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sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Meditação Diária
30 out
Sex, 30 – Semana XXX do Tempo Comum

Filip 1, 1-11 / Slm 110 (111), 1-6 / Lc 14, 1-6

Que a vossa caridade cresça em ciência e discernimento, para que (…) vos torneis (…) irrepreensíveis. (1ª Leitura)

A ciência e o discernimento devem estar ao serviço da caridade, isto é, a caridade deve ter ciência. Toda a nossa atividade tem de estar imbuída de caridade. Deve ser caridosa a maneira como nos relacionamos, a maneira como trabalhamos, a maneira como comemos, a maneira como nos sentamos, etc. Por exemplo, a maneira como nos sentamos e comemos deve ser caridosa para connosco (a nossa saúde, a nossa coluna) e para com os outros (não os chocar).


 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/1101

 Artigo de Dom Walmor

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A política necessária

Investir no surgimento de qualificadas lideranças e fomentar a insubstituível participação cidadã constituem caminhos para devolver a credibilidade à política.  Particularmente, é preciso dedicar especial atenção às escolhas dos nomes que ocuparão cargos nas instâncias do poder, de modo que os eleitos se notabilizem pela qualificação humana, técnica e por cultivarem envergadura moral. Os descompassados cenários políticos da sociedade brasileira têm incalculável responsabilidade na configuração do descrédito que cidadãos nutrem por seus representantes. Por isso mesmo, demanda-se investimento educativo para recuperar a credibilidade dos representantes do povo. Um investimento emoldurado por duas perspectivas que se relacionam: a necessidade da política e a política necessária.

A população precisa alcançar clarividências urgentes quanto à relação existente entre a participação política, consciente de seus processos, e a capacitação para a escolha de nomes. Além disso, deve acompanhar e avaliar, por meio dos mecanismos e instâncias existentes, os trabalhos de seus representantes, nas esferas municipal, estadual e federal. Exercendo a sua liberdade no contexto democrático, o cidadão precisa se posicionar sobre o desempenho das autoridades eleitas. Percebe-se, dessa forma, que a necessidade da política e a política necessária configuram uma via para impulsionar conquistas urgentes. Essas conquistas dependem da superação de desmandos, dos interesses cartoriais ligados a pequenos grupos, sacrificando a maior parte da população com o agravamento da desigualdade social e com a desconsideração dos direitos humanos. A população não pode continuar vulnerável à força bem articulada de discursos demagógicos, repletos de afirmações mentirosas, que ocultam práticas contrárias às promessas anunciadas. Esses discursos, na contramão do que determina a Constituição Federal, somente servem para enriquecer poucos, aumentando a exclusão social.

É urgente superar os distanciamentos, de variados tipos, do mundo da política.   Eleições, a exemplo das que ocorrem neste ano, nos municípios, representam uma oportunidade para renovar o interesse pela política e, assim, qualificar os processos de discernimento cidadão. Esses processos, que levarão à escolha de candidatos, devem alicerçar-se em critérios adequados e assertivos, para além de simpatias partidárias ou amizades pessoais. Não se pode confiar a aventureiros, sem qualquer qualificação humanística, os rumos de municípios, estados e nação. Para se prevenir desse mal, é preciso se dedicar a um exercício simples, mas muito significativo: a partir do diálogo no contexto da comunidade, do interesse para se informar sobre candidaturas, aperfeiçoar critérios e juízos que serão “pente fino” na seleção dos nomes a serem assinalados nas urnas. Esse compromisso cidadão com o voto criterioso e consciente é insubstituível.

Seja, pois, avaliada a trajetória de candidatos, seus pensamentos e seus apoiadores. Importante dedicar atenção se as propostas e trajetórias de vida são coerentes com demandas relacionadas ao cuidado com a Casa Comum, o meio ambiente, a educação, a saúde e com o combate imediato das desigualdades sociais. Não basta cumprir o dever cívico e cidadão de votar. O voto é um ato de liberdade e de corresponsabilidade. O voto precisa ser pautado por critérios de uma política necessária, como sublinha o Papa Francisco na Carta Encíclica Fratelli Tutti: “A política não deve submeter-se à economia, e esta não deve submeter-se aos ditames e ao paradigma eficientista da tecnocracia”.

O Papa Francisco explica que, embora se deva rejeitar o mau uso do poder, a corrupção, a falta de respeito às leis e a ineficiência, “não se pode justificar uma economia sem política, porque seria incapaz de promover outra lógica para governar os vários aspetos da crise atual”.  Ao invés de condenar a política, em razão de seu quadro de descrédito, o cidadão precisa revitalizá-la. Para isso, evitar a escolha de aventureiros, isto é, nomes que não terão capacidade para ajudar na superação de crises, com respostas lúcidas e transformadoras. É hora de avaliar e identificar os tipos e as tantas formas de mesquinharia na política, fixadas no interesse imediato. Evitar os políticos que prometem e não cumprem justamente por lhes faltar capacidade para representar o povo.

Governantes incompetentes e cidadãos sem formação política são ingredientes para projetar líderes que se pautam nas migalhas dos favores e favorecimentos – jamais no qualificado exercício do poder. Escolher representantes em troca de migalhas é sinal de atraso – um incentivo ao uso da máquina pública para alavancar popularidades. O Papa Francisco adverte que graves carências estruturais não se resolvem com remendos ou soluções rápidas, meramente ocasionais. Nesse sentido, auxílios emergenciais, importantes e indispensáveis para socorrer os pobres, no contexto de crises humanitárias, não podem constituir único critério para avaliar desempenho político. Há aspectos que devem ser mudados com reajustamentos profundos e transformações importantes, conforme bem diz o Papa Francisco. Uma política que envolva os mais diversos setores sociais, as instâncias do conhecimento, cidadãos conscientes e representantes comprometidos com o bem comum: eis a política necessária.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte
Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

Ilustração: Jornal Estado de Minas

https://arquidiocesebh.org.br/para-sua-fe/espiritualidade/artigo-de-dom-walmor/a-politica-necessaria/

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

 

907 han rezado

Con Jesús durante el día

Seguidores del Resucitado.

Disponte a tomar una pausa en tu día, para relanzar la tarde. Continuamos haciendo El Camino del Corazón. Somos apóstoles de la oración y colaboramos con Jesús en su misión, respondiendo al llamado que el Papa nos hace cada mes en su intención de oración. Movilizamos nuestro amor para que no quede sólo en palabras o en sentimientos, sino que se concrete en gestos de solidaridad, compasión y misericordia. Jesús nos envía a todos los pueblos para hacerlos sus discípulos. Deja resonar este llamado que el Señor te hace y haz un compromiso para crecer en tu servicio. Renueva tu ofrecimiento.

Entra y recorre El Camino del Corazón
https://caminodelcorazon.church/web/.

 Una misión de compasión

 Entrada desde la oración 

Las personas dejamos huellas en los demás. Algunas son dolorosas, pero otras están llenas de amor, aceptación, compasión, misericordia. A muchos tenemos que agradecer lo que somos. A lo largo de nuestra vida seguramente nos encontramos con personas que nos dieron el consejo oportuno, un apretón de manos, y no faltaron los abrazos cálidos y amables que nos dieron seguridad y contención. Esas personas han dejado una huella de amor imborrable. ¿Puedes imaginar la huella imborrable que dejó Jesús en todas aquellas personas a las que curó, liberó, resucitó? Jesús se encontró con un pueblo necesitado de compasión y se brindó a ellos hasta la muerte.

 Pero Jesús no era un curandero. No vino a remendar la vida de las personas o a poner paños fríos a los conictos, sino a iniciar una revolución interior, profunda, que comienza en el corazón de todos los hombres y que espera que se extienda a todos los connes del mundo. Inauguró una misión de compasión.

 Jesús nos invita a vivir desde la compasión como actitud fundamental de vida. La compasión resume el amor que recibimos de Jesús y el que estamos llamados a dar a los demás. Es la síntesis de la dinámica amorosa en la que el Señor nos «primerea» en el amor y la compasión y nos invita reproducirla con los demás. ¿Cuenta con nuestra colaboración para que la propuesta de amor del Padre llegue a todos los connes del mundo? Jesús no fue indiferente al dolor, a la esperanza y a la fe de su pueblo. Dejó que la vida de los demás resonaran fuertemente en su corazón y obró en consecuencia con su amor y misericordia. Aquellas situaciones fueron desafíos de su tiempo que tocaron profundamente su corazón. Seguramente fueron temas de conversación con su Padre durante sus momentos de oración. 

 Para tener parte con Él necesitamos transformar nuestro corazón, sintonizar con el suyo, escuchar la voz de Dios en nuestro interior y aprender a mirar con sus ojos. Solamente así habrá garantía de disponibilidad interior para lo que el Espíritu de Dios nos inspire. ¿De qué manera desarrolló Jesús su misión de compasión y cómo podemos colaborar nosotros con él?

 El primer desafío con el que se encontró Jesús fue comunicar que el amor de su Padre es gratuito. Esta fue y será el primer y más grande desafío. Sentirse amado gratuitamente. Es maravilloso sentirnos amados por quienes somos y no por nuestros logros y conquistas. Vivir el amor gratuito es una experiencia que nos funda como seres humanos. Cuando podemos experimentar este amor, nos abrimos a la relación con los demás con un corazón agradecido. 

 No hay experiencia más honda para engendrar un corazón compasivo que sentirse amado incondicionalmente. Jesús, necesita que entendamos que el amor que Él nos tiene no se debe a nuestros logros y conquista personales. Esa experiencia de amor es la que nos abre a la compasión por los demás.

 El segundo gran desafío que reconoció Jesús en su tiempo fue ayudar a los demás a recuperar la conanza en ellos mismos. Cuando por alguna circunstancia de la vida no hemos logrado realizar nuestros sueños o alcanzar nuestras metas, sentimos interiormente que nuestras fuerzas decaen y la conanza se resquebraja. Ese es el momento en que necesitamos de esa palabra oportuna que logra devolvernos la conanza. Esa mano rme que se extiende y logra que nos pongamos nuevamente de pie. Jesús ayudó a que muchos recuperaran la conanza en ellos mismos y así sintieran que su vida vuelve a resurgir. Es la experiencia de renacer lo que nos vuelve a poner en marcha. Sentir que alguien nos ayuda a recuperar la conanza en nosotros mismos es una de esas vivencias que con mayor fuerza se graban en el alma. La presencia de otro, su ayuda, su aliento, puede ayudarnos a redescubrir nuestro valor ante el Señor y cómo el Señor nos mira. Por eso, la conanza en nosotros mismos debe surgir del propio valor de quienes somos ante Dios, y del sentirnos amados por Él.

El tercer desafío que percibió Jesús fue la necesidad de ayudar a los demás a experimentar el perdón y la misericordia.Cuando amamos a otro de verdad anhelamos no defraudar. Queremos ser eles y entregarnos de corazón a esa relación. Pero en ocasiones no somos los sucientemente coherentes con ese deseo de entrega y fallamos. Todos hemos experimentado lo que signica quebrar la conanza de otro, y cuando ello ocurre sentimos un dolor enorme y una necesidad de restablecer la comunión.Porque nuestro corazón fue creado para la comunión, cuando sentimos que la hemos roto necesitamos recuperarla. Sentirnos perdonados, es la experiencia más grande del amor gratuito.
 
Porque cuando no hay mérito para ser amado, cuando ha quedado al descubierto la propia miseria y no hay máscara que pueda ocultar la fealdad del pecado, hay alguien que vuelve a creer en nosotros y nos ofrece nuevamente su amor y conanza. Jesús restableció el vínculo de amistad entre Dios y los seres humanos. Nos comunicó que el Padre no se cansa de perdonar y de ofrecer su amor. Jesús reconoció numerosos desafíos presentes en la sociedad de su tiempo, que hizo visibles y a los que les dio respuesta. Desafíos que eran desigualdades, vacíos, injusticias, opresión, exclusión unos de otros, sin sentidos de ese tiempo que traían sufrimiento a numerosos hombres y mujeres. Jesús contempló, rezó a Su Padre y discernió estas realidades, a las que luego les dio respuesta. Así, en primer término, Él enseñó que al que llamaban Dios era “Padre” de todos, que amaba a todos sin excluir a nadie y especialmente a los más frágiles, necesitados y pobres. Padre que hacía salir el sol sobre justos e injustos.Ese mismo Espíritu de Jesús que a Él inspiró en aquel tiempo, inspira hoy en el seno de la Iglesia los desafíos de este tiempo, para atender y dar respuesta. En la actualidad estos son los desafíos de la humanidad y de la misión de la Iglesia que están presentes en las intenciones de oración del Papa. Estos desafíos la Iglesia los discierne contemplando el mundo y percibiendo las intenciones del Corazón compasivo de Jesús. 
El Papa como obispo de Roma y sucesor de Pedro hace visibles los desafíos de nuestro tiempo, al modo como Jesús los percibió y se los comunicó a sus discípulos. Jesús entendió que para dar respuesta a esos desafíos no podía hacerlo solo, sino que era necesario hacerlo en comunidad. Hoy, la Iglesia, nos invita formar parte de esta Red Mundial de Oración que por medio de la oración y la acción colabora con Jesús en su misión de compasión por el mundo. 
La Red Mundial de Oración del Papa quiere conectar a las personas con el Corazón de Jesús, para que, sintiendo como Él, puedan hacer suyos los desafíos que nos da la Iglesia en el mismo espíritu de Jesús, y colaborar en la construcción del Reino. 
 
Para profundizar. Recursos. 
Anexo Uno. “Escandalizar con la ternura”.

 NOVO TESTAMENTO

      • SEGUNDA CARTA AOS CORÍNTIOS
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8

IV. COLETA PARA OS CRISTÃOS DE JERUSALÉM

O exemplo dos cristãos da Macedônia -* 1 Irmãos, agora damos a conhecer a vocês a graça que Deus concedeu às igrejas da Macedônia. 2 Em meio às muitas tribulações que puseram à prova essas igrejas, a grande alegria e a extrema pobreza delas transbordaram em riquezas de generosidade. 3 Eu sou testemunha de que eles, conforme seus meios e até além de seus meios, com toda a espontaneidade 4 e com muita insistência, nos rogaram a graça de tomarem parte nesse serviço em favor dos cristãos. 5 Ultrapassando qualquer de nossas expectativas, eles se entregaram primeiramente ao Senhor, e pela vontade de Deus, também a nós. 6 Por isso, insistimos junto a Tito para que termine essa obra de generosidade, que ele havia começado entre vocês.

O exemplo de Cristo - 7 Em tudo vocês sobressaem: na , no dom da palavra, no conhecimento e entusiasmo, além do amor que vocês têm por nós. Pois então, procurem também distinguir-se nessa obra de generosidade. 8 Não digo isso para lhes impor uma ordem. Cito para vocês o exemplo de outros, para lhes dar ocasião de provar a sinceridade do amor que vocês têm. 9 De fato, vocês conhecem a generosidade de nosso Senhor Jesus Cristo; ele, embora fosse rico, se tornou pobre por causa de vocês, para com a sua pobreza enriquecer a vocês. 10 A propósito, vou dar-lhes uma sugestão, e é o que convém a vocês, que foram os primeiros, desde o ano passado, não só a realizar, mas também a querer realizar essa obra. 11 Agora, portanto, a executem até o fim, de modo que a essa boa disposição da vontade corresponda a realização, na medida dos meios que vocês têm. 12 Quando existe boa vontade, somos bem aceitos com os recursos que temos; pouco importa o que não temos. 13 Não queremos que o alívio para os outros seja causa de aflição para vocês; mas que haja igualdade. 14 Neste momento, o que está sobrando para vocês vai compensar a carência deles, a fim de que o supérfluo deles venha um dia compensar a carência de vocês. Assim haverá igualdade, 15 como está na Escritura: «A quem recolhia muito, nada lhe sobrava; e a quem recolhia pouco, nada lhe faltava

Recomendações - 16 Graças sejam dadas a Deus, que colocou no coração de Tito o mesmo zelo por vocês. 17 Ele acolheu o meu pedido e, mais apressado que nunca, vai espontaneamente ao encontro de vocês. 18 Com ele estamos enviando o irmão que é elogiado em todas as igrejas, por causa da pregação do Evangelho. 19 Mais ainda: foi escolhido pelas igrejas para ser nosso companheiro de viagem nesta obra de generosidade, serviço que empreendemos para dar glória ao Senhor e realizar as nossas boas intenções. 20 Tomamos essa precaução para evitar qualquer crítica na administração da grande quantia que nos confiaram. 21 De fato, estamos preocupados com o bem, não somente aos olhos de Deus, mas também diante dos homens. 22 Junto com os representantes, enviamos também o nosso irmão, cuja dedicação muitas vezes e de muitos modos temos experimentado, e que agora se mostra muito mais disposto, que deposita plena confiança em vocês. 23 Quanto a Tito, ele é meu companheiro e colaborador junto a vocês, ao passo que os nossos irmãos são os enviados das igrejas, as quais são a glória de Cristo. 24 Portanto, diante das igrejas, dêem a eles provas do amor de vocês, e façam que eles vejam como é justo o motivo do nosso orgulho a respeito de vocês.




* 8,1-24: No ano 48, houve grande fome na Judéia e em Jerusalém (At 11,28), por causa da colheita fraca do ano precedente, que tinha sido sabático, no qual os judeus não semeiam, para que a terra possa descansar. Para atender à situação, organizou-se uma ajuda econômica em favor dos cristãos de Jerusalém. Depois, no primeiro concílio de Jerusalém, Paulo prometeu que, em suas missões entre os pagãos, daria atenção aos irmãos de Jerusalém (cf. Gl 2,10). Aqui ele aconselha as igrejas de Corinto e de sua província a realizarem a coleta que já haviam decidido fazer (cf. 1Cor 16,1). E salienta que essa ajuda material é graça de Deus, muito maior para quem oferece do que para quem recebe. Além disso, como se tratava de somas elevadas, Paulo se preocupa em que a coleta seja administrada por pessoas de confiança.




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Outubro 29 Tarde
888 rezaram

Com Jesus à Tarde

“Queridos amigos, gostaria de vos exortar a ser missionários da alegria. Não se pode ser feliz se os outros não o são: por conseguinte, a alegria deve ser partilhada” (Papa Bento XVI). A alegria é um dom do Espírito Santo que pode ser cultivada. Uma vez plantada no coração, ela deve ser alimentada pela fé, pela perseverança e a constância. O cristão vive com alegria, pois sabe que a sua vitória está em Jesus, e um dia poderá contemplá-lo face a face. Por isso, alargo o meu sorriso e persisto em proclamar a alegria do Evangelho. Que eu possa, por onde passar, plantar essa semente nos corações.

domingo, 25 de outubro de 2020

Meditação Diária
25 out
Dom, 25 – Domingo XXX do Tempo Comum – Ano A

Ex 22, 20-26 / Slm 17 (18), 2-3.7.47.51ab / 1 Tes 1, 5c-10 / Mt 22, 34-40


O livro do Êxodo apresenta-nos Deus como protetor dos desprotegidos. A omnipotência divina é usada em favor dos mais frágeis. São mencionados como prioritários a serem protegidos: os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. Usos e abusos dos indigentes são infelizmente comuns, ontem e hoje. Desrespeitar o próximo necessitado é ofender a Deus, que se apresenta como o seu defensor.

Aproveitar-se da penúria de alguém que precisa de um empréstimo, extorquindo juros, é um pecado que brada aos céus. Esta a doutrina da palavra de Deus, vários séculos antes de Jesus Cristo, e de grande atualidade no presente século XXI.

São Paulo elogia a comunidade dos cristãos de Tessalónica, cujo exemplo tem sido um estímulo para outras comunidades. Ele mesmo pregou com o testemunho da sua vida, passando por tribulações e mantendo a alegria, fruto do Espírito de Jesus Cristo. Também aqui se verifica a verdade do ditado latino: «As palavras voam, mas os exemplos arrastam». Como nos recorda Santo António de Lisboa: «A linguagem é viva quando falam as obras. Calem-se, portanto, as palavras e falem as obras».

No tempo de Jesus, os rabis, os mestres na lei de Deus, tinham-na resumido em 613 mandamentos, sendo 365 preceitos negativos (tantos quantos os dias do ano), com a indicação de ações proibidas, e 248 positivos (número de elementos do corpo humano, segundo a ciência da época), explicitando o que se devia fazer. Era uma floresta complicada de normas e leis. Por isso, Cristo adverte fortemente os doutores da lei: «Ai de vós, porque carregais os homens com fardos insuportáveis!» Jesus simplifica tudo, resumindo toda a lei no duplo mandamento do amor: «Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu espírito... e amarás o teu próximo como a ti mesmo». Sendo Deus amor, a sua lei não pode ser senão amar. Provamos que somos de Deus amando.




https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/1096

 Pray every day

October 25 2020

With Jesus in the morning

Give thanks for another day to love and serve others in everything. Love is the key to the Lord’s gaze, the tone and color of the Lord’s Heart, and it is the key to our attitudes and our gestures. It’s not about how much you do, but how much you love. ” You shall love the Lord, your God, with all your heart, with all your soul, and with all your mind.” (Matthew 22:34-40). “A Church that is a mother goes on the path of tenderness; she knows the language of such wisdom of caresses, of silence, of the gaze that knows compassion, that knows silence” (Pope Francis). Make a resolution to put more love in what you do. Our Father…

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

  • NOVO TESTAMENTO
      • CARTA AOS ROMANOS
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12

A VIDA CRISTÃ

O culto autêntico -* 1 Irmãos, pela misericórdia de Deus, peço que vocês ofereçam os próprios corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Esse é o culto autêntico de vocês. 2 Não se amoldem às estruturas deste mundo, mas transformem-se pela renovação da mente, a fim de distinguir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que é agradável a ele, o que é perfeito.

A comunidade é um corpo vivo -* 3 Em nome da graça que me foi concedida, eu digo a cada um de vocês: não tenham de si mesmos conceito maior do que convém, mas um conceito justo, de acordo com a , na medida que Deus concedeu a cada um. 4 Num só corpo muitos membros, e esses membros não têm todos a mesma função. 5 O mesmo acontece conosco: embora sendo muitos, formamos um só corpo em Cristo, e, cada um por sua vez, é membro dos outros. 6 Mas temos dons diferentes, conforme a graça concedida a cada um de nós. Quem tem o dom da profecia, deve exercê-lo de acordo com a ; 7 se tem o dom do serviço, que o exerça servindo; se do ensino, que ensine; 8 se é de aconselhar, aconselhe; se é de distribuir donativos, faça-o com simplicidade; se é de presidir à comunidade, faça-o com zelo; se é de exercer misericórdia, faça-o com alegria.

As relações dentro e fora da comunidade -* 9 Que o amor de vocês seja sem hipocrisia: detestem o mal e apeguem-se ao bem; 10 no amor fraterno, sejam carinhosos uns com os outros, rivalizando na mútua estima. 11 Quanto ao zelo, não sejam preguiçosos; sejam fervorosos de espírito, servindo ao Senhor. 12 Sejam alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração. 13 Sejam solidários com os cristãos em suas necessidades e se aperfeiçoem na prática da hospitalidade.

14 Abençoem os que perseguem vocês; abençoem e não amaldiçoem. 15 Alegrem-se com os que se alegram, e chorem com os que choram. 16 Vivam em harmonia uns com os outros. Não se deixem levar pela mania de grandeza, mas se afeiçoem às coisas modestas. Não se considerem sábios. 17 Não paguem a ninguém o mal com o mal; a preocupação de vocês seja fazer o bem a todos os homens. 18 Se for possível, no que depende de vocês, vivam em paz com todos. 19 Amados, não façam justiça por própria conta, mas deixem a ira de Deus agir, pois o Senhor diz na Escritura: «A mim pertence a vingança; eu mesmo vou retribuir20 Mas, se o seu inimigo tiver fome, -lhe de comer; se tiver sede, -lhe de beber; desse modo, você fará o outro corar de vergonha. 21 Não se deixe vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem.




* 12,1-2: A vida cristã é resposta à misericórdia de Deus e abrange toda a existência concreta do homem, representada pelo corpo como centro de vida e ação e de relação com Deus, com os homens e com o mundo. Cada cristão oferece a si mesmo, sendo ele próprio o sacerdote e o sacrifício vivo. Tal sacerdócio é exercido de modo prático através do não-conformismo, que critica as estruturas corrompidas pela injustiça, e através de discernimento novo, que sabe distinguir a vontade de Deus que leva à justiça e à vida.

* 3-8: A vida na comunidade cristã tem como exigência básica o abandono da pretensão de ser o maior ou o mais importante, para colocar-se com simplicidade a serviço dos outros. Todos precisam de cada um, e cada um precisa de todos. A graça que Deus concede a cada um é o próprio modo de ser de cada pessoa. E esse modo de ser, que é iluminado pela fé, se coloca à disposição das necessidades dos outros, a fim de que todos possam crescer, mediante a contribuição de cada um (cf. nota em 1Cor 12,12-31).

* 9-21: Paulo expõe as linhas-mestras do comportamento cristão, principalmente no que se refere à vida comunitária. A vida cristã deve ser inteiramente penetrada de sincero amor fraterno que, sem fraquezas ou simulações, enfrente todas as situações, sem excluir ninguém, nem os inimigos. Os vv. 9-13.15-16 se referem ao amor entre os irmãos da comunidade; os vv. 14.17-21 falam do amor para com os que não pertencem à comunidade.




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