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terça-feira, 28 de maio de 2024

Pelos que fogem de seu país – O Vídeo do Papa 6 – Junho 2024


INTENÇÕES
20242025
JFMAMJJASOND

Intenção

PELOS QUE FOGEM DO PRÓPRIO PAÍS

Rezemos para que os migrantes que fogem da guerra ou da fome, forçados a viagens cheias de perigo e violência, encontrem acolhimento e novas oportunidades de vida nos Países que os recebem.

Reflexão

O Papa este mês convida-nos a rezar por todos os migrantes que fogem da guerra ou da fome para que encontrem acolhimento e novas oportunidades de vida nos Países que os recebem.
  Os migrantes que fogem da guerra e da fome, com frequência sobrevivente de viagens desesperadas, são motivo de batalhas políticas. Mas ser católico, ou seja, universal, significa sentir-se responsável pelo que acontece, inclusivamente fora das nossas fronteiras: é necessário não só proteger e acolher os que se encontram em necessidade, mas também ajudá-los a construir uma vida nova; de modo particular num tempo em que o número de refugiados no mundo atingiu os níveis mais elevados desde a Segunda Guerra Mundial.
  Um dos contributos mais importantes do Papa Francisco para o tema da migração foi o seu chamamento à criação de uma «cultura do encontro» (EG 220). Em muitas ocasiões, e de modo particular na Fratelli tutti, pronunciou-se contra a «cultura dos muros» (27) que divide as pessoas e pediu aos países que trabalhem em conjunto para encontrar soluções baseadas na compaixão e no respeito pela dignidade humana. Pediu à Igreja que seja um «hospital de campanha» que dê atenção e assistência aos mais necessitados.
  O Santo Padre sublinha que, perante este drama de milhões de pessoas que são obrigadas a abandonar as suas terras por causa da guerra, da pobreza e da violência, a nossa resposta comum poderia articular-se em torno de quatro verbos: «acolher, proteger, promover e integrar».
  Neste mês dedicado ao Coração de Jesus, também a ONU declarou o dia 26 como dia mundial dos refugiados. Recordemos particularmente no nosso coração e oração todas estas pessoas que se encontram nesta condição humana e existencial.

Oração

Pai amoroso, que acolhes todos os teus filhos e filhas: pedimos-te hoje pelos migrantes que fogem das guerras ou da fome. Que encontrem acolhimento e novas oportunidades de vida nos países que os recebem. O acolhimento é uma expressão do amor, desse dinamismo de abertura que nos impele a colocar a atenção no outro, a buscar o melhor para a sua vida. Sabemos que, com frequência, o imigrante é visto como um usurpador que não oferece nada, e, assim, chegamos a pensar ingenuamente que os pobres são perigosos ou inúteis e que os poderosos são generosos benfeitores. Ensina-nos a ser Igreja “hospital de campanha”, a viver cada vez melhor o acolhimento, a promover uma cultura do acolhimento que proteja e integre; a pensar e gerar um mundo aberto, a ter como critério não a utilidade do outro, mas sim o valor em si que a pessoa representa. E que os diferentes países do mundo sejam capazes de pensar não apenas como país, mas também como família humana, porque somente uma cultura social e política que incorpore o acolhimento gratuito poderá ter futuro. Ámen.

Desafios

Acolher o estranho – Vês os outros como estranhos ou como verdadeiros irmãos? Há alguém nas periferias do teu coração? Mostrar empatia e compreensão – Presta atenção: quem precisa hoje da tua empatia, de se sentir acolhido por ti? Promover a inclusão e a integração – Descobre quem são os exilados ocultos nos lugares da tua vida e pensa de que maneira os podes integrar. Oferecer ajuda prática e emocional – Pede a Jesus o seu coração compassivo, para ajudares quem necessitar da tua ajuda concreta hoje. Ser solidário – Qual é o teu critério? Valorizas o outro pelo que é? Estás pendente de que te agradeça os teus serviços? Isto é básico na hora de viver uma solidariedade autêntica.

https://redemundialdeoracaodopapa.pt/rezar-com-o-papa/intencoes/2024/6

MEDITAÇÃO DIÁRIA
29 mai
DIA 29 | QUARTA-FEIRA – SÃO PAULO VI, PAPA (MEMÓRIA)

1 Pe 1, 18-25 / Slm 147, 12-15.19-20 / Mc 10, 32-45

Os chefes das nações (...) fazem sentir sobre elas o seu poder. (Evangelho)

Fazer sentir o nosso poder é uma manifestação de fraqueza e de grande infelicidade. O leitor já deve ter reparado que uma pessoa muito feliz é uma pessoa com bom feitio, descontraída, com umas graças e que valoriza (muito) os outros. Uma pessoa azeda, que ralha, que põe o pé em cima dos outros, que esmaga, que trata mal, que denuncia (ser bufo é nojento) é de certeza uma pessoa muito infeliz. Há que rezar por estas pessoas que carregam uma grande cruz.

https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/2460

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