Meditação Diária
Dia 11 | Domingo
Domingo XXVIII do Tempo Comum – Ano A / Último Dia da Semana da Educação Cristã
As leituras de São Mateus, hoje e nos dois próximos Domingos, são do capítulo 22. Talvez possamos dar ao conjunto das três leituras o título “a cidadania cristã”. Com efeito, hoje temos a parábola do banquete nupcial, também chamada do grande banquete (vv. 1-14). A ideia da boda aparece diversas vezes na Bíblia para referir a comunhão de Deus com o seu povo. No próximo Domingo, temos o tributo a César (vv. 15-21). Representa o cumprimento das obrigações perante a autoridade temporal, sem prejuízo do que é devido à superior autoridade de Deus. No Domingo a seguir, temos o mandamento do amor (vv. 34-40): amor a Deus e amor ao próximo. Aparece como bom remate da dita cidadania.
A leitura de São Mateus, hoje, parece juntar duas porções. A primeira (vv. 1-10) tem paralelo em Lucas 14, 15-24. A todos é dirigido o convite para o banquete nupcial, o convite para a felicidade comunitária preparada por Deus, com a presença do seu Filho. Os enviados a fazer os convites são os profetas e os
apóstolos. Os que foram convidados em primeiro lugar e maltrataram os enviados a fazer o convite são os judeus. Deviam ter comparecido no banquete e não quiseram. Os convidados em segundo lugar são os pecadores e os pagãos. Compareceram prontamente no banquete. A segunda porção do texto (vv. 11-14) é cena de julgamento, de juízo final. Alguém aparece no banquete sem o traje nupcial. Isto significa que há uma dupla obrigação para com o rei que convida para o banquete: aceitar o convite e apresentar-se como deve ser. Ou seja: a Deus que convida para a feliz comunhão com Ele, deve-se responder “sim”. E é necessário apresentar-se com as obras da justiça que devem acompanhar a fé.
No texto de Isaías, a afluência dos povos a Jerusalém é descrita como imensa festa em família: «Sobre este monte [monte Sião], o Senhor do Universo há de preparar para todos os povos um banquete». Ao usufruir desta felicidade de grande comunidade, dir-se-á então: «Eis o nosso Deus, de quem esperávamos a salvação… Alegremo-nos e rejubilemos, porque nos salvou». Importa que esta felicidade de muitos, juntos em torno de Deus, esteja no nosso horizonte: «Deus… ilumine os olhos do nosso coração, para sabermos a que esperança fomos chamados» (refrão do Aleluia). É com isto no horizonte que enfrentamos a variedade do que a vida contém: «Sei viver na pobreza e sei viver na abundância… Tudo posso naquele que me conforta» (São Paulo aos Filipenses).
Is 25, 6-10a / Slm 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 / Filip 4, 12-14.19-20 / Mt 22, 1-14 ou Mt 22, 1-10
Salmodia
Ant. 1 Quem comer deste pão viverá eternamente. Aleluia.
Salmo 22(23)
O Bom Pastor
O Cordeiro será o seu pastor e os conduzirá até às fontes da água viva (Ap 7,17).
–1 O Senhor é o pastor que me conduz; *
não me falta coisa alguma.
–2 Pelos prados e campinas verdejantes *
ele me leva a descansar.
– Para as águas repousantes me encaminha, *
3 e restaura as minhas forças.
– Ele me guia no caminho mais seguro, *
pela honra do seu nome.
–4 Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, *
nenhum mal eu temerei;
– estais comigo com bastão e com cajado; *
eles me dão a segurança!
–5 Preparais à minha frente uma mesa, *
bem à vista do inimigo,
– e com óleo vós ungis minha cabeça; *
o meu cálice transborda.
–6 Felicidade e todo bem hão de seguir-me *
por toda a minha vida;
– e, na casa do Senhor, habitarei *
pelos tempos infinitos.
Ant. Quem comer deste pão viverá eternamente. Aleluia.
Ant. 2 O Senhor há de vir para ser glorificado e admirado nos seus santos. Aleluia.
Salmo 75(76)
Ação de graças pela vitória
Verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu (Mt 24,30).
I
–2 Em Judá o Senhor Deus é conhecido, *
e seu nome é grandioso em Israel.
–3 Em Salém ele fixou a sua tenda, *
em Sião edificou sua morada.
–4 E ali quebrou os arcos e as flechas, *
os escudos, as espadas e outras armas.
–5 Resplendente e majestoso apareceis *
sobre montes de despojos conquistados.
=6 Despojastes os guerreiros valorosos †
que já dormem o seu sono derradeiro, *
incapazes de apelar para os seus braços.
–7 Ante as vossas ameaças, ó Senhor, *
estarreceram-se os carros e os cavalos.
Ant. O Senhor há de vir para ser glorificado
e admirado nos seus santos. Aleluia.
Ant. 3 Ao vosso Deus fazei promessas e as cumpri; ao Senhor trazei ofertas, aleluia.
II
–8 Sois terrível, realmente, Senhor Deus! *
E quem pode resistir à vossa ira?
–9 Lá do céu pronunciastes a sentença, *
e a terra apavorou-se e emudeceu,
–10 quando Deus se levantou para julgar *
e libertar os oprimidos desta terra.
–11 Mesmo a revolta dos mortais vos dará glória, *
e os que sobraram do furor vos louvarão.
–12 Ao vosso Deus fazei promessas e as cumpri; *
vós que o cercais, trazei ofertas ao Terrível;
–13 ele esmaga os reis da terra em seu orgulho, *
e faz tremer os poderosos deste mundo!
Ant. Ao vosso Deus fazei promessas e as cumpri; ao Senhor trazei ofertas, aleluia.
Leitura breve Dt 10,12
O que é que o Senhor teu Deus te pede? Apenas que o temas e andes em seus caminhos; que ames e sirvas ao Senhor teu Deus, com todo o teu coração e com toda a tua alma.
V. Senhor, quem morará em vossa casa, e em vosso Monte santo habitará?
R. É aquele que caminha sem pecado, e que pensa a verdade no seu íntimo.
Oração
Ó Deus, sempre nos preceda e acompanhe a vossa graça para que estejamos sempre atentos ao bem que devemos fazer. Por Cristo, nosso Senhor.
Conclusão da Hora
V.Bendigamos ao Senhor.
R. Graças a Deus.
Papa Leone XIV
Uniti nella preghiera per Papa Leone XIV
Carissimi, di recente, durante alcuni controlli, i medici mi hanno trovato un nodulo circoscritto al polmone. È stato individuato in una fase molto iniziale e ben localizzato. I medici ritengono opportuno intervenire e allora, seguendo i loro consigli, ho deciso di operarmi per toglierlo. L’intervento è già programmato nei prossimi giorni. Vi ringrazio per la vostra vicinanza spirituale e mi affido alla vostra preghiera.
PEÇAMOS A INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA DE LUJAN, SÃO PANTALEÃO, SÃO JOÃO XXIII, SUA SANTIDADE O PAPA FRANCISCO A DEUS NOSSO SENHOR, PELO RESTABELECIMENTO PLENO DA SAÚDE DO NOSSO SANTO PADRE PAPA LEÃO XIV , A FIM DE QUE, ASSIM COMO O PAPA FRANCISCO, COM A GRAÇA DE DEUS E A INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA SUPEROU E FOI CURADO DE SEMELHANTE ENFERMIDADE OBTENHA TAMBÉM A MESMA GRAÇA E PROTEÇÃO QUE VEM EM SOCORRO DOS FILHOS E FILHAS DE DEUS!!!!!!!!!!!!
SSS - 11/10/2026
PERFIL BIOGRÁFICO DE
JUAN XXIII
(1881-1963)
Angelo Giuseppe Roncalli nació el 25 de noviembre de 1881 en Sotto il Monte, diócesis y provincia de Bérgamo, el cuarto de trece hermanos. Ese mismo día fue bautizado. En la parroquia, bajo la guía del excelente sacerdote don Francesco Rebuzzini, recibió una impronta eclesiástica imborrable, que le sirvió de apoyo en las dificultades y de estímulo en las tareas apostólicas.
Recibió la confirmación y la primera comunión en 1889; en 1892 ingresó en el Seminario de Bérgamo, donde estudió humanidades, filosofía y hasta el segundo año de teología. Allí, con catorce años, empezó a redactar unos apuntes espirituales que le acompañaron, de una u otra forma, a lo largo de su vida, y que fueron recogidos en Diario de un alma. También desde entonces practicaba con asiduidad la dirección espiritual. El 1 de marzo de 1896, el padre espiritual del Seminario de Bérgamo, don Luigi Isacchi, lo admitió en la Orden Franciscana Seglar, cuya regla profesó el 23 de mayo de 1897.
De 1901 a 1905 fue alumno del Pontificio Seminario Romano, gracias a una beca de la diócesis de Bérgamo para seminaristas aventajados. En este tiempo, hizo también un año de servicio militar. Fue ordenado sacerdote el 10 de agosto de 1904 en la Iglesia de Santa María in Monte Santo, en la Piazza del Popolo de Roma. En 1905 el nuevo Obispo de Bérgamo, mons. Giacomo Maria Radini Tedeschi, lo nombró su secretario, cargo que desempeñó hasta 1914, acompañando al Obispo en las visitas pastorales y colaborando en múltiples iniciativas apostólicas: Sínodo, redacción de la publicación mensual “La vita diocesana”, peregrinaciones, obras sociales. También era profesor de historia, patrología y apologética en el Seminario. En 1910, en la reordenación de los Estatutos de la Acción Católica, el Obispo le confió la sección V (las mujeres católicas). Colaboró con el diario católico de Bérgamo, fue predicador asiduo, profundo y eficaz.
Durante estos años tuvo la oportunidad de conocer en profundidad a los santos pastores, San Carlos Borromeo (del que publicó las Actas de la visita apostólica realizada a Bérgamo en 1575), San Francisco de Sales y el entonces Beato Gregorio Barbarigo. Fueron años en los que adquirió una gran experiencia pastoral al lado del Obispo mons. Radini Tedeschi. Cuando murió el Obispo en 1914, Don Angelo siguió como profesor del Seminario y dedicándose a las diversas actividades pastorales, sobre todo la asociativa.
Cuando en 1915 Italia entró en la guerra, fue movilizado como sargento de sanidad. El año siguiente pasó a ser capellán castrense en los hospitales militares de retaguardia y coordinador de la asistencia espiritual y moral a los soldados. Al terminar la guerra, fundó la “Casa del estudiante”, dedicada a la pastoral estudiantil. En 1919 fue nombrado director espiritual del Seminario.
En 1921 comenzó la segunda parte de su vida, al servicio de la Santa Sede. Llamado a Roma por Benedicto XV como Presidente para Italia del Consejo central de la Pontificia Obra para la Propagación de la Fe, recorrió muchas diócesis italianas para organizar los Círculos Misioneros. En 1925 Pío XI lo nombró Visitador Apostólico para Bulgaria, elevándolo al episcopado con el título de Areópolis. Eligió como lema episcopal “Oboedientia et pax”, programa que siempre le acompañó.
Ordenado Obispo el 19 de marzo de 1925 en Roma, marchó a Sofía el 25 de abril. Nombrado posteriormente primer Delegado Apostólico, estuvo en Bulgaria hasta finales de 1934, visitando las comunidades católicas, cultivando relaciones respetuosas con las demás comunidades cristianas. Actuó con solicitud caritativa durante el terremoto de 1928. Sufrió en silencio incomprensiones y dificultades de un ministerio caracterizado por la pastoral de pequeños pasos. Se perfeccionó en la confianza y el abandono a Jesús Crucificado.
El 27 de noviembre de 1934 fue nombrado Delegado Apostólico en Turquía y Grecia. El nuevo campo de trabajo era vasto y la Iglesia católica estaba presente en muchos ámbitos de la joven república turca, que se estaba renovando y organizando. Su ministerio con los católicos fue intenso, y se distinguió por un talante de respeto y diálogo con el mundo ortodoxo y musulmán.
Cuando estalló la Segunda Guerra Mundial, estaba en Grecia, que quedó devastada por los combates. Intentó recabar información sobre los prisioneros de guerra y puso a salvo a muchos judíos sirviéndose del “visado de tránsito” de la Delegación Apostólica. El 6 de diciembre de 1944 Pío XII lo nombró Nuncio Apostólico en París.
Durante los últimos meses de la contienda y los primeros de la paz, ayudó a los prisioneros de guerra y se preocupó por la normalización de la organización eclesiástica de Francia. Visitó los santuarios franceses, participó en las fiestas populares y en las manifestaciones religiosas más significativas. Estuvo atento, con prudencia y confianza, a las nuevas iniciativas pastorales del episcopado y del clero de Francia. Siempre se caracterizó por la búsqueda de la simplicidad del Evangelio, incluso cuando trataba los más complejos asuntos diplomáticos. El deseo pastoral de ser sacerdote en cualquier circunstancia lo sostenía. Y una sincera piedad, que se transformaba cada día en un prolongado tiempo de oración y de meditación, lo animaba.
El 12 de enero de 1953 fue creado Cardenal y el 25 promovido al Patriarcado de Venecia. Estaba contento de poder dedicarse los últimos años de su vida al ministerio directo de la cura de almas, deseo que siempre le acompañó desde que se ordenó sacerdote. Fue pastor sabio y emprendedor, a ejemplo de los santos pastores que siempre había venerado: San Lorenzo Justiniani, primer Patriarca de Venecia, y San Pío X. Con los años, crecía su confianza en el Señor, que se manifestaba en una entrega pastoral activa, dinámica y alegre.
Tras la muerte de Pío XII, fue elegido Papa el 28 de octubre de 1958, y tomó el nombre de Juan XXIII. En sus cinco años como Papa, el mundo entero pudo ver en él una imagen auténtica del Buen Pastor. Humilde y atento, decidido y valiente, sencillo y activo, practicó los gestos cristianos de las obras de misericordia corporales y espirituales, visitando a los encarcelados y a los enfermos, acogiendo a personas de cualquier nación y credo, comportándose con todos con un admirable sentido de paternidad. Su magisterio social está contenido en las Encíclicas Mater et magistra (1961) y Pacem in terris (1963).
Convocó el Sínodo Romano, instituyó la Comisión para la revisión del Código de Derecho Canónico, convocó el Concilio Ecuménico Vaticano II. Como Obispo de la diócesis de Roma, visitó parroquias e iglesias del centro histórico y de la periferia. El pueblo veía en él un rayo de la benignitas evangelica y lo llamaba “el Papa de la bondad”. Lo sostenía un profundo espíritu de oración; siendo el iniciador de la renovación de la Iglesia, irradiaba la paz de quien confía siempre en el Señor. Se lanzó decididamente por los caminos de la evangelización, del ecumenismo, del diálogo con todos, teniendo la preocupación paternal de llegar a sus hermanos e hijos más afligidos.
Murió la tarde del 3 de junio de 1963, al día siguiente de Pentecostés, en profundo espíritu de abandono a Jesús, deseando su abrazo, rodeado por la oración unánime de todo el mundo, que parecía haberse reunido en torno a él, para respirar con él el amor del Padre.
Juan XXIII fue declarado beato por el Papa Juan Pablo II el 3 de septiembre de 2000 en la Plaza de San Pedro, durante la celebración del Gran Jubileo del año 2000.
El Papa Francisco canonizó a Juan XXIII el 27 de abril de 2014 .
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