Oração das quinze horas
V. Vinde, ó Deus, em meu auxílio.
R. Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Aleluia.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Aleluia.
HINO
Vós que sois o Imutável,
Deus fiel, Senhor da História,
nasce e morre a luz do dia,
revelando a vossa glória.
Seja a tarde luminosa
numa vida permanente.
E da santa morte o prêmio
nos dê glória eternamente.
Escutai-nos, ó Pai Santo,
pelo Cristo, nosso irmão,
que convosco e o Espírito
vive em plena comunhão.
Deus fiel, Senhor da História,
nasce e morre a luz do dia,
revelando a vossa glória.
Seja a tarde luminosa
numa vida permanente.
E da santa morte o prêmio
nos dê glória eternamente.
Escutai-nos, ó Pai Santo,
pelo Cristo, nosso irmão,
que convosco e o Espírito
vive em plena comunhão.
Salmodia
Ant. João e Pedro subiram ao templo,
quando era a oração da hora nona.
Ant. João e Pedro subiram ao templo,
quando era a oração da hora nona.
Salmo 125(126)
Alegria e esperança em Deus
Alegria e esperança em Deus
Assim como participais dos nossos sofrimentos, participais também da nossa consolação (2Cor 1,7).
–1 Quando o Senhor reconduziu nossos cativos, *
parecíamos sonhar;
–2 encheu-se de sorriso nossa boca, *
nossos lábios, de canções.
– Entre os gentios se dizia: 'Maravilhas *
fez com eles o Senhor!'
–3 Sim, maravilhas fez conosco o Senhor, *
exultemos de alegria!
–4 Mudai a nossa sorte, ó Senhor, *
como torrentes no deserto.
–5 Os que lançam as sementes entre lágrimas, *
ceifarão com alegria.
–6 Chorando de tristeza sairão, *
espalhando suas sementes;
– cantando de alegria voltarão, *
carregando os seus feixes!
parecíamos sonhar;
–2 encheu-se de sorriso nossa boca, *
nossos lábios, de canções.
– Entre os gentios se dizia: 'Maravilhas *
fez com eles o Senhor!'
–3 Sim, maravilhas fez conosco o Senhor, *
exultemos de alegria!
–4 Mudai a nossa sorte, ó Senhor, *
como torrentes no deserto.
–5 Os que lançam as sementes entre lágrimas, *
ceifarão com alegria.
–6 Chorando de tristeza sairão, *
espalhando suas sementes;
– cantando de alegria voltarão, *
carregando os seus feixes!
– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Salmo 126(127) O trabalho sem Deus é inútil
Vós sois a construção de Deus (1Cor 3,9).
–1 Se o Senhor não construir a nossa casa, *
em vão trabalharão seus construtores;
– Se o Senhor não vigiar nossa cidade, *
em vão vigiarão as sentinelas!
–2 É inútil levantar de madrugada, *
ou à noite retardar vosso repouso,
– para ganhar o pão sofrido do trabalho, *
que a seus amados Deus concede enquanto dormem.
–3 Os filhos são a bênção do Senhor, *
o fruto das entranhas, sua dádiva.
–4 Como flechas que um guerreiro tem na mão, *
são os filhos de um casal de esposos jovens.
–5 Feliz aquele pai que com tais flechas *
consegue abastecer a sua aljava!
– Não será envergonhado ao enfrentar *
seus inimigos junto às portas da cidade.
–1 Se o Senhor não construir a nossa casa, *
em vão trabalharão seus construtores;
– Se o Senhor não vigiar nossa cidade, *
em vão vigiarão as sentinelas!
–2 É inútil levantar de madrugada, *
ou à noite retardar vosso repouso,
– para ganhar o pão sofrido do trabalho, *
que a seus amados Deus concede enquanto dormem.
–3 Os filhos são a bênção do Senhor, *
o fruto das entranhas, sua dádiva.
–4 Como flechas que um guerreiro tem na mão, *
são os filhos de um casal de esposos jovens.
–5 Feliz aquele pai que com tais flechas *
consegue abastecer a sua aljava!
– Não será envergonhado ao enfrentar *
seus inimigos junto às portas da cidade.
– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Salmo 127(128)
A paz do Senhor na família
A paz do Senhor na família
De Sião, isto é, da sua Igreja, o Senhor te abençoe (Arnóbio).
–1 Feliz és tu se temes o Senhor *
† e trilhas seus caminhos!
–2 Do trabalho de tuas mãos hás de viver, *
serás feliz, tudo irá bem!
–3 A tua esposa é uma videira bem fecunda *
no coração da tua casa;
– os teus filhos são rebentos de oliveira *
ao redor de tua mesa.
–4 Será assim abençoado todo homem *
que teme o Senhor.
–5 O Senhor te abençoe de Sião, *
cada dia de tua vida;
– para que vejas prosperar Jerusalém *
6 e os filhos dos teus filhos.
–1 Feliz és tu se temes o Senhor *
† e trilhas seus caminhos!
–2 Do trabalho de tuas mãos hás de viver, *
serás feliz, tudo irá bem!
–3 A tua esposa é uma videira bem fecunda *
no coração da tua casa;
– os teus filhos são rebentos de oliveira *
ao redor de tua mesa.
–4 Será assim abençoado todo homem *
que teme o Senhor.
–5 O Senhor te abençoe de Sião, *
cada dia de tua vida;
– para que vejas prosperar Jerusalém *
6 e os filhos dos teus filhos.
– Ó Senhor, que venha a paz a Israel, *
que venha a paz ao vosso povo!
que venha a paz ao vosso povo!
– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Ant. João e Pedro subiram ao templo,
quando era a oração da hora nona.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Ant. João e Pedro subiram ao templo,
quando era a oração da hora nona.
Leitura breve 2Cor 4,13-14
Sustentados pelo mesmo espírito de fé, conforme o que está escrito: Eu creio e, por isso,
falei, nós também cremos e, por isso, falamos,certos de que aquele que ressuscitou o
Senhor Jesus nos ressuscitará também com Jesus e nos colocará ao seu lado, juntamente
convosco.
V. Alegrai-vos e exultai, diz o Senhor,
R. Pois no céu estão inscritos vossos nomes.
V. Alegrai-vos e exultai, diz o Senhor,
R. Pois no céu estão inscritos vossos nomes.
Oração
Ó Deus, que hoje nos concedeis a alegria de festejar São Pedro e São Paulo, concedei à
vossa Igreja seguir em tudo os ensinamentos destes Apóstolos que nos deram as primícias da fé. Por
Cristo, nosso Senhor.
Conclusão da Hora
V. Bendigamos ao Senhor. R. Graças a Deus.
http://liturgiadashoras.online/propriodossantos/pedroepaulo
Meditação Diária
Dom, 28 – Domingo XIII do Tempo Comum – Ano A
2 Reis 4, 8-11.14-16a / Slm 88 (89), 2-3.16-19 / Rom 6, 3-4.8-11 / Mt 10, 37-42
A
hospitalidade é uma virtude que vem elogiada na palavra de Deus. S.
Pedro assim exorta: «Exercei a hospitalidade uns com os outros, sem
queixas». E S. Paulo insiste: «Não vos esqueçais da hospitalidade, pois,
graças a ela, alguns, sem o saberem, hospedaram anjos». O profeta
Eliseu, ao passar pela cidade de Sunam, costumava hospedar-se na casa de
uma família que generosamente o acolhia como um familiar. Este casal
ainda não tinha conseguido ter filhos. O profeta, ainda mais
generosamente, alcançou-lhes de Deus a graça de um filho.
Devemos sempre recordar que o nosso batismo corresponde ao mistério pascal de Cristo que se realiza em nós: morremos a tudo o que é pecado para ressuscitarmos com a nova vida que Cristo nos oferece: «Fomos sepultados com Cristo pelo Batismo na sua morte, para que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova». Trata-se de um renascimento nas águas do batismo, consideradas como as águas do ventre materno da comunidade cristã que gera novos filhos de Deus. Cabe-nos a responsabilidade de mostrar, com as nossas obras, que Cristo vive em nós e que Ele é o nosso Senhor.
Jesus exige dos seus seguidores uma radicalidade nunca antes ouvida a um rabi, a um mestre do seu tempo. Não pede concordância com a doutrina que anuncia, mas antes amor e fidelidade à sua pessoa. Mesmo o amor aos entes mais queridos da própria família tem de estar subordinado ao amor de Cristo que, sendo homem, é também Deus.
O Senhor Jesus exige de nós, seus discípulos e missionários, um amor que tudo sabe relativizar, ao jeito do amor radical que Ele nos tem: perder para ganhar; assumir a cruz de cada dia para crucificarmos o nosso egoísmo e ressuscitarmos para a vida nova da graça; com realismo, aproveitar as ocasiões simples de fazer o bem, como oferecer um copo de água fresca, pois nesse irmão ou irmã servimos o próprio Deus.
https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/977
Devemos sempre recordar que o nosso batismo corresponde ao mistério pascal de Cristo que se realiza em nós: morremos a tudo o que é pecado para ressuscitarmos com a nova vida que Cristo nos oferece: «Fomos sepultados com Cristo pelo Batismo na sua morte, para que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova». Trata-se de um renascimento nas águas do batismo, consideradas como as águas do ventre materno da comunidade cristã que gera novos filhos de Deus. Cabe-nos a responsabilidade de mostrar, com as nossas obras, que Cristo vive em nós e que Ele é o nosso Senhor.
Jesus exige dos seus seguidores uma radicalidade nunca antes ouvida a um rabi, a um mestre do seu tempo. Não pede concordância com a doutrina que anuncia, mas antes amor e fidelidade à sua pessoa. Mesmo o amor aos entes mais queridos da própria família tem de estar subordinado ao amor de Cristo que, sendo homem, é também Deus.
O Senhor Jesus exige de nós, seus discípulos e missionários, um amor que tudo sabe relativizar, ao jeito do amor radical que Ele nos tem: perder para ganhar; assumir a cruz de cada dia para crucificarmos o nosso egoísmo e ressuscitarmos para a vida nova da graça; com realismo, aproveitar as ocasiões simples de fazer o bem, como oferecer um copo de água fresca, pois nesse irmão ou irmã servimos o próprio Deus.
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Postagem: 28062020 - 15he33min.


