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terça-feira, 2 de abril de 2019

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Moab -* 1 Assim diz Javé: Por três crimes de Moab e pelo quarto, eu não vou perdoar: porque eles queimaram até a cinzas os ossos do rei de Edom. 2 Porei fogo em Moab e queimarei os palácios de Cariot; Moab vai morrer em meio ao barulho, entre gritos de guerra e ao som da corneta; 3 eliminarei o juiz queexiste e, com ele, trucidarei as suas autoridades - diz Javé.


2. Julgamento de Israel






* 2,1-3: Moab recusou sepultar um rei inimigo. Para os antigos, isso significava deixar o defunto em situação de maldição, o que era considerado o máximo da imoralidade.

* 4-5: Judá é acusado de não obedecer à lei de Javé e de praticar a idolatria («mentiras»).

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6-16: De maneira imprevista, o profeta chega aonde pretende: denunciar e julgar o que está acontecendo no reino de Israel, pátria dos ouvintes. Acusa-os de injustiça social, corrupção, idolatria, manipulação ideológica. Os principais atingidos pela profecia são as autoridades: ao invés de promoverem condições de justiça e vida, exploram, oprimem e manipulam ideologicamente o povo, reduzindo-o à fraqueza, miséria e abandono. Enganado, o povo não consegue nem ter acesso às condições libertadoras, apresentadas pelos profetas e por outras pessoas consagradas (nazireus). A essa infidelidade dos governantes, o profeta contrapõe a fidelidade de Javé, que libertou o povo da escravidão e o fez conquistar a terra da vida. O castigo anunciado nos vv. 13-16 refere-se à invasão do reino do Norte pela Assíria.


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