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segunda-feira, 31 de março de 2025
segunda-feira, 24 de março de 2025
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domingo, 23 de março de 2025
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quinta-feira, 20 de março de 2025
terça-feira, 18 de março de 2025
Pela Igreja
Rezemos pela Igreja, chamada a traduzir em escolhas concretas o discernimento feito na recente Assembleia Sinodal. Agradeço à Secretaria Geral do Sínodo, que nos próximos três anos acompanhará as Igrejas locais nessa tarefa.
Descrição
https://youtube.com/shorts/EV8IGl0Sh8w?si=jkGEGg561DV5JqZi
POR QUE O EVANGELHO CAUSA MEDO? -
PREGAÇÃO FREI ROBERTO PASOLINI
https://youtube.com/shorts/aPLpSridh18?si=tOqznA0bfxnsD1ke
JESUS ENSINA A SER FORTE E CORAJOSO
https://youtube.com/shorts/pdJIzjCWNb0?si=eCMdFMo_ybk5JUxw
SHORT MOVIE GLADIATOR
quinta-feira, 13 de março de 2025
Exercícios Espirituais no Vaticano, 2ª Meditação: “O fim de todo Juízo”
O pregador da Casa Pontifícia, padre Roberto Pasolini, fez na manhã desta segunda-feira, 10 de março, a sua segunda meditação no âmbito dos Exercícios Espirituais da Quaresma à Cúria Romana, sobre o tema “A esperança da vida eterna”. O tema: “O fim de todo Juízo”. Os Exercícios Espirituais sem a presença do Papa Francisco, que está internado no Hospital Gemelli. Publicamos a síntese da segunda Meditação.
Vatican News
O fim de todo Juízo
A parábola do Juízo Final, narrada no Evangelho de Mateus e retratada no famoso afresco de Michelangelo, é comumente interpretada como um chamado à caridade. No entanto, uma análise mais detalhada revela uma perspectiva surpreendente: não se trata de um julgamento no sentido tradicional, mas de uma declaração que revela a realidade já vivenciada por cada pessoa. O critério para o acesso ao Reino não é a pertença religiosa, mas o amor concreto para com os irmãos e irmãs mais humildes, que, na perspectiva evangélica, representam os discípulos de Cristo. Portanto, a responsabilidade dos cristãos não é primordialmente fazer o bem, mas permitir que outros o façam.
Além disso, a parábola subverte o senso comum de julgamento: tanto os justos quanto os ímpios demonstram espanto com as palavras do Rei, sinal de que o bem praticado neles foi vivido de forma natural e inconsciente. Isso sugere que o acesso à vida eterna não depende do desempenho moral, mas da capacidade de viver no amor sem cálculos.
O Catecismo afirma que, no final dos tempos, o Reino de Deus se manifestará plenamente, transformando a humanidade e o cosmo em “novos céus e nova terra” (CIC 1042-1044). Essa esperança está enraizada na promessa de Cristo, que nos chama a viver já agora nessa perspectiva, sem ansiedade de desempenho, mas com a confiança de que é o próprio Deus que transformará nossa humanidade à sua imagem e semelhança, de acordo com o desígnio de amor que vem desde o princípio.
Jesus anunciou a vida eterna não como uma realidade futura e distante, mas como uma condição já acessível àqueles que ouvem sua palavra e acreditam no Pai (Jo 5,24). O Evangelho nos convida a reconhecer que a vida eterna já começou: ela se manifesta na maneira como vivemos e amamos, abrindo-nos à presença transformadora de Deus. A verdadeira surpresa do Juízo Final será descobrir que Deus não tinha nenhuma expectativa em relação a nós, exceto a de nos reconhecer plenamente como seus filhos, já imersos na sua eternidade.
Obrigado por ter lido este artigo.
Sua contribuição para uma grande missão: ajude-nos a levar a palavra do Papa a todos os lares
Vaticano
Cúria romana
10 março 2025, 10:01
https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2025-03/exercicios-espirituais-vaticano-2-meditacao.html
quarta-feira, 12 de março de 2025
Segundo Sermão da Quaresma proferido pelo Cardeal Raniero Cantalamessa -...
segunda-feira, 10 de março de 2025
salmo
domingo, 9 de março de 2025
Domingo I da Quaresma – Ano C
O Povo Eleito recordava, em ação de graças, a intervenção de Deus em seu favor, principalmente aquando da libertação da opressão no Egito. E não se limitavam a palavras piedosas, pois ofereciam a Deus as primícias do que colhiam da terra e consagravam ao Senhor o filho primogénito, resgatando-o mediante a oferenda de um sacrifício no templo. Uma bela manifestação de agradecimento (1.ª Leitura). Somos exortados a acreditar na ressurreição de Jesus, a reconhecer que Ele está vivo na Palavra da Boa Nova, a professar a fé no Senhor que não faz aceção de pessoas e escuta a oração de quantos o invocam (2.ª Leitura). Jesus também foi tentado como nós. Não sucumbiu e venceu o maligno, apoiando-se na Palavra da Sagrada Escritura. A sua vitória sobre o mal é um estímulo para resistirmos, com a sua ajuda, às crises a que estamos sujeitos no dia a dia (Evangelho).
Ser tentado não é pecado. As seduções do apego às riquezas, da busca de prestígio e da aspiração ao poder são algo a que todos estamos em risco de sucumbir. Queremos ter e isso pode arrastar-nos para a avareza e para o apego excessivo aos bens materiais, tornando-nos egoístas e incapazes de repartir com os necessitados.
É quase inevitável que quem tem muito deseje sempre possuir ainda mais. E com facilidade as pessoas passam a vangloriar-se da sua fortuna, cultivando a presunção e o sentimento enganador de ser importantes. E que se segue? O orgulho.
Contra esses perigos, os respetivos antídotos: atenção aos menos favorecidos de bens, repartindo com eles algo mais do que o supérfluo; as humilhações que, de uma forma ou de outra, batem a todas as portas; e a humildade, que é a atitude correta perante Deus, conscientes de que d’Ele dependemos, de que nada possuímos que não tenhamos recebido e de que não temos o direito de nos considerarmos ou de nos deixarmos tratar como mais dignos de respeito e consideração do que os nossos irmãos.
Em tempo de Quaresma, fixemos a atenção nas atitudes e nos gestos que nos são propostos pela Igreja: oração mais frequente e intensa, jejum de tudo o que é supérfluo e dispensável, prática da esmola generosa, que seja tradução da caridade inspirada na fé de que Jesus se quis identificar com os «pequeninos». Caminhemos para a alegria da Páscoa, alimentando a fé que nos é oferecida e alcançada mediante a oração. A caridade é fruto do contacto com Deus e traduz-se em serviço aos irmãos. O fruto é a paz. De maneira que: caridade, de dia; à noite, alegria.
Deut 26, 4-10 / Slm 90 (91), 1-2.10-15 / Rom 10, 8-13 / Lc 4, 1-13
quarta-feira, 5 de março de 2025
PELAS FAMÍLIAS EM CRISE - O VÍDEO DO PAPA - MARÇO 2025
domingo, 2 de março de 2025
Pelas famílias em crise
Março 2025 – Intenção do Papa
Rezemos para que as famílias divididas encontrem no perdão a cura das suas feridas, redescobrindo até nas suas diferenças as riquezas de cada um.
ORAÇÃO
Pai de bondade,
Tu quiseste que o teu Filho
nascesse no seio duma família,
num espaço de amor e ajuda
onde o Salvador «crescia e fortalecia-se».
Hoje, trazemos ao teu olhar
todas as famílias atravessadas pela divisão e pela crise,
pedindo-te que abras nelas espaços para falarem
de coração a coração,
praticando a difícil arte da reconciliação.
Que o Coração do teu Filho Jesus
lhes revele a boa notícia que a crise esconde,
ajudando-as a afinar o ouvido do coração
e impulsionando-as a dar lugar ao perdão.
Que o teu Espírito sopre sobre elas
para que, com o sustento da graça
e o acompanhamento de familiares e amigos,
possam dar um novo «sim», que torne possível
o renascimento do amor fortalecido,
transfigurado, amadurecido, iluminado.
Ámen.
REFLEXÃO
Neste mês, rezemos para que as famílias divididas encontrem no perdão a cura das suas feridas, redescobrindo até nas suas diferenças as riquezas de cada um.
Com esta esta intenção de oração universal, o Papa mostra o seu profundo compromisso com o bem-estar e a união familiar, bem como o seu enfoque pastoral na misericórdia, no perdão e no acompanhamento. Mas também nos convida a rezar por todas as famílias que estão em crise e a ser, como Igreja, sensíveis às complexidades de cada situação familiar.
Na exortação apostólica 'Amoris laetitia', o Papa Francisco enfatiza a importância do perdão como caminho para a cura das feridas familiares. O perdão não é apenas um ato individual, mas um processo comunitário que pode restaurar as relações e fortalecer os laços familiares, permitindo que as famílias superem conflitos e diferenças.
A misericórdia é central no pensamento do Papa sobre as famílias em crise. Ele sonha com uma Igreja que ofereça um acompanhamento misericordioso, que escute sem julgar e que esteja disponível para as famílias nos momentos de necessidade, oferecendo apoio espiritual e psicológico que ajude na cura das feridas emocionais.
As comunidades cristãs devem ser um lugar de acolhimento e esperança, onde as famílias podem encontrar recursos para a reconciliação e o crescimento espiritual. A comunidade pode oferecer espaços de diálogo, oração e acompanhamento que facilitem o processo de cura.
ATITUDES
Perdoar
Tentas compreender e perdoar a fraqueza dos outros na tua família? Só Jesus pode ajudar-te! Pede-lhe o seu Coração compassivo neste ano do seu jubileu. Para poderes perdoar, lembra-te que Jesus te perdoou primeiro.
Não julgar
Quais são as tuas luzes e sombras? Lembra-te de que somos muito mais do que aquilo que parece. Neste ano jubilar da esperança, pede ao Senhor que te dê novos olhos para ver aqueles que convivem contigo, para vê-los com a esperança com que o Senhor os vê.
Acompanhar
O Papa deseja uma Igreja que ofereça um acompanhamento misericordioso, que escute sem julgar e que esteja disponível para as famílias nos seus momentos de necessidade, oferecendo apoio espiritual e psicológico… O que podes fazer na tua comunidade, no seio da tua família ou por alguma família conhecida?
Aceitar as diferenças
Vês as diferenças dos outros como uma oportunidade de aprender e uma riqueza na relação? O que podes mudar ou potenciar nesse sentido, dentro da tua família ou comunidade?
Valorizar o outro
Reconheces a riqueza daqueles que estão ao teu lado? Escolhe um dom da pessoa com quem tens mais dificuldade em conviver e agradece a Deus por isso. Foca-te sempre no positivo, que é muito mais relevante do que aquilo que te incomoda.
https://issuu.com/popesprayernet/docs/port_-_inten_es_de_ora_o_do_papa_2025
https://redemundialdeoracaodopapa.pt/intencoes_mensais/marco-2025-intencao-do-papa/