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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Intenções
20202021
JFMAMJJASOND



Intenção
As nossas famílias (Universal)
Rezemos para que as famílias de hoje sejam acompanhadas com amor, respeito e conselho.
Reflexão
Neste mês de julho, o Papa Francisco propõe como desafio o acompanhamento das famílias. Este é um dos temas mais caros ao Santo Padre, pois refere-se muitas vezes a ele nos seus pedidos de oração, nas suas intervenções, chegando a dedicar-lhe uma sessão ordinária e outra extraordinária do Sínodo dos Bispos e a consequente Exortação Apostólica «A Alegria do Amor». Os tempos atuais apresentam grandes desafios à família, não apenas devido a políticas económicas e sociais que, em muitos lugares, fragilizam a identidade e estabilidade tão necessárias para a sua formação e crescimento, mas, também, pelas exigências que lhe são impostas pelos ritmos de trabalho, o stress, o lugar invasivo das novas tecnologias, o pouco espaço para o estar juntos, a partilha, etc. A recente crise de pandemia causada pelo Covid-19 trouxe ao de cima muitas destas fragilidades, mas também foi a oportunidade de reviver a família em moldes muito diferentes. Provocou uma série de questões e estímulos para repensar o lugar (e o tempo) da família nos ritmos quotidianos. O confinamento a que tantas famílias se viram – ou continuam a ver – obrigadas, a gestão do teletrabalho com a escola, a descoberta das forças e fragilidades das relações familiares, o afastamento dos que são queridos são motivos para aprender novas formas de superar os limites que se encontraram. Até ao nível da fé e pertença à Igreja, tem sido a oportunidade de experimentar verdadeiramente o lar como Igreja doméstica, o lugar de celebração, oração, comunhão com Deus e uns com os outros. Mesmo nas grandes dificuldades e dramas que nos traz este tempo, podemos discernir os modos como Deus nos fala, em particular às famílias de hoje. Quais são as aprendizagens? Os pontos de crescimento? Sobretudo, que ajudas são mais necessárias hoje? É por isso que a intenção do Papa neste mês constitui um desafio muito oportuno. Procuremos cultivar o diálogo, a atenção e a interajuda para o bem-estar humano e espiritual das famílias.
Oração
Pai de bondade, nós te damos graças pelo exemplo da família em que o teu Filho Jesus nasceu e cresceu. Quiseste que Ele estivesse no meio de nós aprendendo o que é o amor e o serviço a partir dos gestos e palavras de Maria e José. Nestes tempos difíceis que vivemos, nós Te pedimos que abençoes todas as famílias, de modo particular as que mais sofrem. Que cada uma saiba encontrar no seu caminho corações abertos e disponíveis para as acompanhar, ajudar e cuidar, com amor e conselho. Pai-Nosso...
Desafios
- No próprio núcleo familiar, procurar um momento de partilha, em ambiente de oração, em que cada um expresse como se sente, o que tem aprendido nestes últimos tempos, onde sentiu que mais cresceu e onde tem que melhorar ou pedir perdão. - Na família mais alargada, ou nos círculos de amigos e conhecidos, procurar saber que famílias estão a passar maiores dificuldades, económicas, de relação, de orientação e fazer-se presente, aconselhando e procurando ajudar dentro das próprias possibilidades. - Promover, na própria comunidade, ou através dos meios digitais, boas propostas de oração e reflexão que ajudem as famílias neste mês a viver com esperança e sentido, ou indo ao encontro das famílias mais necessitadas.
 https://redemundialdeoracaodopapa.pt/rezar-com-o-papa/intencoes/2020/7
 Meditação Diária
Qua, 1 – Semana XIII do Tempo Comum
Am 5, 14-15.21-24 / Slm 49 (50), 7.8-9.10-11.12-13.16bc-17 / Mt 8, 28-34
saindo dos túmulos, dois endemoninhados… (Evangelho)
As gentes daquela terra queriam expulsar Jesus porque o negócio valia mais que a cura de duas pessoas. Temos parecido entre nós. Os governos não dão nada do seu orçamento para que os refugiados tenham melhores condições de vida, pelo menos nos campos de refugiados. (Mas para se construir cercas à volta e policiar há dinheiro.) Os refugiados não votam. Algumas vezes tiram negócio. Acolher migrantes pode tirar votos. Então, para quê tratá-los bem? O inimigo é aquele que nós desejaríamos que não existisse. O leitor reze por esses. E, se puder, faça alguma coisa.

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