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domingo, 30 de maio de 2021

 Meditação Diária

Dom, 30 – Santíssima Trindade (Solenidade) – Ano B

Deut 4, 32-34.39-40 / Slm 32 (33), 4-6.9.18-20.22 / Rom 8, 14-17 / Mt 28, 16-20

É uma original realidade de fé: Deus, sendo único, é simultaneamente plural, é trindade de pessoas divinas. Em Deus existe uma paternidade, uma filiação e um amor pessoal. Trata-se de um mistério, não no sentido de ser algo tão complexo e obscuro que é incompreensível. Mistério porque é uma realidade tão profunda e rica que ultrapassa a pequenez da nossa inteligência. A Trindade Santíssima é um mistério porque o amor que Deus nos tem é desmedidamente imenso.

Segundo a palavra inspirada do livro do Deuteronómio, devemos estar conscientes que a nossa relação com Deus não parte de zero. Relacionamo-nos com o nosso máximo benfeitor, que desde a criação sempre nos tem brindado com novos presentes de graça. Deus é único e incomparável, sempre do nosso lado, em aliança eterna. Os mandamentos que nos prescreve é para que mantenhamos aberta a porta para receber os presentes que nos quer oferecer, a fim de que possamos viver felizes no amor.

São Paulo, escrevendo há dois mil anos, aos cristãos de Roma, e hoje a todos nós, usa palavras comoventes, pois nos recorda o nosso verdadeiro estatuto perante Deus infinito. Não somos seus servos ou empregados – embora ter um senhor e um patrão tão importante e amoroso já seria um privilégio. Pelo Espírito, somos filhos do próprio Deus. Realmente filhos, não por direito, mas por generosa adoção. E São Paulo conclui dizendo que este maravilhoso estatuto será confirmado pela herança que receberemos do Pai: toda a sua celestial riqueza nos será concedida em herança eterna.

A fórmula ritual do Batismo, que Mateus nos recorda na conclusão do Evangelho, explicita a Trindade pessoal de Deus, que é Pai, Filho e Espírito Santo. Jesus faz como que um seguro de vida do cristão: «Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos».

Celebrar a Santíssima Trindade deve ser também ocasião para um exame de consciência, à imitação de Deus comunidade trinitária. Todo o individualismo, narcisismo e egocentrismo é uma heresia antitrinitária, uma apostasia do estilo plural e comunitário de Deus. Quanto mais vivermos em doação altruísta, mais imitamos a originalidade do Deus de Jesus Cristo.

Porque não aproveitamos o simples gesto do sinal da cruz «em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo», que traçamos repetidamente sobre nós, para nos enamorarmos sempre mais da nossa amabilíssima Família Trinitária?

 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/1328

 

With Jesus in the morning

Begin this last Sunday of the month of May by making yourself aware of being in the presence of the Holy Trinity. Pay special attention when making the sign of the cross. Remember that we have been “baptized in the name of the Father and of the Son and of the Holy Spirit” (Matthew 28:16-20). We believe in a God who is the communion and relationship of people. And God wants to communicate with you, without haste and without conditions. Spend a little longer time today than usual in intimate contact with Him. May your offer be a sign of your availability for the mission. Our Father…

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 Con Jesús durante el día

Regalar

Recupera un momento de calma y quietud para adentrarte en la oración, en relación con Dios-Trinidad. “Lo que domina son las dinámicas de una economía y de unas finanzas carentes de ética. Lo que manda hoy no es el hombre: es el dinero” (Francisco). Trae a tu mente las diversas relaciones que has tenido hoy con tus hermanos: tu familia, tus amigos, compañeros… ¿Cómo han sido? Agradece la relación que tienes con ellos. ¿Hay alguien a quien no hayas dedicado hoy tiempo suficiente y quizá lo necesita? ¡Aún estás a tiempo de hacerlo! Regala un poco de tu tiempo a alguien.


terça-feira, 25 de maio de 2021

 

Com Jesus à Tarde

“O sol só difunde luz e não pode ser causador de trevas. Da mesma forma, Deus só pode realizar boas obras, visto que é a bondade infinita e a própria luz” (São Lourenço de Bríndisi). A intenção da bondade é sempre reta. E ela é contagiosa! A bondade afasta o mal, a inveja, o egoísmo e o orgulho do nosso coração. Não há como uma pessoa exercer a bondade com interesse porque a essência dela é o amor ao próximo. Pessoas bondosas e generosas sabem compartilhar o que têm, desde os bens materiais aos intelectuais. Vale a pena cultivar pessoas assim por perto e buscar ser uma pessoa boa e agradável a Deus.

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segunda-feira, 24 de maio de 2021


 Divino mistério

Nas línguas de fogo desceu o Divino e
pousou nos humildes medrosos.
Sentiram a voz do Pai amado e
entenderam as palavras do Mestre.
Vinde e vede! Vos fareis pescadores de homens!
Dominados pelo Divino saíram pelo mundo
falando do mistério e d’Aquele que os libertou.
Um pequeno grupo ungido pelo amor e
entre eles a santa testemunha,
a Mãe das mães que confirma o magnificat
exaltando o poder de Deus.
Todos saíram do cenáculo revigorados.
Sentiram a paz, soltaram as correntes da tristeza
e seguiram tocados pela carícia do Ressuscitado.
Daquela festa do Espírito somos alimentados.
O Divino segue suscitando vidas e
modelando as argilas do Evangelho.
O vento de sua benevolência sopra eterno
e não passa sem cantar a canção da luz.
É o Divino mistério que nos recebe e
nos atrai ao jardim dos enamorados.
Divino mistério tão delicado e tão dedicado
que pousa, faz morada e cuida da criação.
Trabalha em nosso íntimo para voltarmos da missão
transfigurados e entrarmos no banquete da vida
Iluminados pela verdade do reino.
Divino Espírito, Divino Santo, vem, aleluia!
Pe. Nilton Cesar Boni cmf


 É tão bom saber, que seja da terra santa, a qualquer outro país desta terra poderemos encontrar a casa que nos acolhe através do dom do Divino Espírito Santo. Que não importa a língua, cultura ou estado físico vc pode entrar e comungar o corpo e sangue de Cristo como ele pediu para fazer. E assim, sempre haverá uma casa santa, falando a língua do amor a qual todo cristão católico pertence, chamada Igreja, esperando de portas abertas para que pelo amor deixado por Cristo possamos ser todos irmãos sem protestos, sem congregações diferentes, sem guerras, sem políticas, sem distinções, quaisquer que sejam... só com o verdadeiro ensinamento do amor, que apesar de toda e qualquer situação, nos uni e unirá sempre nos mandamentos de Deus!! 

Danielle SABS. 24/05/2021

domingo, 23 de maio de 2021

 2021.05.23 Santa Messa nella solennità di Pentecoste

Papa: A Igreja não é de direita nem de esquerda, é o templo do Espírito Santo

“Hoje, se dermos ouvidos ao Espírito, deixaremos de nos focar em conservadores e progressistas, tradicionalistas e inovadores, de direita e de esquerda; se fossem estes os critérios, significaria que na Igreja se esquece o Espírito. O Paráclito impele à unidade, à concórdia, à harmonia das diversidades", disse o Papa, presidindo a missa na Solenidade de Pentecostes.

Bianca Fraccalvieri - Cidade do Vaticano

Dom supremo, dom dos dons, o Espírito Santo diz à Igreja que hoje é o tempo da consolação: na Solenidade de Pentecostes, o Papa Francisco presidiu à Santa Missa na Basílica de São Pedro.

Na homilia, o Pontífice se inspirou no trecho proposto pela liturgia, extraído do Evangelho de João: «Virá o Paráclito, que Eu vos hei de enviar da parte do Pai» (cf. Jo 15, 26). E foi justamente a esta palavra – Paráclito – que Francisco fez a sua reflexão, explicando seus dois significados: Consolador e Advogado.

 O Consolador perfeito

Hoje, Jesus nos oferece o “Consolador perfeito”, pois todos nós procuramos consolações em momentos difíceis. Todavia, explicou o Papa, as consolações do mundo são como os anestésicos: oferecem um alívio momentâneo, mas não curam o mal profundo que temos dentro. Já o Espírito Santo age no íntimo dos nossos corações.

“Irmã, irmão, se você sente o breu da solidão, se carrega dentro um peso que sufoca a esperança, se tem no coração uma ferida que queima, se não encontra a via de saída, abra-se ao Espírito Santo.”

Os discípulos são o exemplo de que tudo muda quando recebem o Paráclito: os problemas e defeitos permanecem os mesmos, mas eles já não os temem.

O Papa convidou os fiéis a se tornarem paráclitos, consoladores, e isto é possível não fazendo grandes discursos, mas se aproximando das pessoas; não com palavras empolgadas, mas com a oração e a proximidade.

“O Paráclito diz à Igreja que hoje é o tempo da consolação. É o tempo do anúncio feliz do Evangelho, mais do que do combate ao paganismo. É o tempo para levar a alegria do Ressuscitado, não para nos lamentarmos do drama da secularização.”

O Advogado que sopra o Espírito da verdade

Na sequência, Francisco explicou o segundo significado do termo Paráclito: o Advogado. Não se trata de falar pelo acusado, mas de inspirar pensamentos e sentimentos.

E o Espírito o faz com delicadeza, propondo, não se impondo. O Papa então identificou três sugestões típicas que o Paráclito oferece, que são antídotos contra três tentações atualmente difusas: viver no presente, procurar o conjunto e colocar Deus antes do eu.

O Paráclito afirma o primado do hoje, a graça do presente. “Não há tempo melhor para nós: agora e aqui onde estamos é o único e irrepetível momento para fazer bem, fazer da vida uma dádiva. Vivamos no presente!”

Depois, o primado do conjunto, não da parte: “Hoje, se dermos ouvidos ao Espírito, deixaremos de nos focar em conservadores e progressistas, tradicionalistas e inovadores, de direita e de esquerda; se fossem estes os critérios, significaria que na Igreja se esquece o Espírito. O Paráclito impele à unidade, à concórdia, à harmonia das diversidades. Faz-nos sentir parte do mesmo Corpo, irmãos e irmãs entre nós. Procuremos o conjunto!”

“O inimigo quer que a diversidade se transforme em oposição e por isso a transforma em ideologias. Dizer "não" às ideologias, "sim" ao conjunto.”

Por fim, o primado da graça: "Só deixaremos espaço ao Senhor, se nos esvaziarmos de nós mesmos; só como pobres em espírito é que nos tornamos ricos de Espírito Santo. Isto vale também para a Igreja. Com as nossas forças, não salvamos ninguém, nem sequer a nós mesmos." (...) "A Igreja não é uma organização humana, é o templo do Espírito Santo. Coloquemos Deus em primeiro lugar!"

Francisco conclui sua homilia com uma oração:

“Espírito Santo, Espírito Paráclito, consolai os nossos corações. Fazei-nos missionários da vossa consolação, paráclitos de misericórdia para o mundo. Ó nosso Advogado, suave Sugeridor da alma, tornai-nos testemunhas do hoje de Deus, profetas de unidade para a Igreja e a humanidade, apóstolos apoiados na vossa graça, que tudo cria e tudo renova.”

 https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2021-05/papa-francisco-homilia-pentecostes-espirito-santo.html

 

Diário de Oração - Salmo 127, 1 - 23/09/2014

 

https://www.pensador.com/frase/MTA4ODg2/ 
Vem Espírito Santo de Deus iluminar- nos, abençoar-nos e aquecer nossas mentes e corações !
 
"Que o Divino Espírito Santo seja uma “presença” 
que traz a promessa de renascimento, dons e graças!"
Meditação Diária
Dom, 23 – Pentecostes (Solenidade) – Ano B

At 2, 1-11 / Slm 103 (104), 1ab.24ac.29bc-31.34 / 1 Cor 12, 3b-7.12-13 / Jo 20, 19-23

O Pentecostes era uma festa muito antiga dos judeus, que ocorria 50 dias depois da Páscoa. Nela se celebrava a chegada do povo judeu ao monte Sinai. Aí Moisés recebeu de Deus a Lei fundamental, que iria orientar toda a vida do povo eleito. No contexto desta celebração, o evangelista Lucas apresenta a descida do Espírito Santo como a nova lei, na continuação da missão de Jesus, que subiu ao Céu.

A vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos causa uma feliz revolução: o medo transforma-se em coragem; a multiplicidade de povos e de línguas deixa de ser um obstáculo à comunicação e passa a ser compreensão e entendimento entre todos. As nossas famílias, comunidades e grupos não precisarão de se deixar converter pelo Espírito de Deus, a fim de que haja mais coragem em tomar as decisões necessárias e para que se promova mais entendimento e união a partir das múltiplas diversidades?

São Paulo escreve aos cristãos de Corinto, onde se notavam discórdias e divisões: direitos que se transformavam em privilégios; qualidades que se usavam como um pódio de prestígio e honra. O que há de bom e excelente em cada um deve ser usado como instrumento de serviço e não como um pedestal de glória pessoal: «Em cada um se manifestam os dons do Espírito para o bem comum», recorda Paulo. A família ou a comunidade perfeita, aquela que é modelada pelo Espírito de Deus, é a que põe como prioridade o bem comum. Só servindo os outros, inspirados pelo Espírito, somos verdadeiramente amigos de nós mesmos.

O Evangelho de João sublinha que a presença de Jesus ressuscitado no meio dos crentes é fonte de alegria que afugenta o medo. Não é verdade que precisamos de vivenciar a presença de Jesus vencedor da morte no meio de nós, desfazendo-nos de pessimismos derrotistas e abrindo-nos ao dom do Espírito Santo que nos ressuscita da letargia do desânimo impaciente? Celebrar o Pentecostes não é uma recordação histórica de um acontecimento de há dois mil anos. É fazer festa porque Deus está connosco, é nosso fundamental aliado e atua em nós pelo Espírito Santo e santificador.

 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/1319


sábado, 22 de maio de 2021

Muito bom dia pra você!!

Quanto mais fixamos nossos olhos em Jesus, colocamos nossa prioridade Nele e em Seu Caminho.

Colocamos Nosso Pai Celestial na vanguarda de nossos dias, permitindo-nos segui-Lo em vez de seguir nossa própria direção.

Começar o dia com oração e petição permite-nos estar abertos e receptivos à Sua Vontade em vez da nossa própria vontade ou ao que o mundo está nos propondo.

Os caminhos de Deus deveriam ser os nossos caminhos, os pensamentos de Deus... os nossos pensamentos.

Devemos ter a humildade de entregar nosso desejo de “controlar” a Ele – confiando na Sua direção.

E não vamos perguntar “por que” com um espírito de rebeldia, mas “por que”, com disponibilidade e expectativa.

Com confiança incondicional na Vontade de Deus, devemos ousar mais, deixar ir e permitir que Deus trabalhe em nós e através de nós!!

Tenha um bom e santo dia na presença do Senhor e da Senhora!

Pe. Everaldo, cp!!

 

 https://www.facebook.com/paroquiabomjesusdocabral/photos/a.113837760305784/328101428879415

 História de Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia era filha única. Nasceu em maio do ano de 1381, nas montanhas em Roccaporena,  perto de Cássia, região da Umbria, Itália. Era filha de Antônio Mancini e Amata Ferri, casal de muita oração e do qual todos gostavam. Não sabiam ler nem escrever, mas ensinaram à filha tudo sobre a fé em Jesus e Nossa Senhora. Eles contavam a ela também histórias de vida de muitos santos e santas, o que muito contribuiu para sua formação.

Vida de Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia queria ser religiosa, mas seus pais escolheram para ela um marido, como era costume na época. O marido escolhido foi Paolo Ferdinando. Não foi uma boa escolha, pois Paolo era um infiel no matrimônio e tinha o hábito de beber demais. Por causa dele, Santa Rita sofreu por 18 anos, período em que foi casada. O casal teve dois filhos. Durante o tempo de casada, Rita demonstrou  muita paciência e resignação por tudo que sofreu.

Mesmo sofrendo, ela nunca deixou de rezar pela conversão dele. Por fim, a mansidão e o amor de Rita transformaram aquele homem rude e bruto. Paolo se converteu e mudou sua vida conjugal de tal forma que as amigas de Rita e as mulheres da cidade vinham aconselhar-se com ela.

Paolo, embora verdadeiramente convertido, tinha deixado um rastro de violência e rixas entre alguns grupos da cidade. Assim, um dia ele saiu para trabalhar e não voltou para casa. Santa Rita de Cássia teve a certeza de que algo horrível tinha acontecido.

No dia seguinte ele foi encontrado morto. Tinha sido assassinado. Seus dois filhos, que já eram jovens, juraram vingar a morte do pai. Santa Rita, então, pediu a Deus que não deixasse eles cometerem esse pecado mortal. Logo os dois ficaram muito doentes, de forma incurável. Antes que eles morressem, porém, Santa Rita ajudou os dois a se converterem, ao amor de Deus e ao perdão. A graça foi tão grande que os dois conseguiram perdoar o assassino do pai, e morreram.

Parece estranho, mas a morte dos dois filhos de Santa Rita quebrou uma corrente de ódio e vingança que poderia durar anos, causando muito mais sofrimentos e mortes. Depois disso, Santa Rita de Cássia teve a certeza em seu coração de que os três estavam juntos no céu. Assim, tudo tinha valido a pena.

Deus coloca Santa Rita de Cássia  no convento

Santa Rita, estando sozinha na vida, quis entrar para o convento das irmãs Agostinianas, obedecendo ao chamado que sentia desde menina. As irmãs, porém, estavam em duvida sobre sua vocação, visto que tinha sido casada, o marido fora assassinado e os dois filhos morreram de peste. Por tudo isso, elas não queriam aceitar Rita no convento.

Então, numa noite, Santa Rita dormia, quando ouviu uma voz chamando: Rita. Rita. Rita.

Ela abriu a porta e estavam ali, São Francisco, São Nicolau e São João Batista. Eles pediram que ela os seguisse e depois de andarem pelas ruas, os santos desapareceram e Rita sentiu um suave empurrão. Ela caiu em êxtase e, quando voltou a si, estava dentro do mosteiro, estando este com as portas trancadas. Então as freiras não lhe puderam negar a entrada. Rita viveu ali por quarenta anos.

Milagres de Santa Rita de Cássia

Em dúvida se vocação de Rita era verdadeira, a superiora mandou-a regar um pedaço de madeira seca que estava no jardim do convento. Ela deveria fazer aquilo por um ano. Rita obedeceu com paciência e amor. Depois de um ano, para a surpresa de todos, mais um milagre aconteceu: o galho se transformou numa videira que dá uvas até hoje.

Sofrimento de Cristo no corpo de Santa Rita de Cássia

Orando aos pés da cruz Santa Rita de Cássia pediu a Jesus que pudesse sentir um pouco das dores que ele sentiu na sua crucificação. Então, um dos espinhos da coroa de Jesus cravou-se em sua cabeça e Santa Rita sentiu um pouco daquela dor terrível que Jesus passou.

O espinho fez em Santa Rita uma grande ferida, de tal forma que ela tinha que ficar isolada de suas irmãs. Assim, ela fazia mais orações e jejuns para Deus. Santa Rita de Cássia ficou com a ferida por 15 anos. A chaga só foi curada quando Irmã Rita foi a Roma, no ano santo. Quando voltou ao mosteiro, porém, a ferida se abriu novamente.

Morte de Santa Rita de Cássia

No dia 22 de maio de 1457, o sino do convento começou a tocar sozinho. Santa Rita estava com 76 anos. Sua ferida cicatrizou-se e seu corpo começou a exalar um perfume de rosas. Uma freira chamada Catarina Mancini, que tinha um braço paralítico, ao abraçar Santa Rita de Cássia em seu leito de morte, ficou curada.

No lugar da ferida apareceu uma mancha vermelha que exalava um perfume celestial que encantou a todos. Logo apareceu uma multidão para vê-la. Então, tiveram que levar seu corpo para a igreja e lá está até hoje, exalando suave perfume, que a todos impressiona.

Devoção a Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia foi beatifica no ano 1627, em Roma, pelo Papa Urbano Vlll. Sua canonização foi no ano de 1900, no dia 24 de maio, pelo Papa Leão Xlll e sua festa foi é comemorada no dia 22 de maio de todo ano.

No nordeste do Brasil, na cidade de Santa Cruz, Rio Grande do Norte, ela é sua padroeira, inclusive lá está a maior estátua católica do mundo, com 56 metros de altura. Santa Rita é considerada a Madrinha dos sertões. Em Minas Gerais existe a Cidade de Cássia que Santa Rita também é a padroeira, e seu aniversário é no dia 22 de maio também.

Oração a Santa Rita de Cássia

Ó Poderosa e Gloriosa Santa Rita de Cássia, eis, a vossos pés, uma alma desamparada que, necessitando de auxilio, a vós recorre com a doce esperança de ser atendida por vós que tem o título de Santa dos casos impossíveis e desesperados. Ó cara Santa, interessai-vos pela minha causa, intercedei junto a Deus para que me conceda a graça, de que tanto necessito, (fazer o pedido). Não permitais que tenha de me afastar de vossos pés sem ser atendido. Se houver em mim algum obstáculo que impeça de alcançar a graça que imploro, auxiliai-me para que o afaste. Envolvei o meu pedido em vossos preciosos méritos e apresentai-o a vosso celeste esposo, Jesus, em união com a vossa prece. Ó Santa Rita, eu ponho em vós toda a minha confiança. Por vosso intermédio, espero tranquilamente a graça que vos peço. Santa Rita, advogada dos impossíveis, rogai por nós.

 https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-santa-rita-de-cassia/106/102/

segunda-feira, 17 de maio de 2021

 

  • NOVO TESTAMENTO
      • PRIMEIRA CARTA AOS CORÍNTIOS
Precedente - Sucessivo


11

1 Sejam meus imitadores, como também eu o sou de Cristo.

3. Assembléias litúrgicas

Eucaristia e coerência -* 17 Dito isso, não posso elogiar vocês, porque as suas assembléias, em vez de ajudá-los a progredir, os prejudicam. 18 Antes de tudo, ouço dizer que, quando estão reunidos em assembléia, divisões entre vocês. E, em parte, eu acredito nisso. 19 É preciso mesmo que haja divisões entre vocês, a fim de que se veja quem dentre vocês resiste a essa prova. 20 De fato, quando se reúnem, o que vocês fazem não é comer a Ceia do Senhor, 21 porque cada um se apressa em comer a sua própria ceia. E, enquanto um passa fome, outro fica embriagado. 22 Será que vocês não têm suas casas onde comer e beber? Ou desprezam a Igreja de Deus e querem envergonhar aqueles que nada têm? O que vou dizer para vocês? Devo elogiá-los? Não! Nesse ponto não os elogio.

23 De fato, eu recebi pessoalmente do Senhor aquilo que transmiti para vocês. Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão 24 e, depois de dar graças, o partiu e disse: «Isto é o meu corpo que é para vocês; façam isto em memória de mim.» 25 Do mesmo modo, após a Ceia, tomou também o cálice, dizendo: «Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; todas as vezes que vocês beberem dele, façam isso em memória de mim.» 26 Portanto, todas as vezes que vocês comem deste pão e bebem deste cálice, estão anunciando a morte do Senhor, até que ele venha.

27 Por isso, todo aquele que comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. 28 Portanto, cada um examine a si mesmo antes de comer deste pão e beber deste cálice, 29 pois aquele que come e bebe sem discernir o Corpo, come e bebe a própria condenação. 30 É por isso que entre vocês tantos fracos e enfermos, e muitos morreram. 31 Se nós examinássemos a nós mesmos, não seríamos julgados; 32 mas, o Senhor nos corrige por meio de seus julgamentos, para que não sejamos condenados com o mundo.

33 Em resumo, irmãos, quando vocês se reúnem para a Ceia, esperem uns pelos outros. 34 Se alguém tem fome, coma em sua casa. Assim vocês não estarão se reunindo para a própria condenação. Quanto ao resto darei instruções quandochegar.





* 17-34: O texto é o mais antigo testemunho sobre a Eucaristia: foi escrito no ano 56, dez anos antes dos Evangelhos. No início, a celebração eucarística se fazia depois de uma ceia, onde todos repartiam os alimentos que cada um levava. Em Corinto surge um problema: nas celebrações está havendo divisão de classes sociais e de mentalidades diferentes. Muitos chegam atrasados, provavelmente porque estavam trabalhando, e não encontram mais nada. Resultado: em vez de ser um testemunho de partilha, a celebração está se tornando lugar de ostentação, foco de discriminação e contrastes gritantes. A situação oferece oportunidade para um discernimento: quem é cristão de fato?

Nesse contexto, Paulo relembra a instituição da Eucaristia. Ela é a memória permanente da morte de Jesus como dom de vida para todos (corpo e sangue). A Eucaristia é a celebração da Nova Aliança, isto é, da nova humanidade que nasce da participação no ato de Jesus, não só no culto, mas na vida prática. Por isso, a comunidade que celebra a Eucaristia anuncia o futuro de uma reunião de toda a humanidade.

Voltando ao problema, Paulo interpela a comunidade a examinar-se: Não será uma incoerência celebrar a Eucaristia quando na própria celebração se fazem distinções e se marginalizam os mais pobres? Anteriormente (10,17), Paulo salientara que, ao participar da Eucaristia, a comunidade forma um só corpo. Se a comunidade não entender isso («sem discernir o Corpo», v. 29), estará celebrando a sua própria condenação, pois desligará a Eucaristia do seu antecedente e de suas conseqüências práticas: solidariedade e partilha.

O julgamento do Senhor se manifesta de dois modos: a própria Eucaristia se torna testemunho contra a comunidade; ao mesmo tempo, a fraqueza, doença e morte de muitos membros testemunham a falta de partilha e solidariedade.

Paulo termina com duas orientações práticas: esperar que todos cheguem para começar juntos a reunião (v. 33), e não transformá-la em ocasião de ostentação e gula (vv. 21 e 34).


http://www.paulus.com.br/biblia-pastoral/_PZD.HTM


 

domingo, 16 de maio de 2021

A indignação do Papa com a violência na Terra Santa

 Meditação Diária

Dom, 16 – Ascensão do Senhor (Solenidade) – Ano B / Dia Mundial das Comunicações Sociais

At 1, 1-11 / Slm 46 (47), 2-3.6-9 / Ef 1, 17-23 / Mc 16, 15-20

A descrição da Ascensão de Jesus ao Céu que nos faz o autor dos Atos dos Apóstolos não é uma reportagem de um cronista, mas antes uma lição de catequese: Cristo, que deu a vida por nós numa cruz e ressuscitou vitorioso, entra na glória do reino dos Céus, onde intercede por nós e nos prepara um lugar.

Cristo, prestes a deixar este mundo na sua experiência de assumir a nossa corpórea humanidade, observa que os seus discípulos ainda não tinham compreendido a sua missão: «Senhor, é agora que vais restaurar o reino de Israel?» É o caminho de crescimento espiritual que nós, seguidores de Jesus, precisamos de percorrer: o que eu desejo que Cristo seja na minha vida corresponde ao que Ele quer de mim?

São Paulo, escrevendo aos cristãos de Éfeso, deseja que todos nós aspiremos a uma sabedoria que é dom de Deus, que ultrapassa o que os livros e os mestres nos podem ensinar. Assim compreenderemos «a esperança a que somos chamados», que não é um vago desejo, mas a certeza de sermos amados por Deus que nos comunica a sua vida até chegarmos à plenitude de Cristo, cabeça do corpo do qual somos membros.

O evangelista Marcos apresenta a ascensão de Jesus ao Céu no contexto da missão dada aos apóstolos. Não se trata de contemplar o triunfo de Cristo, mas de continuar a sua missão na terra, levando a mensagem do Evangelho até aos confins do mundo. A garantia da realização da nossa missão de comunicadores da Boa Nova de Jesus não está nas nossas capacidades e virtudes, mas no poder do Senhor que nos envia.

Neste domingo celebra-se o 55.º Dia Mundial das Comunicações Sociais. O Papa Francisco tomou como tema da sua mensagem para o presente ano: «Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como estão». É que nada substitui o ver e conhecer pessoalmente, com realismo, ultrapassando os palpites do «parece que» e o nebuloso «dizem que disse». Rezemos pelos jornalistas, agradecendo o seu serviço e pedindo a graça de serem fiéis à verdade e à proximidade com as pessoas.

 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/1309

 

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Papa Francisco: rezar não é algo fácil

Este é o caminho da oração de contemplação: eu olho para Ele, Ele olha para mim! Esta ação de amor em diálogo silencioso com Jesus faz tão bem à Igreja”.
— Papa Francisco, 5 de maio de 2021
https://www.passo-a-rezar.net/ 

Pray every day

may 14 2021

With Jesus during the day

In a moment of rest, reflect on the words of the Pope’s intention for this month: “Among the factors that exacerbate the problems are an economy and finances that, instead of serving the concrete human being, are mainly organized to serve themselves and escape the control of the public authorities, who remain responsible for the common good, but lack the necessary tools to moderate the exaggerated appetites of a few.” Are your jobs and actions aimed at serving yourself or others? Renew your resolutions and purpose for today.

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domingo, 9 de maio de 2021

Materna paixão

Deus é mãe que gera.
Fez Eva de um pedaço de osso,
esculpiu-a do lado do homem.
Dessa união surgimos nós,
de uma força chamada amor.
Deus é uma mãe enamorada, encantada.
Maternidade é paixão, um tesouro raro
dado a quem pode guardar.
Não é jogo, é serviço sagrado.
Vidas que importam, que interagem,
que se santificam através dos olhares.
Maternidade é cuidar das vidas,
cercar com atenção e amizade,
abraçar com respeito e tecer a veste da luz.
Formar os filhos apaixonados como Deus,
enviá-los ao mundo lapidados por sentido,
moldar na gratidão e na humildade,
são os dons da maternidade!
Mães amadas dão amor.
São elas os preciosos instrumentos de Deus
que tiram do seu coração a graça materna
fazendo germinar o sonho da criação.
Materna paixão, Deus é bom!
Em cada mãe há um nascer de esperança,
a simplicidade de uma criança,
a realização de um projeto.
Deus é bom, materna paixão é gratidão!
(Pe. Nilton Cesar Boni cmf)



quinta-feira, 6 de maio de 2021

Liturgia Diária

5ª-feira da 5ª Semana da Páscoa

6 de Maio de 2021

Cor: Branco

Salmo - Sl 95, 1-2a. 2b-3. 10 (R. Cf. 3)

R. Anunciai as maravilhas do Senhor entre todas as nações.

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia


1Cantai ao Senhor Deus um canto novo,
cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira!*
2aCantai e bendizei seu santo nome!R.

2bDia após dia anunciai sua salvação,
3manifestai a sua glória entre as nações,*
e entre os povos do universo seus prodígios!R.

10Publicai entre as nações: 'Reina o Senhor!'+
Ele firmou o universo inabalável *
pois os povos ele julga com justiça.R.

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domingo, 2 de maio de 2021

 

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IV. SOFRIMENTOS DE JEREMIAS

O destino da palavra profética -* 1 No quarto ano de Joaquim, filho de Josias, rei de Judá, Javé dirigiu esta palavra a Jeremias: 2 Tome um pergaminho e escreva nele tudo o que eu lhe disse sobre Israel, sobre Judá e todas as nações, desde o dia em que comecei a falar com você, no tempo de Josias, até hoje. 3 Quem sabe a gente de Judá toma conhecimento de toda a desgraça que eu estou planejando fazer contra eles, para ver se cada um se converte de sua conduta e eu possa perdoar suas faltas e pecados.

4 Então Jeremias chamou Baruc, filho de Nerias, que escreveu num pergaminho tudo o que Javé tinha dito a Jeremias e que este ia ditando. 5 Depois Jeremias disse a Baruc: «Estou preso e não posso ir ao Templo de Javé. 6 você e leia neste pergaminho as palavras de Javé, que eu ditei e você escreveu. Leia para que o povo possa ouvir, quando ele estiver no Templo de Javé no dia do jejum. Leia em voz alta também para todos os de Judá que vêm de suas cidades. 7 Talvez eles se humilhem com súplicas diante de Javé, e cada um se converta de sua conduta, pois é grande a ira e o furor que Javé demonstra contra esse povo». 8 Baruc, filho de Nerias, fez como o profeta Jeremias lhe ordenara, e leu no Templo as palavras de Javé.

9 No nono mês do quinto ano de Joaquim, filho de Josias, rei de Judá, foi convocado um jejum em honra de Javé para todo o povo de Jerusalém e para todos os que vinham das outras cidades de Judá para Jerusalém. 10 Então Baruc leu, no Templo de Javé, para o povo todo ouvir, as palavras de Jeremias que ele tinha escrito no pergaminho. Baruc estava no compartimento de Gamarias, filho do escrivão Safã, no balcão de cima, à entrada da Porta Nova do Templo de Javé. 11 Miquéias, filho de Gamarias e neto de Safã, ouviu as palavras de Javé lidas no pergaminho. 12 Em seguida, ele desceu até o palácio do rei e foi ao compartimento do escrivão. Aí encontrou todas as autoridades: o escrivão Elisama; Dalaías, filho de Semeías, Elnatã, filho de Acobor; Gamarias, filho de Safã; Sedecias, filho de Hananias; e outras autoridades. 13 Miquéias contou-lhes tudo o que tinha ouvido, quando Baruc leu o pergaminho na presença do povo.

14 Essas autoridades enviaram, então, Judi, filho de Natanias, e Selemias, filho de Cusi, para dizerem a Baruc que pegasse o pergaminho que tinha lido para o povo e fosse aonde eles estavam. Baruc, filho de Nerias, pegou o pergaminho e foi procurá-los. 15 Eles lhe disseram: «Agora sente-se aí e leia para nós». Baruc leu para eles ouvirem. 16 Quando acabaram de ouvir tudo, olharam assustados uns para os outros, e disseram a Baruc: «Temos que contar para o rei tudo o que está escrito aí!» 17 E perguntaram a Baruc: «Conte-nos: como foi que você escreveu tudo isso18 Baruc respondeu: «Jeremias foi ditando para mim e eu fui escrevendo tudo a tinta no pergaminho». 19 Então as autoridades disseram a Baruc: « e esconda-se com Jeremias. E que ninguém fique sabendo onde vocês estão». 20 Depois foram encontrar o rei no pátio do palácio. Deixaram o pergaminho no compartimento do escrivão Elisama, e contaram tudo ao rei.

21 Imediatamente o rei mandou que Judi fosse buscar o pergaminho. Ele pegou o pergaminho na sala do escrivão Elisama e leu para o rei e para as autoridades que estavam junto dele. 22 O rei estava na ala de inverno do palácio, pois era o nono mês; e havia um braseiro aceso diante do rei. 23 Cada vez que Judi acabava de ler três ou quatro colunas do pergaminho, o rei cortava os pedaços com a faca do escrivão e os atirava no fogo do braseiro. Fez assim até que todo o pergaminho foi queimado no braseiro. 24 Ninguém se impressionou, ninguém rasgou as vestes, nem o rei nem os seus ministros, ao ouvirem aquelas palavras. 25 Somente Elnatã, Dalaías e Gamarias pediram ao rei para não queimar o pergaminho, mas ele não lhes deu ouvidos. 26 Por fim, o rei mandou Jeremiel, oficial do palácio, Saraías, filho de Azriel, e Selemias, filho de Abdeel, que fossem prender o escrivão Baruc e o profeta Jeremias. Javé, porém, os escondeu.

27 Depois que o rei queimou o pergaminho que continha as palavras escritas por Baruc e ditadas por Jeremias, Javé dirigiu esta palavra a Jeremias: 28 Pegue de novo outro pergaminho e escreva nele tudo o que estava escrito no primeiro pergaminho que Joaquim, rei de Judá, queimou. 29 Você deverá dizer o seguinte a Joaquim, rei de Judá: Assim diz Javé: Você queimou o pergaminho, dizendo: «Por que você escreveu nele que o rei da Babilônia virá sem dúvida nenhuma destruir este país e dele fará desaparecer os homens e os rebanhos»? 30 Por isso, assim diz Javé sobre Joaquim, rei de Judá: Ele não terá um descendente no trono de Davi. O seu cadáver ficará exposto ao calor do dia e ao frio da noite. 31 Eu castigo nele, na sua família e nos seus ministros, os pecados que cometeram; trarei para eles, para os habitantes de Jerusalém e para os cidadãos de Judá, todas as desgraças de que eu falei e eles não quiseram ouvir.

32 Jeremias pegou então outro pergaminho e o entregou ao escrivão Baruc, filho de Nerias, que escreveu tudo o que estava no pergaminho que Joaquim, rei de Judá, havia queimado. Acrescentou ainda muitas outras palavras semelhantes.




* 36,1-32: Em 605 a.C., o rei da Babilônia entra em cena e as palavras de Jeremias adquirem trágica atualidade. Impedido de falar publicamente, o profeta recorre à palavra escrita, através do seu secretário Baruc. O texto mostra que a palavra profética não fica aprisionada: ela vai até às autoridades e questiona profundamente. As autoridades podem rasgar e queimar essa palavra, mas não conseguirão anular a ação de Deus que ela anuncia.




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