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domingo, 30 de junho de 2019

Meditação Diária
Dom, 30 – Domingo XIII do Tempo Comum – Ano C
1 Rs 19, 16b.19-21 / Slm 15 (16), 1-2a.5.7-11 / Gl 5, 1.13-18 / Lc 9, 51-62
A Palavra de Deus exorta-nos à radicalidade, a ultrapassar as meias-medidas, a mediocridade. Ou bem que ouvimos o chamamento do Senhor e O seguimos, ou então desistimos de O seguir, inventando desculpas e alibis.
O profeta Elias, obedecendo ao pedido de Deus, foi ao encontro de Eliseu, que andava a lavrar um campo. Deu-lhe a sua capa. Naquele tempo, considerava-se o manto como parte da pessoa. Assim, os poderes do profeta Elias passaram para Eliseu, seu sucessor.
A radicalidade de Eliseu é tanta que se despediu da sua família, matando uma junta de bois e assando a carne com a madeira do próprio arado. Assim disse adeus à profissão de rico agricultor, aceitando a santa aventura de ser profeta.
S. Paulo exorta a viver a liberdade plena de Cristo libertador. É que os cristãos da comunidade da Galácia estavam a ser tentados por fundamentalistas que, dizendo-se cristãos, pretendiam impor o rigor das práticas exteriores da antiga lei. Promoviam a letra acima do espírito da lei, que se concretiza no amor fraterno: «colocai-vos ao serviço uns dos outros». Só amando somos verdadeiramente livres. Como diz Santo Agostinho: «Ama e faz o que quiseres».
Cristo dá-nos uma magnífica lição de como responder às contrariedades e oposições. Tiago e João pensavam ser uma boa solução pedir que descesse fogo do céu sobre os samaritanos, como vingança por não aceitarem receber Jesus. Mas Cristo repreendeu-os, porque o seu mandamento do amor não é para cumprir apenas com quem é amável e simpático, mas sim com todos, inclusive com os inimigos. Os discípulos de Jesus não podem fazer «guerras santas», porque toda a guerra é pecaminosa. Toda a espécie de fanatismo, integrismo e intolerância está proibida ao seguidor de Cristo. Não somos «filhos do trovão», mas irmãos de Jesus, que «passou fazendo o bem».
Na segunda parte do Evangelho encontramos três chamamentos que Cristo fez a pessoas para O seguirem. Cada um arranjou desculpas para atrasar a resposta. São a imagem das nossas faltas de generosidade em cumprir com desvelo os apelos que nos faz o Senhor, na intimidade do nosso coração, ou mediados por alguém que O representa. O nosso «sim» deve ser sempre «sim», sem adiamentos, e não «talvez» ou «mais ou menos». 

Oferecimento das Obras do Dia
Ofereço-Vos, ó meu Deus,
em união com o santíssimo Coração de Jesus
e por meio do Coração Imaculado de Maria,
as orações, os trabalhos, as alegrias e os sofrimentos deste dia,
em reparação de todas as ofensas e por todas as intenções
pelas quais o mesmo divino Coração está continuamente intercedendo
e sacrificando-se nos nossos altares.
Eu Vo-los ofereço, de modo particular,
pelas intenções do Apostolado da Oração neste mês e neste dia.

 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/589

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Reze pelos sacerdotes e pelo Papa Francisco

Sagrado Coração de Jesus

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Pintura do Sagrado Coração de Jesus: óleo s/tela, Escola Portuguesa, séc. XIX
 
Sagrado Coração de Jesus é uma das três solenidades do Tempo Comum, dentro da Liturgia da Igreja Católica, comemorada na segunda Sexta-feira, após a solenidade de Corpus Christi. Além disso, essa devoção também é cultivada pela Igreja Católica ao longo de todas as primeiras Sextas-feiras de cada mês. Consiste na veneração do Coração de Jesus, do mais íntimo de Seu Amor.

As origens da devoção

Pintura com a Beata Maria do Divino Coração e Santa Margarida Maria de Alacoque em atitude de adoração ao Sagrado Coração de Jesus.
Pintura representativa da visão do Sagrado Coração de Jesus recebida pela Madre Virgínia Brites da Paixão.

A origem desta devoção se deve a Santa Margarida Maria, uma freira da Ordem da Visitação de Santa Maria, ordem religiosa fundada por São Francisco de Sales e Francisca Joana de Chantal em 1610. Santa Margarida Maria de Alacoque teve extraordinárias revelações por parte de Jesus Cristo, que a incumbiu pessoalmente de divulgar e propagar no mundo esta piedosa devoção. Foram três as aparições de Jesus: A primeira, deu-se a 27 de Dezembro de 1673, a segunda em 1674 e, a terceira, em 1675. Mais tarde, outra religiosa, a Beata Maria do Divino Coração, condessa de Droste zu Vischering, a partir de Portugal estendeu a esta devoção a todo o Mundo por meio de um acto de consagração solene pedido ao Papa Leão XIII.
Jesus deixou doze grandes promessas às pessoas que participassem das comunhões reparadoras das primeiras sextas-feiras. Disse Ele, numa dessas ocasiões a Santa Margarida Maria de Alacoque: "Prometo-te, pela Minha excessiva misericórdia e pelo amor todo-poderoso do meu Coração, conceder a todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, a graça da penitência final; não morrerão em minha inimizade, nem sem receberem os sacramentos, e Meu Divino Coração lhes será seguro refúgio nessa última hora".
Não se sabe quem compôs a lista com as 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus, tiradas das revelações de Nosso Senhor a Santa Margarida Maria de Alacoque. Sabe-se só que são fidedignas – as promessas estão de fato contidas nas revelações – e que o trabalho anônimo foi de grande mérito e utilidade.
M. Kemper, um modesto comerciante de Dayton, cidade norte-americana, iniciou, em 1882, um trabalho de ampla divulgação delas.
A partir desta primeiro impulso, tiveram propagação mundial. Normalmente são conhecidas como as 12 Promessas do Coração de Jesus, a mais importante das quais, é a 12ª, chamada a GRANDE PROMESSA.[1]

Os Papas que recomendaram esta devoção

Papa Pio XII – “Todas as Bênçãos que, do Céu, a Devoção ao Sagrado Coração de Jesus derrama sobre as almas dos Fiéis, purificando-os, trazendo-lhes uma grata consolação celeste e exortando-os a alcançar todas as virtudes, são verdadeiramente inumeráveis.”
Papa Pio XII – “A Igreja teve sempre em tal estima a Devoção ao Sagrado Coração de Jesus, e de tal modo continua a considerá-la, que se empenha totalmente no sentido de a manter florescente em todo o mundo, e de a promover por todos os meios possíveis.”
Papa Leão XIII disse que a Devoção ao Sagrado Coração de Jesus era “uma forma por excelência de religiosidade (…) Esta devoção, que recomendamos a todos, será para todos proveitosa.” – “No Sagrado Coração está o símbolo e a imagem expressa do Amor Infinito de Jesus Cristo, que nos leva a retribuir-Lhe esse Amor.”
Papa Pio XII – “O Seu Coração é o sinal natural e o símbolo do Seu Amor sem limites para com a humanidade.”
O Papa São Gregório Magno († 604 AD) disse: “Aprendei do Coração de Deus e nas próprias palavras de Deus, para poderdes aspirar ardentemente às coisas eternas.”
O Papa São Pio X recomendou esta devoção tal como o Papa Pio XI e como, já antes, o fizera o Bem-Aventurado Papa Pio IX.

Os Santos que recomendaram esta devoção

A Irmã Maria do Divino Coração (1863-1899) foi uma religiosa da Congregação das Irmãs do Bom Pastor que pediu, baseada nas suas revelações privadas por parte de Jesus Cristo, ao Papa Leão XIII que consagrasse o mundo inteiro ao Sagrado Coração de Jesus.
 
O exemplo dos Santos, ao mesmo tempo que é um poderoso incentivo que nos incita à prática de uma devoção que eles próprios praticaram, é também, para nós, um guia modelar que nos mostra como a devemos praticar.
O espaço de que dispomos não nos permite anotar todos os Santos que promoveram a Devoção ao Sagrado Coração de Jesus, que a viveram e que sentiram o sagrado impulso que dela provinha para amar Jesus mais ardentemente. Recordemos aqui a doutrina e o exemplo dos Santos:
Santa Margarida Maria Alacoque foi a primeira pessoa a quem Jesus revelou o Seu Sagrado Coração (por meio de diversas aparições) e foi a primeira responsável pela divulgação do Seu culto e devoção ao Mundo.
Santa Gertrudes, a Grande (1256-1302), compôs esta Oração expressando o seu Amor: "Eu Vos saúdo, ó Sagrado Coração de Jesus, Fonte viva e vivificante de Vida Eterna, Tesouro infinito da Divindade, Fornalha Ardente do Amor de Deus…".
Santa Catarina de Siena elevou até um grau extraordinário o Amor que dedicou a esta Devoção (ao Sagrado Coração de Jesus): ofereceu o coração todo inteiro ao seu Divino Esposo, tendo obtido em troca o próprio Coração de Jesus.
A Beata Maria do Divino Coração, condessa de Droste zu Vischering, foi uma religiosa da Congregação das Irmãs do Bom Pastor que pediu, em nome do próprio Jesus Cristo, ao Papa Leão XIII que ele consagrasse todo o Mundo ao Sagrado Coração de Jesus. Tal facto veio a ocorrer a 11 de Junho de 1899, logo após a publicação da Encíclica Annum Sacrum.
E todos os que leram a vida e a obra de Santos – como São Francisco de Assis, São Tomás de Aquino, Santa Teresa de Ávila, São Boaventura, Santo Inácio de Loyola, São Francisco Xavier, São Filipe de Néri, São Francisco de Sales, São Luís de Gonzaga, Santa Faustina, entre outros – poderão ver a terna devoção, a admiração e a adoração que estes Santos dedicavam ao Sagrado Coração de Jesus.

As 12 Promessas do Sagrado Coração de Jesus

    1. Dar-lhes-ei todas as graças necessárias ao seu estado de vida.
    2. Estabelecerei a paz nas suas famílias.
    3. Abençoarei os lares onde for exposta e honrada a imagem do Meu Sagrado Coração.
    4. Hei-de consolá-los em todas as dificuldades.
    5. Serei o seu refúgio durante a vida e em especial na hora da morte.
    6. Derramarei bênçãos abundantes sobre todos os seus empreendimentos.
    7. Os pecadores encontrarão no Meu Sagrado Coração uma fonte e um oceano sem fim de Misericórdia.
    8. As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas.
    9. As almas fervorosas ascenderão rapidamente a um estado de grande perfeição.
    10. Darei aos sacerdotes o poder de tocarem os corações mais empedernidos.
    11. Aqueles que propagarem esta devoção terão os seus nomes escritos no Meu Sagrado Coração e d’Ele nunca serão apagados.
    12. Prometo-vos, no excesso de Misericórdia do Meu Coração, que o Meu Amor Todo-Poderoso concederá, a todos aqueles que comungarem na Primeira Sexta-Feira de nove meses seguidos, a graça da penitência final; não morrerão no Meu desagrado nem sem receberem os Sacramentos: o Meu Divino Coração será o seu refúgio de salvação nesse derradeiro momento.[2]

    As Promessas Públicas do Sagrado Coração de Jesus

    As bandeiras do Sagrado Coração no Memorial Heiho Niten Ichi Ryu
     
    Em 16 de junho de 1875, o segundo pedido relatado por Santa Margarida Maria Alacoque é honrado. O Arcebispo de Paris põe a pedra fundamental da Basílica do Sagrado Coração de Monte Martre, concebida como o voto nacional pela lei de 24 de julho de 1873.
    O terceiro pedido de Jesus relatado por Santa Margarida Maria Alacoque é instituída na inauguração do Memorial Heiho Niten Ichi Ryu em 8 de dezembro de 2014, oficializado pela França, Japão, Camboja, ASEAN e Rússia, em que flutuam as bandeiras do Sagrado Coração Real e do Sagrado Coração Republicano.

    Referências


  • A Grande Promessa do Sagrado Coração de Jesus

    1. «Conheça tudo sobre a devoção do Sagrado Coração de Jesus». Consultado em 10 de janeiro de 2012. Arquivado do original em 29 de novembro de 2011

    Ver também

    Ligações externas

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    S. Ireneu, bispo de Lyon e mártir

    S. Ireneu, Nunciatura apostólica em Paris  
    S. Ireneu, Nunciatura apostólica em Paris 
    Natural da Ásia, Irineu nasceu, provavelmente, em Esmirna, mas viveu na Gália em 177 d.C.
    Ainda jovem, teve como professor o Bispo Policarpo, que, por sua vez, foi discípulo do apóstolo São João. Foi uma verdadeira testemunha cristã em um período de dura perseguição. Para evangelizar celtas e germânicos, ele aprendeu as línguas destes povos, conhecidos como os bárbaros.
    Como pastor, distinguiu-se pela riqueza da doutrina e o ardor missionário. Uma das heresias que enfrentou foi o "gnosticismo", movimento filosófico-religioso, segundo o qual a fé, ensinada pela Igreja, era apenas simbolismo.
    Dos seus escritos sobraram apenas duas obras: os cinco livros intitulados "Contra as heresias" e a "Exposição da Pregação Apostólica".

    Defensor da fé

    A defesa da doutrina marcou sua vida e seu impulso missionário. Na sua obra "Contra as heresias" (Adversus haereses), escreve: "A Igreja, não obstante esteja espalhada pelo mundo, preserva com zelo [a fé dos Apóstolos], como se residisse em uma só casa; do mesmo modo, ele acreditava nestas verdades, como se tivesse uma só alma e um só coração; em plena conformidade com estas verdades, ele as proclamava, ensinava e transmitia, como se tivesse uma só boca. As línguas do mundo são diferentes, mas o poder da Tradição é único e idêntico: as Igrejas fundadas na Alemanha não receberam e nem transmitiram uma fé diferente, tampouco aquelas fundadas na Espanha, entre os Celtas, nas regiões orientais, Egito, Líbia ou no centro do mundo".

    Visão de Deus e imortalidade

    Para Irineu, que expôs com clareza as verdades da fé, o Credo dos Apóstolos era a chave para interpretar o Evangelho. "A glória de Deus - escreve – dá a vida; por isso, aqueles que veem Deus recebem a vida. Desta forma, aquele que é ininteligível, incompreensível e invisível, torna-se visível, compreensível e inteligível pelos homens, para dar a vida a quem o compreende e vê. Quem não recebeu a vida não pode viver, porque a vida só pode ser recebida com a participação do ser divino. Pois bem, esta participação consiste em ver Deus e em gozar da sua bondade. Logo, os homens verão a Deus para viver e se tornarão imortais e divinos em virtude da visão de Deus".

    Santa Rosa de Viterbo: uma adolescente destemida que proclamou a verdade aos políticos de seu dia

    SAINT ROSE OF VITERBO

    Ela sempre se metia em problemas com as autoridades, e dizia: "Eu só faço o que Jesus me disse"

    É difícil imaginar uma garotinha sendo exilada de sua cidade natal por se manifestar contra autoridades políticas. Mas foi exatamente o que aconteceu com Santa Rosa de Viterbo (1235-1252). Não havia nada em que Rosa mais se deliciasse do que o ativismo político. Mas ela era uma jovem mulher com um coração entregue completamente a Cristo e, às vezes, levava seu povo a fazer o inimaginável.
    Rosa pertence à categoria de santos que parecem nunca ter pecado. Ela se ajoelhava em oração antes de começar o dia e até dizem que ressuscitava os mortos quando tinha apenas 3 anos.
    Aos 7 anos, ela já se submetia a penitências tão duras, que ela ficou gravemente doente. Mas durante esta doença, a Mãe Santíssima apareceu a ela, dizendo à menina que se tornasse uma franciscana leiga.
    O chamado de Rosa para ser um exemplo para aqueles ao seu redor não era tão simples como apenas rezar o Rosário e ser gentil. Em vez disso, o Senhor tocava o coração dela para falar contra as injustiças, mais notavelmente a ocupação de sua terra natal, Viterbo, pelo imperador Frederico II.
    Rosa e os outros habitantes não se conformavam. Aos 12 anos, ela não conseguia mais permanecer em silêncio. Foi às ruas para pregar. Rosa não falava apenas de assuntos políticos, é claro. Ela falava sobre o pecado e o arrependimento, a misericórdia e a justiça, a autoridade do papa e a necessidade de os católicos se unirem.
    E quanto mais ela pregava, mais interesse ela extraía das forças antipapais. Quando a atenção deles se voltou para Rosa, o pai dela ficou com medo. Ele implorou a Rosa que não pregasse mais. Porém não adiantou. Então ele recorreu a ameaças, dizendo à garota que, se ela continuasse a pregar, ele a espancaria. Nada desanimada, Rosa respondeu: “Se Jesus pudesse ser espancado por mim, eu poderia ser derrotado por ele. Eu faço o que Ele me disse, e não devo desobedecê-lo”.
    Por vários anos, a adolescente condenou o imperador e todos os Ghibbelines (membros do partido anti-papal). Até que, finalmente, se tornou demais para seus inimigos e eles ordenaram que ela fosse morta. Consciente de que Rosa era especial, o prefeito a exilou, juntamente com seus pais. Como eles se mudaram de cidade Rosa continuou a pregar. Em 5 de dezembro de 1250, pouco depois de seu exílio começar, Rosa declarou que o imperador Frederico não duraria muito para esse mundo; oito dias depois ele estava morto.
    Embora ela estivesse agora segura, Rosa tinha um trabalho a fazer antes de voltar para casa. Ela e seus pais fizeram uma parada em Vitorchiano, uma cidade cheia de pessoas sob a influência de uma mulher que fazia trabalhos de magia negra. Rosa pregou arrependimento ao povo e os viu voltarem para Deus, mas a bruxa permanecia impassível. Confiando em Deus para provar seu poder, Rosa construiu uma pira funerária gigante e ficou no topo pregando por três horas. Com isso ela impressionou até mesmo a mulher que entregou sua vida ao diabo. A feiticeira arrependida caiu de joelhos.
    Entretanto, muitas portas estavam fechadas para Rosa, inclusive a porta do convento. Quando ela solicitou a entrada nas Clarissas, foi-lhe dito que uma menina sem dote não seria aceita.
    Ela tentou fundar a sua própria comunidade religiosa, morreu aos 17 anos, apenas alguns anos depois de voltar para casa. Não muito depois de sua morte, ela apareceu ao papa em um sonho e pediu-lhe para mover seu corpo para o convento que havia recusado sua entrada.
    Santa Rosa de Viterbo viveu sua vida falando a verdade, quaisquer que fossem as consequências. Por isso, vamos pedir sua intercessão por todos aqueles que experimentam rejeição por causa de seu compromisso com a verdade.
    Santa Rosa de Viterbo, rogai por nós!
     https://pt.aleteia.org/2019/06/27/santa-rosa-de-viterbo-uma-adolescente-destemida-que-proclamou-a-verdade-aos-politicos-de-seu-dia/

    São Cirilo de Alexandria acreditava que esta era a cura para todas as imperfeições

    Saint Cyril of Alexandria

    Contra a preguiça, o orgulho, a ganância... aqui está o que você precisa fazer

    Escrevendo no século IV, São Cirilo de Alexandria reconheceu as muitas lutas que os cristãos enfrentavam diariamente e procurou encontrar um remédio para sua situação. Ele acreditava que, com a “fórmula” certa, eles poderiam superar suas falhas e subir às alturas da perfeição. O que ele encontrou pode parecer excessivamente simples, mas a verdade por trás disso é profunda. Aqui está o que ele escreveu.
    Se o veneno do orgulho crescer em você, volte-se para a Eucaristia; e aquele Pão, que é o seu Deus humilhando-se e disfarçando-se, irá lhe ensina humildade.
    Se a febre da ganância egoísta crescer em você, alimente-se deste Pão; e você aprenderá a generosidade.
    Se o vento frio da cobiça for em sua direção, apresse-se rumo ao Pão dos Anjos; e a caridade virá a florescer em seu coração.
    Se você sentir a coceira da intemperança, alimente-se com a Carne e o Sangue de Cristo, que praticou heróico autocontrole durante sua vida terrena; e você se tornará temperado.
    Se você é preguiçoso e lento em relação às coisas espirituais, fortaleça-se com este alimento divino; e você se tornará fervoroso.
    Por fim, se você se sentir queimando de febre da impureza, vá ao Banquete dos Anjos; e a imaculada Carne de Cristo fará de você puro e casto.
    São Cirilo acreditava firmemente que receber adequadamente a Santa Eucaristia pode compensar o que está faltando na alma de um cristão.
    O Catecismo da Igreja Católica ecoa as palavras de São Cirilo e reforça a crença de que, quando a Eucaristia é recebida com grande fé e amor, nossas falhas são consumidas pela glória de Deus.
    Receber a Eucaristia na comunhão traz consigo, como fruto principal, a união íntima com Cristo Jesus… A comunhão da carne de Cristo Ressuscitado, «vivificada pelo Espírito Santo e vivificante», conserva, aumenta e renova a vida da graça recebida no Batismo. Este crescimento da vida cristã precisa de ser alimentado pela Comunhão eucarística… Tal como o alimento corporal serve para restaurar as forças perdidas, assim também a Eucaristia fortifica a caridade que, na vida quotidiana, tende a enfraquecer-se. (CIC 1391-1394)
    O Catecismo continua dizendo que “pela mesma caridade que acende em nós, a Eucaristia preserva-nos dos pecados mortais futuro” (CIC 1395). Em outras palavras, quando recebemos a Eucaristia dignamente depois de confessar nossos pecados mortais no sacramento da reconciliação, somos fortalecidos para lutar contra as mais fortes tentações da vida.
    Deve-se ter em mente que todos esses frutos espirituais dependem de uma crença na presença de Jesus na Eucaristia e requerem a participação na confissão quando estamos conscientes de pecado grave. Com essas duas condições primárias satisfeitas, quanto mais fé e confiança em Deus trouxermos para a Missa, mais fortalecidos estaremos ao retornar ao mundo.
    Jesus já nos deu o remédio para nossas falhas. Nós simplesmente precisamos aceitá-lo e recebê-lo com um coração contrito.

     https://pt.aleteia.org/2019/06/27/sao-cirilo-de-alexandria-acreditava-que-esta-era-a-cura-para-todas-as-imperfeicoes/

    terça-feira, 25 de junho de 2019

    Salmo - Sl 14, 2-3ab. 3cd-4ab. 5 (R. 1b)



    R. Senhor, quem morará em vosso Monte Santo?

    2É aquele que caminha sem pecado*
    e pratica a justiça fielmente;
    3aque pensa a verdade no seu íntimo *
    3be não solta em calúnias sua língua.R.

    3cQue em nada prejudica o seu irmão,*
    3dnem cobre de insultos seu vizinho;
    4aque não dá valor algum ao homem ímpio,*
    4bmas honra os que respeitam o Senhor.R.

    5não empresta o seu dinheiro com usura,
    nem se deixa subornar contra o inocente.*
    Jamais vacilará quem vive assim!R.

    Evangelho - Mt 7,6.12-14

    Tudo quanto quereis que os outros vos façam,
    fazei também a eles.
    + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo Segundo São Mateus 7,6.12-14
    Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
    6Não deis aos cães as coisas santas,
    nem atireis vossas pérolas aos porcos;
    para que eles não as pisem com os pés
    e, voltando-se contra vós, vos despedacem.
    12Tudo quanto quereis que os outros vos façam,
    fazei também a eles.
    Nisto consiste a Lei e os Profetas.
    13Entrai pela porta estreita,
    porque larga é a porta
    e espaçoso é o caminho que leva à perdição,
    e muitos são os que entram por ele!
    14Como é estreita a porta
    e apertado o caminho que leva à vida!
    E são poucos os que o encontram!
    Palavra da Salvação.
     http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php
     



    Pai e mãe, alguma vez tiveram a iniciativa de abençoar os filhos antes de irem dormir ou antes de os enviar para a escola, uma viagem, uma atividade?

    Pedir a bênção aos pais antes de dormir, ou antes de fazer uma viagem, já foi um costume nas famílias cristãs. Era um valor precioso que se herdava dos antepassados.

    Hoje, para muita gente, esta atitude parece ultrapassada.

    Todavia, para aqueles que têm fé e um olhar espiritual sobre a realidade, pedir a bênção aos pais e/ou avós ou tios idosos, é muito mais valioso do que pedir um presente material.

    Exemplo de oração dos pais pelos filhos

    «(Nome), eu te abençoo
    Tu és filho(a) de Deus.
    Tu és capaz, tu és forte, tu és inteligente,
    tu és bondoso(a), tu consegues tudo,
    pois a vida de Deus está dentro de ti.

    Meu filho/Minha filha,
    eu te vejo com os olhos de Deus,
    eu te amo com o amor de Deus,
    eu te abençoo com a bênção de Deus.

    Obrigado, filho(a),
    tu és a luz da nossa vida,
    tu és a alegria do nosso lar,
    tu és uma grande dádiva
    que recebemos de Deus.

    Tu terás um futuro brilhante!
    Pois nasceste abençoado(a) por Deus
    e estás a crescer abençoado(a) por nós.»

    Papa Francisco exorta os pais a abençoar os filhos
    O Papa Francisco dedicou uma mensagem especial aos pais, incentivando-os a orar por seus filhos com uma bênção no início e no final do dia, numa Audiência Geral (ver Rezar por vivos e defuntos).

    Disse Francisco:
    «Quantos modos diversos temos para rezar pelo nosso próximo!
    Todos são válidos e aceites por Deus se feitos com o coração.
    Penso de maneira particular nas mães e pais que abençoam os seus filhos de manhã e à noite. Ainda permanece este hábito nalgumas famílias: abençoar o filho é uma oração;
    penso na oração pelos doentes, quando vamos visitá-los e rezamos por eles;
    penso na intercessão silenciosa, às vezes com as lágrimas, em muitas situações difíceis pelas quais rezar.»

    domingo, 23 de junho de 2019

    Papa Francisco - Oracão do Angelus 2019-06-23

    Salmos - Capítulo 15

    1Poema de Davi. Guardai-me, ó Deus, porque é em vós que procuro refúgio.2Digo a Deus: Sois o meu Senhor, fora de vós não há felicidade para mim.3Quão admirável tornou Deus o meu afeto para com os santos que estão em sua terra.4Numerosos são os sofrimentos que suportam aqueles que se entregam a estranhos deuses. Não hei de oferecer suas libações de sangue e meus lábios jamais pronunciarão o nome de seus ídolos.5Senhor, vós sois a minha parte de herança e meu cálice; vós tendes nas mãos o meu destino.6O cordel mediu para mim um lote aprazível, muito me agrada a minha herança.7Bendigo o Senhor porque me deu conselho, porque mesmo de noite o coração me exorta.8Ponho sempre o Senhor diante dos olhos, pois ele está à minha direita; não vacilarei.9Por isso meu coração se alegra e minha alma exulta, até meu corpo descansará seguro,10porque vós não abandonareis minha alma na habitação dos mortos, nem permitireis que vosso Santo conheça a corrupção.11Vós me ensinareis o caminho da vida, há abundância de alegria junto de vós, e delícias eternas à vossa direita.

    sexta-feira, 21 de junho de 2019


    CORPUS CHRISTI

    CORPORIFICADO
    ONDE
    REINA
    PODER
    ÚNICO
    SALVADOR

    COROADO
    HONRADO
    REI
    IMOLADO
    SEM
    TEMOR
    INTEIRAMENTE ...

    Sirlene S S – 21/06/19

    • ANTIGO TESTAMENTO
      • LIVROS PROFÉTICOS
        • ISAÍAS
    Precedente - Sucessivo


    2

    Uma cidade para todos -* 1 Visão de Isaías, filho de Amós, sobre Judá e Jerusalém: 2 No final dos tempos, o monte do Templo de Javé estará firmemente plantado no mais alto dos montes, e será mais alto que as colinas. Para lá correrão todas as nações. 3 Para lá irão muitos povos, dizendo: «Venham! Vamos subir à montanha de Javé, vamos ao Templo do Deus de Jacó, para que ele nos mostre seus caminhos, e possamos caminhar em suas veredas». Pois de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra de Javé. 4 Então ele julgará as nações e será o árbitro de povos numerosos. De suas espadas eles fabricarão enxadas, e de suas lanças farão foices. Nenhuma nação pegará em armas contra outra, e ninguém mais vai se treinar para a guerra. 5 Venha, casa de Jacó: vamos caminhar à luz de Javé.
    12 Pois haverá um dia de Javé dos exércitos contra todo orgulhoso e arrogante, contra todo aquele que se eleva e se engrandece; 13 contra todos os altos cedros do Líbano, contra todos os carvalhos de Basã, 14 contra todos os altos montes, contra todas as colinas elevadas; 15 contra todas as torres altas, contra todas as muralhas invencíveis, 16 contra todos os navios de Társis, contra todos os barcos de luxo. 17 O orgulho do homem será abatido, a arrogância humana será humilhada. Nesse dia, somente Javé será exaltado.
    22 Deixem de confiar no homem, que tem o fôlego no seu nariz: o que é que ele pode valer?

    * 2,1-5: Este oráculo é um acréscimo posterior e relembra os temas do Terceiro Isaías (Is 56-66): no futuro, os povos pagãos se dirigirão a Jerusalém para participar da Aliança, e então haverá paz definitiva. O Novo Testamento retoma o tema em Ap 21,1-22,5. A paz é imaginada pelo profeta como transformação total em Israel e no relacionamento entre as nações. Os instrumentos de destruição serão transformados em instrumentos que produzem vida.

    * 6-22: Isaías denuncia a auto-suficiência humana como raiz da idolatria. Para sustentar-se como absoluto, o homem vai criando falsos deuses: absolutiza uma economia de abundância, fundada na riqueza; absolutiza uma política de opressão, fundada no poder militar; absolutiza um sistema de idéias (magia) que cimenta e dá coesão à exploração econômica e à opressão política. Desse modo, o homem se aliena, tornando-se caricatura da divindade. No confronto com Deus, o único Absoluto, toda a auto-suficiência humana é desmascarada e cai por terra, porque é uma falsidade.

    3

    Preparam o mal para si mesmos -* 1 Vejam! O Senhor Javé dos exércitos tira de Jerusalém e de Judá toda e qualquer sustentação: toda reserva de pão e provisão de água, 2 tira o valente e o guerreiro, tira o juiz e o profeta, o adivinho e o ancião, 3 o comandante e o notável, o conselheiro, o mago e o perito nos encantamentos.
    4 Colocarei adolescentes como chefes de vocês e meninos para governá-los. 5 O povo usará violência: um contra outro, indivíduo contra indivíduo; o jovem se revoltará contra o ancião e o plebeu contra o nobre. 6 Um indivíduo pegará o seu irmão na casa do próprio pai, e dirá: «Pelo menos um manto você tem. Seja nosso chefe, tome conta dessa ruína». 7 Nesse dia, ele se levantará para dizer: «Não sou médico. Na minha casa falta pão e roupa. Não me ponham como chefe do povo».
    13 Javé levanta-se para julgar, fica em para dar a sentença ao seu povo. 14 Javé está vindo para fazer um julgamento contra os anciãos e contra os chefes do seu povo: «Vocês devoraram a vinha e tudo o que foi roubado dos pobres está na casa de vocês. 15 Que direito têm vocês de oprimir o meu povo e de esmagar a face dos pobres?» - oráculo do Senhor Javé dos exércitos.



    * 3,1-15: Na passagem do reinado de Joatão para o de Acaz, o reino de Judá vive um período de anarquia: Acaz sobe jovem ao trono e quem governa é sua mãe. O Estado se enfraquece e o povo sofre as conseqüências: aproveitando-se da situação, os poderosos e chefes se corrompem, semeando a violação do direito, a injustiça e a exploração dos pobres. * 3,16-4,1: O profeta mostra que a situação futura será tão terrível que as mulheres da aristocracia de Jerusalém perderão seus enfeites e privilégios, e até serão marcadas como escravas e terão de suplicar que um homem qualquer lhes dê descendência. Cf. nota em Am 4,1-3.

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