
16
Ele não deixava ninguém carregar nada através do Templo.
17
E ensinava o povo, dizendo:
"Não está escrito: 
'Minha casa será chamada casa de oração
para todos os povos'?
No entanto, vós fizestes dela uma toca de ladrões".
18
Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei ouviram isso
e começaram a procurar uma maneira de o matar.
Mas tinham medo de Jesus,
porque a multidão estava maravilhada 
com o ensinamento dele.
19
Ao entardecer, 
Jesus e os discípulos saíram da cidade.
20
Na manhã seguinte, quando passavam,
Jesus e os discípulos viram
que a figueira tinha secado até a raiz.
21
Pedro lembrou-se e disse a Jesus:
"Olha, Mestre: 
a figueira que amaldiçoaste secou".
22
Jesus lhes disse: 
"Tende fé em Deus.
23
Em verdade vos digo, 
se alguém disser a esta montanha:
'Levanta-te e atira-te no mar',
e não duvidar no seu coração,
mas acreditar que isso vai acontecer,
assim acontecerá.
24
Por isso vos digo, 
tudo o que pedirdes na oração,
acreditai que já o recebestes, e assim será.
25
Quando estiverdes rezando,
perdoai tudo o que tiverdes contra alguém,
para que vosso Pai que está nos céus
também perdoe os vossos pecados".[26]
Palavra da Salvação.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

 Leão XIV: respeito pelos textos e pelas normas da liturgia

Em sua catequese sobre a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium, o Papa reiterou que "a liturgia foi, durante séculos, um motor de evangelização". "Hoje, é necessário renovar esta energia em continuidade com a autêntica e viva tradição católica, isto é, segundo uma dinâmica destinada a introduzir os fiéis na plenitude da verdade", disse ele.

Mariangela Jaguraba – Vatican News

Na Audiência Geral desta quarta-feira (27/05), o Papa Leão XIV deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium.

Ouça e compartilhe

O Santo Padre iniciou sua catequese, recordando um trecho da Encíclica Mediator Dei, do Papa Pio XII que escreve: «A Igreja é um organismo vivo e, por isso, ainda no que diz respeito à sagrada liturgia, firme a integridade de seu ensinamento, cresce e se desenvolve, adaptando-se e conformando-se às circunstâncias e às exigências que se verificam no correr dos tempos».

Tradição e progresso

"Em plena continuidade com este princípio, o Concílio Vaticano II, no Preâmbulo da Constituição Sacrosanctum Concilium, julga «dever também interessar-se de modo particular pela reforma e incremento da Liturgia»", disse o Papa, acrescentando:

“A assembleia conciliar tinha sido convocada, de fato, com o objetivo de «fomentar a vida cristã entre os fiéis, adaptar melhor às necessidades do nosso tempo as instituições suscetíveis de mudança, promover tudo o que pode ajudar à união de todos os fiéis em Cristo, e fortalecer o que pode contribuir para chamar a todos ao seio da Igreja».”

"Naquele momento histórico, sentia-se fortemente a necessidade de uma renovação das formas rituais, através das quais, há séculos, a Igreja realizava a glorificação de Deus e a santificação do povo cristão", sublinhou o Papa.

O Pontífice disse ainda que "para facilitar o acesso dos fiéis à riqueza dos dons da graça concedidos pela sagrada liturgia, a Constituição Sacrosanctum Concilium indica, assim, com uma fórmula muito eficaz, o caminho a seguir: «Conservar a sã tradição e abrir ao mesmo tempo o caminho a um progresso legítimo»".

A liturgia foi, durante séculos, um motor de evangelização

De acordo com Leão XIV, o Concílio Vaticano II "afirma a legitimidade desse progresso enraizado na autêntica Tradição, distinguindo, no seio da liturgia, «uma parte imutável, porque de instituição divina», das «partes suscetíveis de modificação, as quais podem e devem variar no decorrer do tempo, se porventura se tiverem introduzido nelas elementos que não correspondam tão bem à natureza íntima da Liturgia ou se tenham tornado menos apropriados»".

"Mudanças deste gênero ocorreram constantemente ao longo dos séculos, a fim de permitir aos fiéis uma participação frutuosa, por meio das ações rituais, no mistério pascal de Cristo, fundamento da fé cristã", disse ainda o Papa, acrescentando:

“O culto da Igreja “encarnou-se”, portanto, nas formas culturais de cada época e foi capaz de influenciá-las e até mesmo de as transformar. A liturgia foi assim, durante séculos, um motor de evangelização. Hoje, é necessário renovar esta energia em continuidade com a autêntica e viva tradição católica, isto é, segundo uma dinâmica destinada a introduzir os fiéis na plenitude da verdade.”

Disponibilidade e de confiança em Deus

De acordo com o Papa, "o Magistério conciliar convida a evitar a desorientação dos fiéis, dissuadindo qualquer pessoa de acrescentar, retirar ou modificar algo, em matéria litúrgica, por iniciativa própria. O progresso evocado pela Constituição conciliar não compromete de modo algum a comunhão eclesial: pretende, antes, confirmá-la e favorecê-la".

A seguir, Leão XIV concluiu, dizendo:

“Exorto, portanto, todos aqueles que são chamados a preparar a celebração dos divinos mistérios, em particular os sacerdotes que exercem o ministério da presidência litúrgica, a zelarem sempre por aquele respeito pelos textos e pelas normas da liturgia que brota de uma atitude interior de disponibilidade e de confiança em Deus, manifestando humildade perante a Sua grandeza e uma sincera fidelidade à comunhão eclesial.”

Obrigado por ter lido este artigo. Se quiser se manter atualizado, assine a nossa newsletter clicando aqui e se inscreva no nosso canal do WhatsApp acessando aqui

 https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-05/papa-leao-audiencia-geral-respeito-textos-normas-liturgia.html

S. Agostinho, arcebispo de Cantuária

S. Agostinho, arcebispo de Cantuária S. Agostinho, arcebispo de Cantuária  (Joachim Schäfer - Ökumenisches Heiligenlexikon)

Dar o próprio sim ao Senhor significa também aceitar ser enviado para onde a gente não gostaria de ir, ainda mais se fosse o Papa pedir, pessoalmente. Agostino sabia muito bem disso, tanto que deixou a sua vida tranquila de Prior do Mosteiro beneditino de Santo André no Célio, em Roma, para empreender uma longa viagem para terras desconhecidas, que, além do mais, eram hostis. Agostinho aceitou por ter feito, entre outros, o voto de obediência.

Realidade complexa no além-mar

O contexto da Grã-Bretanha, entre os séculos V e VI, não era dos melhores. O país havia sido cristianizado, antes, pelos missionários celtas peninsulares, que haviam feito um excelente trabalho entre os Bretões. No entanto, foram expulsos com a chegada dos Saxões, Anglos e Jutos, povos germânicos pagãos, que começaram a invadir o território, a partir de 596.

Os Bretões, que, por sua vez, se refugiaram entre as montanhas do Gales, recaíram na idolatria. Entretanto, o rei dos Jutos de Kent, Etelberto, que conseguiu alastrar sua influência até ao Essex, Sussex e Leste inglês - terras dominadas pelos Saxões - não demonstrou ser hostil ao cristianismo. Tanto que se casou com Berta, princesa cristã, filha do rei de Paris, concordando com seu pedido para a construção de uma igreja cristã em Kent.

Neste contexto, o santo Papa Gregório Magno, entendeu que os tempos eram propícios para uma nova Evangelização daquelas terras. Esta decisão foi tomada por ficar impressionado com a beleza e a gentileza de alguns escravos ingleses, levados para Roma. Chegando a compará-los aos anjos, o Papa teve a ideia de criar, na Inglaterra, uma nova Igreja, dependente de Roma, como aquela francesa, tomando precisamente o exemplo da França como trampolim.

Início da viagem: etapa na França

Para iniciar a sua missão, o Pontífice decidiu nomear o beneditino Agostinho, que na época era Prior do Célio, em Roma, superior de 40 monges. A sua principal característica não era, certamente, a coragem, mas, sem dúvida, a sua humildade e docilidade: de fato, disse sim, imediatamente.

A delegação partiu em 597, detendo-se, como primeira etapa, na França, na ilha de Lérins. Ali, os monges, acolhidos nos mosteiros da região, ouviram histórias assustadoras de todo tipo de perversidades, cometidas pelas populações britânicas, com as quais deveriam conviver, tanto que Agostinho, aterrorizado, voltou imediatamente para ter com o Papa, pedindo-lhe para mudar seu destino. Mas, São Gregório Magno não cedeu. Para animá-lo, nomeou-o Abade e, ao voltar para a Gália, o consagrou também como Arcebispo de Arles. Finalmente, ao retomarem a viagem, os monges chegaram à Inglaterra, na ilha de Thenet.

Evangelização da Grã-Bretanha

A comunidade de monges foi acolhida pelo rei de Kent, com sua consorte cristã, e os acompanharam a Cantuária, uma cidade entre Londres e o mar, escolhida como ponto de partida da nova missão: levar a Palavra de Deus aos Ingleses.

No começo, os monges se defrontaram com uma grande resistência do povo, tanto que Agostinho adotou um meio evangelização mais brando, disposto a acolher até algumas das tradições pagãs mais tradicionais. Foi um sucesso! Em apenas um ano, mais de dez mil anglo-saxões foram batizados, praticamente todo o reino de Kent, inclusive o rei (futuro Santo), que deu a Agostinho seu total apoio, abertamente. Como reconhecimento, em 601, o Papa enviou-lhe o pálio sagrado como qual o consagrava Metropolita da Inglaterra.

Antes do seu eterno descanso, Agostinho conseguiu consagrar mais duas sedes episcopais, além de Cantuária: Londres e Rochester, cujos presbíteros escolhidos foram, respectivamente, Melito e Justo.

Com o seu falecimento, em 604, seu corpo foi sepultado em Cantuária, na igreja a ele dedicada, onde é venerado por católicos e anglicanos.

 https://www.vaticannews.va/pt/santo-do-dia/05/27/s--agostinho--arcebispo-de-cantuaria.html

 #papaleãoxiv: tenhamos a coragem do essencial! #shorts

 https://youtube.com/shorts/86xkJsofWtQ?si=BXAB9BCREHOKrlej

 Madre Teresa dignidade até o último minuto - Pe Paulo Dalladea 

https://youtube.com/shorts/Nmp1QVoWeZs?si=dq7UWNBusxqV1ON7 

 Pare de murmurar - Padre Arlindo

 https://youtube.com/shorts/VbZ0yy78LBA?si=sdmxQ4OKzJbEO3Vf

 A Homily Moment with Father Michael Coutts SJ

15 de mai.2026
📌 Join the Daily TV Mass on all your devices: https://offer.dailytvmass.com/ 
  The new Daily TV Mass app is an easy way to access our videos on all your devices. 
 📺 Subscribe to the Daily TV Mass YouTube Channel (no cost): https://www.youtube.com/dailytvmass?sub_confirmation=1 Mailing address: NCBC PO Box 54035 Markham, ON L3P 7Y4 🔷 Donate Now: https://dailytvmass.com/online-donation/ 🌐 Our Official Website: https://dailytvmass.com/ 📩 Get daily emails from Daily TV Mass with a link to the Mass and a new devotion each day, based on the daily mass readings: https://dailytvmass.com/daily-devotional/ Catholic Mass Today | Daily TV Mass Our comments are disabled, if you wish to send a message please email us at info@ncbc.ca or contact us here: https://dailytvmass.com/contact-us/ Follow Daily TV Mass: » Facebook: https://www.facebook.com/dailytvmass/ » Instagram: https://www.instagram.com/dailytvmass/ -----
Daily TV Mass is a YouTube channel from the National Catholic Broadcasting Council to provide daily Masses as a way for our community to stay near to the Church and our Catholic Faith. Masses are uploaded every day, including Sunday Mass. Join us for today's Mass. Please subscribe to our channel and turn on the bell icon 🔔 for notifications on new uploads. #mass #dailymass #dailymasstv #dailymasstoday #Catholic #CatholicMass #CatholicPrayer #eucharistarist

 https://youtube.com/shorts/EjllvGRw5_U?si=Jz-wpEfuoGLa8SHX

 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

 https://youtu.be/fbe9B3megyY?si=UkNggYmsKwGWPj9_

 13 de mai. de 2026UNITED STATES

God of the impossible is a powerful Christian worship music about miracles, breakthrough & victory in Jesus Christ. 
 
The same God who parted the Red Sea, fed Israel with manna, gave Sarah and Hannah miracle children, shut the mouths of lions, walked through the fire, and raised Jesus Christ from the dead is fighting for you right now.
 
God of the Impossible is a powerful Christian worship music and spoken-word declaration of faith for anyone facing sickness, infertility, financial struggles, anxiety, addiction, broken relationships, delayed promises, or impossible circumstances.
 
This song reminds us that nothing is too hard for the Lord. The God who performed miracles throughout the Bible still heals, restores, provides, and makes a way where there seems to be no way. 
 
Declare with us: 
 
“Nothing is too hard for the Lord.” 
 
 Scriptures Referenced Genesis 18:14 Jeremiah 32:17 📖
 
My mission: 
 
To create music that leads people closer to Jesus and reminds them that God never gives up on us—even in the storm. AI helps me express these stories with stronger visuals, richer sound, and more impactful worship experiences.
 
If this song encourages you, like, comment, and share it with someone who needs to be reminded that God still does the impossible. 
 

sábado, 9 de maio de 2026

 

Voltados para o Quadro da Virgem do Rosário de Pompeia, o momento da Súplica

A Súplica à Santíssima Virgem do Rosário de Pompeia

A Súplica foi composta por São Bartolo Longo em 1883, em resposta ao convite do Papa Leão XIII que, na sua primeira Encíclica sobre o Rosário, Supremi Apostolatus Officio, convidava os católicos a um empenho espiritual voltado a enfrentar os males da sociedade.

Vatican News

“Exatamente um ano atrás, quando me foi confiado o ministério de Sucessor de Pedro, era precisamente o dia da Súplica à Virgem do Santo Rosário de Pompeia. Eu deveria, portanto, vir aqui, para colocar meu serviço sob a proteção da Santíssima Virgem. (Leão XIV, homilia em Pompeia)”

Com o coração agradecido, no dia em que completa um ano de Pontificado e no contexto dos 150 anos do lançamento da pedra fundamental do Santuário, o Papa Leão XIV foi a Pompeia, onde na Piazza Bartolo Longo, presidiu a Santa Missa na presença de 20 mil fiéis.

Antes das palavras de agradecimento do arcebispo-prelado de Pompeia e delegado Pontifício para o Santuário, dom Tommaso Caputo, bem como da Bênção Final, foi rezada a Súplica diante da venerada imagem de Nossa Senhora do Rosário de Pompeia, escrita em 1883 e recitada solenemente duas vezes ao ano: ao meio-dia de 8 de maio e do primeiro domingo de outubro.

A Súplica foi composta por Bartolo Longo - beatificado por São João Paulo II em 26 de outubro de 1980 e canonizado por Leão XIV em  19 de outubro de 2025 - como adesão ao convite que, em sua primeira Encíclica sobre o Rosário, o Papa Leão XIII havia feito aos católicos para um empenho espiritual voltado a enfrentar os males da sociedade. De fato, em 1º de setembro de 1883, havia sido publicada a Encíclica Supremi Apostolatus Officio, com a qual o Pontífice indicava na oração do Rosário um instrumento seguro para a obtenção do bem espiritual para a sociedade e a Igreja, abaladas por “graves calamidades”.

Graças à Súplica, a difusão do culto mariano atingiu seu ápice naqueles anos. E em 8 de maio de 1915, a oração fez seu ingresso no Vaticano. De fato, ao meio dia, Bento XV, que muito estimava Bartolo Longo, bem como a Obra em Pompeia, recitou a oração na Capela Paulina juntamente com seus colaboradores, tradição que continuou com os Pontífices sucessivos.

Durante a I Guerra Mundial, ademais, de Pompeia se elevava uma invocação incessante pela paz, coerentemente com a própria missão universal, mas também em conformidade ao magistério e à política internacional de Bento XV.

Traduzida para diversas línguas – do inglês ao russo, do armênio ao chinês, do urdu aos tâmil, tornou-se uma oração universal, sendo recitada sempre ao meio dia em diversos locais do planeta, de Nova Iorque a Buenos Aires, de Toronto a Sidney, de Johannesburg a Caracas, reunindo milhares de fiéis:

Ó Augusta Rainha das Vitórias, ó Soberana do Céu e da terra, com cujo nome alegram-se os céus e tremem os abismos, ó Rainha gloriosa do Rosário, nós teus filhos devotos, reunidos no teu Templo de Pompeia neste dia solene, derramamos os afetos do nosso coração e com confiança de filhos te exprimimos as nossas misérias.

Do trono de clemência, onde estás sentada, Rainha, debruça, ó Maria, teu olhar piedoso sobre nós, sobre as nossas famílias, sobre a Itália, sobre a Europa, sobre o mundo.

Tenha compaixão das angústias e aflições que amarguram a nossa vida.

Vê, ó Mãe, quantos perigos para alma e para o corpo, quantas calamidades e aflições nos oprimem.

Ó Mãe, implora para nós a misericórdia do teu Filho divino e vence com clemência o coração dos pecadores. São nossos irmãos e filhos teus que custam sangue ao doce Jesus e entristecem o teu sensível coração.

Mostra-te a todos como és, Rainha da paz e do perdão.

Ave Maria.....

É verdade que nós, em primeiro lugar, apesar de sermos teus filhos, com os nossos pecados tornamos a crucificar Jesus em nossos corações e trespassamos outra vez o teu coração.

Confessamos que somos merecedores dos mais duros castigos, lembra-te que, sobre o Gólgota, recebeste com o Sangue divino, o testamento do Redentor moribundo que te declarava Mãe nossa, Mãe dos pecadores.

Tu então, como nossa Mãe, és a nossa Advogada, a nossa esperança.

E nós, gemendo, estendemos a ti as mãos suplicantes, gritando: Misericórdia!

Ó boa Mãe, tem piedade de nós, das nossas almas, das nossas famílias, dos nossos parentes, dos nossos amigos, dos nossos mortos, sobretudo dos nossos inimigos e de tantos que se dizem cristãos e depois ofendem o Coração amável do teu Filho.

Hoje imploramos piedade pelas nações corrompidas, pela Europa, pelo mundo, para que arrependido retorne ao teu Coração. Misericórdia para todos, ó Mãe de Misericórdia!

Ave Maria....

Digna-te ouvir-nos, ó Maria, por tua benevolência! Jesus pôs em tuas mãos todos os tesouros das suas graças e das suas misericórdias.

Sentada à direita do teu Filho, coroada Rainha, esplendorosa de glória imortal sobre todos os Coros dos Anjos.

Estende o teu domínio pela extensão dos céus e a ti a terra e todas as suas criaturas te estão sujeitas. És omnipotente por graça, por isso, Tu, então, podes ajudar-nos.

Se, por sermos filhos ingratos e indignos da tua proteção, não quereis ajudar-nos, aonde iremos, então?

Não sabemos a quem recorrer.

O teu coração de Mãe não permitirá ver-nos, teu filhos, perdidos.

O Menino que vemos sobre teus joelhos e a mística coroa que vemos em tua mão inspiram-nos confiança de que seremos ouvidos. E nós confiamos plenamente em ti, nos abandonamos como filhos fracos entre os braços da mais terna entre as mães, e, hoje mesmo, de ti esperamos as suspiradas graças.

Ave Maria....

Uma última graça nós agora te pedimos, ó Rainha, que não nos pode negar neste dia soleníssimo.

Concede a todos nós o teu amor constante e em modo especial a bênção materna.

Não nos separaremos de ti enquanto não nos abençoares.

Abençoa, ó Maria, neste momento, o Sumo Pontífice.

Aos antigos esplendores da tua Coroa, aos triunfos do teu Rosário, onde és chamada de Rainha das Vitórias, acrescenta ainda isto, ó Mãe: concede o triunfo da Religião e a paz à sociedade humana.

Abençoa os nossos Bispos, os sacerdotes, e particularmente, todos aqueles que zelam pela honra do teu Santuário.

Abençoa, por fim, todos os associados que do teu Templo de Pompeia e aqueles que cultivam e promovem a devoção ao Santo Rosário.

Ó Rosário bendito de Maria, doce Corrente que nos liga a Deus, vínculo de amor que nos une aos Anjos, torre de salvação contra os assaltos do inferno, porto seguro nos naufrágios, nós nunca te deixaremos. Serás o nosso conforto na hora da agonia, a ti o último beijo da vida que se apaga.

E o último alento dos nossos lábios será o teu nome suave, ó Rainha do Rosário de Pompeia, ó nossa querida Mãe, ó Refúgio dos pecadores, ó Soberana Consoladora dos aflitos. Sê bendita em todos os lugares, hoje e sempre, na terra e no céu. Amém.

Obrigado por ter lido este artigo. Se quiser se manter atualizado, assine a nossa newsletter clicando aqui e se inscreva no nosso canal do WhatsApp acessando aqui

 https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-05/leao-xiv-santuario-suplica-santissima-virgem-rosario-pompeia.html

 

Nossa Senhora de Pompéia e Santa Catarina de Siena — Rosary ...

O que é a Súplica a Nossa Senhora de Pompéia

Na apresentação do novo Pontífice ao mundo na sacada da Basílica de São Pedro no Vaticano, o Papa Leão XIV, fez mencão à Suplica a Nossa Senhora de Pompéia, lembrada pela Igreja naquele dia 08 de maio de 2025, mas enfim, o que significa essa súplica? Vamos juntos descobrir.

A origem da devoção a Nossa Senhora de Pompeia

A devoção a Nossa Senhora de Pompeia nasceu no coração de uma terra marcada por antigas ruínas pagãs e uma população espiritualmente abandonada. Em meio a esse vale sombrio, renasceu uma luz por meio do Santo Rosário e da poderosa intercessão da Virgem Maria. A origem está ligada a um quadro simples, representando a Virgem do Rosário entregando o terço a São Domingos e a Santa Catarina de Sena. Este quadro foi levado para Pompeia por Bartolo Longo, um leigo convertido, e milagres começaram a acontecer logo após sua exposição pública.

Essa devoção não é apenas uma tradição, mas uma resposta divina às angústias do mundo. Nossa Senhora escolheu esse vale para restaurar a fé católica e convocar os fiéis a uma vida de oração, penitência e caridade. Assim nasceu a “Nova Pompeia”: não mais marcada pela destruição, mas redimida pela graça. 

A impressionante conversão de Bartolo Longo

Bartolo Longo é uma das figuras mais extraordinárias da história da Igreja. Nascido em uma família católica, ele se afastou da fé nos tempos universitários, mergulhando nas práticas do espiritismo e do ocultismo, chegando a ser consagrado como sacerdote satânico. Sua alma, entretanto, não encontrava paz. Angustiado, deprimido, e às portas da loucura, foi salvo por um encontro providencial com o frade dominicano Alberto Radente.

Foi por meio do Rosário que Bartolo reencontrou a luz. Ele mesmo dizia: “Aquele que propaga o Rosário, será salvo!” Abandonou para sempre o ocultismo e passou a se dedicar incansavelmente à devoção mariana. Inspirado pelo exemplo de São Domingos e pela certeza do amor da Virgem, iniciou a construção de um santuário em sua honra e consagrou toda sua vida à salvação das almas. Seu lema passou a ser: “Servir a Maria é reinar.” 

A construção do Santuário de Pompeia e o poder da fé

O Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Pompeia foi erguido com a ajuda de fiéis de todo o mundo. Bartolo começou com praticamente nada: apenas o quadro, um terreno abandonado e uma fé inabalável. As graças e milagres operados pela Virgem atraíram doações e multidões. O templo cresceu e se tornou um dos maiores centros de peregrinação da Itália, abrigando obras de caridade como orfanatos, escolas e casas para viúvas e doentes.

A Basílica, consagrada em 1901, tornou-se símbolo da vitória do Rosário sobre o pecado e o abandono espiritual. Milhares de testemunhos de curas físicas e conversões espirituais estão registrados, sendo a Súplica uma das maiores expressões da confiança do povo em Maria. 

A origem da Súplica a Nossa Senhora de Pompeia

A Súplica a Nossa Senhora do Rosário de Pompeia foi escrita por Bartolo Longo em 1883, como uma oração pública e solene a ser recitada diante da imagem milagrosa da Virgem. Não se trata de uma simples oração, mas de um verdadeiro clamor coletivo à Rainha do Céu, pedindo sua intervenção materna em todas as necessidades da alma e do corpo.

A oração é composta por três partes:

  1. Ação de graças e louvor à Virgem Maria, exaltando sua bondade e poder.

  2. Confissão das misérias humanas, com profunda humildade, reconhecendo os pecados pessoais e coletivos.

  3. Petição fervorosa de graças, para a Igreja, o Papa, os pecadores, os enfermos, os oprimidos e o mundo inteiro.

O texto é recitado solenemente duas vezes por ano, nos dias 8 de maio e no primeiro domingo de outubro, mas muitos fiéis a rezam diariamente com devoção. Ela é considerada uma das mais potentes orações marianas da Igreja.

Trecho central da Súplica:

“Volvei, ó Maria, esses vossos olhos misericordiosos para nós, e vede a desolação e as angústias que nos oprimem. Tende compaixão das almas que estão em perigo de se perder. Tende compaixão dos pecadores, dos moribundos, dos pobres e dos aflitos…”

“Não desprezeis a nossa súplica, ó Rainha do Rosário de Pompeia! Pelo contrário, escutai-nos propícia, como sois poderosa!”

Por que a Súplica é tão poderosa?

  • Porque parte de um coração contrito, confiando na intercessão de Maria.

  • Porque une o povo de Deus numa prece comum, como em Pentecostes.

  • Porque é um eco das palavras da própria Mãe: “Nunca se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a Vós e não tenha sido atendido.”

Milhares de fiéis testemunham curas, conversões e transformações familiares ao recorrerem a essa oração com fé. É uma súplica que transforma lares, cura corações e abre caminhos impossíveis.

 Citações dos Papas sobre a Súplica e a devoção à Pompeia

Os Papas sempre reconheceram a grandiosidade da devoção a Nossa Senhora de Pompeia e da Súplica como expressão da fé viva da Igreja:

  • Papa Leão XIII: “A voz de Maria em Pompeia ressoa como convite à oração do Rosário em todas as famílias.”

  • São João Paulo II: “O beato Bartolo Longo nos ensina que não há abismo do qual a graça de Maria não possa nos tirar.”

  • Papa Francisco: “Em Pompeia, Maria continua a derramar as graças do Céu. A Súplica é um grito de amor que o Coração Imaculado de Maria não resiste a escutar.”

Um chamado à confiança e à oração

Diante da história de Nossa Senhora de Pompeia e da impressionante conversão de Bartolo Longo, o Céu nos recorda que nunca é tarde para recomeçar. A misericórdia de Deus, por meio do Imaculado Coração de Maria, alcança até os abismos mais profundos e transforma pecadores em apóstolos. O Rosário é a chave deste milagre: uma oração simples, acessível, mas poderosíssima.

Maria Santíssima, sob o título de Rainha do Santo Rosário de Pompeia, continua a estender suas mãos maternas a todos os que a invocam com fé. Sua súplica não conhece limites. Quantos milagres, quantas curas, quantas conversões já se realizaram à sombra de sua Basílica! Quantas famílias reencontraram a paz pela recitação do Rosário!

Hoje, Ela te chama. Sim, chama a ti, que lês estas linhas: toma o Rosário, reza com o coração, consagra-te à Mãe do Céu. Faz da tua casa um pequeno santuário onde Maria reine e Jesus seja amado. E quando as lutas vierem, quando o desespero ameaçar, volta os olhos para a Rainha de Pompeia e reza a Súplica com confiança. Porque quem se confia a Maria, jamais será abandonado.

“Ó Mãe do Rosário de Pompeia, não desprezeis a nossa súplica. Mostrai que sois nossa Mãe!”

 https://salvemariaimaculada.com.br/o-que-e-a-suplica-nossa-senhora-de-pompeia/