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terça-feira, 30 de abril de 2024

Pela formação de religiosas, religiosos e seminaristas – O Vídeo do Papa...

INTENÇÕES
20242025
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Intenção

PELA FORMAÇÃO DE RELIGIOSAS, RELIGIOSOS E SEMINARISTAS

Rezemos para que as religiosas, os religiosos e os seminaristas cresçam na sua caminhada vocacional através de uma formação humana, pastoral, espiritual e comunitária, que os leve a serem testemunhas credíveis do Evangelho.

Reflexão

O Papa este mês convida-nos a rezar pela sólida formação humana, espiritual e pastoral de todos os (as) religiosos (as) e seminaristas.

  Se a pessoa consagrada não é uma testemunha credível do Evangelho, não serve para nada. Por isso, para o ser precisa de um caminho que acompanhe a sua vocação.

  Trata-se de um percurso nas várias dimensões: a nível humano, aprender a conhecer-se a si mesmo; a nível pastoral, entender como transmitir o Evangelho; a nível espiritual, através da oração fortalecer diariamente a sua fé; a nível comunitário, aprender a aceitar e a valorizar as diferenças e a diversidade na vida daqueles que sentiram o mesmo chamamento do Senhor.

  Este processo formativo visa uma formação integral daqueles que decidiram consagrar a sua vida ao serviço do Reino. Por isso, adquirir apenas conhecimentos não é suficiente. O Papa Francisco, em 2017, na Constituição apostólica "Veritatis gaudium" («A alegria da verdade»), evidencia que a formação integral deve abarcar tanto a dimensão humana, como a espiritual, e deve ter em conta a diversidade cultural e social do mundo hodierno.

  A vocação à vida religiosa ou ao sacerdócio requer um processo de formação e crescimento na maturidade humana e cristã que abranja todas as dimensões da pessoa ao longo de toda a vida. Por isso a formação de todos (as) aqueles (as) que ofereceram a sua vida ao serviço do Evangelho de modo radical e disponível, na vida consagrada e religiosa, não termina no seminário, noviciado ou na casa de formação, mas deve continuar sempre, à medida que crescem na sua vocação e aprofundam a sua resposta ao chamamento de Deus, servindo a comunidade cristã à qual foi enviado (a).

  Rezemos por todos (as) os (as) religiosos (as), para que tenham uma formação sólida, de modo a serem testemunhas credíveis, no nosso mundo, do anúncio do Evangelho.

Oração

Espírito Santo, que conduzes a Igreja para que, na sua missão, testemunhe e anuncie sempre, com renovado entusiasmo, a alegria que brota do encontro com Jesus: pedimos-te hoje pelas religiosas, os religiosos e os seminaristas. A resposta à sua vocação requer, ao longo de toda a vida, um processo de formação para a maturidade cristã que abarca todas as dimensões da pessoa. Que o aspeto humano da sua formação lhes proporcione autoconhecimento, autoaceitação e autodomínio, para alcançarem uma maturidade psicoafetiva, que lhes permita serem autêntico dom de si mesmos aos outros. Que a sua formação pastoral os abra a uma disposição de serviço e de colaboração com os outros, cultivando, a exemplo de Jesus, um amor e proximidade especial com os pobres e marginalizados. Que a sua formação espiritual, mediante a oração e o acompanhamento, os abra a Deus para assim o conhecerem mais intimamente, o amarem mais profundamente e o seguirem mais de perto, desenvolvendo uma amizade profunda e pessoal com Jesus, e discernindo a vontade de Deus na sua vida. E que na sua vida em comunidade – escola de santidade – cresçam na relação com os outros, em escuta profunda dos problemas, feridas e necessidades dos homens e mulheres de hoje. Ámen.

Desafios

- Formação integral:

Integras a tua história de vida com a graça de Deus? Deixa que a tua humanidade seja assumida por Cristo e o teu serviço aos outros será encarnado e pleno.

  - Abertura à dimensão humana e afetiva:

Não temas os teus condicionamentos humanos, entrega-te como és e deixa-te modelar por Deus. Permite que Deus use da tua humanidade e da tua história para a missão. - Dar espaço a uma experiência de encontro com Cristo:

Deixa-te impregnar de Cristo na oração, para poderes escutar o irmão e ter empatia com as suas necessidades. - Promover a vida com outros em comunidade:

Que a tua amizade com Jesus te aproxime do irmão, para o escutares profundamente e cuidares das suas feridas. - Trabalhar com outros pelo Reino de Deus:

O que motiva os teus encontros com os outros? Busca em primeiro lugar o Reino de Deus e o resto virá em abundância.

https://redemundialdeoracaodopapa.pt/rezar-com-o-papa/intencoes/2024/5


DIA 30 | TERÇA-FEIRA – SEMANA V DO TEMPO PASCAL


At 14, 19-28 / Slm 144 (145), 10-13ab.21 / Jo 14, 27-31a

Exortavam-nos a permanecerem firmes na fé. (1.ª Leitura)

Hoje em dia, ser firme na fé não é só acreditar em Deus, é ser firme naquilo em que se acredita. Só que para isso é fundamental sabermos os fundamentos seculares e atuais da nossa religião. E depois confrontá-los com as ideias do nosso tempo. Rezemos ao Espírito Santo que nos dê coragem. Sermos católicos responsabiliza as nossas opiniões.

domingo, 21 de abril de 2024

 


MEDITAÇÃO DIÁRIA
21 abr




DIA 21 | DOMINGO – DOMINGO IV DA PÁSCOA – ANO B / DOMINGO DO BOM PASTOR | ÚLTIMO DIA DA SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES


At 4, 8-12 / Slm 117 (118), 1.8-9.21-23.26.28cd-29 / 1 Jo 3, 1-2 / Jo 10, 11-18

Hoje a Igreja celebra o Domingo do Bom Pastor. Qual será a principal caraterística de um bom pastor? Será guiar as ovelhas aos melhores pastos e ribeiros, dando-lhes de comer e beber? Estar atento à sua saúde e levá-las ao veterinário? Garantir que o rebanho tem um lugar abrigado e asseado para passar as noites?

Tudo isto é adequado, mas um bom pastor é algo mais. Reparem como a resposta de Jesus no Evangelho de hoje nos leva bem mais longe: «o bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas». Mais do que oferecer condições e cuidados, Jesus coloca no centro a disponibilidade para oferecer a própria vida.

Jesus é o Bom Pastor e mostra-nos qual o caminho a seguir: vivermos ao seu estilo, como pastores que dão a vida e não ordens; mais disponíveis para pegar as ovelhas ao colo do que para as ameaçar com o cajado; pastores que entram pela porta, anunciando assim a sua chegada e disponibilidade, e não pela janela, como um ladrão que vem para saquear. E tudo isto conscientes de que há ovelhas que ainda estão fora do redil, situação que os preocupa e os leva a regressar aos caminhos.

A preocupação com os que estão longe da fé é provavelmente das mais incompreendidas nos dias de hoje. Fazemos ouvidos moucos ao pedido incessante de Jesus a deixar o conforto da casa e ir pelo mundo anunciar o Evangelho. Convencemo-nos – ou deixámo-nos convencer – de que a fé é algo pessoal, que pertence à esfera privada, que pode incomodar outros e que, por isso mesmo, só pode ser vivida discretamente. Perdemos, desta forma, uma dimensão essencial do Evangelho: a de que este é uma alegria para todos e de que, sem Cristo, sem os sacramentos, poderão continuar a existir muitas mulheres e homens de boa vontade, mas não santos. E o mundo, mais do que de boas pessoas, precisa de santos.

Neste último dia da semana de oração pelas vocações, Domingo do Bom Pastor, perguntemo-nos o que podemos fazer nas nossas comunidades. Talvez faça falta renovar a equipa de catequistas, de leitores ou o coro. Pode ser que haja necessidade de criar um grupo de leitura da Bíblia, de universitários ou de jovens profissionais. Ou de visitadores, que saiam à procura daqueles que estão mais sós ou dos que há muito que não vemos nas nossas Eucaristias.

Abandonemos o redil da nossa comodidade e regressemos como novos membros à nossa comunidade. Não deixemos que se apague o fogo da Páscoa em nós. Peçamos ao Bom Pastor que nos aponte o caminho e lancemo-nos nele com entusiasmo, disponíveis para oferecer a própria vida.

domingo, 14 de abril de 2024

 

MEDITAÇÃO DIÁRIA
14 abr
DIA 14 | DOMINGO – DOMINGO III DA PÁSCOA – ANO B / 1.º DIA DA SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

At 3, 13-15.17-19 / Slm 4, 2.4.7.9 / 1 Jo 2, 1-5a / Lc 24, 35-48

O Jesus Ressuscitado é um enigma. Pode, aquele que morreu, regressar com um corpo? Tal como os discípulos, creio que também nós mais facilmente cremos que este Jesus é uma aparição fantasmagórica. Por isso são tão frequentes, nos relatos dos encontros com o Ressuscitado, os apelos de Jesus a que toquem o seu corpo ou que lhe deem de comer, para que o reconheçam e se abram à vida nova.

Aconteceu algo extraordinário naqueles quarenta dias de Jesus com os discípulos após a sua Paixão. Tão extraordinário que, dois mil anos depois, continuamos a reunir-nos e a fazer memória do que aconteceu, a ser discípulos seus nos vários lugares do mundo. Se Jesus tivesse sido um Mestre judeu como tantos outros, poderíamos citar muitas vezes os seus ensinamentos, mas não haveria Igreja. Se Jesus tivesse sido um curador como tantos contemporâneos seus, a ciência e a psicologia poderiam interessar-se por esta figura, mas não seriam seus discípulos.

Se hoje há Igreja, se hoje há discípulos de Jesus é porque a fé dos nossos primeiros irmãos era de tal maneira forte e escandalosa que ainda hoje ecoa nas nossas praças. Desde o primeiro momento que aquele grupo heterogéneo de pescadores, zelotas e cobradores de impostos, judeus bem-intencionados mas de sensibilidades distintas, se negou a remeter ao silêncio a Ressurreição de Jesus, dispondo-se à perseguição, flagelação, prisão e martírio.

Como este primeiro grupo de discípulos, também nós somos chamados por Deus, também nós fomos escolhidos para ser suas testemunhas. Revisitemos a origem da nossa fé, as pessoas que nos transmitiram a sua luz e alegria, e mergulhemos na história dos primeiros apóstolos. Questionemos a forma como damos testemunho, principalmente quanto à misericórdia que colocamos nas nossas palavras, gestos e olhares. E, neste primeiro dia da semana de oração pelas vocações, sejamos promotores da presença de Deus junto dos nossos irmãos, inspirando-os a que procurem o silêncio fecundo da oração, onde a voz de Deus os espera e lhes confiará uma missão.

https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/2415


VERDADEIROS

OPCIONALMENTE

CRISTÃOS

AMADOS

CRISTÃMENTE

ABUNDANTEMENTE

ONIRICAMENTE