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SALMO 68
(67) *
História
da luta do povo de Deus
3 Tu os
dissipas como a fumaça se dissipa; como a cera se derrete diante do fogo, assim
perecem os injustos diante de Deus.
5* Cantem a
Deus, toquem ao seu nome, atapetem o caminho daquele que avança pelo deserto. O
nome dele é Javé: alegrem-se na presença dele.
7 Deus dá
aos marginalizados uma casa, liberta os cativos e os enriquece. Somente os
rebeldes permanecem na terra seca.
9 a terra
tremeu, o céu se dissolveu diante de Deus, o Deus do Sinai; diante de Deus, o
Deus de Israel.
14 Enquanto
vocês repousavam nos apriscos, as pombas batiam suas asas prateadas destilando
ouro de suas plumas.
17 Ó
montanhas escarpadas, por que vocês invejam a montanha que Deus escolheu para
habitar, a moradia perpétua de Javé?
26 Na
frente marcham os cantores, atrás os tocadores de harpa, no meio as jovens,
tocando pandeiros.
28 Na
frente vai Benjamim, o mais novo; os príncipes de Judá, com seu tropel; os
príncipes de Zabulon, os príncipes de Neftali.
36 Desde o
santuário Deus impõe reverência: ele é o Deus de Israel, que dá força e poder
ao seu povo. Bendito seja Deus!
* Sl 68: Oração
de agradecimento coletivo, talvez cantado numa procissão que recorda passos da
história de Israel.
* 2-4: A intervenção de Deus na história provoca uma divisão fundamental, porque Deus toma partido: ele se alia aos justos para derrotar os injustos.
* 5-7: Deus caminha à frente do seu povo, formado pelos marginalizados da sociedade e da história: órfãos, viúvas, marginalizados e cativos.
* 8-11: Como líder e pastor do seu povo, Javé vai à frente em todas as lutas, abalando a realidade inteira (terra e céu). Para quê? Para dar uma terra fértil aos pobres, que viviam numa terra esgotada pela exploração e opressão.
* 12-15: A história do povo é feita de muitas lutas para vencer os poderosos e seus grandes exércitos. Graças a isso, o povo pode recuperar e repartir as riquezas que, por direito, lhe pertencem (despojos, ouro e prata).
* 16-19: A procissão chega ao Templo no monte Sião. É o momento de uma grande transformação histórica: com a monarquia de Davi e Salomão, Israel torna-se império, correndo o perigo de se tornar um novo opressor.
* 20-24: A certeza de que Deus habita em seu meio traz ao povo a confiança permanente de que Deus o ajudará a levar todas as cargas. Ele o libertará da morte produzida pelos inimigos estrangeiros e pelos injustos que pervertem as relações sociais.
* 25-28: Nova descrição, mais detalhada, da procissão que se dirige para o Templo.
* 29-32: Súplica para que Deus manifeste seu governo poderoso, realizando a justiça. Todas as nações trarão seus tributos, porque o Deus justo saberá repartir a riqueza entre todos.
* 33-36: Convite a que todos os reis reconheçam que Deus é o rei soberano. A história do seu povo e todo o universo são testemunhas de que esse Deus vivo reparte sua força e poder com o seu povo.
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* 2-4: A intervenção de Deus na história provoca uma divisão fundamental, porque Deus toma partido: ele se alia aos justos para derrotar os injustos.
* 5-7: Deus caminha à frente do seu povo, formado pelos marginalizados da sociedade e da história: órfãos, viúvas, marginalizados e cativos.
* 8-11: Como líder e pastor do seu povo, Javé vai à frente em todas as lutas, abalando a realidade inteira (terra e céu). Para quê? Para dar uma terra fértil aos pobres, que viviam numa terra esgotada pela exploração e opressão.
* 12-15: A história do povo é feita de muitas lutas para vencer os poderosos e seus grandes exércitos. Graças a isso, o povo pode recuperar e repartir as riquezas que, por direito, lhe pertencem (despojos, ouro e prata).
* 16-19: A procissão chega ao Templo no monte Sião. É o momento de uma grande transformação histórica: com a monarquia de Davi e Salomão, Israel torna-se império, correndo o perigo de se tornar um novo opressor.
* 20-24: A certeza de que Deus habita em seu meio traz ao povo a confiança permanente de que Deus o ajudará a levar todas as cargas. Ele o libertará da morte produzida pelos inimigos estrangeiros e pelos injustos que pervertem as relações sociais.
* 25-28: Nova descrição, mais detalhada, da procissão que se dirige para o Templo.
* 29-32: Súplica para que Deus manifeste seu governo poderoso, realizando a justiça. Todas as nações trarão seus tributos, porque o Deus justo saberá repartir a riqueza entre todos.
* 33-36: Convite a que todos os reis reconheçam que Deus é o rei soberano. A história do seu povo e todo o universo são testemunhas de que esse Deus vivo reparte sua força e poder com o seu povo.
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