Postagens populares

quarta-feira, 28 de junho de 2023

 

typeOração da manhã

Com Jesus pela manhã

Dou graças a Deus por mais este dia que Ele me oferece para viver na sua presença. “Cuidado com os falsos profetas, que se aproximam vestidos de ovelhas, mas por dentro são lobos ferozes” (Mt 7, 15-20). Há palavras doces que não trazem outra coisa dentro que não seja mentira. E a mentira traz sempre amargos de boca. Hoje farei abstinência da falsidade fácil, da palavra enganosa, da desculpa artificiosa. Ofereço as obras deste dia pelas vítimas de tortura, a intenção do Papa Francisco para este mês. Glória (Equipa CTP Argentina)

 typeMorning Prayer

With Jesus in the morning

Receive this day by offering it and giving thanks. "Beware of false prophets, who come to you in sheep’s clothing, but underneath are ravenous wolves. By their fruits you will know them" (Mt 7:15-16). What is the Lord saying to you? Everything that gives and respect life is the fruit that God asks you to take part in. Do not believe the temporary cultural currents. Torture can never be justified even for the noblest purposes. What can you do to collaborate today with the intention that Pope Francis gives to us? Discuss this with the Lord. Our Father. (Team Argentina)

 typeOración de la mañana

Con Jesús por la mañana

Lobos disfrazados Recibe este día ofreciendo tu jornada y dando gracias por ella. “Cuídense de los falsos profetas, que vienen a ustedes disfrazados de ovejas, pero por dentro son lobos rapaces... Por sus frutos los conocerán.” ¿Qué te dice el Señor a ti? Todo lo que sea dar vida y respetarla, es el fruto que Dios te pide dar. No creas a ciertas corrientes culturales. La tortura jamás puede ser justificada ni siquiera con los fines más nobles. ¿Qué puedes hacer para colaborar hoy con el desafío que Francisco nos propone? Conversa esto con el Señor. Padrenuestro.

 https://clicktopray.org/

 https://youtube.com/shorts/btvKZ1Qg0fI?feature=share

 


sábado, 24 de junho de 2023

 

Meditação Diária
Dia 25 | Domingo – Domingo XII do Tempo Comum – Ano A

Jer 20, 10-13 / Slm 68 (69), 8-10.14-15.33-35 / Rom 5, 12-15 / Mt 10, 26-33

Valeis muito mais do que todos os passarinhos.

Vivemos com demasiado medo. Medo de sermos considerados ingénuos ou parvos pelas nossas boas obras. Medo de sermos julgados por rezarmos todos os dias. Medo que se saiba que vamos à missa. Medo que descubram que temos uma relação com Deus, que falamos com Ele e que Ele nos fala ao coração.

Alguns dirão que não o escondem, que são católicos assumidos, mas que também não o andam a apregoar. Outros dirão que não perdem uma oportunidade para dizer que são crentes e para introduzir na conversa o Evangelho. Ótimo, que maravilha! Nesse caso, há que ir mais longe: do que temos ainda medo? Que perdão ainda está por receber? Que perdão ainda retemos e insistimos em não oferecer? Em que maledicências persistimos? Com que falsas humildades nos enganamos? Que medos bloqueiam a graça em nós?

O Evangelho de hoje pode ser vivido por todos, em diferentes níveis de conversão. O que Jesus nos pede é que nada do que Ele nos vai sugerindo, pedindo, dizendo fique guardado nos sótãos e caves onde escondemos aquilo que receamos tocar. Jesus veio para a luz e tudo o que Ele nos disser em segredo, há que ser proclamado sobre os telhados; e tudo o que Ele nos revelar na intimidade da nossa amizade, deve ser vivido à luz do dia.

O medo, imposto por um estado ou autoimposto, é uma tentativa de controlo. É, como toda a aparência de controlo, uma ilusão. Por muitos planos que façamos, não só não sabemos tudo, como não controlamos tudo. A verdadeira vida só começa quando nos libertamos das vãs tentativas de controlo e arriscamos viver na confiança. É esse o salto que Jesus nos pede que dêmos. É essa a conversão que parece ficar sempre por viver.

Larguemos as falsas confianças, as ilusões de controlo, as faltas de certeza, os planos estéreis desenhados como se nós conseguíssemos controlar o que está para acontecer. Digamos, com o P. Arrupe, antes de partir para o Céu: «Para o presente, Ámen. Para o futuro, Aleluia». E quando nos vacilem as pernas, os braços e o coração com o que está por vir, recordemos o que nos diz o Senhor neste Evangelho: «Valeis muito mais do que todos os passarinhos».

 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/2107

domingo, 18 de junho de 2023

  • ANTIGO TESTAMENTO
    • LIVROS PROFÉTICOS
      • JEREMIAS
Precedente - Sucessivo


5

A gestação da morte -* 1 Percorram as ruas de Jerusalém, olhem bem e procurem saber; procurem também nas praças, tentem achar alguém que esteja praticando o direito e procurando a verdade. Então, eu perdoarei a cidade, diz Javé. 2 Quando eles dizem: «Pela vida de Javé!», na verdade estão jurando falso. 3 Ó Javé, teus olhos não estão voltados somente para a verdade? Tu os feriste, e eles nem sentiram dor! Acabaste com eles, e não quiseram aprender a lição. O rosto deles ficou mais duro do que a pedra: não quiseram se converter. 4 Então eu pensava: «Pobre gente! Eles fazem papel de bobos, porque não conhecem o caminho de Javé, nem o direito do seu Deus. 5 Vou procurar, então, os grandes, e com eles vou conversar, porque eles conhecem o caminho de Javé e o direito do seu Deus». No entanto, eles também quebraram a canga e soltaram as amarras. 6 Por isso, o leão da floresta os ataca, o lobo do campo acaba com eles, e uma pantera fica de tocaia em suas cidades. Quem quiser sair daí acabará estraçalhado; porque suas transgressões se multiplicaram e suas revoltas não têm conta.

7 Será que eu poderia perdoar você? Os seus filhos me deixaram, e agora estão jurando por deuses que não existem. Enquanto eu lhes matava a fome, eles estavam me traindo e procurando a casa da prostituta; 8 são como cavalos reprodutores, gordos e soltos, cada qual relinchando pela mulher do seu próximo. 9 E eu, será que não vou castigar essas coisas? - oráculo de Javé. Será que não me vingarei de uma nação como esta? 10 Subam para os terraços da vinha, e provoquem a destruição, mas não acabem com tudo: arranquem as mudas, porque não são de Javé.

No fundo do abismo -* 11 Quem me traiu de verdade foi a casa de Israel e a casa de Judá - oráculo de Javé. 12 Eles renegaram a Javé, dizendo: «Javé não existe! Nenhum mal nos atingirá: não veremos nem guerra nem fome! 13 Os profetas não passam de vento, não falam palavras de Javé». 14 Por isso, assim diz Javé, Deus dos exércitos: « que falaram uma coisa dessas, vou fazer que a minha palavra seja um fogo na boca de você, e este povo seja a lenha que o mesmo fogo vai devorar. 15 Pois eu vou mandar contra vocês, ó casa de Israel, uma nação distante - oráculo de Javé - uma nação invencível e antiga, uma nação cuja língua vocês não conhecem e não entendem o que ela fala. 16 A aljava deles é como sepultura aberta, e seus homens são todos valentes. 17 Ela vai devorar a colheita e o pão de vocês, vai devorar seus filhos e filhas, suas ovelhas e seu gado, suas parreiras e figueiras; vai destruir pela espada cidades fortificadas em que vocês tanto confiam. 18 Mas nem mesmo nessa ocasião - oráculo de Javé - eu não vou acabar totalmente com vocês. 19 Aí, quando alguém perguntar a você: ‘Por que Javé nosso Deus fez tudo isso com a gente?’ você responderá: ‘Da mesma forma como vocês me abandonaram para servir a deuses estrangeiros na própria terra de vocês, assim agora vocês estão trabalhando como escravos para estrangeiros numa terra que não é de vocês’.

Os pais da morte -* 20 Anunciem isto à casa de Jacó, façam chegar a Judá esta mensagem: 21 Ouçam isto, povo sem bom senso e sem inteligência. Eles têm olhos mas não vêem, têm ouvidos mas não ouvem. 22 Nem a mim vocês temem? - oráculo de Javé. Vocês não tremem na minha presença? Fui eu quem fez a areia como limite do mar, uma fronteira eterna que ele não ultrapassa; suas ondas se agitam, mas nada conseguem: elas estrondam, mas não conseguem ultrapassar’.

23 Este povo, porém, é duro e rebelde de coração: eles se afastaram e foram-se embora. 24 Não pensam: ‘Vamos temer a Javé nosso Deus, que nos a chuva de outono e a chuva da primavera no tempo certo; e ainda guarda para nós as semanas certas para a colheita’. 25 As maldades de vocês transtornaram essas coisas, e os erros de vocês afastaram todos esses bens; 26 porque ímpios no meio do meu povo, espreitando, como se agacham os caçadores de passarinhos; mas preparam armadilhas para pegar gente. 27 Como gaiola cheia de passarinhos, assim as casas deles estão cheias de coisas roubadas. Por isso, eles progrediram e se tornaram ricos, 28 ficaram gordos e reluzentes. A maldade deles passa dos limites: não julgam conforme o direito, não defendem a causa do órfão, nem julgam a causa dos indigentes. 29 E eu, será que não vou castigar por causa dessas coisas? - oráculo de Javé. Será que não vou me vingar de uma nação como esta? 30 Coisas terríveis e abomináveis acontecem no país: 31 os profetasfalam mentiras, os sacerdotesquerem dinheiro, e o meu povo gosta disso! O que vocês vão fazer quando chegar o fim




* 5,1-10: A morte em gestação dentro de Jerusalém está sendo alimentada pelo plasma da injustiça e da mentira. Jeremias ainda tenta encontrar uma justificativa: talvez o povo não esteja a par do projeto de Javé e, por isso, comete esses pecados. Mas essa desculpa também cai por terra: aqueles que têm por função instruir o povo nesse projeto, se perverteram. A conversão se torna impossível quando os orientadores de uma nação se orientam por princípios iníquos: o sal perde o sabor (cf. Mt 5,13).



* 11-19: Numa situação dessas, a única salvação é a voz dos profetas. Entretanto, essa voz é rejeitada com estupidez e fanatismo. Por isso, a própria voz de Javé não encontra mais eco; assim, chega-se ao fundo do abismo, com a negação do único Absoluto: «Javé não existe» (v. 12). Morto Javé nas consciências e na sociedade, só resta nascer a deusa Morte. Os vv. 18-19 são acréscimo posterior, procurando amenizar a dureza do oráculo.



* 20-31: Depois de notar que nem mesmo a natureza serve como sinal da existência e presença de Javé, Jeremias mostra quem são os pais da morte que está para nascer: são os injustos, os ateus práticos, que formam o grupo que se enriqueceu com o roubo, a distorção do direito, a opressão aos empobrecidos. A alienação chegou a tal ponto que o povo acha tudo isso normal e bom.

 http://www.paulus.com.br/biblia-pastoral/_PPH.HTM

domingo, 4 de junho de 2023

 Meditação Diária

Dia 4 | Domingo – Santíssima Trindade (Solenidade) – Ano A

Ex 34, 4b-6.8-9 / Dan 3, 52-56 / 2 Cor 13, 11-13 / Jo 3, 16-18

Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho.

Um só Deus, três Pessoas. Como é que se pode vislumbrar este mistério? A melhor forma de entrar no mistério da Trindade é mergulhar em Deus. Ele próprio nos revela, no seu Filho, a razão de ser da Trindade: um Deus que é amor tem de ser, no mais íntimo de si, relação. Nos Evangelhos, vemos como Jesus vive em comunicação contínua com o Pai, comunicação essa que só é possível no Espírito.

É desta fecunda relação que brota a Criação. A Criação leva dentro de si o amor original do nosso Deus, como marca d’água. Levamos dentro de nós a marca da comunhão divina, que nos dirige constantemente para um outro.

Deus, que nos criou à sua imagem e semelhança, deixou em nós o desejo e a necessidade de outro, de maneira que só somos verdadeiramente nós mesmos no encontro com outros, cuidando e deixando-nos cuidar. Este mistério é o segredo da vida trinitária: o Pai só é pai pelo amor ao Filho; o Filho só é filho no seu amor pelo Pai; e este movimento, esta dinâmica amorosa de dom e acolhimento é o Espírito Santo.

Há, no seio da Trindade, uma dança amorosa entre as três pessoas, uma dança que não se fecha em si mesma, mas que se abre em força criadora. Quando São João nos diz que Deus é amor, ele expõe-nos a este profundo mistério: só se pode dar vida oferecendo-se; só se pode receber a vida acolhendo. E esta vitalidade do dom é tão forte que ganha uma vida própria.

Pensemos nas nossas amizades, nas nossas relações. Estas não são uma sucessão no tempo de momentos ou o acumular de conhecimento sobre outro. Cada relação é como um organismo, que precisa de respirar, de alimento, de luz, de descanso, de se mostrar e de ser cuidado.

A vida verdadeira, uma vida feliz, encontrada, reconciliada, só é possível pela abertura ao dinamismo da Trindade, que tudo cria e tudo habita. Deixemo-nos inundar e transformar por este mistério: vivamos para ser amor doado e recebido, deixando que Deus faça de tudo o que vivemos nascente de águas vivas.

 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/2086

 

Leitura Orante da Vida - Lovi

22 h 
Santíssima Trindade: curai nossa solidão!
 
O Cardeal Tolentino sabiamente nos faz refletir quando afirma que “a nossa solidão só pode ser curada quando expressa criativamente e quando ajudada por alguma outra pessoa, que cria assim uma situação triangular. Somos dois, conversamos: o terceiro é a palavra. A palavra, que vem sempre de outro, prova que somos três”. Sim, a palavra que nos cria e nos anima é a Santíssima Trindade! A Trindade divina é o melhor lugar para encontrarmos nossa humanidade nesta jornada frágil do aqui e agora. Somos trinitários na essência e na graça, na dor, na compaixão, no percurso das descobertas, nos afetos. Somos habitados pela comunhão e precisamente necessitamos do outro para equilibrar nosso amor e transcender nas atitudes. A beleza e o mistério da vida residem na forma como Deus age, sempre em família, nunca solitário. Todo o fundamento da vida é comunitário.
Quando resgatamos o dogma da SS. Trindade, vemos que Deus cria laços de acolhida. Nunca esteve em seus planos o isolamento social. A criação não teria sentido sem amor, pois o amor é relacional, aberto. A solidão é contra a natureza divina e humana. Devemos ter a percepção se vivemos num mundo individualista provocado pelas decepções ou se realizamos nossa vocação como presença comunicativa e curadora nas relações interpessoais. Para amar segundo o coração da Trindade é necessário curar-se da solidão por meio da fé estabelecendo saudáveis encontros que nos tocam o céu. Quem se fecha à comunhão adoece e contamina o ambiente.
A Trindade Santa é o reflexo do nosso coração aberto a amar e solidarizar. A cura do desamor está na ternura Santíssima que revela o mistério maior quando “o homem se encontra no dom de si” (Sto. Inácio de Loyola), quando se abandona na intimidade de Deus e supera suas divisões. Quando a amizade gera comunidade, então o ser humano encontrou seu tesouro. Isso é Trindade! Paz e bênçãos! Pe. Nilton Cesar Boni cmf
 
 Pode ser uma imagem de vela e texto
 
https://web.facebook.com/leituraorantedavida.lovi

Leitura breve Cf. Gl 4,4.5-6

Deus enviou o seu Filho, para que todos recebêssemos a filiação adotiva. E porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abá – ó Pai!

V. Ó Trindade feliz, gloriosa e bendita,
R. Ó Deus Pai e Deus Filho e Deus Espírito Santo!

Oração

Ó Deus, nosso Pai, enviando ao mundo a Palavra da verdade e o Espírito santificador, revelastes o vosso inefável mistério. Fazei que, professando a verdadeira fé, reconheçamos a glória da Trindade e adoremos a Unidade onipotente. Por Cristo, nosso Senhor.

Conclusão da Hora

V.Bendigamos ao Senhor.
R. Graças a Deus.

 https://liturgiadashoras.online/hora-sexta-solenidade-da-santissima-trindade/