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segunda-feira, 11 de julho de 2022

Meditação Diária
Seg, 11 – São Bento, Padroeiro da Europa (Festa)

Prov 2, 1-9 / Slm 33 (34), 2-11 / Mt 19, 27-29

O Senhor (…) é um escudo para os que vivem honestamente. (1.ª Leitura)

Há mentiras que são «legítimas». São as mentiras próprias da sociabilidade. Por exemplo, se nos dão um presente, por muito que não gostemos, não vamos fazer má cara. Se vamos a casa de alguém, não vamos dizer que a comida não está bem temperada ou que o doce está azedo, como já me aconteceu. Isto são mentiras socialmente aceites. Outra coisa é elogiarmos um comportamento que vai contra os nossos princípios, é trairmos a nossa consciência.

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I. COMUNICAÇÃO ENTRE AS COMUNIDADES

Convite à solidariedade -* 1 Aos irmãos judeus que estão no Egito. Saudações! Os irmãos judeus que moram em Jerusalém e na Judéia desejam paz e prosperidade. 2 Deus conceda suas graças a vocês e se lembre da aliança que fez com Abraão, Isaac e Jacó, seus servos fiéis. 3 Que ele a todos vocês coração capaz de honrá-lo e de praticar a sua vontade, coração generoso e espírito decidido. 4 Que lhes abra o coração para a sua lei e seus mandamentos, e lhes conceda a paz. 5 Que ele escute suas orações, se reconcilie com vocês e não os abandone no tempo da desgraça.

6 Nós estamos rezando por vocês, aqui e agora.

7 Durante o reinado de Demétrio, no ano cento e sessenta e nove, nós, judeus, tínhamos escrito a vocês o seguinte: «No meio da grande tribulação que caiu sobre nós, nesses anos em que Jasão e seus companheiros traíram a terra santa e o reino, 8 quando incendiaram o portal do Templo e mataram inocentes, nós oramos ao Senhor, e ele nos ouviu. Então oferecemos um sacrifício e uma oblação de flor de farinha, acendemos as lâmpadas e apresentamos os pães». 9 Portanto, celebrem a festa das Tendas do mês de Casleu.

10 Ano cento e oitenta e oito.

Unidos no culto e na tradição -* Os judeus que moram em Jerusalém e na Judéia, o conselho dos Anciãos e Judas, para Aristóbulo, mestre do rei Ptolomeu e membro da família dos sacerdotes ungidos, e também para todos os judeus que vivem no Egito. Saudações e prosperidade.

11 Libertados por Deus dos maiores perigos, nós agradecemos muito a ele, como a alguém que lutou junto conosco contra o rei, 12 pois Deus expulsou os que se haviam entrincheirado contra a cidade santa. 13 De fato, o chefe deles foi para a Pérsia acompanhado de um exército que parecia invencível, mas que acabou destroçado no templo de Nanéia, através de uma cilada armada pelos sacerdotes da deusa. 14 Antíoco foi para esse lugar, junto com os amigos que o acompanhavam, pretendendo casar-se com a deusa, a fim de pegar as grandes riquezas que havia nesse lugar, a título de dote. 15 Os sacerdotes do templo de Nanéia lhe mostraram as riquezas, e ele entrou no recinto sagrado com alguns poucos companheiros. Logo que Antíoco entrou, os sacerdotes fecharam o templo, 16 abriram a porta secreta do forro e mataram o rei a pedradas. Esquartejaram o rei e jogaram a cabeça dele para os que estavam do lado de fora. 17 Por tudo isso, bendito seja o nosso Deus, que entregou esses ímpios à morte.

18 Estando para celebrar a purificação do Templo, no dia vinte e cinco de Casleu, achamos que seria bom comunicar-lhes isso, para que vocês também a comemorem de maneira semelhante à festa das Tendas e à festa do Fogo, que apareceu quando Neemias ofereceu os sacrifícios, depois da reconstrução do Templo e do altar. 19 De fato, quando os nossos antepassados foram levados para a Pérsia, alguns sacerdotes piedosos pegaram fogo do altar e secretamente o esconderam num poço seco. Deixaram a coisa tão segura, que ninguém ficou sabendo onde era esse lugar. 20 Passados muitos anos, quando Deus achou conveniente, Neemias, o enviado do rei da Pérsia, mandou os descendentes dos sacerdotes procurar o fogo que tinham escondido. Segundo nos contam, eles não encontraram o fogo, mas somente um líquido grosso. Neemias mandou que tirassem e trouxessem o tal líquido. 21 Depois de colocarem em cima do altar tudo o que fazia parte do sacrifício, Neemias ordenou aos sacerdotes que molhassem com esse líquido a lenha e tudo o que estava em cima. 22 Feito isso e passado algum tempo, o sol, até então encoberto pelas nuvens, começou a brilhar, e um fogo forte logo se acendeu, de tal maneira que todos ficaram admirados. 23 Enquanto o sacrifício era queimado, os sacerdotes rezavam com todo o povo presente. Jônatas entoava e todos os outros respondiam junto com Neemias. 24 A oração era assim: «Senhor, Senhor Deus, Criador de todas as coisas, terrível, forte, justo, misericordioso, único rei, único bom, 25 único generoso, único justo, todo-poderoso e eterno, tu que salvas Israel de todo o mal, tu que tornaste escolhidos os nossos antepassados e os santificaste, 26 aceita o sacrifício em favor de todo o teu povo Israel. Guarda e santifica a tua herança. 27 Reúne os nossos dispersos. Liberta os que são escravos no meio das nações. Olha para os que são marginalizados e desprezados. Assim as outras nações ficarão sabendo que tu és o nosso Deus. 28 Castiga aqueles que nos oprimem, que nos humilham com soberba. 29 Planta o teu povo em teu lugar santo, conforme disse Moisés».

30 Enquanto isso, os sacerdotes entoavam os hinos. 31 Logo que o sacrifício foi consumado, Neemias mandou jogar o resto do líquido em cima de grandes pedras. 32 Feito isso, brilhou uma chama, que logo se apagou, enquanto o fogo sobre o altar continuava aceso. 33 Logo que o fato se tornou conhecido, contaram ao rei dos persas que, no lugar onde os sacerdotes exilados tinham escondido o fogo, aparecera uma água, com a qual os companheiros de Neemias purificaram as oferendas do sacrifício. 34 Confirmado o fato, o rei mandou cercar o lugar e o declarou sagrado. 35 Daí se tiravam muitos lucros, que eram repartidos entre os favorecidos do rei. 36 Os companheiros de Neemias deram então a esse líquido o nome de «neftar», que significa purificação. Muitos, porém, o chamam de «nafta».


* 1,1-10a: Judas Macabeu liderou o movimento de resistência dos judeus contra o rei grego Antíoco IV. Para comemorar a vitória, Judas purificou o Templo de Jerusalém dos elementos pagãos aí introduzidos e o consagrou novamente, instituindo uma espécie de segunda festa das Tendas, celebrada em dezembro (cf. 1Mc 4,59). A comunidade judaica de Jerusalém escreve agora (124 a.C.) uma carta para a comunidade que vive no Egito, convidando-a a celebrar a mesma festa, como solidariedade na luta e na alegria da vitória. Tal comunicação entre as comunidades judaicas continuará depois entre as cristãs. É na solidariedade que as comunidades encontram força para resistir e lutar.

* 1,10b-2,18: Escrita em 164 a.C., pouco antes da purificação e consagração do Templo, esta segunda carta foi dirigida a Aristóbulo, judeu de Alexandria. Misturando acontecimentos históricos e elementos lendários, a finalidade da carta é convidar os judeus de Alexandria a comemorarem a reconsagração do Templo de Jerusalém. O autor se preocupa em legitimar o culto (história do fogo, lembrança de Moisés e Salomão) e oferecer meios para a comunidade judaica se manter unida e consciente de suas tradições (biblioteca, celebrações).


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III. DEUS IMPEDE A TRAIÇÃO

1* A cidade santa vivia na mais completa paz, e os mandamentos eram observados da melhor maneira possível, por causa da santidade do sumo sacerdote Onias, e de sua firme oposição a tudo o que havia de mal. 2 Os próprios reis respeitavam o lugar santo, e homenageavam o Templo com os mais belos donativos. 3 Até Seleuco, rei da Ásia, com seus próprios recursos sustentava todas as despesas necessárias para as funções dos sacrifícios.

4 Um tal de Simão, porém, da tribo de Belga, e que era administrador do Templo, desentendeu-se com o sumo sacerdote a propósito da administração da cidade. 5 Como não foi capaz de derrotar Onias, ele foi então procurar Apolônio de Tarso que, nessa ocasião, era o comandante da Celessíria e da Fenícia. 6 Contou-lhe que o tesouro do Templo em Jerusalém estava cheio de riquezas, tantas que nem dava para falar, e que a quantidade de dinheiro era incalculável. Disse-lhe também que isso não era necessário para os sacrifícios e poderia muito bem cair em poder do rei. 7 Apolônio, ao ter uma audiência com o rei, contou-lhe tudo o que lhe tinha sido relatado. Então o rei destacou Heliodoro, encarregado da administração, e deu-lhe ordem para ir e retirar as tão faladas riquezas. 8 Heliodoro partiu imediatamente. Dava a entender que estava apenas percorrendo as cidades da Celessíria e da Fenícia, mas o que ia mesmo executar era a tarefa que o rei lhe tinha confiado. 9 Chegando a Jerusalém, foi recebido amigavelmente pelo sumo sacerdote da cidade. Falou a este da informação recebida, explicou o motivo de sua presença, e perguntou-lhe se as coisas eram realmente assim. 10 O sumo sacerdote, de sua parte, explicou que as coisasdepositadas eram de viúvas e órfãos, 11 e que algumas coisas pertenciam a Hircano, filho de Tobias, homem poderoso e de alta posição. Diversamente do que estava sendo espalhado pelo irreverente Simão, disse também que havia um total de catorze toneladas de prata e sete de ouro. 12 Disse ainda ser inconcebível que se cometesse tal injustiça contra os que confiaram no lugar santo, na sagrada inviolabilidade do Templo, venerado no mundo inteiro.

13 Heliodoro, porém, seguindo as ordens recebidas do rei, afirmou resolutamente que tudo isso devia ser transferido para o tesouro real. 14 Marcou uma data e se apresentou para fazer um inventário das riquezas. Isso provocou enorme agitação em toda a cidade. 15 Os sacerdotes, com suas vestes sagradas e prostrados no chão diante do altar, invocavam o Céu, cuja lei tinha determinado esses donativos e segundo a qual se deviam conservar intatos os bens em favor daqueles que os tinham depositado. 16 Quem olhasse para o sumo sacerdote ficava de coração partido, pois o olhar e a palidez do seu rosto mostravam a agonia que lhe ia na alma. 17 Ele estava tomado de pavor, e o tremor do seu corpo mostrava a todos os que o viam o sofrimento que levava no coração.

18 Aos bandos, vinham as pessoas correndo de suas casas para as rogações públicas, por causa do ultraje que ameaçava o lugar santo. 19 Com saias de pano grosseiro, as mulheres se amontoavam pelas ruas. As moças, que costumavam ficar fechadas em casa, saíam para as portas de casa, ou subiam ao muro, ou se debruçavam na janela. 20 Todas, porém, erguiam as mãos para o céu e faziam suas preces. 21 Era comovente a apreensão do povo em geral e a ansiedade do sumo sacerdote, tomado de profunda angústia. 22 Pediam ao Senhor Todo-poderoso para guardar intatos e em segurança os depósitos em favor daqueles que os tinham depositado. 23 Heliodoro, porém, procurava executar o que havia decidido.

24 Acompanhado de seus guardas, Heliodoro estava junto à sala do tesouro, quando o Senhor dos Espíritos e do Poder manifestou-se com tal esplendor, que todos os que se arriscaram a entrar aí, ficaram desfalecidos e em pânico, atingidos pela força de Deus. 25 Apareceu-lhes um cavalo ensilhado com belíssimo arreio e montado por terrível cavaleiro. Ele avançou bruscamente, e o cavalo começou a dar patadas em Heliodoro. O cavaleiro parecia ter armadura de ouro. 26 Apareceram também para Heliodoro outros dois jovens extraordinariamente fortes, muito belos e com roupas magníficas. Puseram-se aos lados de Heliodoro e começaram a chicoteá-lo, dando-lhe muitos golpes. 27 Heliodoro caiu logo no chão. Envolto em densa escuridão, tiveram de levantá-lo e colocá-lo na maca. 28 Foi assim que retiraram daí, inteiramente sem ação, aquele mesmo que tinha entrado até a sala do tesouro com todo o acompanhamento e toda a sua guarda pessoal. Foram obrigados a reconhecer que o poder de Deus se havia manifestado com toda a clareza. 29 Heliodoro, prostrado pelo poder de Deus, estava sem fala e sem qualquer esperança de salvação. 30 Enquanto isso os judeus davam louvores a Deus, que tinha glorificado o seu lugar santo. Até pouco o Templo estava cheio de pavor e preocupação. Agora, por causa da manifestação do Senhor Todo-poderoso, estava repleto de alegria e ações de graças. 31 Alguns da comitiva de Heliodoro pediram que Onias invocasse o Altíssimo, suplicando pela vida de quem estava, sem dúvida, agonizando. 32 Preocupado e com medo de que o rei fosse imaginar que os judeus tinham armado algum ato criminoso contra Heliodoro, o sumo sacerdote ofereceu um sacrifício pela saúde do homem. 33 No momento em que o sacerdote oferecia o sacrifício de expiação, os mesmos jovens apareceram de novo a Heliodoro, vestidos com o mesmo traje. De , eles lhe disseram: «Você deve agradecer muito ao sumo sacerdote Onias, porque é em consideração a ele que o Senhor lhe concede a vida. 34 Você foi chicoteado pelo Céu. Agora anuncie a todos o grandioso poder de Deus». E ao dizerem isso, desapareceram.

35 Heliodoro ofereceu um sacrifício ao Senhor, fez grandes promessas ao Deus que lhe devolvera a vida, despediu-se de Onias, e voltou com seu exército para junto do rei. 36 A todos ia dando testemunho das obras do Deus supremo, que ele tinha visto com os próprios olhos. 37 Quando o rei lhe perguntou quem seria a pessoa mais indicada para ser mandada outra vez a Jerusalém, ele respondeu: 38 «Se Vossa Majestade tem algum inimigo, alguém que se opõe aos seus atos de governo, mande-o para lá, e vai recebê-lo de volta devidamente castigado, caso consiga escapar. Naquele lugar existe realmente uma força divina. 39 Aquele que mora no céu é o guarda e protetor daquele lugar. Ele fere e mata quem se aproxima do Templo com más intenções».

40 Foi o que aconteceu com Heliodoro e com a conservação do tesouro do Templo.


* 3,1-40: O episódio é relatado para mostrar a proteção divina sobre o Templo de Jerusalém. A atitude de Simão é exemplo de como o dominador estrangeiro encontra, no próprio ambiente judaico, o apoio de pessoas e grupos interessados em multiplicar seus privilégios, mesmo sabotando a economia do próprio país.



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 Oración de la mañana

Con Jesús por la mañana

Gracias al Señor por los ancianos que nos han transmitido la fe. La intención de oración del Papa Francisco este mes es por los ancianos y hoy es la jornada mensual de oración por la salud mental. En el Evangelio de hoy, Cristo nos enseña "quien no toma su cruz y me sigue, no es digno de mí". Muchas personas mayores llevan la pesada cruz de la fragilidad y los problemas de salud mental. Ayúdame a recordar que estoy sirviendo a Jesús cuando sirvo a una persona con demencia. Pide a María que te acompañe cuando apoyes a los ancianos que tienen problemas de salud mental. Padrenuestro.

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